17 de junho de 2016
por esmael
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Bruno Meirinho: Não basta ao prefeito ser ético, é preciso que ele seja transparente

fruet_meirinhoBruno Meirinho (PSol), em sua coluna desta sexta (17), defende o empoderamento dos curitibanos para decidir os destinos da cidade. Segundo ele, o atual prefeito Gustavo Fruet (PDT) se destaca pelo “notável imobilismo” e que se sustenta com a imagem “ética” percebida pela opinião pública, que, ainda de acordo com o colunista, teme os ratos, cobras e lagartos, enfim, “a turma da mão grande”.

Meirinho acusa a gestão pedetista pela falta de transparência, pois, de acordo com ele, as caixas pretas ainda precisam ser abertas. É nesse contexto que o articulista sugere que a Prefeitura de Curitiba se abra à participação popular. Para Meirinho, não basta o prefeito ser ético, é preciso que ele também seja transparente. Leia, comente, compartilhe a íntegra do texto abaixo:

15 de junho de 2015
por esmael
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Surtado, Richa pede comparação ‘ética’ com Requião; assista ao vídeo

richa_requiaoO governador Beto Richa parecia surtado ontem (14) durante a convenção estadual do PSDB do Paraná.

Envolto num mar de lamas sem precedentes na história do estado, o tucano pediu aos convencionais que o comparassem ‘eticamente’ com o senador Roberto Requião (PMDB).

Parte do discurso motivacional foi distribuído no grupo “Amigos do Beto Richa” do WhastApp. A ideia do governador é mostrar ao “exército” que “não está morto quem peleia”.

Assista ao vídeo

O governador do PSDB também saiu em defesa da esposa, a primeira-dama Fernanda Richa, suspeita de envolvimento com esquema de auditores fiscais da Receita Estadual.

Em outro momento de fuga da realidade, Richa afirmou que “os professores paranaenses ganham mais que os prefeitos das cidades do interior”. Ele citou um mestre do município de Rio Negro, região metropolitana, que, segundo ele, ganharia R$ 14 mil ao mês.

30 de setembro de 2014
por esmael
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Veja essa: Sem ética, Joaquim Barbosa tem registro negado pela OAB

do Brasil 247
O ex-presidente do STF Joaquim Barbosa colheu nesta segunda-feira 30, na seção do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, uma parte do que semeou no exercício do cargo. Ele teve seu pedido de registro profissional como advogado recusado pela OAB-DF, sob a justificativa, registrada pelo presidente da entidade, Ibaneis Rocha, de ter “ferido a ética profissional”.

Barbosa destratou dois advogados, Maurício Corrêa, já falecido, e José Gerardo Grossi, durante seu período como ministro do Supremo. A OAB, em cada uma das ocasiões, realizou atos de desagravo aos profissionais.

Em junho, durante uma de suas últimas sessões no STF e numa cena que foi transmitida ao vivo pela TV Justiça, Barbosa mandou que seguranças retirassem da corte o advogado Luiz Fernando Pacheco, que defende o ex-presidente do PT José Genoíno. O gesto despertou indignação em diferentes setores da Justiça.

Agora, Barbosa terá de recorrer à  comissão de seleção da OAB se quiser pertencer à  classe que, nitidamente, não o quer. Ele foi comunicado do indeferimento de seu pedido nesta segunda 30.

Barbosa também pode recorrer à  Justiça para ter direito ao registro da Ordem. Ele é formado em Direito e antes de ser ministro do STF era procurador da República concursado. O problema é o risco de ser humilhado novamente, com outras recusas.

Leia, abaixo, a íntegra do despacho do presidente da OAB-DF:

EXCELENTàSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA COMISSàƒO DE SELEà‡àƒO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, CONSELHO SECCIONAL DO DISTRITO FEDERAL

O desapreço do Excelentíssimo Sr. Ministro Presidente do Supremo Tribunal Federal pela advocacia já foi externado diversas vezes e é de conhecimento público e notório.!

Márcio Thomaz Bastos, Membro Honorário Vitalício do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, por ocasião do desagravo realizado em 10.06.2014 de que foi o orador.

IBANEIS ROCHA BARROS JUNIOR, brasileiro, casado, advogado inscrito na OAB/DF sob o n.!º 11.555, vem à  presença de V. Exa. propor IMPUGNAà‡àƒO ao pedido de inscrição originária formulado pelo Sr. Ministro aposentado JOAQUIM BENEDITO BARBOSA GOMES, constante do Edital de Inscrição de 19 de setembro de 2014, pelos fatos a seguir aduzidos.

Em 23 de novembro de 2006 o Requerente, na condição de Ministro do Supremo Tribunal Federal, atacou a honra de Membro Honorário desta Seccional, o advogado Maurício Corrêa, a quem imputou a prática do crime previsto no art. 332 do Código Penal, verbis : Se o ex-presidente desta Casa, Ministro Maurício Corrêa não é o advogado da causa, então, trata-se de um caso de tráfico de influência que precisa ser apurado!, o que resultou na concessão de desagravo público pelo Conselho Seccional da OAB-DF (Protocolo n!º 06127/2006, cópia em anexo).
Quando o Requerente ocupou a Presidência do Conselho Nacional de Justiça e do Supremo Tribunal Federal seus atos e suas declarações contra a classe dos advogados subiram de tom e ganharam grande repercussão nacional. Vejamos, segundo o clipping em anexo:

a)!‹Em 19 de março de 2013, durante sessão do CNJ, generalizou suas críticas afirmando a existência de conluio! entre advogados e juízes, verbis: Há muitos [juízes] para colocar para fora. Esse conluio entre juízes e advogados é o que há de mais pernicioso. Nós sabemos

23 de agosto de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Gomyde: A ética na política e a autopromoção politiqueira

 Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, critica o uso do debate sobre ética para fazer politicagem! no Congresso Nacional; colunista afirma que Senado e Câmara são utilizados para autopromoção politiqueira! em detrimento dos interesses da Nação; ...grande parte dos senadores está lá advogando interesses particulares!, pontua; Esses parlamentares pirotécnicos, pouco interessados em trabalhar pelos reais interesses do país, têm como conduta o falso moralismo!, observa Gomyde, que ainda cita Nelson Rodrigues; até "um paralelepípedo analfabeto, uma cabra vadia ou um bode de charrete" saberiam o real sentido do embate político que se trava atualmente no Brasil; leia o texto e compartilhe.


Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, critica o uso do debate sobre ética para fazer politicagem! no Congresso Nacional; colunista afirma que Senado e Câmara são utilizados para autopromoção politiqueira! em detrimento dos interesses da Nação; …grande parte dos senadores está lá advogando interesses particulares!, pontua; Esses parlamentares pirotécnicos, pouco interessados em trabalhar pelos reais interesses do país, têm como conduta o falso moralismo!, observa Gomyde, que ainda cita Nelson Rodrigues; até “um paralelepípedo analfabeto, uma cabra vadia ou um bode de charrete” saberiam o real sentido do embate político que se trava atualmente no Brasil; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Gomyde*

Ter ou não ter ética? Eis uma questão que vem pontuando a campanha eleitoral e que precisa ser devidamente avaliada. A pessoa !” física ou jurídica !” que rompe com a lógica da sua função para favorecer determinado interesse pode ser considerada antiética, corrupta. E quem comprar tais favores pode ser considerado corruptor. O debate aprofundado sobre esse tema, portanto, pode ser incômodo para quem tem duas caras !” os que falam uma coisa e fazem outra. Leia mais