10 de outubro de 2017
por esmael
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Beto Richa, ‘inimigo número um’ das pequenas e médias empresas, por Requião Filho

O deputado Requião Filho (PMDB) denuncia que sofre ataques de “alguns velhos políticos” por defender menos impostos, mais empregos no Paraná. O parlamentar também aponta o governador Beto Richa (PSDB) como “inimigo nº 1” das pequenas e médias empresas, devido ao projeto 557/2017, que, segundo o peemedebista, reajusta o ICMS em até 246,7%.

9 de outubro de 2017
por esmael
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“Romanelli esqueceu tudo que aprendeu na Escolinha de Requião”, rebate João Arruda

O polêmico “impostaço”, que aumenta em até 256% a tabela do ICMS no Paraná, conseguiu unir o clã Requião contra o governo Beto Richa (PSDB). O deputado João Arruda (PMDB), em artigo especial, ao rebater o líder do tucano na Assembleia Legislativa, afirma que “Romanelli esqueceu tudo que aprendeu na Escolinha de Requião”.

9 de outubro de 2017
por esmael
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Romanelli: ‘Vamos desenhar para que [os Requião] entendam’

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo, duvida da capacidade cognitiva dos primos Requião Filho e João Arruda, respectivamente, deputados estadual e federal, pelo PMDB, no que diz respeito à questão tributária.

29 de agosto de 2016
por esmael
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‘Os tolos da internet não leram e não gostaram da proposta de Richa’

romanelli_copel_sanepar_richaO deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo na Assembleia, em sua coluna desta segunda (29), nega que a intenção de Beto Richa (PSDB) seja privatizar estatais e novo trafiço. O colunista disseca seis mensagens do tucano. “Os que dizem o contrário é porque não leram e não gostaram. Ou vão na onda dos tolos da aldeia”, resume Romanelli. Abaixo, leia, ouça, comente e compartilhe a íntegra do texto.

30 de Maio de 2016
por esmael
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Romanelli: Empoderamento dos municípios

romanelli_parana_sem_criseO deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo Beto Richa (PSDB) na Assembleia Legislativa, na coluna desta segunda (30), disseca a crise financeira que abate o país cuja repercussão se dará nas eleições de outubro, nas prefeituras, que, de acordo com ele, sofrem com a falta de repasses do governo federal. Entretanto, o colunista faz um parêntese para explicar que, ainda segundo ele, no Paraná tudo é diferente. “… os municípios do Paraná vivem uma situação diferenciada, para melhor, do que o restante do país. O apoio em investimentos e o aumento no repasse de tributos estaduais, como o ICMS e o IPVA, dão fôlego às prefeituras paranaenses”, assegura Romanelli. Leia, ouça, comente e compartilhe a íntegra do texto:

30 de Março de 2016
por esmael
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Comerciantes declaram hoje “guerra do vinho” contra Beto Richa; tucano segue quebrando o Paraná

Ouça o áudio:

Comerciantes e produtores de vinho protestam às 15 horas desta quarta-feira (30), em Curitiba, no Mercado Municipal, contra a política tributária do governador Beto Richa (PSDB).

Os manifestantes irão denunciar que o tucano segue quebrando o Paraná com sua irresponsabilidade fiscal, por isso eles vão declarar oficialmente a “guerra do vinho”, hoje à tarde, contra o tucano.

Donos de restaurantes denunciam a taxa de ICMS cobrada pela administração do governador do PSDB. Segundo os organizadores do ato, 54% do valor final do vinho é referente ao imposto.

A manifestação dos comerciantes pretende divulgar ao consumidor que o preço alto não é culpa das empresas. O comerciante Cesar Heiden afirma que o movimento reúne todos os envolvidos na produção e venda de vinho.

Na última segunda-feira (28), em entrevista ao Blog do Esmael, o ex-secretário de Estado da Fazenda, Heron Arzua, havia dito que o setor de importação — inclusive de vinhos — evita os tributos do governo Beto Richa.

“As importações estão se dando via Santa Catarina. O vinho do Paraná, por exemplo, é o mais caro do país”, declarou.

A política tributária de Beto Richa ameaça quebrar grandes empresas, como a Positivo Informática, que, para sobreviver, trocou o Paraná pelo estado do Amazonas. Outras companhias, a exemplo do setor moveleiro, estão cruzando a fronteira rumo ao Paraguai em virtude do proibitivo ICMS.

Voltemos à guerra do vinho.

