3 de Março de 2018
por esmael
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Jair Bolsonaro atira para todos os lados

A tropa de choque de Jair Bolsonaro (PSL-RJ) está chamando para a briga os demais candidatos à Presidência da República que, de alguma forma, competem com o ex-capitão Exército no eleitorado de direita. Pelas redes sociais, por exemplo, o senador Alvaro Dias (Podemos-PR) é chamado de “comunista”; o ex-governador Ciro Gomes (PDT) é tratado como “assecla” de Nicolás Maduro — o presidente venezuelano. Leia mais

18 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Bispo da Igreja Católica afirma que intervenção militar é contra pobres e negros do Rio

O bispo da Igreja Católica Dom Mauro Morelli, pelo Twitter, desmistificou a intervenção militar de Michel Temer afirmando que se trata de uma ação contra os pobres do Rio de Janeiro. Leia mais

10 de novembro de 2013
por esmael
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PPL lança manifesto de candidato do caralho! contra tucano àlvaro Dias

Ex-candidato a vice-prefeito de Curitiba em 2012 pelo PPL (Partido da Pátria Livre), o professor universitário Cláudio Fajardo explicou em seu blog o significado da palavra “caralho”. Na época, ele afirmou que mandar alguém para o caralho não é tão ruim assim (clique aqui para relembrar).

Pois bem, o PPL lançou um candidato ao Senado do “caralho” — de acordo com a agremiação comunista (o novo partido tem sua origem no guevarista Movimento Revolucionário 8 de Outubro – MR-8) — contra o tucano àlvaro Dias.

Em manifesto divulgado no Facebook (clique aqui), ontem, Fajardo deu mostras de como se comportará nas eleições de 2014: “o ocupante da vaga ao Senado ora em disputa não faz mais do que repetir como um papagaio as matérias do PIG, a imprensa chamada de jornalismo de esgoto”.

O documento do candidato do PPL também fuzila as privatizações, as desnacionalizações e os partidos do “SIM” no submisso Congresso Nacional.

A seguir, leia a íntegra do manifesto de Cláudio Fajardo:

PORQUE SOU PRà‰-CANDIDATO AO SENADO

O silêncio sepulcral do Congresso Nacional, só rompido por um ou outro brado denunciante de alguma alma viva lá de plantão, se parece com os piores dias da Ditadura. Naquela época pelo menos tínhamos um Lysâneas Maciel, um Alencar Furtado, um Ulisses Guimarães, um Mário Covas, Chico Pinto, Marcio Moreira Alves… Hoje o que temos? Um Congresso submisso, pior: quando resolve ter iniciativa vem com mais horror, tal como a proposta de Renan Calheiros de independência do Banco Central ou a idéia maluca do orçamento impositivo! . O PT no parlamento parece o partido do SIM, a antiga ARENA. Aliás, merece um parágrafo especial.

Privatização dos portos: SIM! Privatização dos aeroportos: SIM!, Privatização das rodovias: SIM! Privatização de ações do Banco do Brasil para estrangeiros: SIM! Privatização do pré-sal: SIM! Está ou não está igual a ARENA?

O PT, partido que surgira anunciando uma política diferente, uma ética diferente, um partido dos movimentos sociais, realmente em defesa dos interesses dos trabalhadores… e no que se transformou? No parlamento está conivente, quando não ele próprio agente do mal, está mancomunado, cooptado ou constrangido. Nos bastidores, nos seus congressos, está dividido entre os locupletados, e os indignados.

Os indignados sabem o quanto é difícil reconduzir o partido para os seus princípios históricos, sabem o poder de cooptação dos cargos comissionados. Lutam heroicamente, mas parecem antever um desfecho inevitável da vitória do mal. Divididos, apresentam candidatos a presidente, ao senado e aos governos dos estados nomes ligados à  perpetuação dessa era de desvi