Novo aumento dos combustíveis provou que problema não era ICMS, mas o governo Bolsonaro

Menos de 24 horas após o Congresso Nacional aprovar redução de ICMS, que incidente sobre bens e serviços relacionados aos combustíveis, ao gás natural, à energia elétrica, às comunicações e ao transporte coletivo, a Petrobras anuncia novo aumento nesta sexta-feira (17/06). Isso é a prova concreta de que impostos nada têm a ver com os abusivos preços praticados contra os consumidores brasileiros.

A oposição ao presidente cessante Jair Bolsonaro (PL) tinha razão em votar contra a redução do ICMS. A medida aprovada pelo Congresso vai significar cortes nos orçamentos da saúde e educação, que serão transformados em subsídios para os especuladores na Petrobras.

O novo aumento dos combustíveis provou que o problema não era ICMS, como dizia o governo, o próprio presidente Bolsonaro que não tem pulso firme para enfrentar os fundos privados que sugam a companhia.

A União, principal acionista da Petrobras, manteve a política de pratidade de preço internacional (PPI), que dolariza os valores dos combustíveis no país, causa inflação e eleva os ganhos para acionistas da estatal petrolífera.

Moral da história: Bolsonaro “enganou” os congressistas e tungou o povo brasileiro com o corte de até 30% no orçamento da saúde e da educação.

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