25 de Abril de 2018
por esmael
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Há 54 anos… A mais longeva ditadura de nossa história

O jornalista Roberto Amaral compara o clima de hoje ao vivido nas vésperas do golpe de 1964, que dividiu o país e abriu espaço para a violência. “Antes da ruptura, a conflagração”, escreve. Leia mais

12 de Abril de 2018
por esmael
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Em momentos de crise, a primeira vítima da casa-grande é a democracia

O ex-ministro Roberto Amaral alerta que o cenário é, perigosamente, de anarquia institucional. É condição para qualquer projeto progressista a unidade das forças populares e de esquerda, escreve. Leia mais

15 de Março de 2018
por esmael
Comentários desativados em As esquerdas na hora da travessia

As esquerdas na hora da travessia

Para o ex-ministro Roberto Amaral, as forças democráticas não lograrão avanços se não recuperarem a capacidade de mobilização popular. “Como apostar todas as fichas em uma Instituição sabidamente inconfiável?”, questiona. Leia mais

21 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Do Exército, espera-se um milagre. Ou a intervenção não é sobre segurança?

O ex-ministro Roberto Amaral observa que a mídia vende o Exército como a panaceia, de quem se espera um milagre, e faz um inquietante questionamento: “Ou a intervenção não é sobre segurança?” Para ele, as Forças Armadas estão sendo utilizadas numa operação, no Rio, nitidamente de caráter político-eleitoral. Leia mais

5 de Fevereiro de 2018
por esmael
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O poder do Judiciário e os dias piores que virão

O ex-ministro Roberto Amaral afirma que o judiciário concorre para o perigoso esvaziamento da democracia representativa e se transforma em instrumento de insegurança jurídica. Leia mais

27 de Janeiro de 2018
por Roberto Amaral
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Ditadura do judiciário: O que fazer, agora?

O ex-ministro Roberto Amaral descreve a ditadura do judiciário como a mais perversa das ditaduras porque não há a quem recorrer em ultima ratio. Segundo ele, o golpe engendrado pela toga visou derrubar Dilma, impedir Lula e entregar o nosso petróleo e as riquezas nacionais às multinacionais estrangeiras. Leia mais

18 de Janeiro de 2018
por esmael
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Entenda a “ditadura da toga” no Brasil

O ex-ministro Roberto Amaral diferencia didaticamente os tipos de ditaduras existentes e destacada a “ditadura da toga” em vigor no Brasil. “Com o objetivo de entender melhor o conceito, é necessário desfazer a relação siamesa entre ditadura, militar ou não, e golpe de Estado”, escreve em sua coluna. Leia mais

23 de dezembro de 2017
por esmael
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É preciso defender a ordem democrática – mais uma vez

O ex-ministro Roberto Amaral afirma que o período atual tem perigosas semelhanças com os que vivemos em 1950, 1955 e 1961 e 1964. A solução está nas ruas, diz ele, ao convocar mobilização popular para acompanhar o julgamento no TRF-4, dia 24 de janeiro, em Porto Alegre. “…não se trata, mais, de defender Lula, tão-só, muito menos de defender seu partido: trata-se, acima de tudo, de defender a legalidade democrática, sem a qual todos perderemos, mas perderão principalmente os trabalhadores”, escreve.

3 de junho de 2015
por esmael
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Sai Pessuti, entra Maurício Requião em cargo da Itaipu Binacional

conselho_itaipuO ex-secretário de Educação do Paraná, Maurício Requião, é um dos mais novos integrantes do conselho de administração da usina de Itaipu Binacional. Ele entrou no lugar do advogado Orlando Moisés Fischer Pessuti, filho do ex-governador Orlando Pessuti (PMDB), neoaliado do governador Beto Richa (PSDB).

Além do ex-secretário da Educação paranaense, o conselho também passou abrigar o ex-ministro da Ciência e Tecnologia e presidente do PSB nacional, Roberto Átila Amaral Vieira. Ele substituiu o engenheiro nuclear Luiz Pinguelli Rosa, da UFRJ.

