5 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Sérgio Moro estuda programa ‘Cadeia Para o Mais Pobre’

Sérgio Moro estuda programa ‘Cadeia Para o Mais Pobre’

O ex-juiz Sérgio Moro, ministro da Justiça, prepara uma espécie de programa ‘Cadeia Para o Mais Pobre’ importando dos Estados Unidos o instituto “plea bargaining” (acordo entre a acusação e o réu). ... 

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30 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em As Forças Armadas viraram gendarmes de interesses estrangeiros no Brasil

As Forças Armadas viraram gendarmes de interesses estrangeiros no Brasil

Os intervencionistas querem brincar de Rambo, o personagem de Silvestri Stalone, mas desconhecem que o Exército norte-americano perdeu a guerra do Vietnã. Da mesma forma, eles [os intervencionistas] pedem que o Exército Brasileiro tome o poder, mas também desconhecem que os militares foram um desastre como gestores, nada transparentes, e criaram parte desses corruptos que ainda estão encrostados na administração pública. ... 

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18 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
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Bispo da Igreja Católica afirma que intervenção militar é contra pobres e negros do Rio

O bispo da Igreja Católica Dom Mauro Morelli, pelo Twitter, desmistificou a intervenção militar de Michel Temer afirmando que se trata de uma ação contra os pobres do Rio de Janeiro. ... 

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8 de agosto de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Ricardo Mac Donald: Regalias no judiciário

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta, aborda a questão da Superestrutura do Estado, cujo tema se desdobrará em vários capítulos; colunista constata que o Brasil é o país que paga os melhores salários para o Judiciário, Ministério Público e Tribunais de Conta; nessas superestruturas estão os melhores salários, as maiores aposentadorias, regalias como 60 dias de férias e mais 20 dias de recesso no final do ano, auxílios variados, imunidade e estabilidade de emprego!, afirma. Mac Donald ainda chama à  reflexão: O País é suficientemente rico para suportar esse gasto e ainda fazer frente à s questões de Saúde, Segurança, Educação e Mobilidade?!; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta, aborda a questão da Superestrutura do Estado, cujo tema se desdobrará em vários capítulos; colunista constata que o Brasil é o país que paga os melhores salários para o Judiciário, Ministério Público e Tribunais de Conta; nessas superestruturas estão os melhores salários, as maiores aposentadorias, regalias como 60 dias de férias e mais 20 dias de recesso no final do ano, auxílios variados, imunidade e estabilidade de emprego!, afirma. Mac Donald ainda chama à  reflexão: O País é suficientemente rico para suportar esse gasto e ainda fazer frente à s questões de Saúde, Segurança, Educação e Mobilidade?!; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Mac Donald* ... 

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13 de junho de 2014
por Esmael Morais
71 Comentários

Vaias a Dilma têm maior peso na velha mídia que vitória do Brasil por 3 x 1

do Brasil 247
O que aconteceu de realmente importante na tarde de ontem, além, é claro, da vitória de 3 a 1 da seleção brasileira contra a Croácia? Em primeiro lugar, a Arena Corinthians, que despertava grande temor, passou bem pelo teste de fogo. Além disso, não houve problemas de deslocamento e os torcedores chegaram e saíram com facilidade, utilizando o transporte público. Para completar, não houve a temida greve dos metroviários e os protestos foram realizados por grupos minoritários. Em resumo, uma grande festa, onde a esperança venceu o medo de um eventual fracasso (leia mais aqui).

No entanto, o que mais foi destacado pelos jornais, na manhã seguinte, ou pelos telejornais de ontem? A vaia que partiu da ala Vip do estádio (leia aqui) e, em alguns momentos, foi dirigida à  presidente Dilma, num grosseiro “ei, Dilma, vai tomar no c…”. O que essa vaia significa? Praticamente nada. Expressa apenas a falta de educação e o comportamento de manada típico dos estádios de futebol, quando um pequeno grupo começa a gritar palavras de ordem, que rapidamente se alastram. Além disso, se fossem outros os presidentes, será que o mesmo não teria ocorrido?

A vaia, em si, foi um evento banal. A cobertura dos jornais e telejornais, nem tanto. Significa que Folha, Estado de S. Paulo e Globo, cujos colunistas falavam em “Copa do Medo” e “chuteiras sem pátria”, fazem parte da torcida organizada anti-Dilma. E os torcedores que ali gritavam, gritavam por eles. Os Frias, os Mesquita e os Marinho.

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