19 de janeiro de 2018
por esmael
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Collor anuncia pré-candidatura à Presidência da República. Socorro!

O ex-presidente Fernando Collor de Mello, senador pelo estado de Alagoas, lançou nesta sexta-feira (19) sua pré-candidatura à Presidência da República pelo PTC. Há quase 26 anos, o “caçador de marajás” sofreu impeachment por denúncias de corrupção no governo. ... 

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28 de setembro de 2016
por esmael
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Senado vai analisar fim de “benesses” a ex-presidentes impichados, diz Alvaro

alvaro_impeachmentO senador Alvaro Dias (PT-PR) informa nesta quarta (28) que a CCJ do Senado vai analisar, em breve, projeto da autoria dele que retira de ex-presidentes “impichados” o direito a utilizar os serviços de quatro servidores, para segurança e apoio pessoal, bem como a dois veículos oficiais com motoristas, custeadas as despesas com dotações próprias da presidência da República. Abaixo, leia, ouça, comente e compartilhe. Leia mais

20 de agosto de 2016
por esmael
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Dilma sofre processo de impeachment só porque ela é mulher, acusa Gleisi

gleisi_giro_dilmaA senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), em entrevista ao programa “Giro com Willian Corrêa” da TV Cultura, em Brasília, acusou a “misoginia” de estar por trás do golpe contra a presidente Dilma Rousseff. Abaixo, assista ao vídeo: Leia mais

26 de abril de 2016
por esmael
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Collor apresenta “plano de reconstrução” a Temer. Vem aí novo confisco da poupança?

collorO vice Michel Temer é cercado de incertezas e inseguranças. A mais nova delas atende pelo nome de Fernando Collor de Mello, senador, ex-presidente cassado por corrupção em 1992.

Pois bem, nesta terça-feira (26), Collor disse que apresentou um “plano de reconstrução” a Temer. Essa revelação deu trinta tipos de medo naqueles que sofrem na pele o confisco da poupança há 24 anos. Leia mais

18 de fevereiro de 2016
por esmael
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Garganta Profunda de Londrina: Beto Richa, o novo caçador de marajás

O governador Beto Richa (PSDB) iniciou uma implacável cruzada contra os “marajás” no judiciário, conforme anotou o Blog do Esmael na última terça-feira (16) — clique aqui.

Até as capivaras do Parque Barigui sabem que as flechas disparadas contra as mordomias de juízes, promotores e procuradores de Justiça foram disparadas da vizinhança.

O expoente dessa caçada se utiliza de freelancers para atingir o “inimigo”.

Garganta Profunda de Londrina, principal informante desta página no Palácio Iguaçu, compara o tucano ao então governador das Alagoas “caçador de marajás” Fernando Collor de Mello — que chegou à Presidência graças ao conluio com a velha mídia. Depois foi cassado por corrupção. (A História se repete de forma invertida: o primeiro queria entrar, o segundo luta para ficar no cargo).

Não é somente o nosso Julian Assange das Araucárias que vê semelhança entre Collor e Richa. Outros tantos observadores da política paranaense e brasileira detectam em ambos “a síndrome do galã”.

O X-9 do Blog do Esmael instalado na antessala do governador tucano relata que, depois de iniciado o bombardeio contra o Poder Judiciário, a entourage de Beto Richa agora teme retaliações de promotores e juízes que podem ser implacáveis nas ações da Operação Publicano (corrupção na Receita Estadual) e da Operação Quadro Negro (escolas não construídas).

Ao atacar a magistratura, os “luas pretas” palacianos esperam tirar o chefe da linha de fogo.

Entretanto, para consumo externo, Beto Richa dissimula se dizendo “surpreso” com a folha de pagamento do judiciário.

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11 de fevereiro de 2016
por esmael
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Coluna do Reinaldo de Almeida Cesar: “Eu os acuso de canalhas, de praticarem canalhices”

Reinaldo de Almeida César*

Eu acuso, no melhor estilo Émile Zola, contudo, ao que agora me proponho, baseado na verdade factual e em farto conjunto probatório, muito diferente, portanto, da saga do capitão Alfred Dreyfus, imortalizada na literatura francesa e mundial.

Eu os acuso de canalhas. De praticarem canalhices.

São rematados canalhas, esses que desviaram milhões de reais de recursos destinados a construção de escolas públicas.

Só pode mesmo ser considerado vil e infame – canalha, portanto – quem rouba descaradamente o sagrado recurso público, ainda mais quando verba carimbada, do FNDE, destinada a ampliar vagas para alunos nas escolas da rede estadual.

Em reportagem muito tocante, a Gazeta do Povo (clique aqui) mostrou a frustração e tristeza dos gêmeos Patrique e Pablo de Assis, que viram a escola onde sonhavam estudar ser transformada em mocó para consumo de drogas na obra inacabada, ou talvez melhor, quase nem iniciada pela construtora Valor, mas ainda assim regiamente paga como se executada tivesse sido.

