18 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Itamaraty vai facilitar deportação de brasileiro nos EUA

Itamaraty vai facilitar deportação de brasileiro nos EUA

O governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) vai facilitar a deportação de brasileiros que estejam em situação irregular nos Estados Unidos. ... 

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4 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Itamaraty demite até diplomata antipetista

Itamaraty demite até diplomata antipetista

O embaixador Paulo Roberto Almeida foi defenestrado do cargo de diretor do Instituto de Pesquisas de Relações Exteriores (IPRI), nesta segunda-feira (5), por reproduzir artigos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do ex-ministro Rubens Ricupero acerca da crise política na Venezuela. ... 

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27 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Rússia adverte EUA por planejarem nova intervenção militar na Venezuela

Rússia adverte EUA por planejarem nova intervenção militar na Venezuela

A Rússia de Vladimir Putin advertiu ontem (26) os Estados Unidos por planejarem nova invasão militar na Venezuela. ... 

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24 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Diplomatas brasileiros em Caracas vão ignorar ordens Maduro, diz Ernesto Araújo

Diplomatas brasileiros em Caracas vão ignorar ordens Maduro, diz Ernesto Araújo


O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou nesta quinta feira-(24) em Davos, na Suíça, que o Itamaraty orientou seus diplomatas em Caracas a responder apenas ao líder da oposição Juan Guaidó, que desde ontem (23) é considerado pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) como presidente encarregado da Venezuela. ... 

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23 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Brasil reconhece golpista Guaidó e deixa Venezuela à beira da guerra civil

Brasil reconhece golpista Guaidó e deixa Venezuela à beira da guerra civil

O governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro confirmou nesta tarde de quarta-feira (23) que reconhece oficialmente o deputado e presidente da Assembleia Nacional Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. ... 

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14 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Agenda entre Macri e Bolsonaro é mais ‘lenha na fogueira’ na crise da Venezuela

Agenda entre Macri e Bolsonaro é mais ‘lenha na fogueira’ na crise da Venezuela

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, irá se encontrar, pela primeira vez, com o presidente Jair Bolsonaro na próxima quarta-feira (16), em Brasília. Um dos temas centrais da agenda entre os dois presidentes é a discussão sobre a crise na Venezuela.

Os governos do Brasil e da Argentina assinaram no âmbito do “Grupo de Lima”, uma articulação informal que reúne 14 países, declaração conjunta em que não reconhecem a legitimidade do segundo mandato do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e defendem novas eleições.

O chamado “Grupo de Lima” tem operado como braço político da ação intervencionista do governo dos EUA, que tem hostilizado permanentemente a Venezuela, aprovando bloqueio econômico, congelamento de bens e a derrubada do presidente constitucional Nicolás Maduro.

O encontro servirá de palanque para o discurso contra o governo da Venezuela e seu presidente, ampliando a ingerência nos assuntos internos do país vizinho. É mais uma ação que eleva a temperatura da crise. É mais lenha na fogueira.

A nova orientação do Itamaraty rompe com a secular tradição da diplomacia brasileira de respeitar a autodeterminação dos povos, da não intervenção nos assuntos internos dos países e da busca de solução pacífica para os conflitos, como lembrou a presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann.

Macri atravessa uma fase de amplo desgaste político em decorrência da inflação alta, do desemprego crescente e da desvalorização do peso argentino. No ano passado, recorreu a empréstimos do Fundo Monetário Internacional (FMI), que impôs exigências ao governo, como corte de gastos e contenção de despesas sociais. Leia mais

6 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em PT repudia posição do governo Bolsonaro em relação à Venezuela

PT repudia posição do governo Bolsonaro em relação à Venezuela


A direção do Partido dos Trabalhadores (PT) e suas bancadas parlamentares na Câmara e Senado divulgaram nota neste domingo (6) em que criticam a posição adotada pelo governo Bolsonaro de não reconhecer o mandato do presidente Nicolas Maduro da Venezuela.

Segundo o PT, o governo de Bolsonaro segue a agenda política de Donald Trump, que “visa desestabilizar o governo eleito daquele país e acirrar seu conflito interno”.

Confira a íntegra da nota:

O PT e suas bancadas na Câmara e no Senado repudiam a posição subserviente do governo autoritário de Jair Bolsonaro de apoiar a agenda política de Donald Trump em relação à Venezuela, que visa desestabilizar o governo eleito daquele país e acirrar seu conflito interno.

