15 de junho de 2018
por esmael
Comentários desativados em Ex-chefe de campanha de Donald Trump na cadeia

Ex-chefe de campanha de Donald Trump na cadeia

O ex-chefe de campanha de Donald Trump, Paul Manafort, foi preso nesta sexta (15) por violar o regime de prisão domiciliar. Ele foi acusado pela promotoria de tentar entrar em contato com testemunhas no caso contra ele por crimes financeiros e conspiração. ... 

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16 de novembro de 2015
por admin
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Coluna da Gleisi Hoffmann: As tragédias de cada dia, as dores de todos nós

Gleisi Hoffmann*

Momentos difíceis mostram o nível de evolução da humanidade. A empatia, possibilidade de nos colocarmos no lugar do outro, é o que nos faz sentir dor, repulsa, indignação pelas injustiças, covardias e tragédias. Recentemente nos afetaram o acidente irresponsável de Mariana, Minas Gerais, e os atentados em Paris.

Mariana chocou o Brasil. Como pode uma empresa nacional que aufere lucros tão altos pela exploração de minérios, tratar com tanto desdém a vida da população e a segurança do Meio Ambiente?! Ter um mar de lama varrendo vidas e comprometendo o futuro?!

O terrorismo em Paris chocou o mundo. Por que pessoas inocentes têm de morrer pela luta insana de ideias, crenças e territórios?!

Também foi impactante a foto do garoto sírio morto numa praia da Europa, e a migração de refugiados da guerra na Síria que tentam salvar suas vidas, arriscando tudo para chegar a um lugar de paz. Também causa repulsa a falta de solidariedade de países, que por medo, limitações ou xenofobia, repelem a entrada de seres humanos em seu território.

A guerra na Ucrânia, no Líbano, os conflitos na África, igualmente nos atingem. Assim como as chacinas e violência em nosso país. Toda empatia tem seu grau regulado pela proximidade do acontecimento, do grupo ou população envolvida, pelas responsabilidades elencadas e intensidade de divulgação nas mídias. De qualquer forma todas, em maior ou menor grau, causam-nos dor.

Não tenho dúvidas de que os momentos de tragédias que vivemos também são consequências da passividade que temos com o preconceito, indiferença, intolerância, vontade de vingança. Se somos condescendentes com as pequenas injustiças e transgressões, estamos contribuindo para que as grandes aconteçam. Nenhuma violência se justifica. Ela é, e sempre será, uma demonstração de fracasso.

O que mais me amedronta é que ações pós-tragédias, principalmente as terroristas  como a de Paris, costumam recair sobre o lado mais fraco de partes envolvidas.

Os noticiários já dão conta da maior ênfase dos dirigentes europeus em propostas radicais para combater o terrorismo, o que certamente aumentará a xenofobia, e vai agravar a situação da população que procura abrigo em território europeu.

Que tudo isso, além de nos indignar e causar dor à maioria das pessoas, faça com que vivamos em nosso cotidiano o ensinamento de Gandhi – devemos ser a mudança que queremos ver no mundo!

*Gleisi Hoffmann é senadora da República pelo Paraná. Foi ministra-chefe da Casa Civil e diretora financeira da Itaipu Binacional. Escreve no Blog do Esmael às segundas-feiras.

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17 de julho de 2014
por esmael
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Kremlin sobre míssil que abateu Boeing: Ucrânia pode ter tentado assassinar Putin

do Brasil 247O site Russia Today, principal fonte de notícias sobre a Rússia sem viés Ocidental, acaba de publicar uma notícia bombástica: a de que o governo ucraniano pode ter tentado assassinar o presidente russo Vladimir Putin, que regressava da cúpula dos BRICs e fazia praticamente a mesma rota do vôo MH17, da Malaysia Airlines, que foi abatido por um míssil no espaço aéreo ucraniano, numa tragédia que matou 295 pessoas. Caso a suspeita se confirme, o mundo estará à  beira de um grande conflito envolvendo a segunda maior potência nuclear do planeta.

Leia, abaixo, a notícia que acaba de ser publicada no RT:

President Putin’s plane might have been the target for Ukrainian missile – sources

Malaysian Airlines MH17 plane was travelling almost the same route as Russia”s President Vladimir Putin”s jet shortly before the crash that killed 295, Interfax news agency reports citing sources.

