26 de Abril de 2016
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Eduardo Cunha, o Richa da Câmara?

cunharicha

O que une o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), e o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), além do golpe contra a democracia em curso no País?

Ambos estão envolvidos em sérias denúncias de corrupção, mas até o momento seguem intocáveis, como que por encanto. A Justiça parece que não os cabe, não os atinge; e eles continuam firmes em seus mandatos para a tristeza do Paraná e do Brasil.

11 de Março de 2016
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Corrupção no governo Beto Richa é melhor que as outras? Por quê?

Com base na gravidade dos desvios na Receita Estadual apurados pelo Gaeco, na Operação Publicano, os deputados de oposição tentam novamente emplacar uma CPI sobre o tema. A primeira tentativa de instalação de uma comissão parlamentar para investigar o caso está completando um ano. Assim como em 2015, a maioria dos deputados se recusa a assinar o requerimento.

É que as revelações dos auditores fiscais no caso apontam para o Palácio Iguaçu. Há fortes indícios de que a propina arrecadada ajudou a financiar a reeleição do governador Beto Richa (PSDB). Por isso os deputados governistas, a tal “Bancada do Camburão”,  fazem de tudo para evitar as investigações e a exposição do caso.

O problema é que os deputados que escondem a sujeira do governos estadual, são os mesmos que fazem discursos inflamados contra as denúncias de corrupção no governo federal. Muitos estarão nas ruas no domingo (13) para combater a corrupção(!), mas só a federa

3 de dezembro de 2015
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Gaeco faz megaoperação contra corrupção no governo Beto Richa

publicanoO Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) iniciou na manhã desta quinta-feira (3) a quarta fase da Operação Publicano, que investiga corrupção no governo Beto Richa (PSDB), cumprindo 47 mandados de prisão e 62 de condução coercitiva para depoimentos.

O Gaeco, que é o braço policial do Ministério Público do Paraná (MP), cumpre a incrível quantia de 109 mandados judiciais. Ou seja, a 4ª fase da Publicana pode ser considerada uma das maiores operações contra corrupção que esse país já viu.

Os mandados estão sendo cumpridos em Londrina, onde a operação é sediada, e em Curitiba, onde parece estar o centro nervoso do esquema. Há quem afirme que o comando da quadrilha fique mesmo dentro o Palácio Iguaçu.

26 de novembro de 2015
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Consumidor se sente lesado com retorno quase zero do “Nota Paraná”

O programa “Nota Paraná” do governador Beto Richa (PSDB), que promete devolver parte do ICMS pago pelos consumidores, recolhido pelos comerciantes, está frustando os participantes que em sua maioria tem pouco ou nada a receber.

Em agosto passado, o Blog do Esmael já levantara essa discussão — sobre possível “calote” no programa, como ocorrido em São Paulo. Periga o governo paranaense ter gastado mais em propaganda do que efetivamente recolhido em impostos, ou as duas questões juntas, sem a contrapartida prometida aos consumidores.

A primeira parcela de devolução está disponível desde segunda-feira (23) e pode ser conferida no site do programa. Mas muito pouca gente terá o que receber. Segundo o próprio governo, a média de valores a ser devolvido é de R$ 5 (cinco reais).

O problema é que, para que o consumidor posso receber “algum” de volta, precisa acumular pelo menos R$ 25 (vinte e cinco reais). Ou seja, a maioria dos contribuintes vão ter que acumular créditos por 5 meses para poder receber um pouquinho de volta.

Além disso, o valor devolvido não é sobre o que o consumidor pagou de imposto, mas sobre o que o comerciante recolheu.

Aí começa outro problema. Com tantas denúncias de corrupção na Receita Estadual, auditores fiscais presos e até o primo de Beto Richa, Luiz Abi Antoun, investigado por roubo no órgão, tem-se desconfiança sobre o funcionamento do sistema.

A arrecadação do governo cresceu, mesmo com a corrupção. Esse tipo de programa tem como objetivo engordar ainda mais o saco “sem fundo” da gestão tucana.

9 de setembro de 2015
por esmael
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Saiba por que investigação de máfia do ICMS de SP pode “ricochetear” no governo do Paraná

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No dia 21 de agosto, o Blog do Esmael cravou que “Yousseff entrega esquema de corrupção na Receita de SP do tempo que Mauro Ricardo era secretário” ao referir-se a uma série de prisões de fiscais e ex-funcionários da Receita daquele estado, desbaratando o que eles chamaram de “máfia do ICMS”.

21 de agosto de 2015
por esmael
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Yousseff entrega esquema de corrupção na Receita de SP do tempo que Mauro Ricardo era secretário

alberto_youssef

O Ministério Público de São Paulo iniciou no final do mês de julho uma série de prisões de fiscais e ex-funcionários da Receita daquele estado, desbaratando o que eles chamaram de “máfia do ICMS”. A operação foi montada com base na delação do doleiro Alberto Youssef, da Lava Jato, e até agora dez pessoas já foram presas.

