16 de Maio de 2018
por Redacao
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Atividade econômica tem nova queda no trimestre

A política econômica do governo golpista continua promovendo mais recessão, desemprego e queda na produção. É o que constata o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), dessazonalizado (ajustado para o período), que registra uma nova retração de 0,13% de janeiro a março, comparado ao último trimestre de 2017, de acordo com dados divulgados nesta quarta (16). Ou seja, a dupla Temer e Meirelles promove uma criminosa devastação na economia do país. Leia mais

2 de Maio de 2018
por Redacao
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BC desmente fake news sobre notas carimbadas com ‘Lula Livre’

Na era das chamadas fake news, o Banco Central correu para desmentir a notícia falsa sobre as notas carimbadas com “Lula Livre”.  Em nota, o BC avisou que rede bancária pode aceitar notas com carimbo “Lula Livre”. O PT também comunicou que não faz nenhum tipo de campanha para carimbar as notas. Leia mais

19 de Março de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Recuo na prévia do PIB em janeiro indica continuidade da recessão

Recuo na prévia do PIB em janeiro indica continuidade da recessão

O governo golpista de Temer e Meirelles bem que tentou iludir o povo brasileiro com a cantilena de que a economia brasileira tinha superado a recessão e voltou a crescer. Mas como a mentira tem perna curta, a prévia do PIB de janeiro demonstrou que a economia brasileira começou o ano em contração. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) recuou 0,56% em janeiro ante dezembro de 2017, na série com ajuste sazonal, informou nesta segunda-feira (19), a instituição. Ou seja, continua a recessão, o desemprego e quebradeira dos negócios no país. Leia mais

15 de Fevereiro de 2018
por esmael
Comentários desativados em Vampirão cancela redução de juro

Vampirão cancela redução de juro

Ainda magoado com o desfile da Tuiuti, que o pintou como vampiro neoliberalista, Michel Temer (MDB) decidiu cancelar o ciclo de redução da taxa de juro. Essa medida pune os carnavalescos pagãos e privilegia — mais uma vez — os banqueiros e o capital vadio. Leia mais

29 de Janeiro de 2018
por esmael
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Chame o ladrão: juro no crédito a 334,6%

O Banco Central divulgou nesta segunda-feira (29) que a taxa de juro do crédito rotativo total, incluindo o regular e o não regular, fechou dezembro com uma taxa de 334,6% ao ano. Os brasileiros pagam as taxas mais caras do mundo para esse tipo de crédito. Leia mais

11 de outubro de 2017
por esmael
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Gleisi Hoffmann: ‘Eles comem brioches enquanto o povo passa fome’

A senadora Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT, comparou o presidente do Banco Central, Ilan Golgfajn, a Maria Antonieta ao sugerir que ‘os tubarões do sistema financeiro comem brioches enquanto o povo brasileiro passa fome’.

29 de novembro de 2016
por esmael
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Gleisi aprova na CAE limite de 28% aos juros no cartão de crédito; hoje, taxa é de quase 500%

gleisi_juros_cartaoA senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que preside a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), informa que o colegiado aprovou nesta terça (29) a redução do salário dos senadores; a limitação para juros do cartão de crédito e estipulou duplo mandato do Banco Central.

24 de outubro de 2016
por esmael
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Cenário econômico do país piorou com saída de Dilma, diz Gleisi Hoffmann

gleisi_pec241A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) analisa nesta segunda (24), em sua coluna, a política de juros altos do governo Michel Temer (PMDB). A parlamentar, que é presidente da CAE, relata que, além do juro fazer a economia capotar, o cenário econômico piorou bastante no país após o golpe de Estado que tirou a presidenta eleita Dilma Rousseff (PT). Gleisi vai liderar amanhã (25), na CAE, debate acerca de alternativas à PEC 241 – que congela investimentos por 20 anos. Abaixo, leia a íntegra:

8 de Fevereiro de 2016
por admin
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Coluna da Gleisi Hoffmann: As boas notícias do início de 2016

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Gleisi Hoffmann*

O preço que pagamos pela energia vai reduzir! É isso mesmo, a partir de março teremos, em média, 3% a menos na conta da luz. Pode parecer pouco, mas a aposta de grande parte do mercado é de que iria subir!

A taxa de juros não subiu! É verdade que ainda está muito alta, mas a avaliação majoritária era de que aumentaria meio ponto percentual. Mesmo não tendo sido uma decisão unânime do Banco Central, o indicativo que temos é de que não subirá no futuro. Espera-se, sinceramente, que comece um processo de redução.