LIVE UPDATES:Malaysia Airlines MH17 plane crash in Ukraine

I can say that Putin”s plane and the Malaysian Boeing intersected at the same point and the same echelon. That was close to Warsaw on 330-m echelon at the height of 10,100 meters. The presidential jet was there at 16:21 Moscow time and the Malaysian aircraft – 15:44 Moscow time,! a source told the news agency on condition of anonymity.

“The contours of the aircrafts are similar, linear dimensions are also very similar, as for the coloring, at a quite remote distance they are almost identical”, the source added.

Flight MH17 crashed in Ukraine on a flight from Amsterdam to Kuala Lumpar, and was carrying 295 people.

The passenger plane was expected to enter Russian airspace at 5:20pm local time, but never did, a Russian aviation industry source was cited by Reuters.

The plane crashed 60km away from the border, the plane had an emergency beacon,! ITAR-TASS cited its source.

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18 de março de 2014
por esmael
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Ucrânia diz que soldado foi morto na Crimeia; conflito entra na fase militar

da Agência Brasil

Soldado ucraniano morre em ataque à  base de Simferopol, na capital da Crimeia; nesta terça, Putin aprovou projeto de tratado visando incorporar território à  Rússia e afirmou que a Crimeia sempre foi e será! parte de seu país; se confirmado esse incidente, o conflito passa efetivamente agora para a fase militar.

Soldado ucraniano morre em ataque à  base de Simferopol, na capital da Crimeia; nesta terça, Putin aprovou projeto de tratado visando incorporar território à  Rússia e afirmou que a Crimeia sempre foi e será! parte de seu país; se confirmado esse incidente, o conflito passa efetivamente agora para a fase militar.

Depois do presidente russo Vladimir Putin aprovar um projeto de tratado para incorporar a Crimeia à  Rússia e afirmar que a Crimeia sempre foi e será! parte de seu país, o Ministério da Defesa da Ucrânia informou que um oficial foi morto e outro ficou ferido durante um ataque de homens armados a uma base ucraniana em Simferopol, capital da Crimeia. ... 

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17 de março de 2014
por esmael
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Decreto de Putin torna Crimeia um Estado soberano. E agora Obama?

do Brasil 247

Reconhecimento oficial acontece um dia depois de a maioria da população da Crimeia decidir em referendo pela anexação à  Rússia; o decreto russo, assinado pelo presidente Vladimir Putin, segundo agências de notícias do país, indica ser o primeiro passo para a integração da Crimeia à  Federação Russa; texto afirma que reconhecimento é baseado "na vontade do povo da Crimeia" e começa a valer imediatamente; e agora Obama, que fazer contra a democracia?

Reconhecimento oficial acontece um dia depois de a maioria da população da Crimeia decidir em referendo pela anexação à  Rússia; o decreto russo, assinado pelo presidente Vladimir Putin, segundo agências de notícias do país, indica ser o primeiro passo para a integração da Crimeia à  Federação Russa; texto afirma que reconhecimento é baseado “na vontade do povo da Crimeia” e começa a valer imediatamente; e agora Obama, que fazer contra a democracia?

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou um decreto nesta segunda-feira reconhecendo a região ucraniana da Crimeia como um Estado soberano, disseram agências de notícias russas, citando o serviço de imprensa do Kremlin. ... 

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16 de março de 2014
por esmael
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Perdeu feio, Obama: 95% da Crimeia vota pela Rússia

do Brasil 247
Acaba de sair a primeira pesquisa sobre o referendo deste domingo na Crimeia. Nada menos que 95% da população votou pela anexação à  Rússia (leia mais no site Russian Times).

A vitória da Rússia revela ao mundo uma nova ordem geopolítica global, que substitui a chamada Pax Americana (leia mais aqui).

Nesta segunda, começarão a ser aplicadas sanções à  Rússia, mas nada que altere a realidade. Barack Obama perdeu, Vladimir Putin venceu.

Em crise econômica e com a participação de grupos nazistas, o governo golpista da Ucrânia tende a perder apoio popular a partir de agora.

Nos Estados Unidos, o secretário de Estado, John Kerry, disse que não aceita o resultado. Choro de perdedor.

