19 de março de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em O plano diabólico de Beto Richa para fechar uma escola de 59 anos em Curitiba

O plano diabólico de Beto Richa para fechar uma escola de 59 anos em Curitiba

O professor Luiz Paixão Rocha, o Professor Paixão, relata os detalhes de um plano diabólico do governador Beto Richa (PSDB), do Paraná, para fechar o Colégio Padre Olímpio de Souza, de Curitiba, que completou 59 anos de funcionamento. ... 

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18 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em E a greve geral sai ou não sai amanhã?

E a greve geral sai ou não sai amanhã?

As centrais sindicais rufaram os tambores no pré-carnaval dizendo que dia 19 de fevereiro o Brasil iria parar numa histórica greve geral. Mas, afinal de contas, sairá ou não sairá o movimento paredista? ... 

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27 de junho de 2016
por Esmael Morais
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Professor Paixão denuncia farra de deputados com dinheiro da educação

paixao_bancada_camburaoO professor Luiz Carlos Paixão da Rocha, conhecido como Professor Paixão, em artigo especial para o Blog do Esmael, denunciou nesta segunda-feira (27) farra de deputados com dinheiro da educação. Leia mais

1 de março de 2016
por admin
12 Comentários

Volta às aulas aos 10 meses do massacre do Centro Cívico

Teve início nesta segunda-feira (29) o ano letivo de 2016 nas 2100 escolas públicas estaduais do Paraná. A data coincidiu com a passagem de 10 meses do massacre do Centro Cívico, em que o governador Beto Richa (PSDB) ordenou um pesado ataque contra os professores e servidores públicos que protestavam em frente a Assembleia Legislativa do Paraná.

A data foi marcada por abraços simbólicos de professores, estudantes e funcionários a diversas escolas por todo o Estado. A mobilização puxada pela APP-Sindicato causou bastante impacto nas redes sociais sob a hashtag #‎escolapublicaeudefendo‬.

E a realidade encontrada pelos estudantes e educadores neste recomeço não foi das melhores, mostrando que 2016 será um ano difícil, e de muita luta. Já há casos de falta de merenda, com diretores de escola reclamando que só receberam suco, e de péssima qualidade.

Em muitas escolas, a condição das instalações é péssima, tendo sida agravada pela corrupção no governo Beto Richa. Em razão dos desvios revelados pela Operação Quadro Negro do Gaeco, todas as obras de construção e reforma foram paralisadas e passam por au Leia mais

28 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
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Paixão: De volta às aulas. Mais um ano difícil para a educação do Paraná

Professor Paixão*

Nesta segunda-feira, dia 29 de fevereiro iniciam-se as aulas nas mais de 2.100 escolas da rede pública estadual do Paraná. A expectativa para o início do ano letivo é grande, tanto para os (as) trabalhadores (as) em educação quanto para a sociedade em geral. Ainda mais, após a tragédia ocorrida no ano passado, onde de forma irresponsável o governo do Paraná, ultrapassando todas as barreiras do bom senso, colocou a educação e os educadores em uma situação vexatória. O Brasil e o mundo viu com tristeza e revolta a violência bélica, militar e psicológica, em praça pública, cometida contra os (as) educadores(as) e servidores(as) públicos(as). O dia 29 de abril não será esquecido.

Na expectativa de iniciar um ano letivo mais tranquilo e com menos tribulações voltamos para as escolas na última segunda-feira, dia 22, na chamada Semana Pedagógica, a fim de participar das atividades de formação continuada organizadas pela Secretaria Estadual de Educação, e principalmente planejar as ações para o ano letivo.

Desrespeito aos educadores – Infelizmente, a Semana Pedagógica mostrou um governo desorganizado, sem uma política educacional definida e desrespeitoso com os  educadores. O programa de formação foi recebido como uma afronta à memória e a dignidade dos (as) educadores (as) . A máxima “faça o que eu digo e não faça o que faço” nunca foi tão presente. Ao indicar como temas para os primeiros dias da formação, “a educação de direitos humanos” e “participação social”, o governo tentou apagar a forma como violentou os direitos humanos dos(as) educadores(as) e o direito da participação social da categoria em greve.  No mínimo, um pedido de desculpas deveria ser efetuado no início dos trabalhos da semana. Se não bastasse isto, em um dos vídeos apresentados pela Seed, há uma nítida promoção pessoal do presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, um dos corresponsáveis pelo massacre cometido contra os (as) educadores (as) e servidores(as) públicos do Paraná.