A decisão do novo governo brasileiro de apoiar a recente declaração do Grupo de Lima, que não reconhece o mandato do presidente Maduro e incita a realização de um golpe de Estado na Venezuela, contraria as mais altas tradições da diplomacia do Brasil, que, atendendo aos princípios constitucionais da não-intervenção e da solução pacífica das controvérsias, sempre apostou no diálogo e na negociação como únicas formas de resolver o conflito interno daquele país irmão.

Essa decisão agressiva do governo brasileiro demonstra que o nosso país já não tem mais política externa autônoma, tendo-se alinhado acriticamente, e contra seus próprios interesses, à agenda geopolítica belicista e antilatinoamericana de Donad Trump.

Advertimos, por último, que tal agenda belicista deverá agravar o conflito interno da Venezuela, fragilizar a integração da América Latina, apequenar o Brasil e, muito provavelmente, ocasionar grave instabilidade em toda a nossa região.

Senadora Gleisi Hoffmann, presidenta do PT
Senador Lindbergh Farias, líder PT no Senado
Depurado Paulo Pimenta, líder PT na Câmara Leia mais

24 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Em manifesto anônimo, diplomatas criticam futuro chanceler de governo Bolsonaro

Em manifesto anônimo, diplomatas criticam futuro chanceler de governo Bolsonaro


Um grupo de diplomatas produziu, sob anonimato, um manifesto em defesa do Itamaraty, no qual criticam o futuro chanceler, Ernesto Araújo, informa o site Poder 360.

Os diplomatas afirmam, no documento, que apesar de Araújo ser um funcionário correto, as manifestações do futuro chefe do Itamaraty não “condizem em nada com o que acreditamos deva ser uma diplomacia correta, consensual, isenta de intromissões religiosas, desprovida de desvios políticos e de preconceitos ideológicos, que acreditamos devam estar completamente afastados da diplomacia do Brasil”.

Leia a íntegra do manifesto, obtido pelo Poder 360:

“Um grupo de diplomatas de diversas situações funcionais – da ativa e aposentados, de terceiros secretários a embaixadores, da Secretaria de Estado e de diversos postos no exterior – articulados em função de conhecimento pessoal, amizade de longa data, convivência ao longo dos anos e animados por um sentimento comum, decidem vir a público com vistas a externas sua desconformidade com os rumos preocupantes a que vem sendo levada a instituição para a qual fizeram concurso, em diferentes épocas, e à qual veem servindo, alguns desde décadas, outros poucos anos, mas congregados por um sentimento comum de descontentamento, e até mesmo de repúdio, em função do cenário lamentável a que o Brasil e o próprio Itamaraty podem estar sendo conduzidos a partir da designação de um colega diplomata manifestamente despreparado para assumir o cargo de ministro de Estados das Relações Exteriores.

Vários do que assinamos, apenas virtualmente, este manifesto, conhecemos pessoalmente esse diplomata, trabalhamos com ele, em épocas e postos diversos, e confessamos nossa apreciação por um profissional que sempre apresentou-se como um correto funcionário do Serviço Exterior do Brasil, que sempre foi invariavelmente correto e cordato no desempenho de suas funções, mas também confessamos nossa total surpresa com o conjunto de declarações ou escritos sob responsabilidade do eventual futuro chefe da diplomacia brasileira, uma vez que tais expressões de suas crenças e orientações não condizem em nada com o que acreditamos deva ser uma diplomacia correta, consensual, isenta de intromissões religiosas, desprovida de desvios políticos e de preconceitos ideológicos, que acreditamos devam estar completamente afastados do exercício da diplomacia do Brasil.

O fato de não assinarmos esta declaração se prende à convicção de que aqueles dentre nós que ainda estão ativos na carreira poderiam vir a sofrer retaliações indevidas no exercício de suas funções, algumas destas em nível de chefia, em diversos escalões, e também porque acreditamos que tal declaração não deveria existir, dados os critérios de profissionalismo que regulam nossa vida funcional. Apenas fomos levados a fazê-la dada a gravidade, para não dizer o ridículo, de algumas das manifestações do designado, que nos constrangem profundamente, quando não ofendem ao próprio Brasil, em vista do absurdo de algumas delas, misturando preconceitos que são completamente alheios à atividade diplomática e sentimentos pessoais, de natureza religiosa, que são estranhos à representação externa de um país secular, religiosamente diversificado, formado por um cadinho multirracial de povos das mais diversas origens, historicamente tolerante com s mais diversas manifestações políticas, tolerante no plano cultural e aberto as todas as ideias que se vinculam às nossas tradições democráticas e humanitárias.