Leia, abaixo, reportagem da Reuters sobre isso:

Kerry diz que os EUA não aceitarão resultado do referendo da Crimeia

WASHINGTON, 16 Mar (Reuters) – Mais de 95 por cento dos votantes na região da Crimeia, na Ucrânia, apoiam a união com a Rússia, em um referendo neste domingo, de acordo com resultados parciais divulgados pela agência de notícias russa RIA.

A agência disse que os números foram fornecidos por Mikhail Malyshev, chefe da comissão do referendo, depois que mais da metade dos votos foram contabilizados na península do Mar Negro, onde forças russas tomaram controle.

(Por Lidia Kelly)

Leia, ainda, reportagem da Agência Brasil sobre o referendo:

Com fim de referendo na Crimeia, UE e EUA dizem que não reconhecerão resultado

Danilo Macedo Edição: Talita Cavalcante

Terminaram por volta das 15h (horário de Brasília) as votações do referendo na Crimeia, ao Sul da Ucrânia, no qual os eleitores da região responderam se aprovam a reunificação do território como membro da Federação da Rússia e se aprovam a restauração da Constituição da Crimeia de 1992 e o estatuto do território como parte da Ucrânia. De acordo com o governo da região, o comparecimento à s urnas superou os 70% previstos antes do início das votações.

Cerca de 1,5 milhão de eleitores puderam pa Leia mais

16 de março de 2014
por esmael
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Nova ordem mundial: anexação da Crimeia à  Rússia deve ter apoio de 70%; guerra ou paz?

do Brasil 247 Como previsto, a população da Crimeia deve aprovar, neste domingo, sua anexação à  Rússia. O referendo teve início à s 2h de Brasília e será encerrado à s 14h, quando já será noite na região.

Ao todo, as urnas estão abertas em 27 unidades regionais e uma pesquisa do instituto GfK aponta que 70% da população deve votar a favor da anexação à  Rússia e apenas 11% pela volta à  Ucrânia !“ na semana passada, o parlamento aprovou uma declaração de independência.

Muitos votaram já nas primeiras hora do dia e registros de pessoas que acompanham a votação apontam para uma vitória tranquila da proposta de anexação !“ bandeiras russas também dominam a paisagem das principais cidades da Crimeia, como Sebastopol e Simferopol.

A votação é acompanhada por observadores de diversos países. Seus resultados não serão reconhecidos pela União Europeia e pelos Estados Unidos, mas isso não fará diferença. A partir deste domingo, a Crimeia será parte da Rússia e uma resolução da ONU contra o referendo também foi vetada pelos russos (leia mais aqui sobre o nascimento de uma nova ordem mundial).

Leia, abaixo, o noticiário da Reuters a respeito do referendo:

Crimeia vota sobre união com Rússia enquanto presença militar aumenta

Por Mike Collett-White e Ronald Popeski

SIMFEROPOL, Ucrânia/KIEV, 16 Mar (Reuters) – Cidadãos da Crimeia votaram em um referendo neste domingo para decidir sobre uma cisão da Ucrânia e uma união com a Rússia, com Kiev acusando Moscou de aumentar rapidamente a presença militar na península em uma “violação crua” de um tratado internacional.

Em meio a uma crise Leste-Oeste reminiscente da Guerra Fria, o ministro da Defesa em exercício da Ucrânia, Ihor Tenyukh, disse que o número de militares russos na Crimeia está agora duas vezes maior que o nível acertado com Moscou e que a força de Kiev estão tomando “medidas apropriadas” ao longo da fronteira com a Rússia.

Tenyukh afastou qualquer sugestão que a Ucrânia, enfraquecida econômica e militarmente, poderia desistir ante o poderio russo.

“As decisões serão tomadas dependendo de como os eventos desdobrarem-se. Mas quero dizer mais uma vez que esta é nossa terra e que nós iremos abandoná-la”, disse ele à  agência Interfax.

Países ocidentais dizem que a votação, que deverá ser a favor da união com a Rússia devido a uma maioria de idioma russo na região, é ilegal e está sendo conduzida sob ameaça.

Nas Nações Unidas, 13 membros do C Leia mais

9 de março de 2014
por esmael
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EUA deslocam caças. Rússia não cede. Vem aí a 3!ª Guerra Mundial?

do Brasil 247As pressões sobre o tabuleiro da Ucrânia só aumentam. Enquanto o comando da Otan declara apoiar o governo do país e a Rússia fixa seu exército dentro da Crimeia, os Estados Unidos realizam seu primeiro movimento militar. Um esquadrão com uma dúzia de caças F-16 foi deslocada para a fronteira da Polônia com a Ucrânia. A clara intenção é mostrar mobilização militar para impedir a conexão da Crimeia, península autônoma da Ucrânia, à  Federação Russa.

