6 de Março de 2018
por esmael
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Requião Filho: Beto Richa faz o cidadão de bobo

O deputado Requião Filho (MDB) denuncia o aumento de verbas publicitárias e cortes nos investimentos de saúde, segurança e educação do Paraná. Citando a visita “eleitoreira” do governador Beto Richa (PSDB) a uma área alagada em Curitiba, neste fim de semana, o parlamentar chega à conclusão de que o tucano faz de bobo os cidadãos do estado. Leia mais

19 de Fevereiro de 2018
por esmael
Comentários desativados em Gleisi: O Plano irReal de Temer

Gleisi: O Plano irReal de Temer

A presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, escreve que a intervenção oportunista e demagógica no Rio de Janeiro constrange as Forças Armadas e desnuda o caráter autoritário do governo golpista. “Fora, Temer! 1964 nunca mais!”, brada. Leia mais

6 de dezembro de 2016
por esmael
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Requião denuncia aposentadoria de marajá de Meirelles: R$ 250 mil/mês

meirelles_requiaoO senador Roberto Requião (PMDB-PR) abriu fogo nesta terça (6) contra o ministro da Fazenda Henrique Meirelles. Segundo o parlamentar, o homem que pretende que os trabalhadores morram sem ter direito à aposentadoria tem o benefício mensal de R$ 250 mil.

21 de novembro de 2016
por esmael
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Governo do Paraná não tem um negro no 1º escalão, mas torra verba em propaganda

O governo Beto Richa (PSDB) não tem um negro sequer no primeiro escalão, mas utilizou a data de Zumbi dos Palmares — 20 de novembro — para fazer uma demagogia.

5 de junho de 2015
por esmael
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‘Beto Richa fingiu que doou sangue’, acusam profissionais da saúde

“Mentira tem perna curta”, afirmou esta semana o Sindicato dos Servidores Estaduais da Saúde do Paraná (SindSaúde), ao se referir ao governador Beto Richa (PSDB) que fingiu doar sangue. Era puro marketing político.

Segundo os profissionais da saúde, o tucano recorreu a uma foto antiga para postar no Facebook no último dia 1º de junho: “Doar sangue, um gesto simples de solidariedade que pode fazer a maior de todas as diferenças: salvar vidas.”

Beto Richa tenta posar de bom moço depois que mandou massacrar professores e servidores públicos em greve, no dia 29 de abril, em Curitiba, quando mais de 200 pessoas ficaram feridas por tiros de bala de borracha, bombas, cassetetes e mordidas de cães pitbulls.

O diabo é que o SindSaúde foi aos registro da Rede Hemepar – o banco de sangue do Paraná – para comprovar que o governador do PSDB cometeu uma fraude, mentiu.

A última vez que ele doou sangue foi em 15 de junho de 2012, portanto, há três anos.

A simples postagem da fotografia nas redes sociais já havia gerado polêmica, antes mesmo de o governador ser pego na mentira. O gesto fora percebido como demagogia haja vista que o mesmo mandou surrar e fazer jorrar o sangue de professores e servidores em praça pública.

Se o governador Beto Richa mente nas “pequenas” coisas, imagine como se comporta nas grandes questões. É por isso que ele sempre precisa registrar em cartório o que fala ou acorda com terceiros.

Moral da história: Beto Richa, como um chupa-cabras, só sugou o sangue nos últimos três anos; não doou nada.

1 de junho de 2015
por esmael
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Beto Richa apela para demagogia depois de ‘arrancar sangue’ de professores no dia 29 de abril

richa_demagogiaO governador Beto Richa (PSDB), mais em baixa do que bunda de cobra, apelou nesta segunda-feira (1º) para a demagogia barata visando limpar a barra.

Depois de surrar e fazer jorrar o sangue de professores e servidores em praça pública, no dia 29 de abril, manter-se intransigente nas negociações e prolongar a greve por 35 dias na educação, eis que surge o tucano doando sangue:

“Doar sangue, um gesto simples de solidariedade que pode fazer a maior de todas as diferenças: salvar vidas”, escreveu esta manhã o governador do PSDB.

Enquanto Beto Richa encena com a doação de sangue, a 50 metros do Palácio do Iguaçu tem três pessoas em greve de fome contra o massacre do dia 29 de abril, pela reposição data-base de 8,17%, pelo fim da greve.

Quem se habilita a receber alguns mililitros de sanguinho do chupa-cabra?

Em tempo: reproduzo abaixo trecho de um artigo do compositor brasileiro Aldir Blanc, publicado ontem n’O Globo, sobre a covardia do governador paranaense:

30 de Março de 2015
por esmael
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: “O Paraná, a crise e a demagogia”

Luiz Claudio Romanelli*

Um site na internet – o nome já diz tudo – é um sítio, um lugar. É necessário ligar o computador e digitar o endereço para ir até ele. É como ir à casa de alguém e por isto que estou aqui, convidado pelo jornalista Esmael Morais, para escrever minhas opiniões todas as segundas-feiras. Afinal aqui é a casa dele e um pouco da casa de todos nós.

Antes de qualquer coisa, reitero o meu compromisso com a formulação e implantação de políticas públicas que promovam a inclusão social e diminuam a desigualdade. É um compromisso de vida longe da demagogia e do festival de besteiras que assolam parte das redes sociais.