O imposto sobre os vinhos teria aumentado de 4% para mais da metade do valor total, segundo os organizadores do ato. As empresas do Simples, com carga tributária simplificada, são as mais afetadas pelos aumentos.

Em comparação com outros estados, o Paraná prioriza o imposto menor para produtos indispensáveis.

O ato dos comerciantes e produtores para chamar atenção dos consumidores sobre a cobrança de ICMS do vinho será amanhã, entre três e cinco horas da tarde, no Mercado Municipal de Curitiba.

Com informações e áudio da rádio Bandnews Curitiba.

28 de Março de 2016
por esmael
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Veja por que Beto Richa é considerado o melhor governador do “Paraguai”

O governador Beto Richa (PSDB) é considerado herói no estado do Amazonas e melhor governador do “Paraguai”. O Blog do Esmael explica isso melhor nas linhas seguintes.

A desastrosa política tributária do tucano espantou a Positivo Informática, que funcionava em Curitiba até janeiro deste ano, para o Polo Industrial de Manaus (PIM).

A Positivo Informática é hoje a maior fabricante de computadores do Brasil e a número 1 em tecnologia educacional, também exportada para vários países do mundo, segundo o site da empresa.

Pois bem, a unidade curitibana demitiu 1.300 funcionários ao longo dos últimos meses em virtude da irresponsabilidade fiscal do governo Beto Richa. Na capital paranaense, a planta agora apenas fabrica as placas dos eletrônicos.

Em entrevista ao Blog do Esmael, o ex-secretário da Fazenda Heron Arzua explicou que Beto Richa retirou a competitividade para o setor da informática que vinha desde 1991.

Recentemente, o tucano elevou de 12% para 18% o ICMS dos produtos paranaenses — aumento de 50%, portanto. “Isso desorganizou a economia e os preços locais”, afirma Arzua.

O ex-secretário conta ainda que as fábricas de móveis também estão deixando o estado, mas para atravessar a fronteira rumo ao Paraguai. “Eles [paraguaios] têm energia e mão de obra de sobra e mais baratas”.

Segundo Arzua, o setor de importação igualmente evita os tributos do governo Beto Richa. “As importações estão se dando via Santa Catarina”, relata. “O vinho do Paraná, por exemplo, é o mais caro do país”, compara.

“Nessa nova distribuição de ICMS, o estado está vedando a compensação com outro débito (isso vira custo para empresa). Essas empresas tinham saldo credor e o governo mandou borrar (cancelar). Por isso empresas como a Positivo estão deixando o Paraná”, lamenta o ex-secretário da Fazenda.

29 de Fevereiro de 2016
por esmael
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‘Aumento de 29% na energia empobrece mais trabalhador rural’

O governador Beto Richa (PSDB) editou pela terceira vez um decreto que regulamenta a cobrança do ICMS da energia elétrica para o produtor rural. Na essência, a medida do tucano deixa o insumo ficou 29% mais caro para agroindústria e o homem do campo.

Na semana passada, o tema rendeu polêmica em virtude das ausências nos debates de Ágide Meneguette, o presidente da Federação da Agricultura do Paraná (FAEP), e do presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski.

O Blog do Esmael pediu para um produtor rural analisar o conteúdo do decreto 3531/2016, de 24 de fevereiro de 2016, assinado pelo tucano sobre o diferimento da tarifa da Copel. Leia:

“Não mudou nada. Até ficou mais restritivo. O produtor rural com atividade mais tecnificada foi terrivelmente penalizado. É uma transferência brutal da renda bruta dos produtores, que têm baixa margem de lucro, para o tesouro do Estado.

“Será que estamos entrando numa fase de enriquecimento do Estado e empobrecimento dos trabalhadores que labutam na produção rural?

“Taxar como movimentação de mercadorias o insumo estratégico para a produção rural (ENERGIA ELÉTRICA) é estratégia de resultado duvidoso para o produtor e para a sociedade (sendo o cidadão urbano o mais castigado, pois vai pagar ainda mais pelos alimentos que demandam pelo uso do insumo energia elétrica).

“Nosso Estado é constituído de pequenas propriedades rurais que buscaram na produção de proteína animal uma forma de verticalizar a cadeia produtiva dos grãos, construindo principalmente aviários e transformando o Paraná no maior exportador de carne de frango. Como prêmio pelo seu trabalho e dedicação recebe mais uma oneração através da conta de energia elétrica agora com um custo adicional de 29% de ICMS.”