O governo anunciou R$ 85 bilhões em crédito, que vão ajudar a animar a economia. Esse é um dinheiro que já está no mercado, não causará mais inflação e o juro será menor mesmo sem subsídio. São os recursos das ditas pedaladas fiscais, que a presidenta devolveu aos bancos públicos de uma só vez. Com isso, terão mais crédito a agricultura, microempresas, pequenas e médias empresas exportadoras. E não venha o mercado afirmar que não há demanda por crédito. Os bancos privados deixam de emprestar e quando o fazem, é com juros estratosféricos.

O dólar está estabilizando na casa dos R$ 4,00. Isso melhora a competitividade brasileira e faz nossa balança comercial permanecer positiva. Exportamos mais do que importamos.

Nossas reservas internacionais continuam a ser a sexta maior do mundo. São U$ 370 bilhões que protegem o país da especulação. Isso é o diferencial que temos diante de outras crises já enfrentadas pelo Brasil.

Vamos controlar a inflação este ano. A maioria dos analistas avalia que ficaremos perto da meta superior, cerca de 7%, mesmo com a alta deste início de ano, ligada ao reajuste das tarifas de ônibus, mensalidades escolares e preço de alguns alimentos.

As medidas de ajuste foram tomadas em 2015. Houve economia de mais de R$ 100 bilhões no orçamento, despesas foram reduzidas sem afetar os programas sociais. Muitas medidas foram discutidas e aprovadas pelo Congresso, aumentando receita e diminuindo despesas. O novo ministro da Fazenda também informou que colocará em dia o pagamento aos fornecedores de serviços e produtos prestados em convênios com a União.

E uma noticia interessante publicada foi de que as companhias aéreas bateram o recorde de passageiros no final de 2015. Nunca haviam transportado tantas pessoas como nessa temporada.

Apesar disso, a análise majoritária do mercado é de que o Brasil está em recessão, por ter queda no PIB pelo terceiro ano consecutivo, podendo cair mais em 2016 do que o previsto. A queda do PIB vai acontecer, já estava precificado. A economia internacional também vai sofrer reveses, atingindo parceiros importantes do Brasil, como China e Estados Unidos.

O que não pode continuar acontecendo é a apologia ao pessimismo e a desconfiança. Muitas medidas e muitas coisas foram feitas. Temos de reagir enquanto país, enquanto Nação. Todos nós somos um pouco líderes nesse processo. Temos condição de enfrentar a situação, optando por ver o “copo mei

3 de Janeiro de 2016
por esmael
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Artigo de Flávio Lyra: “O Banco Central e as duas moedas”

por Flavio Lyra*

Aprendemos nos textos de economia que o Banco Central é o guardião do valor da moeda. Elemento primordial na vida econômica de um país, tanto a perda de valor da moeda (inflação), quanto sua valorização (deflação) acarretam grandes problemas ao bom funcionamento da economia, na medida em que desorientam as decisões dos agentes econômicos.

Depois que o Brasil adotou o chamado regime de metas de inflação, no final do governo de FHC, no qual a taxas de juros dos títulos da dívida pública, tem sido o instrumento primordial de combate à inflação, nosso Banco Central tem a seu cargo a administração do valor de duas moedas: a moeda que constitui o meio circulante comum e a moeda Títulos do Tesouro Nacional, aquela a que somente têm acesso os detentores de saldos positivos de moeda comum, o conhecido real, aplicáveis na segunda moeda, uma espécie de “moeda dos ricos”

Nas condições endêmicas de inflação em que temos vivido, poder dispor da moeda Títulos do Tesouro, é sem dúvida um grande privilégio, pois esta não se desvaloriza e ainda rende uma taxa de juros positiva, que permite valorizar o patrimônio de quem a detém, com riscos muito reduzidos.

Por certo, que a grande maioria da população não tem como fugir aos custos da desvalorização da moeda comum, pois seu poder de compra varia inversamente ao valor da moeda. Já os ricos, não precisam ter maiores preocupações com a perda de valor dos Títulos do Tesouro nos quais aplicam suas poupanças. Pelo contrário, a inflação para estes tem sido frequentemente um bom negócio, pois o guardião da moeda, o Banco Central, em sua atuação frenética para controlar o aumento dos preços, tende sempre a manter alta a taxa de juros que remunera os títulos públicos.