O Estado brasileiro vive uma crise econômica que atinge a todos os governos – federal, estaduais e municipais – indistintamente. Posso citar como exemplos os estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O governo gaúcho sacou R$ 330 milhões do fundo de depósitos judiciais para completar a folha dos servidores estimada em R$ 1,1 bilhão e atrasou o pagamento de fornecedores num montante de R$ 300 milhões. Os gaúchos estão cortando gastos da máquina pública para conter um déficit de R$ 5,4 bilhões em 2015.

O Rio de Janeiro já pediu moratória de 60 dias aos fornecedores e acusou dívidas de R$ 700 milhões. E Minas Gerais pediu para os deputados para revisar o orçamento de 2015 e apontou um déficit de R$ 7,3 bilhões. Todos os estados estão cortando gastos e despesas e os municípios veem queda de 45% nos repasses do FPM comprometendo até o expediente das prefeituras. Já a União deve R$ 1 bilhão de restos à pagar a 396 municípios do Paraná e outros R$ 540 milhões de serviços de saúde ao Estado.

Esse é o quadro da crise. Outros números: a economia brasileira cresceu 0,1% em 2014, segundo o IBGE. Esse é o pior resultado desde 2009, ano da crise internacional, quando a economia recuou 0,2%. No ano passado, portanto, o crescimento foi nulo, a inflação ficou em 6,4%, os investimentos caíram – houve uma grande desaceleração da economia e, em consequência, dos investimentos públicos e privados.

As perspectivas para 2015 não são nada animadoras: começamos o ano com reajuste de combustíveis e energia elétrica, aumento de impostos, cortes em direitos e benefícios sociais e trabalhistas, cortes orçamentários na área de Educação, e aumento do desemprego. Só o setor da construção civil em São Paulo demitiu 31 mil trabalhadores no mês de fevereiro.

O momento, portanto, não é para fanfarronices. Todos os Estados enfrentam sérios problemas. O Paraná não é uma ilha de prosperidade num continente de dificuldades. Enfrenta uma crise financeira devido à redução da atividade econômica e a consequente queda de arrecadação no ano de 2014 e início de 2015. Diante deste quadro, é imprescindível controlar gastos e fazer os ajustes para o equilíbrio das contas e é isso que o governo do Paraná está fazendo.

Não houve negligência na gestão financeira do Estado. Houve sim, substancial aumento nos gastos com a folha de pagamentos, devido à contratação de professores e policiais e aos reajustes salariais concedidos. Senão vejamos: em 2010, o Estado gastou R$ 10,8 bilhões no ano, com pagamento de pessoal. Em 2014 foram R$ 18,8 bilhões. A folha de pagamento do poder executivo atualmente é de R$ 1, 4 bilhão por mês. E antes que os desavisados atribuam esse aumento aos comissionados, vão aí os números: todos os cargos em comissão, inclusive as funções gratificadas ocupadas por servidores de carreira, somados, custam R$ 17 milhões mensais, praticamente 1% do dispêndio mensal com a folha de pagamentos.

Agora, pontualmente, vou tratar de um tema explorado à exaustão pela demagogia opositora. Temos que efetivamente equacionar a questão previdenciária dos servidores públicos, para reduzir o impacto nos servidores da ativa, no pagamento de aposentadorias e para que possamos implementar as políticas públicas propostas pelo governo. O problema não é novo – remonta ao ano de 1992, quando foi adotado o regime jurídico único e os servidores celetistas foram transformados em estatutários e a conta da aposentadoria repassada da União para o Estado.

Hoje, o Governo do Paraná tem 100 mil aposentados ou pensionistas e que custam mensalmente R$ 502 milhões de reais ao Tesouro do Estado. No Sistema Previdenciário do Paraná, temos três fundos: o Fundo Militar que paga R$ 102 milhões mensais que beneficiam 18 mil aposentados e pensionistas. O Fundo Financeiro q

5 de agosto de 2014
por esmael
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Aécio e àlvaro abrem mão de salários, mas mantêm estruturas de marajás no Senado

Os senadores àlvaro Dias e Aécio Neves anunciam que abriram mão de salários em função da campanha, mas mantêm estrutura de marajás no Senado com até 105 funcionários em Brasília e nos estados; "E a presidente, também vai abrir?", provoca o presidenciável tucano; Blog do Esmael pergunta no plano local, no Paraná, e aí governador Beto Richa, não também vai abrir?; a demagogia visa engabelar os eleitores mais desavisados; ora, por que os parlamentares do PSDB não exoneram o exército de comissionados que têm nos gabinetes e renunciam a seus mandatos, não seria mais justo?

Os senadores àlvaro Dias e Aécio Neves anunciam que abriram mão de salários em função da campanha, mas mantêm estrutura de marajás no Senado com até 105 funcionários em Brasília e nos estados; “E a presidente, também vai abrir?”, provoca o presidenciável tucano; Blog do Esmael pergunta no plano local, no Paraná, e aí governador Beto Richa, não também vai abrir?; a demagogia visa engabelar os eleitores mais desavisados; ora, por que os parlamentares do PSDB não exoneram o exército de comissionados que têm nos gabinetes e renunciam a seus mandatos, não seria mais justo?

Há duas semanas o senador àlvaro Dias (PSDB-PR), que luta para manter-se no cargo, abusou [mais uma vez] da demagogia visando tocar o coração do eleitor mais desavisado: abriu mão do salário como parlamentar. Leia mais