16 de abril de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Governo Bolsonaro oficializa saída da Unasul para agradar Trump

Governo Bolsonaro oficializa saída da Unasul para agradar Trump


O governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou ter formalizado a saída da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) nesta segunda-feira (15). O anúncio do Itamaraty expressa a nova política externa de alinhamento automático ao governo dos Estados Unidos e foi embalada pela ascensão de governos de direita na América Latina. ... 

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23 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Mourão descarta intervenção militar brasileira para depor Maduro

Mourão descarta intervenção militar brasileira para depor Maduro

O vice-presidente Hamilton Mourão, presidente em exercício, descartou a possibilidade de uma intervenção armada na Venezuela com a participação do Brasil. “O Brasil não participa de intervenção. Não é da nossa política externa intervir nos assuntos internos dos outros países”, declarou. ... 

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27 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolivarianos desconvidados, mas China confirma presença na posse de Bolsonaro

Bolivarianos desconvidados, mas China confirma presença na posse de Bolsonaro


O Ministério das Relações Exteriores da China informou nesta quinta-feira (27) que enviará um representante, no próximo dia 1º de janeiro, para a cerimônia de posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). A China será representada pelo vice-presidente do Comitê Permanente da Assembleia Popular (Parlamento), Ji Bingxuan.

A presença de um alto representante do governo chinês revela o pragmatismo da política externa de Pequim, que tem vastos interesses comerciais e financeiros no Brasil.

Ji Bingxuan representará o presidente da China, Xi Jinping.

Já os chamados países “bolivarianos” foram desconvidados pelo Itamaraty a mando do futuro presidente. É o caso de Cuba, Venezuela e Nicarágua.

*Com informações da Agência Brasil Leia mais

24 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Em manifesto anônimo, diplomatas criticam futuro chanceler de governo Bolsonaro

Em manifesto anônimo, diplomatas criticam futuro chanceler de governo Bolsonaro


Um grupo de diplomatas produziu, sob anonimato, um manifesto em defesa do Itamaraty, no qual criticam o futuro chanceler, Ernesto Araújo, informa o site Poder 360.

Os diplomatas afirmam, no documento, que apesar de Araújo ser um funcionário correto, as manifestações do futuro chefe do Itamaraty não “condizem em nada com o que acreditamos deva ser uma diplomacia correta, consensual, isenta de intromissões religiosas, desprovida de desvios políticos e de preconceitos ideológicos, que acreditamos devam estar completamente afastados da diplomacia do Brasil”.

Leia a íntegra do manifesto, obtido pelo Poder 360:

“Um grupo de diplomatas de diversas situações funcionais – da ativa e aposentados, de terceiros secretários a embaixadores, da Secretaria de Estado e de diversos postos no exterior – articulados em função de conhecimento pessoal, amizade de longa data, convivência ao longo dos anos e animados por um sentimento comum, decidem vir a público com vistas a externas sua desconformidade com os rumos preocupantes a que vem sendo levada a instituição para a qual fizeram concurso, em diferentes épocas, e à qual veem servindo, alguns desde décadas, outros poucos anos, mas congregados por um sentimento comum de descontentamento, e até mesmo de repúdio, em função do cenário lamentável a que o Brasil e o próprio Itamaraty podem estar sendo conduzidos a partir da designação de um colega diplomata manifestamente despreparado para assumir o cargo de ministro de Estados das Relações Exteriores.

Vários do que assinamos, apenas virtualmente, este manifesto, conhecemos pessoalmente esse diplomata, trabalhamos com ele, em épocas e postos diversos, e confessamos nossa apreciação por um profissional que sempre apresentou-se como um correto funcionário do Serviço Exterior do Brasil, que sempre foi invariavelmente correto e cordato no desempenho de suas funções, mas também confessamos nossa total surpresa com o conjunto de declarações ou escritos sob responsabilidade do eventual futuro chefe da diplomacia brasileira, uma vez que tais expressões de suas crenças e orientações não condizem em nada com o que acreditamos deva ser uma diplomacia correta, consensual, isenta de intromissões religiosas, desprovida de desvios políticos e de preconceitos ideológicos, que acreditamos devam estar completamente afastados do exercício da diplomacia do Brasil.