13 de outubro de 2014
por esmael
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Marina traiu Eduardo ao se aliar com Aécio, acusa presidente do PSB

A fissura no PSB poderá ganhar proporções dramáticas nos próximos dias, a julgar pelas posições públicas do presidente nacional da sigla, Roberto Amaral, que divulgou um manifesto aos militantes acusando a ex-presidenciável Marina Silva de trair o legado de Eduardo Campos ao se aliar, neste segundo turno, ao tucano Aécio Neves.

Eleitor declarado de Dilma Rousseff, o presidente da agremiação socialista afirma no documento que “ao aliar-se à  candidatura Aécio Neves, o PSB traiu a luta de Eduardo Campos, encampada após sua morte por Marina Silva, no sentido de enriquecer o debate programático pondo em xeque a nociva e artificial polarização entre PT e PSDB”.

“Como honrar o legado do PSB optando pelo polo mais atrasado?”, questiona Amaral, acusando seu próprio partido de já fazer divisão de cargos e ministérios no governo federal antes mesmo da eventual eleição de Aécio.

Na semana que se passou, assessores do PSDB atestaram que Aécio ofereceu a Marina o Ministério das Relações Exteriores em troca do apoio no segundo turno anunciado neste domingo 12 (clique aqui). Portanto, a ex-candidata do PSB, ao confirmar o lema “é dando que se recebe”, mostra é que “mais do mesmo” ao ajudar a perpetuar a “velha política” que tanto dizia combater durante a campanha do primeiro turno.

A seguir, leia a íntegra do presidente nacional do PSB:

Mensagem aos militantes do PSB e ao povo brasileiro

A luta interna no PSB, latente há algum tempo e agora aberta, tem como cerne a definição do país que queremos e, por consequência, do Partido que queremos. A querela em torno da nova Executiva e o método patriarcal de escolha de seu próximo presidente são pretextos para sombrear as questões essenciais. Tampouco estão em jogo nossas críticas, seja ao governo Dilma, seja ao PT, seja à  atrasada dicotomia PT-PSDB !“ denunciada, na campanha, por Eduardo e Marina como do puro e exclusivo interesse das forças que de fato dominam o país e decidem o poder.

Ao aliar-se acriticamente à  candidatura Aécio Neves, o bloco que hoje controla o partido, porém, renega compromissos programáticos e estatutários, suspende o debate sobre o futuro do Brasil, joga no lixo o legado de seus fundadores !“ entre os quais me incluo !“ e menospreza o árduo esforço de construção de uma resistência de esquerda, socialista e democrática.

Esse caminhar tortuoso contradiz a oposição que o Partido sustentou ao longo do período de políticas neoliberais e desconhece sua própria contribuição nos últimos anos, quando, sob os governos Lula dirigiu de forma renovadora a política de ciência e tecnologia do Brasil e, na administração Dilma Rousseff, ocupou o Ministério da Integração Nacional.

Ao aliar-se à  candidatura Aécio Neves, o PSB traiu a luta de Eduardo Campos, encampada após sua morte por Marina Silva, no sentido de enriquecer o debate programático pondo em xeque a nociva e artificial polarização entre PT e PSDB. A sociedade brasileira, ampla e multifacetada, não cabe nestas duas agremiações. Por isso mesmo e, coerentemente, votei,

7 de outubro de 2014
por esmael
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Imbróglio: PSB e Marina não se entendem sobre apoio a Aécio

Marina Silva, ex-candidata do PSB à  Presidência da República, enfrenta tiroteio interno acerca do apoio à  candidatura de Aécio Neves (PSDB) neste segundo turno. Em nota oficial, ela tenta se esquivar da pressão pela adesão a Dilma Rousseff (PT).

Terceira colocada no pleito, Marina afirmou que as opiniões individuais de cada partido, dirigentes e lideranças políticas das agremiações neste momento de construção devem ser respeitadas, mas “não refletem em nenhuma hipótese a opinião da ex-candidata”.

O PSB deverá se posicionar sobre qual rumo tomar somente na quinta-feira (9).