Estamos iniciando o ano com fortes ameaças de perdas de direitos. Em nível nacional, paira sobre nós a possibilidade de mais uma reforma da previdência. Em nível estadual, o governo do Paraná sinaliza a disposição de alterar direitos do Plano de Carreira do Professor. Já neste ano, com sua política de redução de investimentos na área da educação, o governo do Paraná fechou turmas e, consequentemente, diminuiu o número de professores e funcionários. Em 2016 teremos mais salas de aula superlotadas e menos profissionais para realizar o trabalho pedagógico na escola. Teremos neste ano milhares de professores e professoras desempregados. Para além disto, nos traz revolta as denúncias de desvio dos recursos de construção de escolas. Além de crime, o desvio destes recursos é desumano. Boa parte de nossas escolas não possui infraestrutura adequada para atender bem nossos estudantes. Estes desvios precisam ser investigados, doe a quem doer.

Espero que o governo contribua para que tenhamos um bom ano letivo. Não exigimos muito. Basta que o governo cumpra a Lei: aplique na nossa tabela salarial, o valor do Piso Nacional do Professor, ( índice de 7,75% estendido também aos funcionários) pague os avanços em atraso de carreira para professores e funcionários, nomeie os aprovados em concurso público, realize novos concursos públicos, implemente o cargo de 40 horas, altere a legislação estadual em relação aos dos co Leia mais

23 de fevereiro de 2016
por admin
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Professores ficam revoltados com vídeos “provocativos” na Semana Pedagógica do Paraná

direitoshumanos

Parece uma piada, mas não tem graça. Muito pelo contrário. Os materiais elaborados pelo governo Beto Richa (PSDB), por meio da Secretaria de Estado da Educação (SEED), para a Semana Pedagógica estão causando forte revolta entre os professores nas 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná.

A equipe do tucano optou por temas espinhosos para o governo como os direitos humanos, o combate a corrupção e a democracia. É como se falasse em corda na casa de enforcado…

Assistindo aos vídeos produzidos pelo governo, os professores imediatamente lembraram do massacre do Centro Cívico, como exemplo de desrespeito aos direitos humanos. No tema de combate a corrupção, lembraram da Operação Quadro Negro do Gaeco, que apurou o roubo de milhões de reais destinados à construção e reforma de escolas. E, finalmente, no tema da democracia, lembraram dos métodos utilizados por Beto Richa para aprovar o confisco da previdência dos servidores na Assembleia Legislativa, entre outras maldades.

Nas escolas, o constrangimento e a indignação é geral e irrestrita. A Semana Pedagógica começou ontem (22), prossegue hoje (23) e termina amanhã (24).

A situação ficou ridícula quando o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Ademar Traiano (PSDB), foi escalado para falar num vídeo chamado “Geração Atitude” sobre um programa de combate à corrupção(!), incentivando a participação crítica(!). Leia mais

3 de fevereiro de 2015
por Esmael Morais
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Greve geral depois do Carnaval

Segundo a APP-Sindicato, as escolas estão sem merenda, papel higiênico e funcionários. Além disso, ano letivo deverá começar com salas superlotadas devido ao fechamento de turmas. Caos na educação promovido pelo governo Richa, que põe em risco as conquistas do magistério, une grupos rivais na maior entidade sindical do Paraná. Greve geral deverá sair depois do Carnaval e será precedida de uma batalha de comunicação.

Segundo a APP-Sindicato, as escolas estão sem merenda, papel higiênico e funcionários. Além disso, ano letivo deverá começar com salas superlotadas devido ao fechamento de turmas. Caos na educação promovido pelo governo Richa, que põe em risco as conquistas do magistério, une grupos rivais na maior entidade sindical do Paraná. Greve geral deverá sair depois do Carnaval e será precedida de uma batalha de comunicação.

Os educadores deverão puxar o bloco grevista somente depois do Carnaval. ... 

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24 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Professor Paixão: “Nós precisamos reinstalar a greve no Paraná”; assista

paixao_greve.jpgOs educadores paranaenses voltarão à s ruas nesta quarta-feira, dia 26, contra o governador Beto Richa (PSDB). ... 

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20 de setembro de 2014
por Esmael Morais
22 Comentários

Direito de resposta à  APP-Sindicato

O presidente da APP-Sindicato, Hermes Silva Leão, neste sábado (20), encaminhou um pedido de direito de resposta à s declarações de Professor Paixão, da Chapa 2, acerca das suspeitas de fraude na eleição da entidade representativa dos educadores no último dia 10 (clique aqui).

O Blog do Esmael, amante do bom debate, da democracia e do contraditório concede direito de resposta automático à  APP, que segue abaixo na íntegra:

Sr. Esmael Morais

A bem da verdade e em respeito aos leitores deste veículo de comunicação do qual o senhor é o legítimo responsável, cumprimos o dever de esclarecer os fatos escritos a respeito do processo eleitoral da APP Sindicato:

1. 50% das urnas eletrônicas não funcionaram e a votação teve de ocorrer no papel!

