1 de março de 2016
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Coluna do Enio Verri: 36 anos do PT, um partido que não foge à luta

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Enio Verri*

Contra aqueles que torcem pelo fim do Partido dos Trabalhadores, o PT completa 36 anos, de muita história, conquistas e avanços para todos os brasileiros. Uma vida repleta de lutas e batalhas contra o conservadorismo e as injustiças sociais que permeiam o Brasil desde sua colonização.

Fundado em 1980 e formado pela representação ampla de diferentes forças e setores sociais da sociedade – sindicatos, movimentos populares, intelectuais, etc –, a agremiação sempre será reconhecida pela sua importância e centralidade nos avanços sociais, fim da miséria e protagonismo brasileiro pelo mundo, mesmo contra a tentativa de criminalização.

Convivendo desde a sua origem com perseguições ideológicas, pessoais e acusações arbitrárias, o partido, que novamente sofre com o ódio seletivo, se renova e amplia seus quadros, reconhecendo as políticas de inclusão e desenvolvimento social que concederam dignidade a milhares de brasileiros e brasileiras.

Trata-se do partido, que ao lado de movimentos sociais, lutou pela redemocratização, igualdade e direito ao voto, tornando-se voz ativa no combate as injustiças em todas as esferas no País. Uma agremiação marcada pela sua contribuição intelectual e de mobilização popular.

Que mesmo sob críticas e preconceitos de grandes empresas midiáticas, mantêm-se combativo e protagonista nas principais conquistas dos trabalhadores, Leia mais

8 de fevereiro de 2016
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Coluna da Gleisi Hoffmann: As boas notícias do início de 2016

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Gleisi Hoffmann*

O preço que pagamos pela energia vai reduzir! É isso mesmo, a partir de março teremos, em média, 3% a menos na conta da luz. Pode parecer pouco, mas a aposta de grande parte do mercado é de que iria subir!

A taxa de juros não subiu! É verdade que ainda está muito alta, mas a avaliação majoritária era de que aumentaria meio ponto percentual. Mesmo não tendo sido uma decisão unânime do Banco Central, o indicativo que temos é de que não subirá no futuro. Espera-se, sinceramente, que comece um processo de redução.

O governo anunciou R$ 85 bilhões em crédito, que vão ajudar a animar a economia. Esse é um dinheiro que já está no mercado, não causará mais inflação e o juro será menor mesmo sem subsídio. São os recursos das ditas pedaladas fiscais, que a presidenta devolveu aos bancos públicos de uma só vez. Com isso, terão mais crédito a agricultura, microempresas, pequenas e médias empresas exportadoras. E não venha o mercado afirmar que não há demanda por crédito. Os bancos privados deixam de emprestar e quando o fazem, é com juros estratosféricos.

O dólar está estabilizando na casa dos R$ 4,00. Isso melhora a competitividade brasileira e faz nossa balança comercial permanecer positiva. Exportamos mais do que importamos.

Nossas reservas internacionais continuam a ser a sexta maior do mundo. São U$ 370 bilhões que protegem o país da especulação. Isso é o diferencial que temos diante de outras crises já enfrentadas pelo Brasil.

Vamos controlar a inflação este ano. A maioria dos analistas avalia que ficaremos perto da meta superior, cerca de 7%, mesmo com a alta deste início de ano, ligada ao reajuste das tarifas de ônibus, mensalidades escolares e preço de alguns alimentos.

As medidas de ajuste foram tomadas em 2015. Houve economia de mais de R$ 100 bilhões no orçamento, despesas foram reduzidas sem afetar os programas sociais. Muitas medidas foram discutidas e aprovadas pelo Congresso, aumentando receita e diminuindo despesas. O novo ministro da Fazenda também informou que colocará em dia o pagamento aos fornecedores de serviços e produtos prestados em convênios com a União.

E uma noticia interessante publicada foi de que as companhias aéreas bateram o recorde de passageiros no final de 2015. Nunca haviam transportado tantas pessoas como nessa temporada.

Apesar disso, a análise majoritária do mercado é de que o Brasil está em recessão, por ter queda no PIB pelo terceiro ano consecutivo, podendo cair mais em 2016 do que o previsto. A queda do PIB vai acontecer, já estava precificado. A economia internacional também vai sofrer reveses, atingindo parceiros importantes do Brasil, como China e Estados Unidos.

O que não pode continuar acontecendo é a apologia ao pessimismo e a desconfiança. Muitas medidas e muitas coisas foram feitas. Temo Leia mais

23 de novembro de 2015
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: O receituário do Paraná

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“Somos o que fazemos, mas somos, principalmente,
o que fazemos para mudar o que somos”

Eduardo Galeano

Luiz Cláudio Romanelli*

Havia mais de uma década que esperávamos pela notícia: Paraná quarto PIB nacional, a sexta renda per capita brasileira e a avaliação de 64 indicadores, da infraestrutura ao capital humano, lhe garante o status do segundo Estado mais competitivo do país.

Estatísticas e números, em ambientes técnicos, parecem frios, comuns, não empolgam, e se misturam a dura realidade em que o país atravessa: desaceleração da atividade econômica, inflação alta, consumo baixo, eliminação de postos de trabalho e a redução de investimento público e privado.