A seguir, a leia a íntegra do novo decreto de Beto Richa:

Publicado no Diário Oficial nº. 9643 de 25 de Fevereiro de 2016

Súmula: Introduz alteração no Regulament

23 de Fevereiro de 2016
por esmael
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Beto Richa aplica tarifaço de 29% na conta de luz dos produtores rurais

O governador Beto Richa (PSDB) acabou com diferimento na tarifa da energia elétrica para os agricultores paranaenses. Com isso, a produção agropecuária teve aumento de 29% na conta deste mês de fevereiro. Uma pancada.

O governador tucano alterou o regulamento da cobrança do ICMS da energia para o produtor rural por meio do decreto 1600/2015, de junho do ano passado. (Note o caro leitor que não foi Dilma ou Gleisi que fizeram mais essa maldade).

Richa limitou o desconto de 29% do ICMS à faixa de consumo de mil quilowatts/horas, equivalente ao de uma casa de tamanho médio. Ou seja, na prática, o tucano revogou a isenção do imposto que era concedida desde o governo de Roberto Requião (PMDB).

O fim do desconto foi adiado de junho de 2015 para este mês de fevereiro de 2016 em virtude de pressões políticas, mas, ao final, o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, venceu a queda de braço.

A medida do governo do estado pode inaugurar uma era de quebradeiras no campo, como pequenas granjas e empreendimentos agropecuários, a exemplo do que já ocorre no comércio urbano com o aumento do ICMS e a substituição tributária.

Diversos prefeitos do interior paranaense avaliam que o novo tarifaço inviabiliza a permanência do homem no campo, levando muitas famílias a abandonar a vida em chácaras no entorno dos municípios.

O dinheiro do novo tarifaço da Copel vai direto para o Caixa Único (CU) do governo Beto Richa, que é um buraco sem fim.

O agronegócio entrou na linha de tiro do tucanato em virtude de o setor responder pela geração de riquezas (35% do PIB) e ajudar elevar o Paraná à condição de quarta economia do país. Além disso, a agroindústria ou agropecuária respondem por 15% dos empregos formais no estado.

Mas a pergunta que não quer calar é: cadê Ágide Meneguette, o presidente da Federação da Agricultura do Paraná (FAEP)? Onde está o presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski?

Enquanto isso, no Palácio Iguaçu, Richa e Mauro Ricardo são vistos com frequência cantarolando: “♪♪  O melhor está por vir ♫♫”.

19 de Fevereiro de 2016
por esmael
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Custo Beto Richa faz companhias aéreas cancelar voos no Paraná

A crise econômica é somente um pretexto. As companhias aéreas, especialmente TAM, Gol e Azul, começaram a cancelar voos para cidades paranaenses, em represália ao governador Beto Richa (PSDB), que aumentou o ICMS do querosene de aviação de 7% para 18%, seguindo na contramão dos demais estados do Sul, do Nordeste e do Distrito Federal, que baixaram impostos para estimular o turismo e o desenvolvimento da aviação regional.

A TAM está cancelando, a partir do mês de abril, os voos diretos entre Curitiba e Londrina e entre Curitiba e Foz do Iguaçu. A Gol está cancelando voos de Maringá para Curitiba e São Paulo. E a Azul, além de reduzir voos para Cascavel e outras cidades, sepultou a ideia de abrir novas rotas para Ponta Grossa, Guarapuava e Paranaguá.

O governador tucano chegou a se reunir com executivos das empresas e o dono da Azul no ano passado, mas os deixou falando sozinhos e sem qualquer resposta, após alimentar a expectativa de poderia recuar no aumento do imposto. A desculpa é que o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, não deixa de jeito nenhum.

Afinal, quem manda mais no governo? Beto Richa ou o secretário importado da PQP?

Em tempo: o ICMS sobre o querosene de aviação no Paraná é um dos maiores do Brasil; esse combustível representa 38% dos custos das companhias aéreas.

26 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna do Jorge Bernardi: “Ano da cabra”, violência e corrupção no governo Richa

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Jorge Bernardi*

Pelo horóscopo chinês, o ano de 2015, deveria ser um período tranquilo já que é o “Ano da Cabra”. A cabra está associada a paz, aos relacionamentos afetivos, a harmonia, estética, beleza e as artes plásticas. Pelo calendário lunar chinês, este ano começou em 19 de fevereiro de 2015 e vai até 7 de fevereiro de 2016, quando inicia o “Ano do Macaco”.

