24 de agosto de 2015
por esmael
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Pânico global atinge em cheio o mercado brasileiro

do Brasil 247

bovespa

O crash da China causa pânico nas bolsas internacionais e afeta diretamente a Bolsa de Valores de São Paulo, que abriu em queda de quase 6% no pregão desta segunda-feira 24. A forte desvalorização do Yuan trouxe indefinição ao cenário global e fez com que a bolsa de Xangai despencasse 8,46%, a maior queda diária desde o auge da crise financeira global em 2007, refletindo a frustração de investidores após Pequim não anunciar novos estímulos no fim de semana. Na semana passada, já houve recuo de 11%.

O cenário atinge diretamente exportadores brasileiros, como a Vale, cuja ação despencava 7% no pré-market em Nova York e 9% na abertura do mercado no Brasil. A desaceleração também derruba os preços do petróleo ainda mais e faz Petrobras cair 11% em Wall Street e 8,55% na Bovespa. Enquanto isso, o dólar opera em alta de mais de 2%, cotado a mais de R$ 3,56. A crise global torna ainda mais delicada a gestão da economia no Brasil. O boletim Focus, do Banco Central, divulgado nesta segunda, prevê queda de mais de 2% do PIB em 2015 (leia mais).

Abaixo, reportagens do portal Infomoney e da agência Reuters sobre o mercado nesta segunda:

20 de dezembro de 2014
por esmael
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Megaespeculador George Soros, que de bobo não tem nada, compra na baixa megalote de ações da Petrobras

do Brasil 247
soros_petrobrasEm dias de perdas histórias na bolsa, as ações da Petrobras têm um megainvestidor, que age na contramão do mercado. George Soros, conhecido por suas apostas ousadas nos mercados, dobrou sua quantidade de ações da estatal do petróleo no último trimestre, ao contrário do que tem feito grandes fundos dos Estados Unidos.

De acordo com reportagem deste sábado do jornalista Altamiro Silva Júnior, do Estado de S. Paulo, o empresário fechou o período com 5,1 milhões de ações e opções de compras da estatal do petróleo em sua carteira, ante 2,4 milhões que tinha no trimestre anterior.

11 de Abril de 2014
por esmael
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Presidente da Fiep vê “treta” na privatização da Sanepar

O empresário Edson Campagnolo, presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), nesta sexta-feira (11), disse achar estranho que as alterações aprovadas pela Assembleia Legislativa resultem em um lucro de R$ 350 milhões para o sócio privado da Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná).

No último dia 3, a Sanepar emitiu um comunicado ao mercado em que informava que o acionista Dominó Holdings S. A., principal sócio privado da companhia, solicitou a conversão de 57,8 milhões de ações ordinárias de sua propriedade no mesmo número de ações preferenciais. Essa conversão é possível pelo fato de, com a nova abertura de capital prevista no projeto aprovado pela Assembleia, a empresa ingressar no Nível 2 de Governança Corporativa da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBOVESPA).

Tudo isso nos faz questionar se, na prática, a Sanepar não estaria agindo como uma empresa meramente privada, visando o lucro ao explorar um bem comum, que é a água, e um serviço essencial para a sociedade paranaense!, afirmou Campagnolo.

