18 de abril de 2018
por esmael
Comentários desativados em Porta-voz de Lula, Gleisi pede apoio de árabes contra prisão política de ex-presidente

Porta-voz de Lula, Gleisi pede apoio de árabes contra prisão política de ex-presidente

A senadora Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT, denunciou ao mundo árabe, via TV Al Jazeera, a prisão ilegal e política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. ... 

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7 de setembro de 2015
por admin
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Coluna da Gleisi Hoffmann: “Deixem passar as pessoas!”

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Gleisi Hoffmann*

Nessa semana, o mundo assistiu a cenas tristes, cuja origem está no preconceito e na intolerância. Porque é muito triste que uma criança tenha morrido para que o mundo acorde para o problema da migração.

Vivemos tempos contraditórios. As ideias de livre comércio são amplamente vitoriosas no mundo todo. As fronteiras se abrem cada vez mais para que passem os produtos e mercadorias que são trocados em escala mundial.

Ao mesmo tempo, cada vez mais barreiras se erguem para dificultar ou impedir a passagem das pessoas, mesmo em situações extremas, como agora, para fugir de guerras, da fome e da falta de condições dignas para a vida. Assim, o limite que nos separa da barbárie é tênue e perigoso, colocando em risco a vida, a liberdade e a diversidade. Não podemos nos deixar guiar pelo ódio.

E não é preciso ir muito longe para observar isso. Ao lado de cada um de nós, há um amigo ou conhecido que tem preconceito com pobres, ou outro que xinga mulheres, ou ainda há quem não goste de negros, quem abuse dos mais fracos, ou que julgue alguém por antecipação. E é este tipo de pensamento que está causando a morte de sírios e doutras etnias. Um pensamento de quem olha para essas pessoas em busca de uma vida melhor, longe da guerra, e tem a capacidade de dizer que eles vêm para roubar empregos, dinheiro, espaço.

Felizmente, há esperança. De acordo com matérias divulgadas nesta semana, o Brasil já concede mais vistos para refugiados sírios do que países europeus. São milhares de sírios que chegaram legalmente ao nosso país desde 2011, sem falar de outras etnias vítimas de conflitos e que encontraram no Brasil um refúgio, como Haiti, Angola e República do Congo.

Em Curitiba, os haitianos já se tornaram parte da nossa população. Muitos dos refugiados sírios rejeitados pelos Estados Unidos também estão em Curitiba – uma cidade que, em sua origem, foi formada por imigrantes, cujos antepassados já passaram por situações semelhantes.

É importante que olhemos para esta tragédia e possamos aprender com ela. Precisamos ter mais sensibilidade com o próximo e não nos abster de ajudar quando alguém precisa. Precisamos parar de julgar os outros e ter mais compaixão. O que o Papa Francisco propõe é um bom exemplo, sugerindo que cada Igreja abra suas portas para receber as famílias de refugiados.

Como diz ele: “O Evangelho pede que sejamos vizinhos aos menores e mais abandonados, que entreguemos a eles esperança concreta. Não é suficiente dizer: Tenha coragem”.

O pré-conceito não nos levará a lugar algum, apenas a dor e sofrimento. Sejamos protagonistas do acolhimento, da bondade, da tolerância e da paz. O momento é mais que propício para todos melhorarmos!

*Gleisi Hoffmann é senadora da República pelo Paraná. Foi ministra-chefe da Casa Civil e diretora financeira da Itaipu Binacional. Escreve no Blog do Esmael às segundas-feiras.

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21 de julho de 2014
por esmael
Comentários desativados em Um beijo pela paz no Oriente Médio

Um beijo pela paz no Oriente Médio

Simbolizando o desejo de paz e solidariedade à  Gaza-Palestina, o ex-prefeito de Piraquara, Gabão, beija em praça pública um judeu durante protesto em Curitiba; conflito entre israelenses e palestinos, detonado há duas semanas, já matou quase 500 pessoas no Oriente Médio; Gabão é um dos coordenadores da campanha do senador Roberto Requião (PMDB), ao governo do Paraná, na região metropolitana de Curitiba.

Simbolizando o desejo de paz e solidariedade à  Gaza-Palestina, o ex-prefeito de Piraquara, Gabão, beija em praça pública um judeu durante protesto em Curitiba; conflito entre israelenses e palestinos, detonado há duas semanas, já matou quase 500 pessoas no Oriente Médio; Gabão é um dos coordenadores da campanha do senador Roberto Requião (PMDB), ao governo do Paraná, na região metropolitana de Curitiba.

O ex-prefeito de Piraquara, Gabriel Samaha, o Gabão, ex-presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), foi flagrado no fim de semana dando um beijo em um israelense em protesto que pedia paz no Oriente Médio. ... 

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11 de julho de 2014
por esmael
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Ataques de Israel à  Faixa de Gaza já mataram mais de 100 nesta semana

Os ataques de Israel aos palestinos na Faixa de Gaza iniciados na terça-feira (8) já mataram ao menos 100 pessoas. Metade seria de civis. Cerca de 600 pessoas, a maioria civis, ficaram feridas. No último incidente, na madrugada desta sexta-feira, três pessoas morreram dentro de uma casa na cidade de Rafah, no sul do território. Não há relatos de mortos em Israel.

Segundo Israel, militantes palestinos lançaram cerca de 500 foguetes de Gaza contra o território israelense desde terça-feira. Os foguetes teriam sido interceptados e neutralizados por sistemas de defesa antimísseis. Pelo menos um foguete foi lançado do sul do Líbano em direção ao norte de Israel na manhã desta sexta-feira.

O primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a operação israelense lançada na terça-feira contra alvos do Hamas está “progredindo como planejado” e deve entrar em nova fase. Ele não precisou os detalhes. O premiê israelense não deu indicações de quando ou se as tropas farão intervenções terrestres.

Na quinta-feira, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, fez um apelo para que israelenses e militantes palestinos interrompam as hostilidades, argumentando que o Oriente Médio “não tem como arcar com outra guerra”. Chefes de Estado de diversos países também fizeram apelos pelo fim dos ataques e pela retomada das negociações de paz.

Com cartazes de “Não matarás” e “Cadáveres não trarão segurança”, ativistas israelenses protestam contra ofensiva militar do seu país. As principais ONGs de direitos humanos do país divulgaram informações sobre as vítimas dos bombardeios israelenses no enclave palestino e grupos de esquerda organizam manifestações nas ruas das grandes cidades.

A primeira manifestação ocorreu na quarta feira (9), no centro de Tel Aviv. Cerca de 100 ativistas se reuniram em frente ao Teatro Habima!  !” teatro Leia mais