Mas não foi um ano fácil para a humanidade. No panorama internacional, o Estado Islâmico disseminou o terrorismo na Europa e no mundo com atentados na França, como o massacre no jornal Charlie Hebdo, e da sexta-feira, 13 de novembro, com 130 mortos, além dos atos terroristas no oriente médio, na África, e derrubada do avião russo no Egito.

Nada tranquilo foi para o Brasil. O agravamento das investigações do Lava Jato, com prisões de empresários e políticos, a ascensão e o caos gerado pelo deputado Eduardo Cunha, e seus asseclas, na Câmara Federal. Uma crise sem precedentes assola a economia brasileira, pedido de impeachment da presidenta Dilma e a crise política que parece não ter fim.

Em Mariana, MG, ocorreu um dos mais graves desastres ambientais, com dezenas de vítimas, ao romper barragens de rejeitos de mineração da empresa Samarco. A consequência desta tragédia vai durar décadas, tudo indica por negligência da mineradora e de suas controladoras, a  e a BHP.

No Paraná, o que se viu foi a falência do governo que implantou a maior derrama de impostos de todos os tempos, com aumento de ICMS em 95 mil produtos, incluindo energia, cesta básica, além de 40 % do IPVA, elevando a inflação acima da média nacional. Professores e funcionários públicos, foram massacrados em 29 de abril, no Centro Cívico, e ainda tiveram o seu fundo de aposentadoria confiscado pelo governo do estado.

Foi também revelado o maior escândalo de corrupção da história paranaenses, envolvendo fiscais da receita estadual, empresários, e o primo do governador Luiz Abi, com prejuízo de mais de R$ 850 milhões de reais ao erário. E, segundo delatores, parte dos recursos desviados, serviram para abastecer a campanha de reeleição do governador Beto Richa.

26 de novembro de 2015
por admin
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Consumidor se sente lesado com retorno quase zero do “Nota Paraná”

O programa “Nota Paraná” do governador Beto Richa (PSDB), que promete devolver parte do ICMS pago pelos consumidores, recolhido pelos comerciantes, está frustando os participantes que em sua maioria tem pouco ou nada a receber.

Em agosto passado, o Blog do Esmael já levantara essa discussão — sobre possível “calote” no programa, como ocorrido em São Paulo. Periga o governo paranaense ter gastado mais em propaganda do que efetivamente recolhido em impostos, ou as duas questões juntas, sem a contrapartida prometida aos consumidores.

A primeira parcela de devolução está disponível desde segunda-feira (23) e pode ser conferida no site do programa. Mas muito pouca gente terá o que receber. Segundo o próprio governo, a média de valores a ser devolvido é de R$ 5 (cinco reais).

O problema é que, para que o consumidor posso receber “algum” de volta, precisa acumular pelo menos R$ 25 (vinte e cinco reais). Ou seja, a maioria dos contribuintes vão ter que acumular créditos por 5 meses para poder receber um pouquinho de volta.

Além disso, o valor devolvido não é sobre o que o consumidor pagou de imposto, mas sobre o que o comerciante recolheu.

Aí começa outro problema. Com tantas denúncias de corrupção na Receita Estadual, auditores fiscais presos e até o primo de Beto Richa, Luiz Abi Antoun, investigado por roubo no órgão, tem-se desconfiança sobre o funcionamento do sistema.

A arrecadação do governo cresceu, mesmo com a corrupção. Esse tipo de programa tem como objetivo engordar ainda mais o saco “sem fundo” da gestão tucana.

29 de setembro de 2015
por esmael
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Por 34 votos a 16, Assembleia aprova novo ‘pacote de maldades’ de Richa

roma_tadeuO governador Beto Richa (PSDB) conseguiu aprovar nesta terça-feira (29) o ‘pacote de maldades 3’ na Assembleia Legislativa do Paraná. A sessão foi bastante confusa porque deu pane no painel eletrônico de votação.

Pelo placar de 34 votos a favor e contra 16, a “bancada do camburão” atropelou a diminuta oposição que conseguiu aprovar somente três emendas.

28 de setembro de 2015
por admin
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: O Fundo, a pobreza e a política

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Luiz Cláudio Romanelli*

“Tem gente sem esperança,
Mas não é o desalento que você imagina entre o pesadelo e o despertar”
Ulisses Tavares

Nesta semana, a Assembleia Legislativa deve aprovar o projeto de lei que trata da criação do Fundo de Combate à Pobreza – um poderoso instrumento de promoção da cidadania e de combate à desigualdade social nos municípios de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), de regiões com forte desequilíbrio de desenvolvimento econômico e social e nos bolsões de pobreza nas grandes cidades. Atualmente, apenas oito estados não contam com um fundo específico para este fim, como dispõe o Artigo 82 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da Constituição Federal.