Pelas manifestações já exaradas por esse colega diplomata, estamos apreensivos quanto à credibilidade internacional do Brasil em face de declarações que contrariam diversos valores e princípios que sempre caracterizaram a política externa do país e o exercício de sua diplomacia profissional. Não nos sentimentos representados nem por tal colega, nem partilhamos das ideias que ele vem manifestando – aliás até de forma eticamente irresponsável desde a campanha eleitoral presidencial -, acreditando mesmo que as posições consensuais que o Brasil sempre defendeu em diversos foros internacionais, se substituídas pelas orientações maniqueístas, em certo sentido até fundamentalistas, por ele defendidas, que poderão vir a ser rejeitadas por grande número de parceiros com os quais trabalhamos tradicionalmente, quando não expostas ao ridículo de serem destoantes de tudo o que o Brasil sempre defendeu nesses foros Manifestamos, ainda que silenciosamente, nossa total desconformidade com essa designação esdrúxula a diversos títulos.

Somos numericamente pouco numerosos, neste momento, em função das circunstâncias que nos fizeram intercambias cautelosamente a sigilosamente estas nossas ideias e posições, mas acreditamos que elas representam o sentimento de um conjunto bem mais amplo de colegas, que por respeito a práticas consagradas na Casa de Rio Branco, não pretendem expor-se diretamente no presente momento. Se outras fossem as condições, este manifesto acolheria, provavelmente, a aprovação quase unânime do Itamaraty.

Pretendemos manter nossas identidades preservadas no presente momento, mas o que nos leva a expressar publicamente, ainda que anonimamente, este manifesto é a convicção de que representamos a verdadeira força moral da Casa de Rio Branco, que nunca pretendeu trabalhar por partidos ou bancadas, apenas a serviço do Estado, pelo Brasil.“ Leia mais

3 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
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Manual para candidatos ao Itamaraty critica Jair Bolsonaro

A Fundação Alexandre de Gusmão, vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, editou um manual para candidatos à diplomacia brasileira com críticas ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

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28 de novembro de 2018
por Esmael Morais
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Efeito Bolsonaro: Brasil desiste de sediar Conferência do Clima da ONU em 2019

O Brasil desistiu de sediar a Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU), a COP 25. Considerado o mais importante painel mundial sobre meio-ambiente, o evento acontece em novembro de 2019. A decisão foi confirmada pelo Itamaraty nesta quarta-feira (28). Oficialmente,  a sede da chancelaria alegou ‘restrições fiscais e orçamentárias’ . ... 

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16 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Lula recorda quando o Brasil tinha o melhor chanceler do mundo

Lula recorda quando o Brasil tinha o melhor chanceler do mundo

O ex-presidente Lula, por meio de suas redes digitais, recordou nesta sexta (16) que nos seus dois governos o Brasil tinha o melhor chanceler do mundo: embaixador Celso Amorim.

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“Lembram quando o Brasil tinha o melhor ministro de relações exteriores do mundo?”, perguntou hoje o petista em tom nostálgico.

Em evidente contraste, a indicação do ultraconservador Ernesto Araújo para a função de ministro das Relações Exteriores .

Considerado pela imprensa internacional como o melhor chanceler do mundo nos 8 anos de Lula, Amorim disse que ficou “muito triste” com a escolha de Jair Bolsonaro (PSL).

“Sei que há muita divergência de opinião no Itamaraty, alguns pensam mais o livre mercado e outros mais como eu penso, mas tudo no domínio da racionalidade, em que o debate é possível. Neste caso o debate se torna impossível, é como ver um filme surrealista com conotações de pesadelo”, disse ao Brasil de Fato.

Os petistas não estão isolados na leitura negativa da indicação de Ernesto Araújo. A ex-presidenciável Marina Silva (REDE), por exemplo, afirmou que a indicação de Bolsonaro pode trazer sérias implicações e produzir graves prejuízos para o Brasil.