Deixa qualquer um estarrecido ler que a roubalheira deixou mais de duas mil crianças fora da sala de aula e que obra inconclusa faz crianças precisarem caminhar mais de dez quilômetros para alcançar outra escola.

Já temos uma saúde e uma segurança pública de péssima qualidade, ineficiente e muito longe das reais necessidades da população.

Agora, meter a mão no dinheiro público, negando matrícula, sala de aula e instrução no ensino formal, é o mesmo que condenar filhos de trabalhadores a uma forma de escravidão, em trevas, na era moderna.

Como pode uma empreiteira, sem nenhum histórico ou acervo, ter conquistado, em tão pouco tempo, tantos contratos de expressivo valor? O vocábulo valor vai aqui, sem a intenção de cometer uma redundância, quase pleonástica.

Marco Nanini e Ney Latorraca encenaram uma peca que ficou anos em cartaz com absoluto sucesso e recorde de público. Chamava-se “O mistério de Irma Vap”, uma adaptação do original de Charles Ludlam, teatro anárquico e do ridículo, que revelava, quase ao final da montagem, o anagrama do título com a palavra “vampira”.

Seria a construtora Valor, também ela, um anagrama sanguessuga ?

E, mais ainda, perguntam-me os meus inquietos botões: houve aditivo nos contratos? Os saques em espécie, na boca do caixa, serviram a qual propósito? Por qual razão a maior movimentação de recursos desviados se deu exatamente no ano de eleição, em 2014? Carros de luxo apreendidos na operação “Quadro Negro” combinariam com relógios de caríssima grife a adornar pulsos, a fim de serem galantemente ostentados em aces e forehands em partidas de tênis?

Assisti o governador se eximir de culpa, dizendo que não teria qualquer responsabilidade sobre os pagamentos – que, diga-se, comprovadamente, até mesmo pelo Tribunal de Contas, foram efetivados sem a necessária medição da obra – alegando Sua Excelência não ter trena em seu gabinete. Pode-se até conferir isenção de culpa ao governador, pela ausência de trena e pelo volume de despachos de Sua Excelência, em dias de trabalho.

De outra banda, folgo em sa Leia mais

17 de maio de 2015
por esmael
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Garganta Profunda: Beto Richa, cuidado com as delações espontâneas!

collor_richa_impeachmentO principal informante do Blog do Esmael no terceiro andar do Palácio Iguaçu, que compreende o gabinete do governador Beto Richa (PSDB), neste domingo (17), foi acometido pela “compaixão” ao tucano encrencado com propinas que irrigaram sua reeleição com R$ 2 milhões vindos da Receita Estadual.

Garganta Profunda de Londrina, codinome do X-9 palaciano, explica as diferenças entre “delação premiada” — que faz sucesso na Operação Lava Jato, do juiz Sérgio Moro — e “delação espontânea”, aquela desinteressada, portanto, mais difícil de contestar…

“O governador Beto Richa precisa tomar cuidado”, recomenda o informante ao fazer um paralelo histórico do escândalo do tucano paranaense com aquele que derrubou Collor de Mello (um Fiat Elba), nos anos 1992, e o que defenestrou o então superministro da Fazenda, Antônio Palocci, a partir da delação do caseiro Francenildo Costa, nos anos 2006.

O medo do Palácio Iguaçu é com o “inesperado”, não com o que é previsível nessa usina de escândalos que envolvem sexo, droga e rock and roll.

Leia a íntegra de mais um relatório, com jeito de série “O melhor está por vir…”, de Garganta Profunda de Londrina: Leia mais

18 de março de 2015
por esmael
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Datafolha: 62% reprovam Dilma

do Brasil 247
dilma_datafolhaA presidente Dilma Rousseff atingiu a maior taxa de reprovação desde setembro de 1992, véspera do impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello, segundo dados do Datafolha.

Em pesquisa realizada entre segunda e terça-feira, após as manifestações do dia 15 de março, 62% dos brasileiros classificam sua gestão como ruim ou péssima. A reprovação de Dilma subiu 18 pontos desde fevereiro e a taxa de aprovação chegou ao ponto mais baixo desde o início de seu primeiro mandato: 13%. Leia mais

22 de dezembro de 2014
por esmael
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Secretário da Educação de Richa foi braço direito de “collorido” e ideólogo da privatização das teles

xavier_motta_martinez_collor.jpgFuncionários e comunidade escolar foram surpreendidos na última sexta-feira (19) com a escolha do engenheiro Fernando Xavier Ferreira para a Secretaria de Estado da Educação do Paraná (SEED). O novo titular da pasta não tem equipe nem experiência com o setor, embora participe do Conselho de Administração do grupo de educação privada Positivo. ... 