A eleição da APP Sindicato, ocorrida no último dia 10 de setembro contou com 1487 urnas. Deste montante, 1050 (ou seja, mais de 70%) foram acessadas no primeiro momento da eleição e 881 funcionaram normalmente no sistema eletrônico durante todo o período da votação. Alguns núcleos sindicais por problemas de conexão com a internet optaram somente pela votação em cédula de papel.

2. Temos sérias suspeitas de que as urnas eletrônicas estavam “batizadas” e que houve uma desorganização planejada para impedir a votação de milhares de educadores!

Todo o processo eleitoral da APP foi organizado e coordenado por uma comissão eleitoral composta de 5 membros titulares e 5 membros suplentes aclamados em uma assembleia da categoria. Além destes, a comissão contou com um(a) representante de cada chapa. O regimento eleitoral aprovado por unanimidade na mesma data, prevê que o processo eletrônico deveria ser testado na presença de uma empresa de auditagem contratada pela comissão e também de membros de todas as chapas inscritas no processo, o que ocorreu semanas antes da realização da eleição. Durante o todo o processo de organização que precedeu as eleições da APP, inclusive no dia do teste das urnas eletrônicas, não houve qualquer questionamento por parte de nenhum integrante da comissão ou representação das chapas, ou seja, o processo foi legítimo e transparente.

3. a turma do cafezinho temendo ações judiciais correu nesta sexta-feira (19) para proclamar o resultado oficial na APP !” coisa que não tinha feito até hoje !” e organiza à s pressas uma posse cl Leia mais

19 de setembro de 2014
por Esmael Morais
53 Comentários

Deu xabu na eleição da APP-Sindicato. “Nós vencemos”, diz Paixão

Professor Paixão vai à  Justiça pedir nulidade da eleição ocorrida no dia 10 de setembro na APP-Sindicato. "Temos sérias suspeitas de que as urnas eletrônicas estavam 'batizadas' e que houve uma desorganização planejada para impedir a votação de milhares de educadores", declarou o presidente da Chapa 2. Segundo ele, a turma do cafezinho temendo ações judiciais correu nesta sexta-feira (19) para proclamar o resultado oficial na APP -- coisa que não tinha feito até hoje -- e organiza à s pressas uma posse clandestina da nova diretoria!.

Professor Paixão vai à  Justiça pedir nulidade da eleição ocorrida no dia 10 de setembro na APP-Sindicato. “Temos sérias suspeitas de que as urnas eletrônicas estavam ‘batizadas’ e que houve uma desorganização planejada para impedir a votação de milhares de educadores”, declarou o presidente da Chapa 2. Segundo ele, a turma do cafezinho temendo ações judiciais correu nesta sexta-feira (19) para proclamar o resultado oficial na APP — coisa que não tinha feito até hoje — e organiza à s pressas uma posse clandestina da nova diretoria!.

A eleição da APP-Sindicato pode parar na Justiça. Professor Paixão, representante da Chapa 2, suspeita de fraude nas urnas eletrônicas utilizadas em 10 de setembro na disputa pela direção da maior entidade sindical do Paraná. ... 

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7 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Professor Paixão: Queda no Ideb prova que educação precisa de menos discurso do governo!

Na próxima quarta-feira, dia 10, a APP-Sindicato vai à s urnas sob o impacto da queda do Paraná no ranking de qualidade do ensino médio com base nos dados do àndice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2013. De primeiro lugar no país, na gestão de Roberto Requião (PMDB), em 2009, o estado despencou para a 11!ª posição no governo de Beto Richa (PSDB) e do vice Flávio Arns (PSDB), ex-secretário da Educação. A esse respeito, o Blog do Esmael conversou com Professor Paixão, da Chapa 2, que segundo ele, é a favorita para vencer a eleição na entidade representativa dos educadores:

Infelizmente, os dados demonstraram que o Ideb do Paraná caiu. Isso mostra necessidade do sindicato atuar com força para garantir política pública de valorização da educação pública e dos profissionais da educação. Nós queremos que os governos invistam mais em educação não só no discurso. Invistam em políticas concretas para que a gente possa garantir uma qualidade melhor de educação ofertada aos paranaenses!.

Paixão também afirmou que o caso da professora esfaqueada por um adolescente em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba, exige ações em defesa da categoria. Ele ainda disse que os profissionais da educação adoecem muito em virtude da situação de constante stress.

O representante da Chapa 2 pregou uma nova APP independente de partidos e governos!. Cada vez que o nosso sindicato ficou reduzido a partido ou grupo político perdeu seu poder de diálogo e interlocução com a sociedade!, criticou.

Sobre a eleição da APP-Sindicato Leia mais

4 de setembro de 2014
por Esmael Morais
23 Comentários

Dia 10 tem eleição na APP-Sindicato: E aí, vai mais um cafezinho?