“Décadas de protagonismo nas negociações internacionais, sobre temas como comércio, direitos humanos e meio ambiente, podem ir por água abaixo”, lamentou.

O embaixador Ernesto Araújo se diz contrário ao “marxismo cultural” e amante incondicional de Donald Trump (não se sabe ainda se o amor será correspondido…).

Lembram quando o Brasil tinha o melhor ministro de relações exteriores do mundo? pic.twitter.com/asRnZZIHh9 ... 

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14 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro anuncia ministro das Relações Exteriores

Bolsonaro anuncia ministro das Relações Exteriores

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anunciou nesta quarta-feira (14), pelo Twitter, o diplomata Ernesto Araújo para o Ministério das Relações Exteriores.

Ernesto Araújo — descrito pelo presidente eleito como diplomata de carreira há 29 anos e um “brilhante intelectual” — é o oitavo ministro anunciado por Bolsonaro.

Até agora, Bolsonaro indicou os seguintes ministros: Ernesto Araújo (Relações Exteriores); general Fernando Azevedo (Defesa); Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública); Onyx Lorenzoni (Casa Civil); general Augusto Heleno (Segurança Institucional); Tereza Cristina (Agricultura); e tenente-coronel Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

O mundo político-educacional está na expectativa de Bolsonaro anunciar Viviane Senna no Ministério da Educação (MEC). Ela preside o Instituto Ayrton Senna e é irmã do piloto de F-1 morto em 1994.

O presidente eleito tem à disposição 29 ministérios para preencher, mas, durante a campanha, prometeu enxugar para 15. Entretanto, depois eleito, fala em até 20 pastas.

A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje. Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores. ... 

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10 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Temer pode ser nomeado embaixador do Brasil na Itália

Temer pode ser nomeado embaixador do Brasil na Itália


O presidente ilegítimo Michel Temer (MDB) pode ser nomeado embaixador do Brasil na Itália após deixar a presidência da República.

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6 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro pode transformar o Brasil numa Coreia do Norte

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O crescente isolamento de Jair Bolsonaro (PSL) na diplomacia antes mesmo da posse pode transformar o Brasil em uma nova Coreia do Norte.

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25 de setembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Folha usa ex-mulher para fulminar candidatura de Jair Bolsonaro

Folha usa ex-mulher para fulminar candidatura de Jair Bolsonaro

A Folha, que torce pelo tucano Geraldo Alckmin, usou a ex-mulher de Jair Bolsonaro (PSL), Ana Cristina Valle, para fulminar a candidatura do ex-capitão do Exército à Presidência da República.

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21 de maio de 2018
por editor
Comentários desativados em PT e PCdoB acusam golpistas de partidarizarem a política externa brasileira

PT e PCdoB acusam golpistas de partidarizarem a política externa brasileira

O PT e o PCdoB emitiram uma nota conjunta sobre a reeleição de Nicolás Maduro na Venezuela neste domingo (20).  No texto assinado pelas secretarias de relações internacionais dos partidos são apresentadas felicitações ao povo venezuelano. O documento também condena a intromissão do chamado Grupo de Lima, “de legitimidade questionável” e afirma que: “Nunca a política externa brasileira foi tão partidarizada, subserviente e vilipendiada como tem sido sob o governo golpista.”

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Nota conjunta emitida nesta das Secretarias de Relações Internacionais do PT e do PCdoB

O Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Comunista do Brasil, através de suas secretarias de relações internacionais, felicitam o povo venezuelano pela retumbante vitória política e eleitoral do presidente Nicolás Maduro, reeleito neste domingo (20), para mais um mandato de seis anos à frente da Revolução Bolivariana. O presidente reeleito obteve 5.823.728 dos sufrágios (68%), contra 1.820.552 do segundo colocado.

Este triunfo, expressão da vitalidade do sistema eleitoral democrático venezuelano e dos sólidos laços do governo com o povo, é contestado pelo imperialismo estadunidense e governos lacaios da região latino-americana e caribenha, entre estes o governo golpista de Michel Temer.

Em nota emitida pelo chamado Grupo de Lima, de legitimidade questionável, e divulgada no site oficial do Itamaraty, governos hostis à Venezuela atacam o sistema eleitoral do país, o modelo político, afirmam que não reconhecem os resultados e propõem um conjunto de medidas de ingerência nos assuntos internos da Venezuela.