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24 de abril de 2014
por esmael
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Mais de 20 anos depois, STF decide que Collor de Mello não é corrupto

do Brasil 247
Pela segunda vez, o ex-presidente Fernando Collor (PTB) é inocentado pelo Supremo Tribunal Federal, a mais alta Corte de Justiça do Brasil. Em julgamento realizado na tarde desta quinta-feira (24), os ministros do STF entenderam que não há provas que vinculem Collor a um suposto esquema de recursos advindos de empresas de publicidade que prestavam serviços ao governo federal, na época em que foi presidente da República, como disse o Ministério Público.

Este segundo e último julgamento trata da parte final de um processo já apreciado em outra instância da Justiça Federal, que já absolveu, também por ausência de provas, os demais denunciados pelo Ministério Público. Agora, em relação ao ex-presidente, os ministros do STF praticamente seguiram a sentença da juíza federal Pollyana Medeiros, proferida em abril do ano passado. Em treze páginas, ela desmontou as acusações e não encontrou conexões entre as empresas contratadas e seus supostos beneficiários.

O ex-presidente já havia sido inocentado pelo STF, em julgamento ocorrido em 1994. Na época, o relator da ação penal foi o ministro Ilmar Galvão. Recentemente, Galvão relembrou aquela fase de acusações e emitiu ponto de vista sobre o processo: “O juiz não julga porque acha, pela simpatia. O que eu posso dizer é que não havia prova contra Collor. Seria um absurdo condenar alguém se não havia prova”.

Punição política

Inocentado pela Justiça brasileira, em dois julgamentos no Pleno do STF, ainda assim o ex-presidente enfrentou as consequências de uma punição política, imposta em 1992 pelo Congresso Nacional. O impeachment de Collor foi uma decisão dos deputados e senadores, que resolveram afastá-lo por oito anos da vida pública nacional. Todo o episódio também proporcionou discussões acerca da isenção jornalística na cobertura do caso.

Durante o Seminário “Poder Judiciário e Imprensa”, promovido pela Escola da Magistratura da Justiça Federal da 3!ª Região, ocorrido em São Paulo, em 2011, o jornalista global Caco Barcelos falou sobre a apuração jornalística durante o impeachment do ex-presidente. Na ocasião Barcelos lamentou o fato de, no Brasil, a regra ser a prática do jornalismo declaratório e não o investiga Leia mais

6 de fevereiro de 2014
por esmael
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Vaquinha do delator Roberto Jefferson terá Collor, Gim e Jovair

do Brasil 247O delator do chamado ‘mensalão’, Roberto Jefferson, pretende seguir o caminho dos petistas condenados na Ação Penal 470 e pedir ajuda para pagar a multa de R$ 724 mil a que foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Alguns nomes que estão na lista do ex-deputado do PTB são importantes líderes do partido, como o ex-presidente Fernando Collor (AL), o senador Gim Argello (DF) e o deputado Jovair Arantes (GO).

“Ligo para o Collor, para o Gim, para o Jovair. Peço ao Benito para arrecadar. O Collor não vai se negar, tenho certeza. Meus companheiros não vão me faltar”, declarou Roberto Jefferson ao jornal O Estado de S.Paulo. “Mas, primeiro, vou tentar liquidar (a multa) da minha parte, talvez pedir um parcelamento”, acrescentou o ex-deputado.

A ideia, no entanto, não é lançar um site, como fizeram os petistas José Genoino e Delúbio Soares. Juntos, os dois arrecadaram pela internet cerca de R$ 1,7 milhão para pagar suas multas. “Não vou fazer lista em site. Não sei e não quero fazer. O PT tem facilidade em arrecadar, todos que têm mandato contribuem mensalmente com o partido. No PTB, os deputados não dão um centavo ao partido”, disse Jefferson.

Apesar de réu confesso e sem mais direito a recursos pela condenação de sete anos e 14 dias de prisão, Roberto Jefferson continua solto. Ele aguarda do presidente do STF, Joaquim Barbosa, a decisão sobre se poderá cumprir pena em regime domiciliar. Sua defesa argumenta que, por conta da recuperação de uma cirurgia que retirou um câncer no pâncreas, o ex-deputado tem uma dieta rígida, que não poderia ser seguida na cadeia.

A dieta que inclui salmão e geleia real, amplamente divulgada pela imprensa no ano passado, foi repetida por Jefferson nesta quarta-feira 5: “ridicularizaram minha dieta, mas é o que tenho que seguir diariamente. Não tenho condição de ficar em um presídio com o que eu como: arroz, pão, massa integrais, queijo magro, proteína, salmão, geleia real”, disse.

Sobre a prisão dos outros condenados, Jefferson disse que o ex-ministro José Dirceu não tem que “sofrer mais que os outros” !“ o petista pediu autorização para trabalhar, mas foi o único que não obteve resposta de Barbosa. O ex-deputado do PTB também disse ser favorável à  prisão domiciliar de Genoino, que sofre de uma doença do coração.

Uma vantagem, ao menos, Jefferson tem. Conta, até o momento, com a aparente simpatia de Joaquim Barbosa, que não dá qualquer sinal de que pretende prendê-lo.

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