Maior sindicato do Paraná escolhe nova direção na quarta (10); APP representa mais de 100 mil trabalhadores da educação, cerca de 70 mil estão aptos a votar; situação na entidade é defendida por Hermes Leão, da Chapa 1, e a oposição é representada pelas chapas 2 e 3; Professor Paixão, em artigo especial no Blog do Esmael, jurou que se eleito, no primeiro dia, revoga a política do cafezinho! em vigor na entidade durante o governo Richa;  Marcia Farherr, também de oposição, afirma que o tucano é uma fraude!; e aí, enquanto isso vai mais um cafezinho?

Maior sindicato do Paraná escolhe nova direção na quarta (10); APP representa mais de 100 mil trabalhadores da educação, cerca de 70 mil estão aptos a votar; situação na entidade é defendida por Hermes Leão, da Chapa 1, e a oposição é representada pelas chapas 2 e 3; Professor Paixão, em artigo especial no Blog do Esmael, jurou que se eleito, no primeiro dia, revoga a política do cafezinho! em vigor na entidade durante o governo Richa; Marcia Farherr, também de oposição, afirma que o tucano é uma fraude!; e aí, enquanto isso vai mais um cafezinho?

Na próxima quarta-feira, dia 10, o maior sindicato do estado, a APP-Sindicato, que tem 100 mil trabalhadores na base, vai à s urnas para eleger a nova diretoria para o triênio 2015-2018. Cerca de 70 mil educadores associados estão aptos a votar, mas a expectativa é de que 35 mil compareçam à s urnas eletrônicas instaladas nas 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná. ... 

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28 de agosto de 2014
por Esmael Morais
33 Comentários

Professor Paixão: Por que sou candidato a presidente da APP-Sindicato?

Luiz Carlos Paixão da Rocha*

Apesar de avanços pontuais nos últimos períodos, a educação vive um dos seus piores momentos. Por um lado, um crescente e assustador quadro de adoecimento de professores e funcionários nas escolas. Por outro, percebemos o crescente desistimulo dos nossos jovens a acessarem carreiras na educação, em virtude da falta de valorização da profissão.

Faculdades tradicionais de nosso estado já começam fechar cursos de licenciaturas em virtude da diminuição da procura dos estudantes que buscam o ensino superior. Além do mais, nossas escolas estão com dificuldade de contratação de funcionários PSS para os trabalhos de limpeza, pois o trabalho como diarista tem sido mais vantajoso. Contraditoriamente a este quadro, cada vez mais cresce o discurso em nossa sociedade da importância da educação. Todos acham que é importante e necessário investir mais na educação.

Porém, entre este discurso simpático e a realidade que vivemos nas escolas há uma distância muito grande. Reverter este quadro é uma tarefa das mais urgentes. E a nossa APP tem um papel fundamental nesta luta. Tem que unir toda a categoria; tem que conclamar a sociedade; tem que costurar uma aliança muito forte porque as medidas de atração dos melhores estudantes para a profissão passam pela necessária valorização do professor e do funcionário da escola.

E não será com reposição da inflação que vamos conquistar a tão sonhada valorização. Precisaremos de medidas profundas dos governos municipais, estaduais e federal. Algumas medidas são urgentíssimas, como por exemplo, a necessidade de alteração da Lei de Responsabilidade Fiscal que hoje é um entrave para a melhoria das condições de trabalho e de salário dos professores e funcionários de escolas.

Apesar de a educação ter recursos próprios, estes muitas vezes não podem ser aplicados em aumentos salariais em virtude da referida Lei. Se esta não for alterada, os novos recursos que virão em todo país com a aprovação do Plano Nacional da educação não se materializarão em melhorias salariais para os educadores. Assim, a tal propalada política do cafezinho (negociação constante com os governantes nos marcos existentes que não levam à s mudanças substantivas nas nossas condições de trabalho) precisa urgentemente ser superada.

Nossa chapa APP Independente, democrática e de luta propõe um salto de qualidade na organização sindical dos trabalhadores em educação do Paraná.

Precisamos de uma APP forte, democrática e com condições de estabelecer um diálogo mais efetivo com o conjunto da sociedade para diminuir a distância entre o discurso da importância da educação e a realidade que vivemos na escola e na política educacional de nosso estado e de nosso mais. Para tanto, precisamos um sindicato mais plural e independente de partidos e governos.

A independência que defendemos não é em relação a projetos de sociedade, mas sim a partidos e governos. Não temos nada contra a militância partidária. Muito pelo contrário. Achamos salutar que nossos dirigentes e integrantes da categoria tenham militância em partidos. Eu, aliás, já fui candidato e tenho filiação partidária.

