5 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
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Contra bravata de Bolsonaro, Venezuela reforça aliança com Putin e Erdogan

No segundo turno presidencial o então candidato do PT, Fernando Haddad, disse num programa de TV que a Venezuela tinha condições bélicas superiores a do Brasil. ... 

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14 de junho de 2018
por Esmael Morais
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A amarelinha é nossa!

“Criticar a seleção ou ter vergonha de vestir a amarelinha é ser um coxinha de esquerda, com todo respeito”, escreve o jornalista Ricardo Cappelli. ... 

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29 de março de 2018
por Esmael Morais
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Liberdade de Lula reforçará saída “Medvedev”

O jornalista Ricardo Cappelli aponta a saída “Medvedev” caso o STF confirme o habeas corpus no dia 4 de abril. “Lembram de Medvedev na Rússia? Putin foi seu primeiro ministro. Uma dobradinha arquitetada pelo ex-agente da KGB. Já tendo sido eleito e reeleito, o líder russo escolheu Medvedev para ‘sucedê-lo’. Um jogo combinado que manteve, na prática, Putin no poder”, detalha. ... 

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18 de março de 2014
por Esmael Morais
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Putin desafia EUA e assina decreto iniciando anexação da Crimeia à  Rússia

MOSCOU, 18 Mar (Reuters), via 247 Em desafio aos protestos na Ucrânia e à s sanções do Ocidente, o presidente russo, Vladimir Putin, disse nesta terça-feira ao Parlamento que a Rússia vai seguir adiante com os procedimentos para anexar a região da Crimeia.

Putin assinou um decreto “para aprovar o projeto de tratado entre a Federação Russa e a República da Crimeia sobre a adoção da República da Crimeia pela Federação Russa”. O decreto indica que o presidente vai assinar um tratado com o líder crimeano apontado por Moscou, que está na capital russa para solicitar a incorporação, mas o documento não tem detalhes.

A medida foi anunciada após a realização, no domingo, de um referendo ao estilo soviético na Crimeia, que está sob ocupação militar russa, em que 97 por cento dos eleitores declararam ser a favor de voltar para o domínio russo, depois de 60 anos como parte da Ucrânia.

Ao seguir em frente com os passos para desmembrar a Ucrânia contra sua vontade, Putin elevou a tensão ainda mais na maior crise Leste-Oeste desde o fim da Guerra Fria.

Mas o primeiro-ministro interino da Ucrânia, Arseniy Yatseniuk, procurou tranquilizar Moscou em duas áreas principais de preocupação, dizendo em um discurso televisionado em russo que Kiev não está buscando aderir à  Otan, aliança militar liderada pelos Estados Unidos, e que vai agir para desarmar milícias nacionalistas ucranianas.

(Por Vladimir Soldatkin e Steve Guterman)

Leia ainda reportagem da Agência Reuters sobre declarações de Putin:

Putin condena novos líderes ucranianos, diz que abriram caminho para “neonazistas”

MOSCOU, 18 Mar (Reuters) – Leia mais

17 de março de 2014
por Esmael Morais
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Decreto de Putin torna Crimeia um Estado soberano. E agora Obama?

do Brasil 247

Reconhecimento oficial acontece um dia depois de a maioria da população da Crimeia decidir em referendo pela anexação à  Rússia; o decreto russo, assinado pelo presidente Vladimir Putin, segundo agências de notícias do país, indica ser o primeiro passo para a integração da Crimeia à  Federação Russa; texto afirma que reconhecimento é baseado "na vontade do povo da Crimeia" e começa a valer imediatamente; e agora Obama, que fazer contra a democracia?

Reconhecimento oficial acontece um dia depois de a maioria da população da Crimeia decidir em referendo pela anexação à  Rússia; o decreto russo, assinado pelo presidente Vladimir Putin, segundo agências de notícias do país, indica ser o primeiro passo para a integração da Crimeia à  Federação Russa; texto afirma que reconhecimento é baseado “na vontade do povo da Crimeia” e começa a valer imediatamente; e agora Obama, que fazer contra a democracia?

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou um decreto nesta segunda-feira reconhecendo a região ucraniana da Crimeia como um Estado soberano, disseram agências de notícias russas, citando o serviço de imprensa do Kremlin. ... 

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16 de março de 2014
por Esmael Morais
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Perdeu feio, Obama: 95% da Crimeia vota pela Rússia

do Brasil 247
Acaba de sair a primeira pesquisa sobre o referendo deste domingo na Crimeia. Nada menos que 95% da população votou pela anexação à  Rússia (leia mais no site Russian Times).

A vitória da Rússia revela ao mundo uma nova ordem geopolítica global, que substitui a chamada Pax Americana (leia mais aqui).

Nesta segunda, começarão a ser aplicadas sanções à  Rússia, mas nada que altere a realidade. Barack Obama perdeu, Vladimir Putin venceu.

Em crise econômica e com a participação de grupos nazistas, o governo golpista da Ucrânia tende a perder apoio popular a partir de agora.

Nos Estados Unidos, o secretário de Estado, John Kerry, disse que não aceita o resultado. Choro de perdedor.

Leia, abaixo, reportagem da Reuters sobre isso:

Kerry diz que os EUA não aceitarão resultado do referendo da Crimeia

WASHINGTON, 16 Mar (Reuters) – Mais de 95 por cento dos votantes na região da Crimeia, na Ucrânia, apoiam a união com a Rússia, em um referendo neste domingo, de acordo com resultados parciais divulgados pela agência de notícias russa RIA.