A dívida pública é conformada pelo estoque dos títulos da dívida pública e esse estoque tende a crescer por meio de dois mecanismos: o aumento da taxa de juros e a existência de déficit público primário (quando o governo gasta mais em investimento e em consumo do que arrecada).

Durante muitos anos o país não apresentou déficit público. Pelo contrário, apresentava superávit, o que permitiu a dívida pública diminuir como percentagem do PIB. Não diminuiu muito, porém, pois as taxas de juros consideradas adequadas para alcançar as metas de inflação, impediram grandes reduções.

É interessante e mesmo paradoxal que o Estado tenha uma atuação contraditória em relação ao tamanho da dívida pública. Quando ocorre um déficit primário, o Tesouro Nacional vende títulos da dívida pública para cobrir a diferença negativa entre a Receita e a Despesa. Quase que simultaneamente o Banco Central, compra o excesso de Títulos do Tesouro em poder do público, para evitar que a taxa de juros caia e prejudique alcançar a meta de inflação.

Mas quem paga o custo de manter essa moeda (Títulos do Tesouro), que se desvaloriza durante a inflação? Evidentemente, o povão! A dívida pública nada mais é do que uma obrigação que o Estado assume para com os ricos de pagar-lhes no futuro os valores que lhes toma por empréstimo em troca de títulos da dívida pública. De fato, o Estado cria uma moeda que serve para valorizar o patrimônio dos ricos.

Quando parte da dívida pública é contraída p

14 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna da Gleisi Hoffmann: Contra o corte do Bolsa Família

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Gleisi Hoffmann*

Com todo respeito ao ministro Joaquim Levy, não é razoável impor um superávit primário agora ao orçamento de 2016, ainda que seja de 0,7%. Assim como é uma sandice cortar 10% do Bolsa Família, principalmente porque entramos em um período de aumento do desemprego e piora da economia no país.

Diz-se que as contas públicas estão descontroladas, mas nada se fala do custo dos juros que as dilaceram!

Não é possível, razoável, justificável, impor uma economia no orçamento para pagar juros, cujos custos já acumulam mais de R$ 400 bilhões ao ano, e beneficiam cerca de 1% da população, em razão da alta da Selic, e reduzir o Bolsa Família, um programa que custa ao ano R$ 25 bilhões e beneficia 20% da população. Que inversão é essa?!

Atrás de discursos bonitos feitos pelos mercados sobre equilíbrio fiscal, lição de casa, gastar o quanto se ganha, enfeitados pelo argumento fácil de que basta vontade para vencer na vida, vem a velha receita de manter para os ricos e retirar dos pobres!

Não podemos aceitar passivamente esse tipo de argumentação, achando que faz parte da natureza das coisas!

Ora, o desequilíbrio financeiro que vivemos nada tem a ver com o Bolsa Família, com aumento de recursos para educação, sempre tão cobrados pela sociedade, com os investimentos no social. Tem a ver com juros, com a exorbitante Selic de 14,25%, arbitrada pelo Banco Central, que se transforma em quase 300% ao ano para quem usa cheque especial!

Será que precisamos de uma taxa de juros tão alta para equilibrar as operações de crédito subsidiadas pelo governo, como diz o mercado, ou temos subsídios para o crédito porque o sistema financeiro não gosta de correr riscos e por isso não empresta?!

A última pérola para o discurso vicioso seria o Banco Central, como ventila-se, aumentar mais os juros para conter a inflação. Com o PIB no chão, o consumo das famílias em baixa e o crédito minguando, qual seria o efeito de um aumento da Selic?!

Com certez

14 de setembro de 2015
por admin
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Coluna da Gleisi Hoffmann: S&P e o rebaixamento; dois pesos, duas medidas

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Gleisi Hoffmann*

Vivemos uma semana de debates acalorados em razão do rebaixamento da nota do Brasil, pela Standard & Poor’s, para país especulativo. Quanto ao tema, a melhor avaliação, no meu entender, está na coluna deste domingo do jornalista Jânio de Freitas, publicada em vários jornais: “Se a retirada do “selo de bom pagador” do Brasil por uma das três empresas privadas que ganham fortunas dando ou negando esses selos justifica a tragédia escandalosa feita aqui, por que a concessão do selo em 2008 não mereceu escândalo positivo?”