Entendo a importância dos trabalhadores terem representação nos espaços legislativos e executivos. Porém, temos que diferenciar o que é organização partidária e o que é a organização da categoria. O sindicato é uma frente de trabalhadores e trabalhadoras organizados com o objetivo de construir relações de trabalho e sociais mais justas.

Este é um momento de ousadia. Nossa categoria não pode simplesmente ficar lutando para o cumprimento de Leis ou por reajustes pontuais. à‰ nossa profissão que está em perigo. A partir da categoria, a APP precisa discutir a reformulação do modelo de escola que temos, que é o mesmo há mais de 50 anos. Este modelo tem deixado o conhecimento em segundo plano.

Precisamos ousar na construção de um novo modelo escolar. Precisamos discutir com seriedade as rotinas escolares, a organização do calendário e da matriz curricular.

O sindicato não pode ficar alheio à  realidade do professor no chão da escola.

Nos países que hoje ostentam os melhores índices de qualidade da educação são visíveis as políticas sólidas de valorização dos trabalhadores em educação. Nestes, o discurso da importância da educação é materializado em políticas de reconhecimento social da importancia do trabalho dos professores e funcionários. Nós também precisamos trilhar este caminho.

Por tudo isto, para garantir de fato a valorização que nossa categoria merece, nós resolvemos, após uma série de debates em todo o estado, construir uma chapa para concorrer à  direção estadual da APP, e na maioria dos n Leia mais

25 de agosto de 2014
por Esmael Morais
47 Comentários

Eleição na APP-Sindicato põe em xeque a política do cafezinho!

Cerca de 70 mil educadores estão aptos a votar no próximo dia 10 de setembro para escolher a nova direção da APP-Sindicato (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Paraná), a maior entidade sindical do estado, que tem cerca de 100 mil trabalhadores na base. A expectativa é que ao menos 35 mil associados compareçam à s urnas eletrônicas que serão instaladas nas 2,1 mil escolas da rede pública.

Portanto, daqui a duas semanas professores, pedagogos, funcionários e aposentados das escolas vão dizer se querem interromper ou continuar a política do cafezinho! da atual gestão da APP, cujo grupo está no poder! há 21 anos. O mandato na entidade é de três anos.

Disputam a poderosa APP-Sindicato três chapas que são encabeçadas pelos seguintes professores: Hermes Silva Leão, da Chapa 1, ligado à  ex-presidente Marlei Fernandes, que concorre à  secretaria de Finanças e, concomitantemente, a uma vaga de deputada federal pelo PT; Professor Paixão, da Chapa 2, que se diz oposição à  atual direção; e professora Marcia Farherr, ligada ao PSTU, que lidera a Chapa 3.

Devido ao racha na CUT (Central Única dos Trabalhadores), que apresentou as chapas 1 e 2, a hegemonia da política do cafezinho! ficou em xeque. Professor Paixão se coloca como oposição, prometendo modernizar a gestão da APP, valorizar os aposentados e os professores PSS (não efetivo).

A política do cafezinho! ficou consagrada na atual gestão da APP-Sindicato, liderada pela Professora Marlei, que, em várias oportunidades, titubeou diante de sucessivos calotes do governo Beto Richa (PSDB) na categoria. Além disso, o fato de o gabinete do ex-secretário da Educação, vice-governador Flávio Arns (PSDB), ter sido palco de intermináveis reuniões regadas a bons cafezinhos, por mais de três anos, que se provaram improdutivas para o conjunto dos educadores paranaenses. Foi preciso uma greve para que houvesse alguns poucos avanços.

Por outro lado, a Chapa da Marlei!, como é conhecida a Chapa 1! entre os educadores, defende a permanência no comando da APP prometendo mais condições de trabalho e mais respeito aos trabalhadores da educação!.

Na próxima sexta-feira, dia 29, os educadores vão à s ruas para comemorar antecipadamente o 30 de Agosto!, que este ano cai no sábado. Mais do que dar uma sapecada! no senador àlvaro Dias (PSDB), que luta pela reeleição, as três chapas farão um teste de popularidade de seus líderes nas ruas de Curitiba. A marcha sairá da Praça Santos Andrade (UFPR), à s 9 horas, rumo ao Palácio Iguaçu.

Abaixo, veja quem é quem nas três chapas inscritas:

http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2014/08/chapas_app_sindicato.pdf

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23 de abril de 2014
por Esmael Morais
64 Comentários

Richa jura que “tempo da truculência” acabou no Paraná, mas educadores em greve dizem outra coisa

Governador Beto Richa, em discurso a supermercadistas, ontem em Pinhais, afirmou que as épocas de truculência acabaram" no Paraná; tucano se referia ao antecessor e senador Roberto Requião, sem citá-lo nominalmente; entretanto, o discurso do tucano estava descolado da realidade, pois, a 7 km do local que ele estava, a SEED disparava e-mails ameaçando de demissão professores PSS que entraram em greve; "As ameaças deram mais combustível para a greve", disse Luiz Paixão, o Professor Paixão, diretor de Comunicação da APP-Sindicato.