É um projeto importante, porque legalmente cria vinculações com investimentos na área social e no combate à desigualdade. Serão, no mínimo, R$ 400 milhões anuais para programas estruturantes de combate à extrema pobreza, a promoção da inclusão social, na geração de renda e no atendimento a grupos que socialmente são vulneráveis, como por exemplo, habitação popular, e que passam a ter mais força como política pública definida em lei e com um fundo específico com recursos para cumprir seus objetivos.

Porém, mesmo com todos esses benefícios e avanços – os quais acredito que ninguém possa ser contra – , o fundo de combate à pobreza foi alvo, nos últimos dias, de muita desinformação e picuinha política. A principal falácia dizem, por exemplo, que haveria aumento de imposto. Uma pequenez lamentável.

Por isso, é bom esclarecer mais uma vez e quantas outras vezes forem necessárias – os recursos do fundo em questão virão do ICMS de produtos considerados supérfluos. A alíquota destes produtos será reduzida em dois pontos percentuais, e novamente majorada, voltando ao mesmo patamar anterior, o diferencial será diretamente destinado ao fundo.

O restante continuará sendo distribuído entre o estado e as prefeituras. Ou seja, não há aumento de imposto, apenas o direcionamento de dois pontos percentuais para a criação deste Fundo de Combate à Pobreza.

A previsão é que em 2016 a arrecadação do ICMS chegue a R$ 26,7 bilhões. Deste montante, 75% ficam com o estado e outros 25% com os municípios. Do total arrecadado, R$ 400 milhões serão destinados ao fundo, e todo o recurso será utilizado justamente em prol das ações nas cidades.

Nenhum centavo será utilizado para pagamento de despesas com pessoal ou custeio da máquina pública, 100% será para investimento em programas e ações, diretamente nos municípios. A população mais pobre é a que será beneficiada.

Fora isso, cabe ressaltar que o Paraná é atualmente o maior parceiro dos municípios. O ajuste fiscal que foi promovido desde o fim do ano passado permitiu que a arrecadação das prefeituras fosse elevada em 15%. Em valores, entre janeiro e agosto, a soma do repasse do ICMS e IPVA do Estado é equivalente a R$ 5,3 bilhões. Já os re

19 de setembro de 2015
por esmael
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Prefeito fica ‘peladão’ em protesto contra ‘pacote de maldades’ de Richa

O prefeito Roger Selski (PR), presidente da Associação de Municípios dos Campos Gerais (AMCG), ficou pedalão protesto contra o "pacote de maldades 3" do governador Beto Richa (PSDB); Assembleia Legislativa deverá votar medida que corta R$ 400 milhões dos municípios paranaenses.

O prefeito Roger Selski (PR), presidente da Associação de Municípios dos Campos Gerais (AMCG), ficou pedalão protesto contra o “pacote de maldades 3” do governador Beto Richa (PSDB); Assembleia Legislativa deverá votar medida que corta R$ 400 milhões dos municípios paranaenses.

O prefeito de Ipiranga, Roger Selski (PR), presidente da Associação de Municípios dos Campos Gerais (AMCG), radicalizou no protesto contra o “pacote de maldades 3” do governador Beto Richa (PSDB), que corta R$ 400 milhões das prefeituras paranaenses. Leia mais

16 de setembro de 2015
por esmael
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“Pacote de maldades de Richa tira R$ 400 mi das prefeituras. A associação de municípios ficará de qual lado?”

arruda_marcel-richaO deputado federal João Arruda (PMDB) abriu fogo contra o “corpo mole” que o presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Marcel Micheletto (PSDB), prefeito de Assis Chateaubriand, estaria fazendo ao agir como “pelego” do governador Beto Richa (PSDB) em desfavor dos demais 398 prefeitos paranaenses. Leia mais

11 de setembro de 2015
por esmael
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Pelo 2º mês consecutivo, tarifaço de Beto Richa causa maior inflação do país na região de Curitiba

richa_inflacaoParece notícia repetida, mas não é. Pelo 2º mês consecutivo, a região metropolita de Curitiba registrou no mês de agosto a maior inflação do país. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve a maior variação em comparação à média nacional: 0,47%. Leia mais