21 de agosto de 2015
por esmael
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Justiça anula promoção de auditores fiscais da Receita Estadual envolvidos na arrecadação para Beto Richa

auditoresO Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) julgou inconstitucional os artigos 151 e 153 da Lei Complementar 131, que permitiam a promoção de 219 auditores fiscais da Receita Estadual do Paraná do nível médio para o nível superior. A maioria foi elevada ao teto da categoria, com salários de aproximadamente R$ 30 mil. Leia mais

7 de agosto de 2015
por esmael
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Propaganda de austeridade de Richa desmente seu próprio governo

caixabDesde o início da semana, propagandas do governo do estado do Paraná sugerem aos paranaenses que o governo Beto Richa (PSDB) equilibrou as contas e terá dinheiro em caixa. O artifício principal seria o aumento da carga tributária do estado que, segundo o governador, favoreceu a composição dos cofres públicos que há tempos fechavam no vermelho.

Contabilizando um aumento de 89,98% no custo da energia elétrica repassada ao cidadão nos últimos 12 meses, somados ao aumento do ICMS de 12% para 18% em mais de 90 mil produtos no estado, sem esquecer dos 40% de reajuste no IPVA e os 20,5% de reajuste das taxas de água e esgoto somente neste ano, o mais caro do Brasil; o governador comemora a recomposição do caixa nas redes sociais. “O fato é que o ajuste fiscal beneficiou não apenas o Estado, mas também os municípios”, ressalta Richa em sua página no Facebook.

Com o desempenho apresentado, Beto Richa assegura um superávit de R$ 1 bilhão para 2016, o que significa, em meias palavras, dinheiro no caixa. Até aí tudo certo! O problema é que a conta não fecha quando comparados os dados de arrecadação de impostos entre janeiro e agosto de 2014 e no mesmo período em 2015.

De janeiro e agosto de 2014, o estado ultrapassou a marca dos R$ 15 bilhões em arrecadação. Hoje, a receita se mantém muito próxima, perto de R$ 14 bilhões e a conta passa a não fechar. Os dados são da Fazenda Pública, impostômetro e Governo Federal.

A constatação de que receita parecida no ano passado não asseguraram dinheiro em caixa no primeiro semestre de 2015 coloca o próprio governo em contradição. O Paraná iniciou o ano de 2015 com o caixa no vermelho e devendo mais de R$ 6 bilhões a fornecedores em todo o estado. Para “arrumar a casa” a história todo mundo conhece; “tarifaço” na luz, na água, no IPVA, no ICMS, o confisco de R$ 8 bilhões da Paraná Previdência, ato póstumo ao Massacre dos Professores, acompanhados do atraso no pagamento de salários e benefícios dos servidores. Um verdadeiro desastre, avaliaram os mais conceituados economistas do país.

15 de julho de 2015
por esmael
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Além do governador Beto Richa, Gaeco pede investigação da secretária de Administração por fraude em licitação

Dinorah_RichaPromotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) pediram nesta quarta-feira (15) abertura de investigação da secretária de Estado da Administração e Previdência, Dinorah Nogara, nos crimes praticados na Operação Voldermort. Como ela tem foro privilegiado, a solicitação foi encaminhada ao procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia, chefe do Ministério Público do Paraná. Leia mais

14 de julho de 2015
por esmael
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Gaeco encaminha à PGJ denúncia de corrupção contra Beto Richa

gaecoO Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime (Gaeco) de Londrina, braço policial do Ministério Público do Paraná, encaminhou na última sexta-feira (10) à Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ) informações sobre o suposto envolvimento do governador Beto Richa (PSDB), do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Durval Amaral, e de seu filho, o deputado estadual Tiago Amaral (PSB), no esquema de corrupção na Receita Estadual. Leia mais

9 de julho de 2015
por esmael
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Lá (SP) e cá (PR), governos do P$DB mostram similaridade em corrupção na Receita Estadual

receitaO governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), trocou a cúpula da Receita Estadual diante das investigações sobre um suposto esquema de desvios bilionários de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) por fiscais do Estado. Ao menos dez servidores foram exonerados. Leia mais

22 de Maio de 2015
por esmael
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Presença de “interventor do PSDB nacional” nas finanças do PR amplia crise no governo Richa

O impasse na data-base do funcionalismo público estadual, potencializado pela intransigência e truculência do governador Beto Richa (PSDB), está empurrando os servidores para uma greve geral sem precedentes na história do Paraná. O movimento pode paralisar por completo, a partir da semana que vem, um governo que já vinha combalido pela inoperância e incompetência dos seus comandantes.

Além dos professores e servidores da rede pública de ensino e dos professores e servidores das universidades estaduais, que já estão em greve há três semanas, o movimento só tende a crescer.

Neste sábado (23), a greve geral terá a adesão dos agentes penitenciário; a partir de segunda-feira (25) param os servidores das secretarias de Agricultura e Meio Ambiente, além dos servidores da parte administrativa das penitenciárias estaduais. Esse contingente de braços cruzados representa aproximadamente 80% do serviço público estadual.