Governador Beto Richa, em discurso a supermercadistas, ontem em Pinhais, afirmou que as épocas de truculência acabaram” no Paraná; tucano se referia ao antecessor e senador Roberto Requião, sem citá-lo nominalmente; entretanto, o discurso do tucano estava descolado da realidade, pois, a 7 km do local que ele estava, a SEED disparava e-mails ameaçando de demissão professores PSS que entraram em greve; “As ameaças deram mais combustível para a greve”, disse Luiz Paixão, o Professor Paixão, diretor de Comunicação da APP-Sindicato.

O governador Beto Richa (PSDB) participou ontem à  tarde, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba, da abertura da 33!ª Mercosuper (Feira e Convenção Paranaense de Supermercados). No evento, o tucano esqueceu as contumazes críticas ao governo federal para atacar o senador Roberto Requião (PMDB) — a bola da vez da artilharia tucana — seu virtual adversário na disputa pelo Palácio Iguaçu. ... 

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29 de março de 2014
por Esmael Morais
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Professores definem neste sábado início de greve no Paraná; acompanhe a assembleia ao vivo

Educadores decidem na manhã deste sábado (29), em Curitiba, data do início para a greve por tempo indeterminado nas 2,1 mil escolas paranaenses; movimento é contra calotes que governo Richa e Arns aplicou na categoria nos últimos 3 anos; paralisação de cem mil profissionais do magistério afetará as aulas de 2,3 milhões de alunos; assembleia de hoje poderá colocar fim à  "política do cafezinho" da APP-Sindicato; leitor deste blog soube da deflagração da greve em primeira mão; acompanhe online a transmissão da assembleia de professores e funcionários.

Educadores decidem na manhã deste sábado (29), em Curitiba, data do início para a greve por tempo indeterminado nas 2,1 mil escolas paranaenses; movimento é contra calotes que governo Richa e Arns aplicou na categoria nos últimos 3 anos; paralisação de cem mil profissionais do magistério afetará as aulas de 2,3 milhões de alunos; assembleia de hoje poderá colocar fim à  “política do cafezinho” da APP-Sindicato; leitor deste blog soube da deflagração da greve em primeira mão; acompanhe online a transmissão da assembleia de professores e funcionários.

A APP-Sindicato aprovou ontem (28), em seu Conselho Estadual, indicativo de greve dos professores e funcionários das 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná. Neste sábado (29), a partir das 9 horas, na Sociedade Morgenau, em Curitiba, uma assembleia da categoria decide a data em que o movimento será deflagrado. Será o fim da “política do cafezinho” adotado há três anos pela entidade na relação com o governo de Beto Richa (PSDB) e o vice Flávio Arns (PSDB), que acumula a Secretaria de Estado da Educação (SEED).  ... 

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28 de março de 2014
por Esmael Morais
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Vai ter greve de educadores? Professor Paixão “afrouxou o sutiã”

Este blogueiro conversou ontem pela manhã com o sindicalista Luiz Paixão, também conhecido como Professor Paixão, sobre a assembleia dos educadores que acontecerá amanhã (sábado, 29). O diretor de Comunicação da APP-Sindicato, categoricamente, afirmou que a deflagração da greve na categoria seria “inevitável” e que só havia dúvidas sobre a data para o início do movimento paredista que seriam dirimidas hoje em reunião do Conselho da APP (clique aqui para relembrar).

Pois bem, pelo Facebook, no começo da noite de ontem fui surpreendido com a marcha à  ré de Paixão. Ele voltou atrás. “Afrouxou o sutiã”, como se diz por aí.

“No entanto, em nenhum momento afirmei que a greve estaria decretada. Deixei muito evidente que a decisão, como sempre caberia a Assembleia Estadual”, anotou o diretor da APP-Sindicato, admitindo a conversa comigo, depois de cobrado internamente pelos colegas de entidade.

Professores e funcionários de escolas da rede pública do estado vão à  assembleia de amanhã, na Sociedade Morgenau, em Curitiba, sem saber ainda qual a proposta da APP-Sindicato: se continua com a “política do cafezinho” ou se propõe a greve como forma de luta pela educação.

No jogo da disputa pelo comando da APP-Sindicato, que vai à s urnas em setembro próximo, movimentam-se possíveis quatro chapas (clique aqui). Por isso são tensas as relações internas e externas dos diretores da entidade. Quem errar menos fica com o troféu, ou seja, assumirá a presidência do sindicato mais forte do Paraná do ponto de vista de mobilização e poder de fogo econômico.

