1 de março de 2016
por Esmael Morais
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Volta às aulas aos 10 meses do massacre do Centro Cívico

Teve início nesta segunda-feira (29) o ano letivo de 2016 nas 2100 escolas públicas estaduais do Paraná. A data coincidiu com a passagem de 10 meses do massacre do Centro Cívico, em que o governador Beto Richa (PSDB) ordenou um pesado ataque contra os professores e servidores públicos que protestavam em frente a Assembleia Legislativa do Paraná.

A data foi marcada por abraços simbólicos de professores, estudantes e funcionários a diversas escolas por todo o Estado. A mobilização puxada pela APP-Sindicato causou bastante impacto nas redes sociais sob a hashtag #‎escolapublicaeudefendo‬.

E a realidade encontrada pelos estudantes e educadores neste recomeço não foi das melhores, mostrando que 2016 será um ano difícil, e de muita luta. Já há casos de falta de merenda, com diretores de escola reclamando que só receberam suco, e de péssima qualidade.

Em muitas escolas, a condição das instalações é péssima, tendo sida agravada pela corrupção no governo Beto Richa. Em razão dos desvios revelados pela Operação Quadro Negro do Gaeco, todas as obras de construção e reforma foram paralisadas e passam por au Leia mais

15 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
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Falta de merenda e obras suspensas vão tumultuar início do ano letivo de 2016, denuncia APP-Sindicato

O ano letivo de rede pública estadual de ensino do ano 2016 terá início dentro de duas semanas, no próximo dia 29 de fevereiro. Nos dias 22, 23 e 24 haverá a semana pedagógica, e os dias 25 e 26 estão reservados para planejamento escolar. Também no próximo dia 22, tomam posse os diretores e diretoras eleitos no ano passado.

Mas as escolas estão em pleno funcionamento desde o começo de fevereiro, por conta da reposição das aulas das duas greves dos professores e servidores ocorridas no ano passado.

O Blog do Esmael conversou com a professora Walkíria Olegário Mazeto, Secretária Educacional da APP-Sindicato, para saber como está a situação das mais de duas mil escolas estaduais para esse recomeço.

Sobre a distribuição das aulas, Walkíria afirmou que persiste o problema do fechamento de turmas por parte do governo, grande parte em escolas do campo e de formação profissional. O fechamento de turmas ocorre em cascata, sempre reduzindo o número de turmas iniciais. A secretária informou que o número de turmas fechadas é menor que nos anos anteriores, e que a APP vem recorrendo à SEED para a manutenção das turmas.

Sobre a merenda, o governo do estado publicou o edital para compra dos alimentos para 2016 somente no final da semana passada. Este atraso deverá causar falta de comida nas escolas nos primeiros meses.

Além disso, o estado reduziu ao mínimo da lei a aquisição de produtos da agricultura familiar dando preferência a compra dos grandes produtores. Essa opção, apesar de econômica, causa forte impacto nos pequenos municípios, além de prejudicar a qualidade da merenda.

Sobre a situação física das escolas a realidade é bastante preocupante. Devido aos desvios de recursos para construção e reformas de escolas estaduais, investigados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), na operação Quadro Negro, todas as reformas e construções de escolas estaduais foram suspensas e passam por auditoria.

O resultado é dramático, pois os recursos são federais e o dinheiro têm prazo para ser utilizado. Caso contrário o dinheiro tem que ser devolvido. As obras demoram mais de um ano para serem aprovadas, pois os processos tramitam em diversos órgão federais. Ou seja, a corrupção no governo Beto Richa (PSDB) está causando um prejuízo que vai muito além do dinheiro desviado.

Professora Walkíria citou o caso de uma escola em Ponta Grossa na qual as aulas são ministradas numa quadra esportiva e as t Leia mais

25 de fevereiro de 2014
por Esmael Morais
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Professores denunciam: falta merenda para as crianças nas escolas do Paraná

As panelas das merendeiras das escolas estão vazias no Paraná; aliás, faltam as próprias merendeiras nos estabelecimentos de ensino público; essas denúncias são dos professores, através de Marlei Fernandes, presidente da APP-Sindicato, que nesta terça (25) foi à  TV contar essa triste história; caos na educação se completa com o fechamento de salas de aula e suspensão do programa de formação docente por meio do PDE; falta de sensibilidade social e coração de pedra do governo do PSDB chamam a atenção. No ano passado, Richa deixou faltar leite para as crianças ao dar calote nos pequenos produtores. No entanto, o tucano antecipou parte dos R$ 600 milhões que torra em propaganda.

As panelas das merendeiras das escolas estão vazias no Paraná; aliás, faltam as próprias merendeiras nos estabelecimentos de ensino público; essas denúncias são dos professores, através de Marlei Fernandes, presidente da APP-Sindicato, que nesta terça (25) foi à  TV contar essa triste história; caos na educação se completa com o fechamento de salas de aula e suspensão do programa de formação docente por meio do PDE; falta de sensibilidade social e coração de pedra do governo do PSDB chamam a atenção. No ano passado, Richa deixou faltar leite para as crianças ao dar calote nos pequenos produtores. No entanto, o tucano antecipou parte dos R$ 600 milhões que torra em propaganda.

A presidenta do Sindicato dos Professores do Paraná (APP-Sindicato), Marlei Fernandes, nesta terça (25), foi televisão denunciar algo muito grave: falta merenda para as crianças das escolas da rede pública do estado. ... 

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