Será preciso, porém, mais do que o deslocamento de F-16 para levar a Rússia a um recuo. Após dar sua posição ao presidente dos EUA, Barack Obama, em dois longos telefonemas, Putin procurou a chanceler alemã à‚ngela Merkel para repetir seus argumentos de que o plebiscito marcada para o próximo final de semana na Ucrânia é legítimo. O parlamento do país aprovou por unanimidade a ligação à  Federação Russa.

Os grandes movimentos militares são acompanhados, até aqui, com relativa calma dentro da Ucrânia. Vai ficando claro, agora, que pelos menos duas dezenas de grupos organizados de neonazistas e fascistas estavam entre a massa que levou à  queda do presidente Viktor Yanukovich.

Abaixo, notícia da Agência Reuters a respeito:

EUA não reconhecerão anexação da Crimeia, diz autoridade

WASHINGTON (Reuters) – Os Estados Unidos não vão reconhecer a anexação da Crimeia pela Rússia se residentes votarem em referendo na próxima semana pela integração da região ao território russo, afirmou o oficial de segurança nacional dos EUA Tony Blinken, neste domingo.

Autoridades da Crimeia convocaram para 16 de março um referendo para confirmar que a região, que tem maioria formada por russos étnicos, é parte da Rússia. A votação foi marcada depois da deposição do presidente ucraniano, aliado de Moscou, no mês passado.

Tony Blinken, vice-conselheiro de segurança nacional do presidente norte-americano, Barack Obama, afirmou em entrevista à  CNN que a Rússia ficará sob pressão internacional cada vez maior como consequência do referendo.

“Primeiro, se houver uma anexação da Crimeia, um referendo que transfira a Crimeia da Ucrânia para a Rússia, não vamos reconhecê-lo nem a maior parte do mundo vai”, disse Blinken.

“Segundo, a pressão que já exercemos em coordenação com nossos parceiros e aliados vai crescer. O presidente deixou muito claro ao anunciar nossas sanções, assim como fizeram os europe Leia mais

4 de março de 2014
por esmael
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Rússia x Ucrânia: Putin ameniza tensão, mas não descarta guerra

Vladimir Soldatkin e Alissa de Carbonnel, via Brasil 247MOSCOU/KERCH, Ucrânia, 4 Mar (Reuters) – O presidente Vladimir Putin disse nesta terça-feira que a Rússia só usará a força militar na Ucrânia como último recurso, em comentários cujo objetivo aparente é acalmar as tensões entre Ocidente e Oriente causadas pelo temor de uma guerra na ex-república soviética.

A Rússia, entretanto, se reservou o direito de usar todas as opções na Ucrânia para proteger seus compatriotas lá que estão vivendo em “terror”, disse Putin.

Putin declarou em uma coletiva de imprensa em sua residência oficial, nos arredores de Moscou, que houve um “golpe inconstitucional” na Ucrânia, e que o presidente deposto, Viktor Yanukovich, aliado da Rússia, ainda é o líder legítimo do país, apesar de ter entregado o poder.

“Só pode haver uma avaliação do que aconteceu em Kiev, na Ucrânia em geral. Esse foi um golpe anticonstitucional e a tomada armada do poder. Ninguém discute isso”, disse Putin, parecendo relaxado diante de um pequeno grupo de repórteres.

“Quanto a levar forças. Por enquanto não existe tal necessidade, mas essa possibilidade existe”, disse ele. “O que poderia servir como motivo para usar força militar? Ela seria naturalmente o último recurso, absolutamente o último.”

Mais cedo nesta terça-feira, Putin ordenou que as tropas envolvidas em um exercício militar no oeste russo, perto da fronteira com a Ucrânia, voltassem à s suas bases. Ele disse que homens armados que haviam tomado prédios e outras instalações na Crimeia eram grupos locais.

PREà‡OS DA GAZPROM

Aumentando a pressão sobre Kiev, a Gazprom, maior produtora russa de gás, disse que irá retirar um desconto nos preços do gás para a Ucrânia a partir de abril, segundo a Leia mais