16 de outubro de 2017
por esmael
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Romanelli: O silêncio complacente dos senhores do pato amarelo

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) critica o empresariado do “pato amarelo”, isto é, do sistema S, pela falta de coragem para apontar a existência de “frutos podres” entre seus pares. “Só os políticos vão pagar esse pato?”, questiona o parlamentar ao lembrar a propinas são pagas por empresários.

12 de dezembro de 2015
por esmael
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Richa enfrenta manifestação de empresários neste domingo 13

O governador Beto Richa (PSDB) será alvo de protesto neste domingo 13, em Curitiba, durante lançamento da campanha  “Não Vou Pagar o Pato” contra aumento de impostos. O evento às 10h30, na Boca Maldita, será coordenado pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep).

“Novamente os governantes recorrem ao aumento de impostos para cobrir rombos nos cofres públicos. Mas não vemos nenhum esforço efetivo da parte deles para cortar gastos desnecessários e aplicar o dinheiro público com mais eficiência e transparência”, disse Edson Campagnolo, presidente da Fiep.

Além do tucano, a presidente Dilma Rousseff (PT) também está no radar das críticas do empresariado paranaense. Eles são contra a criação e aumento de impostos e a volta da CPMF, que tramita no Congresso Nacional.

A Fiep levará um pato inflável de 12 metros de altura à manifestação de amanhã, onde serão distribuídos folhetos, adesivos, “patecos”, e também será feita a coleta de assinaturas.

19 de setembro de 2015
por esmael
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PIB do Paraná vaia governo Beto Richa na posse da Fiep; empresários aplaudem de pé Alvaro Dias

campagnolo_fiep_richaO governador Beto Richa (PSDB), por meio de seu preposto Eduardo Sciarra (PSD), chefe da Casa Civil, recebeu ontem (18) à noite, na posse da diretoria da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), uma ensurdecedora e consistente vaia.

Nunca antes em 70 anos de história da entidade houve vaia para um governador do estado. Tampouco houve desprezo coletivo de tantos engravatados ao mesmo tempo.

“Foi muito demorada, foi uma eternidade para quem estava no palco”, relatou ao Blog do Esmael um dos convidados à mesa de abertura. “Acho que nem a vaia no Atletiba deste domingo será maior”, ironizou.

O PIB paranaense apupou Richa por causa do “pacote de maldades 3”, que tramita na Assembleia Legislativa do Paraná. Sciarra tentou defender o governador afirmando que é preciso equilibrar receita e despesa, mas, não teve jeito, pois, os “coxinhas” não perdoaram o tucano.

12 de setembro de 2015
por admin
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Coluna do Jorge Bernardi: O crime compensa? Que o digam os empresários da Lava Jato

Bernardi_PF

Em sua coluna deste sábado, o vereador Jorge Bernardi (PDT) analisa as possíveis punições e acordos de delação feitos pelos empreiteiros envolvidos em corrupção na Operação Lava Jato da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Justiça Federal. Segundo Bernardi, o esquema de corrupção na Petrobras e outras áreas do governo causou grandes danos à economia nacional, mas para boa parte dos envolvidos as penas deverão ser brandas. Leia, ouça, comente e compartilhe o texto abaixo:

2 de Abril de 2014
por esmael
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André Vargas rebate denúncias e sugere regulação de lobby na Câmara

André Vargas pediu desculpas por sua falha e sugeriu que o lobby seja regulado na Câmara. Ele disse que é normal, na Casa, deputados receberem empresários e prefeitos que têm interesse em projetos no governo federal; petista admitiu que, em relação ao avião, cometeu equívoco! e foi imprudente!; segundo o parlamentar, não há lei que proíba isso. "Já recebi vários [prefeitos e empresários], assim como os demais deputados".

André Vargas pediu desculpas por sua falha e sugeriu que o lobby seja regulado na Câmara. Ele disse que é normal, na Casa, deputados receberem empresários e prefeitos que têm interesse em projetos no governo federal; petista admitiu que, em relação ao avião, cometeu equívoco! e foi imprudente!; segundo o parlamentar, não há lei que proíba isso. “Já recebi vários [prefeitos e empresários], assim como os demais deputados”.

O vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR), nesta quinta (2), admitiu em discurso da tribuna que cometeu um “equívoco” e foi “imprudente” ao viajar, no começo em janeiro de 2014, em um avião do empresário Alberto Youssef, preso em março pela Polícia Federal sob a acusação de movimentar cerca de R$ 10 bilhões em lavagem de dinheiro. Leia mais

13 de novembro de 2013
por esmael
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Marina seduz empresários e convoca ‘black blocs’ de volta à s ruas

com Brasil 247Provável candidata à  vice-presidência na chapa do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, a ex-senadora Marina Silva (PSB) tem reunido empresários a fim de articular uma dura crítica contra a gestão econômica da presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2014. Influentes nomes já davam apoio à  ex-ministra de Lula durante o processo de criação de seu partido, a Rede Sustentabilidade, e agora acompanham Marina em seu novo projeto.

Nesta terça-feira, ela organizou um café da manhã, com o apoio do Itaú, reunindo um grupo de pesos pesados de diversos setores da economia: Roberto Setubal, do Itaú, Candido Bracher, do banco de atacado Itaú BBA, Abilio Diniz, presidente do conselho da BRF, Fábio Ermirio de Moraes, da Votorantim, Carlos Pires, presidente da rede de farmácias Drogasil, Waldemar Verdi, da Rodobens, Daniel Feffer, da Suzano, e Rubens Ometto, da Cosan.

Um dos maiores sinais de insatisfação do empresariado contra Dilma foi a informação, da jornalista Mônica Bergamo, de que Abilio Diniz, considerado um dos empresários mais próximos ao Planalto, teria se afastado do governo. Do outro lado, a presidente estaria atendendo a diversas demandas dos empresários. Somadas, medidas como a redução da energia e a desoneração da folha de pagamento teriam dado um gasto de R$ 110 bilhões ao governo.

Em recentes reuniões e seminários com importantes presidentes de companhias, Marina Silva tem acusado Dilma de desmontar o tripé econômico !“ superávit fiscal, câmbio flutuante e metas de inflação !“ agenda do ex-presidente FHC, algo que pode impactar nos investimentos em programas sociais. As críticas tanto de Marina quanto dos próprios empresários têm irritado a presidente, que deu declarações rebatendo o discurso da ex-senadora.

Em paralelo, Marina organiza novas manifestações no ano que vem, segundo ela, para “recolocar as coisas em seu devido lugar”. Em Londrina, no Paraná, ela disse contar com um ressurgimento dos protestos de rua para que a eleição não seja discutida apenas entre PT e PSDB. “Tenho certeza de que as mobilizações de junho vão ressurgir colocando as coisas no seu devido termo”, disse. Declaração sugere que os atos organizados em junho — e depois pelos ‘black blocos’ — tiveram exclusivamente a intenção de tirar o PT do comando.

Pedro Piccolo Contesini, membro da Comissão Executiva Nacional da Rede Sustentabilidade, partido que Marina tentava criar, foi um dos líderes dos atos de vandalismo que chocaram o país no dia 20 de junho, quando o Itamaraty foi depredado em Brasília (clique aqui para relembrar).