3 de dezembro de 2016
por esmael
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Fidel e o ranço da mídia no Brasil

fidel_castro_milton_alvesO ativista político Milton Alves, que morou em Cuba no início dos anos 90, em artigo especial, analisa o editorial do ex-jornal Gazeta do Povo do último dia 28 de novembro. Segundo o articulista, o blog de direita comenta a morte de Fidel Castro através de um olhar visceralmente anticomunista, como nos tempos da chamada ‘guerra fria’, uma narrativa rançosa, muito clichê e pouca informação sobre a vida e a trajetória da multifacetada personalidade do líder histórico da revolução cubana. Leia mais

6 de setembro de 2016
por esmael
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Atrasada, Gazeta do Povo vê “subversivos” nas manifestações pelas Diretas Já

gazeta_subersivos_temerO blog Gazeta do Povo é um atraso. Em editorial nesta terça (6), o ex-jornal acusa a “esquerda” de patrocinar quebra-quebra no movimento Fora Temer. Nada mais falso. Nada mais criminoso. Leia mais

8 de novembro de 2014
por esmael
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Gorbachev diz que mundo está à  beira de nova Guerra Fria

da Reuters
MikhailGorbachev_muro.jpgO ex-líder soviético Mikhail Gorbachev advertiu em um discurso em Berlim neste sábado que as tensões Leste-Oeste com a crise Ucrânia estão ameaçando levar o mundo rumo a uma nova Guerra Fria, 25 anos após a queda do Muro de Berlim.

Gorbachev, que é creditado por forjar a aproximação com o Ocidente que levou ao fim dos regimes comunistas na Europa Oriental, acusou o Ocidente, e os Estados Unidos em particular, de não cumprirem suas promessas depois de 1989.

“O mundo está à  beira de uma nova Guerra Fria. Alguns dizem que isso já começou”, disse Gorbachev, que é festejado na Alemanha por seu papel crucial em ajudar a criar as condições para a abertura pacífica do Muro de Berlim em 9 de novembro de 1989, anunciando o fim da Guerra Fria. Leia mais

7 de novembro de 2014
por esmael
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Nos 25 anos da queda, conheça 25 fatos sobre o Muro de Berlim

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A queda do Muro de Berlim, um marco do fim da Guerra Fria e símbolo do desmantelamento do bloco socialista do leste europeu, completa 25 anos neste domingo (09/11). Antes desse aniversário histórico, conheça 25 fatos sobre a barreira que dividiu a Alemanha por 28 anos:

1. A Alemanha Oriental surgiu antes do Muro de Berlim: A Alemanha Oriental !“ conhecida em português pela sigla RDA (DDR, em alemão) !“ surgiu anos antes da construção do Muro. Em 7 de outubro de 1949, o novo país foi fundado a partir dos territórios controlados pela União Soviética (após a divisão feita ao fim da Segunda Guerra entre os vencedores). Um contraponto direto ao lado controlado por EUA, França e Reino Unido, que, em 16 de setembro do mesmo ano, arquitetavam a criação da República Federal da Alemanha (RFA, ou BRD, em alemão). No lado oriental, a capital era Berlim; no ocidental, Bonn.

297px-Occupied_Berlin2. Mesmo com duas Alemanhas, Berlim continuava sem divisão física: A cidade foi dividida em quatro partes entre os vencedores da Segunda Guerra: EUA, Reino Unido e França a Oeste, União Soviética, a Leste. Mesmo após a criação das duas Alemanhas, havia certa liberdade de movimento entre as zonas, por mais que o controle (especialmente de leste a oeste) tenha sido aumentado gradativamente. O metrô, com várias linhas que iam de um lado a outro, circulava normalmente. Leia mais

6 de junho de 2014
por esmael
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Síndrome de Regina Duarte invade a Federação da Agricultura do Paraná

A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) é uma entidade que representa as forças do atraso, embora se beneficie dos avanços do presente proporcionados pelo Estado de Bem-Estar Social dos governos do PT. O problema é ideológico, não da ordem econômica, como mostra o “recibo” que a entidade passou em forma de “boletim” (leia abaixo).

A sociedade e principalmente as entidades representativas não podem mais silenciar à  escalada de medidas que estão conduzindo o país ao padrão político e econômico falido do bolivarismo venezuelano, ou pior, de Cuba!. à‰ o que diz o material da FAEP, assinado por àgide Meneguette, saudoso dos tempos da guerra fria.

A FAEP não escreve no documento oficial, mas possivelmente sua ira contra o governo Dilma tenha a ver com a aprovação — e promulgação pelo Congresso Nacional — da lei que pune o trabalho escravo com o confisco das terras. Para o consumo dos mais desavisados, a organização agrária diz que a bronca é com o decreto que possibilita a sociedade decidir em conselhos populares os destinos do país.

A FAEP veste a carapuça de extrema-direita, a mesma da velha mídia, para destilar ódio ideológico, pois vê as consultas do governo como recriação dos sovietes! da Revolução Bolchevique na Rússia de 1917.

Está na hora de lideranças mais modernas, sintonizadas como progresso social, tomarem conta de entidades importantes como a FAEP. Seus atuais dirigentes fazem-nos passar vergonha alheia. à‰ um horror.

A seguir o boletim da FAEP, que chegou com 50 anos de atraso:

http://s3.amazonaws.com/static.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2014/06/20113644/nota_faep.pdf

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18 de março de 2014
por esmael
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Putin desafia EUA e assina decreto iniciando anexação da Crimeia à  Rússia

MOSCOU, 18 Mar (Reuters), via 247 Em desafio aos protestos na Ucrânia e à s sanções do Ocidente, o presidente russo, Vladimir Putin, disse nesta terça-feira ao Parlamento que a Rússia vai seguir adiante com os procedimentos para anexar a região da Crimeia.

Putin assinou um decreto “para aprovar o projeto de tratado entre a Federação Russa e a República da Crimeia sobre a adoção da República da Crimeia pela Federação Russa”. O decreto indica que o presidente vai assinar um tratado com o líder crimeano apontado por Moscou, que está na capital russa para solicitar a incorporação, mas o documento não tem detalhes.

A medida foi anunciada após a realização, no domingo, de um referendo ao estilo soviético na Crimeia, que está sob ocupação militar russa, em que 97 por cento dos eleitores declararam ser a favor de voltar para o domínio russo, depois de 60 anos como parte da Ucrânia.

Ao seguir em frente com os passos para desmembrar a Ucrânia contra sua vontade, Putin elevou a tensão ainda mais na maior crise Leste-Oeste desde o fim da Guerra Fria.

Mas o primeiro-ministro interino da Ucrânia, Arseniy Yatseniuk, procurou tranquilizar Moscou em duas áreas principais de preocupação, dizendo em um discurso televisionado em russo que Kiev não está buscando aderir à  Otan, aliança militar liderada pelos Estados Unidos, e que vai agir para desarmar milícias nacionalistas ucranianas.

(Por Vladimir Soldatkin e Steve Guterman)

Leia ainda reportagem da Agência Reuters sobre declarações de Putin:

Putin condena novos líderes ucranianos, diz que abriram caminho para “neonazistas”

MOSCOU, 18 Mar (Reuters) – O presidente russo, Vladimir Putin, condenou as &# Leia mais