18 de Março de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Temer mobiliza Itamaraty para conter pressão internacional após assassinato de Marielle

Temer mobiliza Itamaraty para conter pressão internacional após assassinato de Marielle

O governo golpista de Temer, com a imagem bastante desgastada no exterior, mobilizou o Itamaraty para conter a forte pressão recebida pelo país depois do brutal assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. As manifestações ocorridas em Paris e Berlim neste fim de semana, as decisões do Parlamento Europeu, OEA, Parlatino e a visita de relatores da ONU, nos próximos dias, exigindo rapidez e transparência nas investigações deixaram o governo na defensiva no front externo. Leia mais

8 de outubro de 2014
por esmael
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à‰ dando que se recebe: Aécio oferece comando do Itamaraty à  Marina em troca de apoio no 2!º turno

via Luiz Nassif/GGN

O jornalista Kennedy Alencar (SBT) cravou em seu blog que assessores de Aécio Neves (PSDB) foram enviados até a ex-ministra Marina Silva (PSB) para convidá-la a ser a futura titular do Ministério das Relações Exteriores. A oferta faz parte da negociação de Aécio pelo apoio de Marina no segundo turno da eleição presidencial contra Dilma Rousseff (PT).

Kennedy destacou que Marina é conhecida internacionalmente, o que lhe daria legitimidade para comandar o Itamaraty. Além disso, ambos compartilham de algumas ideais sobre a política exterma. “Com Aécio e Marina, o Itamaraty daria menos foco ao Mercosul, e tentaria negociar mais com os Estados Unidos e a União Europeia”, analisa o jornalista.

à‰ destaque na imprensa escrita nesta terça-feira (7) que Marina acenou a Aécio, mas em contrapartida, quer que o tucano assuma o compromisso de acabar com a reeleição. Na visão de Kennedy Alencar, Aécio pode até mexer alguns pauzinhos pela medida, mas será “complicado” ver o senador não querer tentar a reeleição. “Uma vez na cadeira, com a possibilidade de ser candidato à  reeleição, é difícil abrir mão”.

12 de agosto de 2014
por esmael
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Israel pede desculpas por chamar Brasil de “anão diplomático”

O presidente eleito de Israel, Reuven Rivlin, conversou por telefone na segunda-feira (11/08) com a presidente Dilma Rousseff e lhe pediu desculpas pelas declarações realizadas por um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores que rotulou o país de “anão diplomático”. “Na conversa dos dois mandatários, o chefe de Estado israelense apresentou desculpas pelas recentes declarações do porta-voz de sua Chancelaria em relação ao Brasil. Esclareceu que as expressões usadas por esse funcionário não correspondem aos sentimentos da população de seu país em relação ao Brasil”, afirma o Palácio do Planalto em nota divulgada à  imprensa.

No último mês de julho, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, em entrevista ao jornal The Jerusalem Post, qualificou o Brasil de “anão diplomático” por criticar a ofensiva israelense e considerar “desproporcional” o uso da força de Israel na Faixa de Gaza. De acordo com o Planalto, durante a conversa telefônica “foi evocada a grave situação atual da Faixa de Gaza” e Rivlin afirmou que “o país estava defendendo-se dos ataques com mísseis que seu território vinha sofrendo”.

Dilma transmitiu ao presidente do Estado de Israel que o governo brasileiro “condenara e condena ataques a Israel, mas que condena, igualmente, o uso desproporcional da força em Gaza, que levou à  morte centenas de civis, especialmente mulheres e crianças”. A presidente reiterou a posição do Brasil em todos os foros internacionais em defesa “da coexistência entre Israel e Palestina, como dois Estados soberanos, viáveis economicamente e, sobretudo, seguros”.

Segundo o comunicado, Dilma enfatizou que a “crise atual não poderá servir como pretexto para qualquer manifestação de caráter racista, seja em relação aos israelenses, seja em relação aos palestinos”. Além disso, a presidente também manifestou sua esperança que “a continuidade do cessar-fogo e as negociações atuais entre as partes possam contribuir para uma solução definitiva de paz na região”.

Pedido de desculpas ridiculariza críticos da imprensa

O telefonema de Riulin mostra com precisão o ridículo dos críticos brasileiros que fizeram coro com o porta-voz israelense. Para azar de quem levou o anão diplomático! a sério, a atitude do presidente de Israel deixa claro que era uma definição menor, de um funcionário sem qualificação para emitir conceitos em nome do governo, alguma coisa que se poderia chamar de gafe! !” o que torna ainda mais curioso que tenha sido aceita e divulgada com tanta facilidade.

Via Opera Mundi, com informações do Blog de Paulo Moreira Leite

13 de novembro de 2013
por esmael
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Marina seduz empresários e convoca ‘black blocs’ de volta à s ruas

com Brasil 247Provável candidata à  vice-presidência na chapa do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, a ex-senadora Marina Silva (PSB) tem reunido empresários a fim de articular uma dura crítica contra a gestão econômica da presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2014. Influentes nomes já davam apoio à  ex-ministra de Lula durante o processo de criação de seu partido, a Rede Sustentabilidade, e agora acompanham Marina em seu novo projeto.

Nesta terça-feira, ela organizou um café da manhã, com o apoio do Itaú, reunindo um grupo de pesos pesados de diversos setores da economia: Roberto Setubal, do Itaú, Candido Bracher, do banco de atacado Itaú BBA, Abilio Diniz, presidente do conselho da BRF, Fábio Ermirio de Moraes, da Votorantim, Carlos Pires, presidente da rede de farmácias Drogasil, Waldemar Verdi, da Rodobens, Daniel Feffer, da Suzano, e Rubens Ometto, da Cosan.

Um dos maiores sinais de insatisfação do empresariado contra Dilma foi a informação, da jornalista Mônica Bergamo, de que Abilio Diniz, considerado um dos empresários mais próximos ao Planalto, teria se afastado do governo. Do outro lado, a presidente estaria atendendo a diversas demandas dos empresários. Somadas, medidas como a redução da energia e a desoneração da folha de pagamento teriam dado um gasto de R$ 110 bilhões ao governo.

Em recentes reuniões e seminários com importantes presidentes de companhias, Marina Silva tem acusado Dilma de desmontar o tripé econômico !“ superávit fiscal, câmbio flutuante e metas de inflação !“ agenda do ex-presidente FHC, algo que pode impactar nos investimentos em programas sociais. As críticas tanto de Marina quanto dos próprios empresários têm irritado a presidente, que deu declarações rebatendo o discurso da ex-senadora.

Em paralelo, Marina organiza novas manifestações no ano que vem, segundo ela, para “recolocar as coisas em seu devido lugar”. Em Londrina, no Paraná, ela disse contar com um ressurgimento dos protestos de rua para que a eleição não seja discutida apenas entre PT e PSDB. “Tenho certeza de que as mobilizações de junho vão ressurgir colocando as coisas no seu devido termo”, disse. Declaração sugere que os atos organizados em junho — e depois pelos ‘black blocos’ — tiveram exclusivamente a intenção de tirar o PT do comando.

Pedro Piccolo Contesini, membro da Comissão Executiva Nacional da Rede Sustentabilidade, partido que Marina tentava criar, foi um dos líderes dos atos de vandalismo que chocaram o país no dia 20 de junho, quando o Itamaraty foi depredado em Brasília (clique aqui para relembrar).