O fato de não assinarmos esta declaração se prende à convicção de que aqueles dentre nós que ainda estão ativos na carreira poderiam vir a sofrer retaliações indevidas no exercício de suas funções, algumas destas em nível de chefia, em diversos escalões, e também porque acreditamos que tal declaração não deveria existir, dados os critérios de profissionalismo que regulam nossa vida funcional. Apenas fomos levados a fazê-la dada a gravidade, para não dizer o ridículo, de algumas das manifestações do designado, que nos constrangem profundamente, quando não ofendem ao próprio Brasil, em vista do absurdo de algumas delas, misturando preconceitos que são completamente alheios à atividade diplomática e sentimentos pessoais, de natureza religiosa, que são estranhos à representação externa de um país secular, religiosamente diversificado, formado por um cadinho multirracial de povos das mais diversas origens, historicamente tolerante com s mais diversas manifestações políticas, tolerante no plano cultural e aberto as todas as ideias que se vinculam às nossas tradições democráticas e humanitárias.

Pelas manifestações já exaradas por esse colega diplomata, estamos apreensivos quanto à credibilidade internacional do Brasil em face de declarações que contrariam diversos valores e princípios que sempre caracterizaram a política externa do país e o exercício de sua diplomacia profissional. Não nos sentimentos representados nem por tal colega, nem partilhamos das ideias que ele vem manifestando – aliás até de forma eticamente irresponsável desde a campanha eleitoral presidencial -, acreditando mesmo que as posições consensuais que o Brasil sempre defendeu em diversos foros internacionais, se substituídas pelas orientações maniqueístas, em certo sentido até fundamentalistas, por ele defendidas, que poderão vir a ser rejeitadas por grande número de parceiros com os quais trabalhamos tradicionalmente, quando não expostas ao ridículo de serem destoantes de tudo o que o Brasil sempre defendeu nesses foros Manifestamos, ainda que silenciosamente, nossa total desconformidade com essa designação esdrúxula a diversos títulos.

Somos numericamente pouco numerosos, neste momento, em função das circunstâncias que nos fizeram intercambias cautelosamente a sigilosamente estas nossas ideias e posições, mas acreditamos que elas representam o sentimento de um conjunto bem mais amplo de colegas, que por respeito a práticas consagradas na Casa de Rio Branco, não pretendem expor-se diretamente no presente momento. Se outras fossem as condições, este manifesto acolheria, provavelmente, a aprovação quase unânime do Itamaraty.

Pretendemos manter nossas identidades preservadas no presente momento, mas o que nos leva a expressar publicamente, ainda que anonimamente, este manifesto é a convicção de que representamos a verdadeira força moral da Casa de Rio Branco, que nunca pretendeu trabalhar por partidos ou bancadas, apenas a serviço do Estado, pelo Brasil.“ Leia mais

23 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Diplomacia ‘Taleban’ de Ernesto Araújo veta Nicarágua em posse de Bolsonaro

Diplomacia ‘Taleban’ de Ernesto Araújo veta Nicarágua em posse de Bolsonaro


O futuro chanceler, Ernesto Araújo, declarou neste domingo (23), que nenhum representante do governo da Nicarágua participará da posse de Jair Bolsonaro (PSL) como presidente da República no próximo dia 1º de janeiro. A decisão de caráter ideológico rompe os critérios tradicionais do Itamaraty e inaugura a “Era Taleban” da diplomacia brasileira.

Araújo disse que a posse do futuro mandatário “marcará o início de um governo com postura firme e clara na defesa da liberdade”. “Com esse propósito e frente às violações do regime Daniel Ortega contra a liberdade do povo da Nicarágua, nenhum representante desse regime será recebido no evento do dia 1º”, escreveu Twitter.

Além da Nicarágua, o “ministro Taleban” vetou a presença de Cuba e Venezuela na posse do novo governo.

*Com informações do Estadão Conteúdo Leia mais

16 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
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Viés ideológico no Itamaraty veta Venezuela para a posse de Bolsonaro

O futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou neste domingo (16) que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, não foi convidado para a posse de Jair Bolsonaro como presidente da República, no dia 1º de janeiro, em Brasília. Na opinião de Araújo, “não há lugar para Maduro numa celebração da democracia”.  Essa decisão rompe um critério tradicional da diplomacia brasileira de convidar todos os chefes de estado da região para a solenidade de posse do presidente.

A declaração do ministro foi dada em sua conta no Twitter. “Em respeito ao povo venezuelano, não convidamos Nicolás Maduro para a posse de Bolsonaro. Não há lugar para Maduro numa celebração da democracia e do triunfo da vontade popular brasileira. Todos os países do mundo devem deixar de apoiá-lo e unir-se para libertar a Venezuela”, escreveu Ernesto Araújo. ... 

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