Simples não?! Mas com certeza o mercado escandaloso não tem resposta digna para esta questão. No momento, o que interessa é deixar ainda mais conturbado o cenário político e econômico brasileiro. Assim, voltam ao cenário as falas duras para o corte de despesas do governo, em especial os benefícios sociais. Para a maioria dessa gente, é um absurdo o país “gastar tanto” com benefícios e programas aos mais pobres. Temos de reduzir despesas; esse é o sacrifício exigido de todos nós pra resgatar o selo de bom pagador, diz o mantra.

O engraçado é que esses que querem reduzir os programas sociais são os mesmos que se opõem ao aumento de impostos para quem tem alta renda, altos lucros. Se eles forem tributados, passarão o custo à sociedade, dizem. Então tá, deixamos esses setores ganhando horrores porque eles poderiam, se taxados, encarecer mais os serviços que prestam às pessoas. Quais serviços exatamente?

O mercado financeiro faz sérias acusações sobre o descontrole fiscal, a falta de superávit primário, mas em nenhum momento faz autocrítica pela prática de juros exorbitantes, nem pede ao Banco Central para abaixar a taxa Selic dos atuais 14,25%. Foi esse aumento da taxa por pressão do mercado que, num curto espaço de tempo, aumentou demasiadamente nossa despesa. Calcula-se que para cada um ponto percentual de aumento da Selic, o desembolso do Tesouro com juros chega a cerca de 15 bi. Imagina o impacto positivo de um ajuste na Selic para baixo!

Por outro lado, também acompanhamos discursos moralizadores de parlamentares da oposição, e até da situação, sobre o equilíbrio fiscal. Na mesma linha temos juízes, procuradores, carreiras de Estado, fazendo discursos semelhantes.

O interessante é que esses setores, bem remunerados pelo Estado (povo) brasileiro não se dispõem a cortar na própria carne: a alta remuneração e os benefícios que possuem. Não escutei nenhum parlamentar, juiz ou promotor propondo a redução do próprio salário, da verba de gabinete, do número de assessores,  para ajudar o país a sair da crise.

É sempre a política da responsabilidade do outro, principalmente se ele for a massa mais pobre da população, sem cargo, identidade específica, ou lobbies organizados.

*Gleisi Hoffmann é senadora da República pelo Paraná. Foi ministra-chefe da Casa Civil e diretora financeira da Itaipu Binacional. Escreve no Blog do Esmael às segundas-feiras.

27 de novembro de 2014
por esmael
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Dilma anuncia Joaquim Levy na Fazenda e Nelson Barbosa no Planejamento

da Agência Brasil

dilma_ministros.jpgA presidenta Dilma Rousseff anunciou hoje (27) três nomes para a equipe econômica de seu governo. O ex-secretário do Tesouro Nacional Joaquim Levy será o novo ministro da Fazenda. Ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa vai assumir o Ministério do Planejamento. Alexandre Tombini, atual presidente do Banco Central, permanece no cargo. Ainda não há data para a posse dos ministros.

26 de novembro de 2014
por esmael
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Ministros da equipe econômica serão anunciados amanhã

econ.jpg

Os novos ministros da Fazenda e do Planejamento serão anunciados oficialmente amanhã (27) pela presidenta Dilma Rousseff (PT). No entanto, não há previsão da data da posse dos dois novos titulares da equipe econômica, que substituirão Guido Mantega e Miriam Belchior, respectivamente.

A informação é do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Thomas Traumann, que não adiantou os nomes que serão anunciados amanhã. Os novos integrantes do governo vão trabalhar no Palácio do Palácio com uma equipe que fará a transição entre a atual gestão e a próxima.

14 de novembro de 2014
por esmael
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Cristina Kirchner intervém no Banco Central e derruba o dólar em 21%

via Café na Política

peso.jpg

Cristina está flaquita!, como dizem os argentinos. Nestes últimos meses, baixou ao hospital três vezes, por problemas vários de saúde, nenhum grave mas todos relativamente preocupantes. Mas a mulher é uma fera e, ainda da Clínica Otamendi, de onde teve alta no domingo ela ordenou um arrastão contra os doleiros graúdos, ou seja, grandes bancos, financeiras e agências de câmbio, que fez a verdinha baixar 21% diante do peso.

No que poderá se tornar um bom exemplo para sua colega brasileira, Dilma Rousseff, também assediada desde a campanha pelas manobras desestabilizadoras da Bolsa brasileira, a operação atingiu seu ápice na terça-feira, 11 de novembro.