A seguir, publico a íntegra da nota de esclarecimento de Professor Paixão:

Esclarecimentos sobre nota divulgada no blog do Esmael:

Greve dos professores e funcionários é inevitável!, confirma APP-Sindicato

Olá pessoal,

Hoje pela manhã atendi uma rápida ligação telefônica do blogueiro Esmael sobre a situação de fechamento de uma escola da Educação de Jovens e Adultos em Londrina. O blogueiro disse que tinha em mãos um Decreto do governo que determinava o fechamento da escola.

Indagou a mim se estava ocorrendo fechamentos de outras escolas de EJA pelo estado. Afirmei que iria confirmar a informação. Já no fim da conversa, o mesmo perguntou qual era a minha expectativa para a Assembleia da categoria que acontecerá neste sábado. Disse a ele que havia um grande descontentamento da categoria com o não atendimento do governo à  várias reivindicações importantes. E que este quadro, estava levando a categoria a discutir a definição de greve. Disse ainda que, na minha opinião, haveria um grande debate sobre o momento mais adequado para a deflagração da greve.

No entanto, em nenhum momento afirmei que a greve estaria decretada. Deixei muito evidente que a decisão, como sempre caberia a Assembleia Estadual.

Lamento, que alguns “desavisados de plantão” tentem associar ou levar esta reportagem para o campo das eleições da APP-Sindic Leia mais

27 de março de 2014
por Esmael Morais
48 Comentários

“Greve dos professores e funcionários é inevitável”, confirma APP-Sindicato

Este blogueiro entrevistou na manhã desta quinta-feira, 26, o diretor de comunicação da APP-Sindicato, Luiz Paixão, sobre a assembleia geral dos educadores neste sábado, dia 29, a partir das 9 horas, na Sociedade Morgenau, em Curitiba.

Professor Paixão, como é conhecido o líder sindical, confirmou que a categoria vai aprovar greve por tempo indeterminado, mas disse que ainda há um dilema sobre a data para deflagrar o movimento nas 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná.

“A greve dos professores e funcionários é inevitável porque o governo Beto Richa não nos deixou alternativa”, afirmou Paixão, que espera cerca de mil educadores de todo o estado na assembleia de sábado.

O leitor deste blog soube da disposição de os educadores paranaenses entrar em greve, em primeira mão, no dia 19 de março quando esta página relatou sobre o fracasso da “política do cafezinho” da APP-Sindicato (clique aqui para relembrar).

A última greve da educação ocorrida no Paraná foi em 2000, ainda no governo Jaime Lerner. Antes dessa houve a de 1988, no governo àlvaro Dias, hoje senador da República.

Flávio Arns deixará a SEED e pode escapar da greve

Na segunda-feira, 24, este blog também mostrou em primeira mão que o vice-governador Flávio Arns (PSDB) deixará o comando da Secretaria de Estado da Educação (SEED) para disputar as eleições de outubro. Ele tem até 5 de abril para se desincompatibilizar do cargo, caso contrário fica inelegível para concorrer à  Assembleia Legislativa ou mesmo à  reeleição de vice (clique aqui).

Diferente de 2010, quando o então candidato Beto Richa (PSDB) antecipou o nome de Arns para a Educação, visando conter boatos de que o senador àlvaro Dias assumiria a pasta, em 2014 dificilmente o governador o confirmará na vice, na chapa de reeleição, ou mesmo na SEED, caso seja reeleito.

Fato concreto é que, se a APP-Sindicato deflagrar a greve somente a partir de 7 de abril, Arns escapará incólume do desgaste que um movimento desse causa ao titular da Educação. Segundo uma fonte do blog no Palácio do Iguaçu, o vice deverá ser substituído na SEED pelo também tucano Paulo Schimidt.

Promessas não cumpridas pela dupla Arns/Richa

A própria presidenta da APP-Sindicato, Marlei Fernandes, após reunião no Palácio Iguaçu, na tarde do último dia 19, reconheceu que não houve avanço em nenhuma pauta da categoria. O comunicado da líder sindical, ao subir no caminhão de som, concomitante com um discurso do deputado Professor Lemos (PT), na Assembleia, deu a senha para o início do movimento paredista.