É um quadro recessivo e exatamente por essas condições que o caso do Paraná merece uma atenção mais destacada em relação à economia de outros estados e sobre quais ambientes que o conjunto das forças produtivas criou para construir essa referência que comumente a imprensa aponta como “na contramão da crise”.

De antemão, é sempre bom que se repita: o Paraná não é uma ilha que está passando ao largo da crise. O estado está enfrentando seus percalços e deve tomar as medidas necessárias, neste atual momento, para proteger a sua economia e o emprego do paranaense. Esse é um ponto muito importante que vai nortear a minha atuação parlamentar nos próximos meses.

Agora, antes de detalhar percentuais de PIB, escalas de renda per capita brasileira e até as avaliações do The Economist que apontam o bom momento da vida do paranaense, trago outro bom exemplo: o Governo do Estado vai pagar R$ 3,9 bilhões nos próximos 30 dias de três folhas de pagamento (novembro, 13º e dezembro) dos servidores estaduais.

Aos salários somam-se já os 3,45%, pagos em outubro, de reajuste acordado com os servidores. Nos salários de janeiro serão mais 10% de aumento – ou valor integral do IPCA. Isso contando já o pagamento de progressões, promoções e outros reajustes acordados com categorias diversas do funcionalismo estadual, como a do ensino superior, da educação básica  e da saúde.

Há vários estados – do mesmo ou menor porte que o Paraná (caso do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro, Sergipe, entre outros) que atrasam, parcelam e escalonam os salários dos servidores e que ainda procuram soluções para o pagamento do 13º. O próprio governo federal decidiu adiar para agosto de 2016, o pagamento do reajuste dos servidores federais previsto para janeiro próximo. A justificativa é que a situação econômica do país piorou e não há dinheiro suficiente no orçamento de 2016 para cumprir com os reajustes dos servidores e convocar os aprovados em concurso.

Diga-se: o Pa Leia mais

28 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Economia brasileira cresce 0,1% no terceiro trimestre

via Agência Brasil
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O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 0,1% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o período anterior. A soma do PIB no trimestre correspondeu a R$ 1,29 trilhão. No segundo trimestre, a economia brasileira caiu 0,6%. Os dados foram divulgados hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, a economia brasileira recuou 0,2%. No ano, o PIB acumula alta de 0,2%. Já no período de 12 meses, a taxa acumulada de crescimento é de 0,7%. Leia mais

11 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Argentina defende salário mínimo maior para promover crescimento

A chefe da delegação argentina na reunião ministerial de Trabalho e Emprego do G20 (grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia), Marta Novick, defendeu hoje (11), em Melbourne, na Austrália, o aumento do salário mínimo como estratégia de crescimento econômico e de garantia social.

A tese é a mesma defendida e aplicada pelo ex-presidente Lula na crise mundial de 2008, em que apostou no incentivo ao consumo. No Paraná, o ex-governador Requião fez a política de valorização do salário mínimo regional virar lei, garantindo sucessivos aumentos reais, agora combatidos pelos empresários via Fiep (Federação das Indústrias do Paraná).

O salário mínimo argentino, que teve este ano um aumento de 31%, figura como uma contribuição para a macroeconomia porque os recursos que chegam aos mais pobres traduzem-se em uma maior procura, produção e crescimento!, disse Marta Novick.

A reunião ministerial, que termina nesta quinta-feira, conta com a presença dos ministros do Trabalho e do Emprego dos países do G20, de representantes da União Europeia e das principais organizações internacionais, incluindo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Banco Mundial.

via Agência Brasil, com adendos.! 

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12 de março de 2014
por Esmael Morais
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Lula aconselha primeiro-ministro da Itália sobre crescimento econômico

do Brasil 247 Convidado do primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, para um almoço de avaliação do quadro político-econômico global, o ex-presidente Lula agiu rápido. Para angariar a simpatia do anfitrião, levou como presentes duas camisas da Seleção brasileira de futebol, tornando Renzi, mais jovem chefe de governo da história da Itália, um verdadeiro ‘tifosi’ (torcedor) do Brasil.

O primeiro-ministro italiano assumiu o governo há menos de um mês, com a missão de levar a Itália a superar a estagnação de sua economia. O exemplo brasileiro de políticas econômica anti-cíclicas chamou a atenção dele, que procurou obter de Lula informações mais detalhadas. A fórmula que o ex-presidente tem defendido para a retomada do crescimento econômico mundial passa pela ampliação das redes de proteção de social e estímulos ao consumo interno nos países.

Em nota distribuída ontem, o Instituto Lula fez um esclarecimento a respeito da entrevista do ex-presidente ao jornal La Repubblica:

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não afirmou que a defesa do emprego é mais importante que a inflação!, como foi atribuído a ele pelo jornal italiano La Repubblica. A declaração do ex-presidente Lula ao jornal foi a seguinte:

Nossos críticos querem que tenha um pouco de desemprego para poder melhorar a inflação. Eu não quero que tenha desemprego para melhorar a inflação. Eu quero melhorar a inflação com pleno emprego.!

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