O governador se recusa a negociar uma diferença de 3,17 pontos percentuais na reposição das perdas do ano na data-base dos servidores. Ou seja, uma margem pequena, que em situações normais de negociação trabalhista seria dirimida rapidamente. A APP-Sindicato até pediu ontem (21) ‘intervenção federal’ no imbróglio, dada a incompetência do tucanato para solucionar a crise.

Fora a data-base, o secretário da Fazenda importado, Mauro Ricardo Costa acena com a venda de ‘fatias’ da Copel e da Sanepar, antecipação de renovação de concessões de pedágio, entre outras formas de fazer caixa a qualquer custo. Tudo isso poucos dias após a aprovação do confisco da previdência dos servidores. Será que a crise financeira do Paraná é tão séria? Quem entende dos números garante que não.

Aliás, não é à toa que os servidores em greve estão apertando o cerco em torno do secretário Mauro Ricardo, da secretaria e das delegacias da Receita Estadual. Pois é a Receita/Fazenda estadual o foco das principais denúncias de corrupção do governo, bem como a origem das ordens de arrocho, calote e confisco do governo contra seus servidores.

Mas se Mauro Ricardo foi “importado” da Bahia para “resolver” os problemas de caixa no governo, por que ele não está à frente das negociações e encaminhamentos salariais e de benefícios do funcionalismo?

Há quem afirme que Mauro Ricardo foi designando pelo núcleo duro do PSDB nacional como um “interventor” no governo paranaense para fazer caixa e bancar projetos futuros dos tucanos.

O atual xerife das finanças paranaense fora indicado a dedo pelos cardeais nacionais do PSDB, entre eles o senador José Serra, ex-governador de São Paulo, e o senador mineiro Aécio Neves. Os dois parlamentares tucanos são, inclusive, os principais conselheiros de Richa nesse momento de turbulências políticas no Paraná.

Na realidade, não existiria a tal crise financeira no Estado. Os sucessivos calotes em fornecedores e servidores foram feitos de caso pensado visando passar a ideia de um Estado quebrado, precisando de socorro. Seria a prerrogativa para ampliar o saque, implementando o confisco nas aposentadorias, congelando o salário dos servidores, e tudo mais que estamos acomp

22 de Março de 2015
por esmael
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Colunista da Gazeta: Richa adotou o “Abismo” como forma de poder no PR

O jornalista Celso Nascimento, colunista da Gazeta do Povo, na edição deste domingo (22), observa que o governador Beto Richa (PSDB) adotou como forma de poder o “Abismo” — corruptela relacionada ao nome do primo Luiz Abi, preso pelo Gaeco desde segunda-feira (16) sob a acusação de liderar uma quadrilha dentro do governo do estado.

A seguir leia a íntegra da coluna:

O Paraná no abismo
por Celso Nascimento

Socialismo, marxismo, capitalismo, nazismo, maoismo, imperialismo, islamismo, comunismo, moralismo… são tantos “ismos” aos quais qualquer um pode optar, mas o Paraná parece ter adotado outro, o abismo. Alguns aplicam o termo para se referir ao precipício em que caíram as finanças estaduais. Outros preferem correlacionar a palavra ao nome de Luiz Abi, o primo de quem se diz ter atuado com grande desenvoltura nos subterrâneos do governo.

Combustível para essa interpretação não falta. O Gaeco levou Luiz Abi preso por suspeita de que, sob sua orientação, uma licitação para contratar oficinas mecânicas para reparo de viaturas policiais teria sido fraudada. Mas os promotores de Londrina que cuidam do caso começam a enxergar ligações dele com outros presos acusados de operar um enorme esquema de sonegação tributária que teria dado prejuízo, estima-se, de R$ 500 milhões aos cofres públicos.

Na última sexta-feira (20), mais 17 personagens dessa história foram presos. Dentre eles, servidores da receita, policiais civis e empresários da área de distribuição de combustíveis. Eles se somam a outros investigados metidos em casos de pedofilia, exploração de prostituição e corrupção ativa e passiva na área da Receita Estadual. Não significa que os crimes – sexo ilegal e sonegação – fossem comuns aos dois grupos, mas os promotores estão intrigados com o fato de que vários nomes cruzavam-se nas duas esferas. E o mais impressionante é que alguns dos investigados faziam parte, oficial ou extraoficialmente, da corte palaciana.

O caminho a ser ainda percorrido pelo Gaeco é longo, mas os promotores começam a puxar liames que datam de 2011 – mesmo ano em que se iniciou o primeiro mandato do governador Beto Richa. Foi em 2011 que aportou no Paraná uma certa Refinaria de Manguinhos, na verdade apenas uma distribuidora de combustíveis.

Impedida de manter suas atividades no Rio de Janeiro por ter sonegado a quantia de R$ 800 milhões em impostos e recusada sua inscrição pelo Fisco paulista, Manguinhos misteriosamente conseguiu se inscrever como contribuinte na Fazenda do Paraná e se instalar em Araucária. Pouco tempo depois, acumulava uma dívida tributária da ordem de R$ 225 milhões, passando a figurar nos primeiros lugares da lista dos cem maiores devedores de impostos para a Fazenda estadual.

No Rio, segundo consta de inves