A pauta de reivindicações da APP-Sindicato consiste:

* Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN);
* 33% de hora-atividade;
* Reajuste real para os funcionários;
* Porte das Escolas (fechamento de turmas);
* Fim da liberação do QPPE à  disposição de secretarias;
* Falta de Instrução sobre a Educação de Jovens e Adultos (EJA);
* Corte do auxílio-transporte dos educadores em licença médica;
* Divulgação resultado do Concurso do Magistério;
* Efetivação da hora-aula para professores da Educação Especial;
* Agilidade nas liberações dos educadores que tiveram seus pedidos de afasta Leia mais

7 de fevereiro de 2014
por Esmael Morais
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Azedou o cafezinho: Educadores prometem “arrepiar” governo Richa

Professor Paixão, da APP-Sindicato, denuncia terrorismo e ilegalidade cometidos pelos tucanos Arns e Richa, que descumprem a Lei Nacional do Piso; entidade do magistério reclama implantação de 33% da hora-atividade e pagamento de R$ 100 milhões atrasados relativos a avanços e promoções da categoria; cansados de tanto calote do governo do PSDB, educadores afirmam que vão abandonar a política do cafezinho para implantar, na marra, a hora-atividade nos dias 11, 19, 27 de fevereiro e 07 de março; portanto, o ano letivo no Paraná começará em clima de guerra.

Professor Paixão, da APP-Sindicato, denuncia terrorismo e ilegalidade cometidos pelos tucanos Arns e Richa, que descumprem a Lei Nacional do Piso; entidade do magistério reclama implantação de 33% da hora-atividade e pagamento de R$ 100 milhões atrasados relativos a avanços e promoções da categoria; cansados de tanto calote do governo do PSDB, educadores afirmam que vão abandonar a política do cafezinho para implantar, na marra, a hora-atividade nos dias 11, 19, 27 de fevereiro e 07 de março; portanto, o ano letivo no Paraná começará em clima de guerra.

A APP-Sindicato (Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Paraná), entidade que representa cerca de 100 mil professores e educadores de 2,1 mil escolas no estado, por meio de nota, em seu site, acusa o governo Beto Richa de promover terrorismo contra a categoria.  ... 

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3 de fevereiro de 2014
por Esmael Morais
76 Comentários

Governo Richa dá novo aumento de 30% a comissionados e revolta educadores no PR

Em 6 de janeiro de 2014, através do decreto 9865, na surdina, o governador Beto Richa (PSDB) autorizou o pagamento da “gratificação de encargos especiais” será paga em valor fixo, de acordo com a simbologia do cargo ou função, tendo como base a tabela vigente, acrescida de trinta por cento para os cargos de simbologia DAS!, C! ou “Função”. A traquinagem só veio a público nesta segunda-feira (3), depois que uma leva de decretos foi publicada no Diário Oficial do Estado com data retroativa.

Na prática, o reajuste 30% para os ocupantes de cargos em comissão vai na contramão do discurso da austeridade e do respeito ao limite Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) — que foi a base do argumento do governador para dizer que não teria como pagar R$ 100 milhões atrasados à  valores de avanços na carreira (progressões e promoções) em atraso há vários meses, bem como a implantação de 33% da hora-atividade nas escolas.

“Em cada escola temos educadores descontentes com o calote dado pelo governo. E aí, em um toque de mágica, o governador assina um reajuste de 30% para cargos comissionados. à‰ grande a revolta entre professores e funcionários da rede pública estadual”, desabafou Professor Paixão, diretor de Comunicação da APP-Sindicato, em sua página pessoal.

Na manhã desta segunda-feira (3), Richa foi vaiado depois de pronunciamento exibido nas 2,1 mil escolas da rede pública estadual na abertura da Semana Pedagógica. Na palestra à  distância, o tucano atribuiu o calote do governo estadual nos educadores e o descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, o que implica no não pagamento de R$ 100 milhões devidos à  categoria, à  falta de repasses de verbas federais (clique aqui para relembrar).

Já pela tarde de hoje, na Assembleia Legislativa, foi a vez do vice-governador e secretário Educação, Flávio Arns (PSDB) ser alvo de vaias. Ele fazia o balanço dos três anos de gestão do governo do PSDB. As estridentes manifestações contrárias das galerias, formadas por funcionários públicos, o impediu de prosseguir a leitura do discurso (clique aqui para ouvir o áudio).

Richa privilegia comissionados

Pelo histórico, o governador prefere os servidores de confiança aos de carreira do estado. Em outubro de 2011, o tucano concedeu aumento de até 128% a esses funcionários que não precisam de concurso para ingressar na máquina pública. Em contrapartida, na época, os professores tiveram apenas reajustes em duas parcelas de 2,83% (clique aqui para relembrar).

Além desse aumentão para os cargos de livre nomeação, Richa também inchou a máquina autorizando 140 novas nomeações no final de 2012 (clique aqui) e pelo menos outros 30 na Sanepar (clique aqui).

Em outubro do ano passado, depois de ultrapassar o limite da LRF, Richa anunciou extinção de dois mil cargos em comissão (clique aqui para relembrar), mas, pelo jeito, continua tudo como dante Leia mais

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