O sistema político-eleitoral venezuelano aperfeiçoa-se progressivamente desde 1999. Assegura à população amplo direito de voto e é dotado de mecanismos de transparência e verificação. Já foi elogiado pelo ex-presidente dos EUA, Jimmy Carter, e agora pelo ex-presidente do governo espanhol, José Luís Zapatero, que integrou as delegações de acompanhamento internacional das eleições do último domingo. Torna-se evidente que os ataques dos EUA, da mídia e dos governos do chamado Grupo de Lima emanam de forças hostis à Venezuela e são feitos para deliberadamente criar um ambiente favorável ao golpe e à intervenção externa.

Condenamos veementemente a posição do Grupo de Lima e do Itamaraty. Nunca a política externa brasileira foi tão partidarizada, subserviente e vilipendiada como tem sido sob o governo golpista. Além de participar dessa manobra intervencionista do Grupo de Lima, o governo ilegítimo de Temer rasga toda a tradição diplomática brasileira de trabalhar para soluções baseadas no diálogo e no respeito à autodeterminação dos povos e nações, envergonhando o país diante do mundo.

Exortamos o povo brasileiro a manifestar sua solidariedade com o povo fraterno do país vizinho.

São Paulo, 21 de maio de 2018 ... 

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21 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Piada pronta: Michel Temer não reconhece resultado das urnas na Venezuela

Piada pronta: Michel Temer não reconhece resultado das urnas na Venezuela

Piada pronta. O ilegítimo Michel Temer não reconhece o resultado das urnas que reelegeu Nicolás Maduro na Venezuela com 68% dos votos. China, Rússia, Bolívia e Irã consideraram legítima a vitória do presidente bolivariano.

“As eleições foram realizadas. Os seus resultados já têm um caráter irreversível: dois terços dos votos foram para o atual presidente do país, Nicolás Maduro”, disse Alexander Schetinin, diretor do Departamento da América Latina do Ministério de Relações Exteriores da Rússia.

Temer,

por meio de nota do Itamaraty ... 

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21 de maio de 2018
por editor
Comentários desativados em Golpistas não gostam de eleição e não reconhecem resultado na Venezuela

Golpistas não gostam de eleição e não reconhecem resultado na Venezuela

O Itamaraty publicou nesta segunda-feira (21)

uma nota ... 

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18 de março de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Temer mobiliza Itamaraty para conter pressão internacional após assassinato de Marielle

Temer mobiliza Itamaraty para conter pressão internacional após assassinato de Marielle

O governo golpista de Temer, com a imagem bastante desgastada no exterior, mobilizou o Itamaraty para conter a forte pressão recebida pelo país depois do brutal assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. As manifestações ocorridas em Paris e Berlim neste fim de semana, as decisões do Parlamento Europeu, OEA, Parlatino e a visita de relatores da ONU, nos próximos dias, exigindo rapidez e transparência nas investigações deixaram o governo na defensiva no front externo.

 

 

Horas depois do anúncio da morte da ativista, grupos, entidades e partidos políticos no exterior passaram a condenar a violência no Brasil. Na ONU, a entidade fugiu de sua tradicional prática de esperar dias para fazer um comentário e, menos de 24 horas depois do assassinato, emitiu uma dura nota exigindo que houvesse uma investigação sobre o caso, assim como garantias de que os responsáveis fossem levados à Justiça.

No Parlamento Europeu, uma coalizão de partidos de esquerda composta por 52 deputados enviou uma carta para a chefe da diplomacia do bloco pedindo a suspensão das negociações entre Mercosul e Europa até que o Brasil desse respostas sobre a proteção a defensores de direitos humanos.

 Num primeiro telegrama, o Itamaraty informou sua rede de representantes sobre a posição do governo, enviando anexos dos comunicados emitidos pela presidência da República, pela Secretaria Especial de Comunicação Social, pelo ministro de Direitos Humanos, Gustavo Rocha, e pela Secretaria de Políticas para Mulheres.

O jornal O Estado de S. Paulo apurou que um segundo telegrama também foi enviado, instruindo certas embaixadas a ter uma atitude mais “ativa”. A orientação, nesse caso, era de que os postos fossem em busca das autoridades nacionais onde estavam para dar a posição oficial do que vem sendo feito para elucidar o caso.

*Com informações do Estado de S. Paulo

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