A agência disse que os números foram fornecidos por Mikhail Malyshev, chefe da comissão do referendo, depois que mais da metade dos votos foram contabilizados na península do Mar Negro, onde forças russas tomaram controle.

(Por Lidia Kelly)

Leia, ainda, reportagem da Agência Brasil sobre o referendo:

Com fim de referendo na Crimeia, UE e EUA dizem que não reconhecerão resultado

Danilo Macedo Edição: Talita Cavalcante

Terminaram por volta das 15h (horário de Brasília) as votações do referendo na Crimeia, ao Sul da Ucrânia, no qual os eleitores da região responderam se aprovam a reunificação do território como membro da Federação da Rússia e se aprovam a restauração da Constituição da Crimeia de 1992 e o estatuto do território como parte da Ucrânia. De acordo com o governo da região, o comparecimento à s urnas superou os 70% previstos antes do início das votações. Leia mais

16 de março de 2014
por Esmael Morais
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Nova ordem mundial: anexação da Crimeia à  Rússia deve ter apoio de 70%; guerra ou paz?

do Brasil 247 Como previsto, a população da Crimeia deve aprovar, neste domingo, sua anexação à  Rússia. O referendo teve início à s 2h de Brasília e será encerrado à s 14h, quando já será noite na região.

Ao todo, as urnas estão abertas em 27 unidades regionais e uma pesquisa do instituto GfK aponta que 70% da população deve votar a favor da anexação à  Rússia e apenas 11% pela volta à  Ucrânia !“ na semana passada, o parlamento aprovou uma declaração de independência.

Muitos votaram já nas primeiras hora do dia e registros de pessoas que acompanham a votação apontam para uma vitória tranquila da proposta de anexação !“ bandeiras russas também dominam a paisagem das principais cidades da Crimeia, como Sebastopol e Simferopol.

A votação é acompanhada por observadores de diversos países. Seus resultados não serão reconhecidos pela União Europeia e pelos Estados Unidos, mas isso não fará diferença. A partir deste domingo, a Crimeia será parte da Rússia e uma resolução da ONU contra o referendo também foi vetada pelos russos (leia mais aqui sobre o nascimento de uma nova ordem mundial).

Leia, abaixo, o noticiário da Reuters a respeito do referendo:

Crimeia vota sobre união com Rússia enquanto presença militar aumenta

Por Mike Collett-White e Ronald Popeski

SIMFEROPOL, Ucrânia/KIEV, 16 Mar (Reuters) – Cidadãos da Crimeia votaram em um referendo neste domingo para decidir sobre uma cisão da Ucrânia e uma união com a Rússia, com Kiev acusando Moscou de aumentar rapidamente a presença militar na península em uma “violação crua” de um tratado internacional.

Em meio a uma crise Leste-Oeste reminiscente da Guerra Fria, o ministro da Defesa em exercício da Ucrânia, Ihor Tenyukh, disse que o número de militares russos na Crimeia está agora duas vezes maior que o nível acertado com Moscou e que a força de Kiev estão tomando “medidas apropriadas” ao longo da fronteira com a Rússia.

Tenyukh afastou qualquer sugestão que a Ucrânia, enfraquecida econômica e militarmente, poderia desistir ante o poderio russo.

“As decisões serão tomadas dependendo de como os eventos desdobrarem-se. Mas quero dizer mais uma vez que esta é nossa terra e que nós iremos abandoná-la”, disse ele à  agência Interfax.

Países ocidentais dizem que a votação, que deverá ser a favor da união com a Rússia devido a uma maioria de idioma russo na região, é ilegal e está sendo conduzida sob am Leia mais

4 de março de 2014
por Esmael Morais
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Rússia x Ucrânia: Putin ameniza tensão, mas não descarta guerra

Vladimir Soldatkin e Alissa de Carbonnel, via Brasil 247MOSCOU/KERCH, Ucrânia, 4 Mar (Reuters) – O presidente Vladimir Putin disse nesta terça-feira que a Rússia só usará a força militar na Ucrânia como último recurso, em comentários cujo objetivo aparente é acalmar as tensões entre Ocidente e Oriente causadas pelo temor de uma guerra na ex-república soviética.

A Rússia, entretanto, se reservou o direito de usar todas as opções na Ucrânia para proteger seus compatriotas lá que estão vivendo em “terror”, disse Putin.

Putin declarou em uma coletiva de imprensa em sua residência oficial, nos arredores de Moscou, que houve um “golpe inconstitucional” na Ucrânia, e que o presidente deposto, Viktor Yanukovich, aliado da Rússia, ainda é o líder legítimo do país, apesar de ter entregado o poder.

“Só pode haver uma avaliação do que aconteceu em Kiev, na Ucrânia em geral. Esse foi um golpe anticonstitucional e a tomada armada do poder. Ninguém discute isso”, disse Putin, parecendo relaxado diante de um pequeno grupo de repórteres.

“Quanto a levar forças. Por enquanto não existe tal necessidade, mas essa possibilidade existe”, disse ele. “O que poderia servir como motivo para usar força militar? Ela seria naturalmente o último recurso, absolutamente o último.”

Mais cedo nesta terça-feira, Putin ordenou que as tropas envolvidas em um exercício militar no oeste russo, perto da fronteira com a Ucrânia, voltassem à s suas bases. Ele disse que homens armados que haviam tomado prédios e outras instalações na Crimeia eram grupos locais.

PREà‡OS DA GAZPROM

Aumentando a pressão sobre Kiev, a Gazprom, maior produtora russa de gás, disse que irá retirar um desconto nos preços do Leia mais

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