Será que esse ganho que está sendo possibilitado ao sócio privado não poderia ter sido revertido para resolver inúmeros dos gargalos que temos na questão do saneamento básico em vários municípios do Paraná, principalmente naqueles com menor IDH – o àndice de Desenvolvimento Humano?!, questionou o empresário.< O presidente da Fiep questiona ainda se realmente haveria a necessidade de capitalização da Sanepar neste momento !“ pelo projeto, o capital social da companhia passará dos atuais R$ 2,6 bilhões para R$ 4 bilhões, através do lançamento de novas ações na BM&FBOVESPA. Ele argumenta que o lucro da Sanepar distribuído a seus sócios privados vem crescendo ano a ano. Em 2013, a companhia teve lucro de R$ 403 milhões, 20% maior que o registrado em 2012, com o montante distribuído aos acionistas chegando a R$ 127 milhões !“ 4,4% a mais do que no ano anterior. Será que a companhia precisa continuar com essa distribuição generosa de lucros entre seus acionistas?!, protestou. Além disso, apesar de o governo afirmar que não há riscos de o Estado perder o controle da companhia !“ alegando que as ações lançadas serão preferenciais (sem direito a voto) e não ordinárias (com direito a voto) !“ Campagnolo também mostra preocupação em relação ao futuro da Sanepar. à‰ preciso avaliar se todas essas mudanças não vão colocar em risco o controle da companhia pelo Estado!, declara o presidente do Sistema Fiep. Por fim, mesmo na hipótese de que não haja riscos em relação ao controle da companhia conforme defende o Estado, o presidente do Sistema Fiep questiona o principal argumento apresentado pelo governo para justificar o aumento do capital social da Sanepar, que seria uma forma de capitalizar a empresa para que possa continuar realizando investimentos em saneamento básico. Essa justificativa nos deixa ainda mais preocupados, já que para investimentos em saneamento básico existem recursos a fundo perdido disponibilizados por diversos organismos financeiros globais, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento!, declara. Como esses recursos também podem ser acessados por empresas públicas, novamente essa medida nos faz pensar se a Sanepar está mais interessada no lucro de seus acion

8 de Abril de 2014
por esmael
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Governo Richa é uma mãe para o sócio privado da Sanepar; povo continua órfão no Paraná

Deputado Tadeu Veneri, líder do PT, denuncia na Assembleia mais um passo firme do governo Richa rumo à  privatização da água no Paraná; segundo o parlamentar, o tucano está sendo uma mãe para o grupo privado Dominó, que vai faturar R$ 350 milhões em uma só tacada ao converter ações ordinárias! em preferenciais!; governo do PSDB já havia assumido a paternidade do pedágio ao livrar as concessionárias de rodovias de 38 processos judiciais; indignação de petista e da oposição no parlamento ainda não se converteu em energia nas ruas, como foi no caso da tentativa de venda da Copel em 2001; se o governador age como pai do pedágio e mãe do grupo Dominó, por óbvio, o povo paranaense continua órfão de pai e mãe, sem governo, sem ter quem zele pela sua existência física, material e espiritual neste mundo cão em tempos de neoliberalismo; nesta questão da privatização da água, o que pensam os pré-candidatos ao governo do Paraná Requião e Gleisi? Terão eles condições políticas e legais para reverter toda essa patifaria com a coisa pública?

Deputado Tadeu Veneri, líder do PT, denuncia na Assembleia mais um passo firme do governo Richa rumo à  privatização da água no Paraná; segundo o parlamentar, o tucano está sendo uma mãe para o grupo privado Dominó, que vai faturar R$ 350 milhões em uma só tacada ao converter ações ordinárias! em preferenciais!; governo do PSDB já havia assumido a paternidade do pedágio ao livrar as concessionárias de rodovias de 38 processos judiciais; indignação de petista e da oposição no parlamento ainda não se converteu em energia nas ruas, como foi no caso da tentativa de venda da Copel em 2001; se o governador age como pai do pedágio e mãe do grupo Dominó, por óbvio, o povo paranaense continua órfão de pai e mãe, sem governo, sem ter quem zele pela sua existência física, material e espiritual neste mundo cão em tempos de neoliberalismo; nesta questão da privatização da água, o que pensam os pré-candidatos ao governo do Paraná Requião e Gleisi? Terão eles condições políticas e legais para reverter toda essa patifaria com a coisa pública?

Depois de assumir a paternidade dos pedágios no Paraná, quando retirou 38 ações da Justiça contra as concessionárias de rodovias, agora o governo Beto Richa (PSDB) também aceitou a condição de mãe do sócio privado da Companhia de Saneamento da Paraná (Sanepar) — o grupo Dominó (Dominó Holdings S.A). Leia mais