Nesse dia, 250 agentes da AFIP (Receita Federal), munidos de ordem judicial, invadiram 71 sedes de bancos, casas de câmbio e financeiras na capital federal, província de Buenos Aires, Mendoza e Córdoba, com o fim de averiguar denúncias de lavagem de dinheiro e evasão impositiva! de 120 milhões de pesos.

Segundo o vice-diretor Nacional de Grandes Contribuintes, Fabián de Risio, a manobra dessas entidades infratoras, consistia em investimentos através de títulos públicos por parte de empresas que não podem justificar os fundos nem tampouco os têm!. Ele ainda explicou que a operação da AFIP (Administración Federal de Ingresos Públicos) começou com ações de controle e cruzamento dos sistemas. Tais ações detectaram quatro empresas que operaram com títulos de 120 milhões de pesos, através de sociedades da Bolsa, mostrando inconsistências fiscais!.

15 de outubro de 2014
por esmael
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Lula desmente Aécio sobre convite a Armínio para o Banco Central

via Brasil 247

O ex-presidente Lula desmentiu, nesta quarta-feira 15, que tenha feito convite para que o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga permanecesse no cargo quando assumiu o governo federal, em 2003.

A afirmação foi feita pelo candidato do PSDB, Aécio Neves, na noite desta terça-feira durante debate na TV Bandeirantes. “Nunca fiz esse convite”, afirmou Lula em nota.

“Lula, quando assumiu o governo, pediu que Armínio Fraga ficasse mais um tempo no Banco Central. Isso é história”, disse Aécio durante o debate. O candidato do PSDB também afirmou que a presidente Dilma Rousseff tem “obsessão” por Armínio Fraga e ressaltou que Lula e Antonio Palocci, ministro da Fazenda do ex-presidente petista, elogiaram o ex-dirigente do Banco Central.

“Estou impressionado com sua obsessão com o Armínio Fraga. Talvez por ele ter sido tão elogiado por Palocci e por Lula”, disse.

O economista Armínio Fraga ocupou a presidência do BC durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Esse ano foi anunciado como ministro da Fazenda em um eventual governo Aécio.

Leia a nota:

“Ontem, o candidato Aécio Neves mentiu no debate da TV Bandeirantes ao falar que eu teria convidado Armínio Fraga para permanecer no Banco Central após o término do governo Fernando Henrique Cardoso. Nunca fiz esse convite. à‰ lamentável um candidato falsificar fatos históricos em um debate para a Presidência da República”.

Luiz Inácio Lula da Silva

12 de setembro de 2014
por esmael
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Economia se recupera com força e aponta para trimestre positivo

via Brasil 247

A economia brasileira cresceu 1,50 por cento em julho sobre o mês anterior, indicou o Banco Central nesta sexta-feira, melhor resultado em seis anos e acima do esperado, um sinal de que a atividade pode ter começado o terceiro trimestre em recuperação.

O àndice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), mostrou que a atividade voltou a crescer após duas quedas mensais seguidas. O resultado de julho passado foi o melhor desde junho de 2008, quando a expansão foi de 3,32 por cento, antes do auge da crise internacional.

Em junho, o indicador havia mostrado contração de 1,51 por cento sobre maio em dados dessazonalizados revisados pelo BC. Anteriormente, havia sido divulgado queda de 1,48 por cento em junho.

O resultado de agora foi também bem melhor que o esperado em pesquisa da Reuters, cuja mediana de 21 projeções apontava alta de 0,80 por cento em julho.

Na comparação com julho de 2013, o IBC-Br recuou 0,31 por cento e acumula alta de 1,14 por cento em 12 meses, ainda segundo dados dessazonalizados.

A economia brasileira entrou em recessão no primeiro semestre, afetada sobretudo pela indústria e pelos investimentos em queda. O cenário de atividade fraca vem junto com o de inflação ainda elevada, num momento em que a presidente Dilma Rousseff (PT) tenta a reeleição.

Em julho, a produção industrial havia avançado 0,7 por cento frente a junho após cinco meses de queda, ainda que os dados tenham sido encarados com cautela por agentes econômicos, que ainda não estavam convencidos na tendência de recuperação.

No mesmo período, no entanto, as vendas no varejo recuaram 1,1 por cento, muito pior do que o esperado, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IBC-Br incorpora estimativas para a produção nos três setores básicos da economia: serviços, indústria e agropecuária, assim como os impostos sobre os produtos.