A seguir, leia a íntegra da nota oficial:

NOTA DE ESCLARECIMENTO DA EX-CANDIDATA MARINA SILVA EM RELAà‡àƒO AO SEGUNDO TURNO DA ELEIà‡àƒO PRESIDENCIAL

A ex-candidata à  Presidência da República pela Coligação Unidos pelo Brasil, Marina Silva, vem a público reafirmar o processo definido pelos partidos que integram a aliança para contribuir para o debate do segundo turno da disputa presidencial:

1. Os resultados das eleições refletiram uma posição de insatisfação com as condições existentes no Brasil expressando sentimentos de mudanças.

2. Os partidos da Coligação promoverão até amanhã, dia 8 de outubro, reuniões de suas instâncias deliberativas para definirem os pontos que consideram relevantes para a formulação de posicionamento conjunto das legendas aliadas.

3. Na quinta-feira, dia 9, Marina Silva e as demais lideranças dos partidos aliados participarão de encontro para construir um posicionamento comum da Coligação sobre a continuidade da disputa pela Presidência da República.

4. Marina Silva também contribuirá para a construção de uma posição da Rede Sustentabilidade nesse processo de unidade da Coligação.

5. As opiniões individuais de cada partido, dirigentes e lideranças políticas das agremiações neste momento de construção devem ser respeitadas, mas não refletem em nenhuma hipótese a opinião da ex-candidata.

São Pa

16 de agosto de 2014
por esmael
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Presidente do PSB cede e Marina será candidata à  Presidência da República

do Brasil 247

"A candidatura de Marina contempla nosso projeto. Será uma solução de continuidade. O PSB indicará o novo vice", afirmou o novo presidente do PSB, Roberto Amaral, que era visto como o principal obstáculo para o acerto; ex-senadora teria vencido resistências internas após encontro com a cúpula do partido em que sinalizou que vai manter os compromissos de Eduardo Campos, inclusive em São Paulo e no Rio de Janeiro; deputado gaúcho Beto Albuquerque, hoje candidato ao Senado, indica que é favorito para a vaga: "Não estou reivindicando, mas eu posso ser o vice".

“A candidatura de Marina contempla nosso projeto. Será uma solução de continuidade. O PSB indicará o novo vice”, afirmou o novo presidente do PSB, Roberto Amaral, que era visto como o principal obstáculo para o acerto; ex-senadora teria vencido resistências internas após encontro com a cúpula do partido em que sinalizou que vai manter os compromissos de Eduardo Campos, inclusive em São Paulo e no Rio de Janeiro; deputado gaúcho Beto Albuquerque, hoje candidato ao Senado, indica que é favorito para a vaga: “Não estou reivindicando, mas eu posso ser o vice”.

Após o encontro com Marina Silva em São Paulo, a cúpula do PSB confirmou sua candidatura no lugar de Eduardo Campos. Ela deverá ser anunciada oficialmente na próxima quarta-feira (20). Leia mais

15 de agosto de 2014
por esmael
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Luiza Erundina pode substituir candidatura de Eduardo Campos

do Brasil 247
A colunista Mônica Bergamo, uma das jornalistas mais bem-informadas do País, publicou, nesta tarde, uma informação que pode alterar os rumos da sucessão presidencial.

Segundo ela, uma ala do PSB estaria inclinada a lançar Luiza Erundina, ex-prefeita de São Paulo, ao Palácio do Planalto (leia aqui).

à‰ uma indicação clara de que não há consenso no PSB em torno do nome de Marina Silva, que enfrenta resistência do próprio presidente da legenda e sucessor de Eduardo Campos no cargo, Roberto Amaral.

Nacionalista e defensor de teses contrárias à s de Marina, como a energia nuclear, Amaral é aliado do ex-presidente Lula e, no passado, foi contrário à  candidatura do próprio Eduardo Campos. Ele defendia o apoio à  reeleição de Dilma.

Amaral também foi contrário à  aliança entre o PSB e a Rede, de Marina Silva.

O lançamento de Luiza Erundina seria uma saída para evitar a candidatura da ex-senadora.