16 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
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Delator tinha ‘cláusula de sucesso’ com compensação em dinheiro na lava jato; assista

O delator Alberto Youssef tinha ‘cláusula de sucesso’ na lava jato. A pérola foi descoberta hoje (16) pelo advogado Cristiano Zanin Martins, da defesa de Lula, durante interrogatório do doleiro. Abaixo, assista ao vídeo. ... 

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26 de janeiro de 2018
por Esmael Morais
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Depois de Serra, é a vez Alckmin se livrar das denúncias na lava jato

Os tucanos têm o que comemorar neste início de 2018, ano eleitoral. Além da condenação de Lula, que pode tirá-lo da disputa presidencial, eles estão se livrando de processos criminais. Primeiro foi o senador José Serra (SP), agora será a vez do governador Geraldo Alckmin dar um “olé” nas acusações de recebimento de propinas no âmbito da operação lava jato. ... 

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12 de setembro de 2015
por admin
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Coluna do Jorge Bernardi: O crime compensa? Que o digam os empresários da Lava Jato

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Em sua coluna deste sábado, o vereador Jorge Bernardi (PDT) analisa as possíveis punições e acordos de delação feitos pelos empreiteiros envolvidos em corrupção na Operação Lava Jato da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Justiça Federal. Segundo Bernardi, o esquema de corrupção na Petrobras e outras áreas do governo causou grandes danos à economia nacional, mas para boa parte dos envolvidos as penas deverão ser brandas. Leia, ouça, comente e compartilhe o texto abaixo: Leia mais

29 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Jorge Bernardi: “Ligações perigosas” – Governo Aécio, construtoras da Lava Jato e o Paraná

Jorge Bernardi*

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Tudo começou em Minas e é para Minas que tudo vai voltar. Foi assim com o mensalão, inventado pelo governador tucano Eduardo Azeredo (PSDB), operado pelo publicitário Marco Valério. O “Mensalão Mineiro” ainda não deu em nada. Os acusados estão livres, leves e soltos. Já pelo Mensalão do PT, Valério cumpre 37 anos, 5 meses e 6 dias de prisão.

Em 2007, segundo governo de Aécio Neves (PSDB), teve início a construção Centro Administrativo de Minas, projeto de Oscar Niemayer. A época, Aécio andava próximo de Lula e chegou a ser acusado de ter feito corpo mole na campanha presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB) de 2006.

O empreendimento foi apontado pelo governador tucano como “a maior obra de engenharia civil em execução na América Latina”. O custo previsto de R$ 900 milhões de reais no final dobrou chegando a R$ 1,7 bilhão (R$ 2,4 bilhões atualizados em 2015 pelo IGP-M).

Denominado de “Cidade Administrativa de Minas”, a obra foi dividida em três lotes, e executada por três consórcios.

LOTE 1 (Consórcio)

LOTE 2 (Consórcio)

LOTE 3 (Consórcio)

Camargo Correa

Odebrecht

Andrade Gutierrez

Santa Barbara

OAS

Via Engenharia

Mendes Júnior

Queiroz Galvão

Barbosa Mello

Das nove empreiteiras que compunham os consórcios seis (em negrito) estão sendo processadas no Lava Jato. O Ministério Público de Minas chegou a investigar a formação de cartel e fraude a licitação, sem resultado algum.

Se estas construtoras corromperam na Petrobras, será que também não houve corrupção em Minas? O sucessor de Aécio, atual senador Antônio Anastasia, está sendo acusado de ter recebido, de um operador de Youssef, R$ 1 milhão.

Estranho nesta história envolvendo empresas do Lava Jato é que a então secretária de Administração da Prefeitura de Curitiba, Dinorah Nogara (gestão Ducci), atual secretária Estadual de Administração de Beto Richa (PSDB), coordenou projeto para construir o Centro Administrativo de Curitiba, aos moldes do de Minas, projeto de Niemayer.

Dinorah foi citada na Operação Voldemort, que investiga fraudes em licitações de oficinas mecânicas tendo como pivô Luiz Abi, primo do governador do Paraná. Ela conseguiu, no Tribunal de Justiça do Paraná, anular o processo alegando foro privilegiado.

A esperança dos brasileiros é que a Policia Federal e os Procuradores da República, comandados por Delton Dallagnol, consigam encontrar o fio de Ariadne para desvendar o mistério e as ligações perigosas do Governo Aécio com as Construtoras da Lava Jato e a tentativa da construção do Centro Administrativo de Curitiba.

Se foi em Minas onde tudo começou, é aqui no Paraná que o enigma está sendo decifrado.

*Jorge Bernardi, vereador de Curitiba pelo PDT, é advogado e jornalista. Mestre e douto Leia mais

10 de junho de 2015
por Esmael Morais
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Camargo Corrêa doou R$ 183 mi a gente de todos os partidos

do Brasil 247
camargo_correiaA Camargo Corrêa, investigada na Operação Lava Jato por participação no esquema de pagamento de propina para obtenção de contratos com a Petrobras, foi uma das empresas que mais fizeram doações eleitorais nos últimos anos, a nomes de quase todos os principais partidos: PSDB, PT, PMDB, PDT, PTB, PPS, DEM, PR, PSB. Doações feitas entre julho de 2008 e dezembro de 2013 somam R$ 183,79 milhões e constam em um laudo de 66 páginas elaborado pela Polícia Federal.

Em 2010, o candidato a governador do Paraná Beto Richa (PSDB) obteve R$ 1,5 milhão em doações da Camargo. A empresa doou R$ 500 mil ao comitê financeiro paulista do PSDB, que lançou Geraldo Alckmin a governador no mesmo ano. Para Aécio Neves, candidato a senador ano, foram doados R$ 200 mil. O deputado Eduardo Cunha (PMDB), atual presidente da Câmara, recebeu R$ 500 mil. Senadores petistas como Humberto Costa, Gleisi Hoffmann e Lindbergh Farias obtiveram R$ 250 mil cada. A mesma quantia foi doada ao deputado Roberto Freire, do PPS. Leia mais