9 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Os juízes que prendem Lula são tucanos, ninguém se engana

Os juízes que prendem Lula são tucanos, ninguém se engana

Os últimos episódios sobre a soltura de Lula trazem uma certeza ao distinto público: os juízes que prendem o ex-presidente são tucanos, disso ninguém duvida, ninguém se engana. ... 

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9 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Sem o PT, Ciro Gomes vira candidato “flex” nas eleições de 2018

Sem o PT, Ciro Gomes vira candidato “flex” nas eleições de 2018

O ex-governador Ciro Gomes (PDT) é um candidato que se poderia classificar como “flex” — serve tanto para a esquerda quanto para a direita. ... 

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1 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
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Veja por que juízes e procuradores viraram alvo da Folha e da Globo repentinamente

Subitamente, os heróis da Globo e da Folha “morreram de overdose” — como diria o poeta Cazuza em “Ideologia”. Os dois veículos de comunicação são expoentes do golpismo no Brasil que culminou com abusos de poder da magistratura, a ditadura do judiciário e privilégios como o auxílio-moradia.  ... 

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30 de dezembro de 2017
por Esmael Morais
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A luta de classes foi “redescoberta” em 2017

A luta de classes aflorou neste ano de 2017 e tende a agudizar no alvorecer no Ano Novo, 2018, época de eleições presidenciais no Brasil. ... 

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1 de outubro de 2015
por Esmael Morais
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Super-herói do impeachment, Cunha precisa explicar contas na Suíça

“Meus heróis morreram de overdose” (Cazuza, em Ideologia).

Os chamados “coxinhas”, aqueles que foram às ruas pelo impeachment da presidenta Dilma e destilaram ódio contra o PT, aos poucos vão ficando sem seus impolutos heróis.

No plano nacional, sucumbe o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), expert em chantagens ao Planalto e aos próprios coxinhas comportando-se pendularmente, vacilante, entre a defesa do impeachment e a condenação do golpe.

No plano estadual, o governador do Paraná Beto Richa (PSDB), também líder oculto das manifestações anti-Dilma e anti-PT, entrou na linha de fogo da Lava Jato. Além disso, o tucano virou réu numa ação de improbidade por causa do massacre do Centro Cívico.

A seguir, leia matéria da Agência do Brasil acerca das contas bancárias secretas de Eduardo Cunha na Suíça:

Suíça envia ao Brasil investigação sobre suposta conta de Eduardo Cunha

da Agência Brasil

O Ministério Público da Suíça encontrou contas bancárias em nome do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e de parentes dele naquele país. A informação foi confirmada hoje (30) pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Com a identificação das contas, o Ministério Público da Suíça remeteu para a PGR a investigação aberta contra Cunha, que passará a ser investigado no Brasil por suspeita dos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção e suposto recebimento de propina no âmbito da Operação Lava Jato. “As informações do MP da Suíça relatam contas bancárias em nome de Cunha e familiares. As investigações lá iniciaram-se em abril deste ano, e houve bloqueio de valores”, informa a procuradoria.

A quantia bloqueada não foi divulgada. De acordo com a procuradoria, a transferência da investigação par Leia mais

7 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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Embate de 2!º turno: Dividir o Brasil em certo! e errado! faz sentido?

do Brasil 247
Os dois líderes mais emblemáticos de PT e PSDB, ex-presidentes Lula e Fernando Henrique, já deixaram correr, nos tempos do governo do primeiro, a conjectura de que, um dia, no futuro, os dois partidos poderiam se fundir num só. Eram tempos em que, a partir da base do plano Real de FHC e com o impulso de taxas mais altas de crescimento obtidas na gestão Lula, os petistas estavam em alta e os tucanos se debatiam contra a síndrome de se tornarem uma legenda de expressão apenas regional. O assunto ganhou certo corpo em conversas entre parlamentares no Congresso, mas, como se sabe, nunca prosperou.

Naqueles debates informais, o argumento que unia os contrários era o de que não havia diferenças de fundo ideológico entre os dois partidos, mas sim uma distinção de acento sobre os compromissos de cada um deles sobre a necessidade igualmente reconhecida de mudar o Brasil. Nem PT nem PSDB, afinal, haviam nascido para fazer a chamada revolução brasileira. A intenção de ambos, declarada em todos os momentos de suas respectivas histórias, seria de reformar o País.

Agora, a moda é a de apontar o PT como o partido do Brasil pobre e atraso e o PSDB como a legenda identificada com a parte mais rica e inteligente da Nação. Na abertura deste segundo turno da eleição presidencial, Fernando Henrique tornou-se o principal porta-voz desta tese, ao difundir, em entrevista, a ideia de que o voto petista sai do cidadão menos informado e de menor renda (leia mais aqui). Os tucanos, por essa ótica, deteriam o voto mais consciente do brasileiro que conseguiu tomar o elevador da ascensão social e se estabelecer nos andares mais altos.

Dessa diferença de localização na pirâmide social para o estabelecimento de um renovado Fla X Flu ideológico a distância vai se mostrando bem menor do que a que existia na fase em que os caciques deixavam a correr soltas as chances de uma fusão partidária.

Registre-se: nada pode ser pior para os dois partidos do que a imposição dessa lógica de distinção absoluta entre eles. A prevalecer, ela irá somar para que as diferenças programáticas entre eles virem abismos de visão de País. Na prática, acirra as contradições a ponto de impedir que um time reconheça as qualidades do outro, focando apenas nos defeitos alheios. O trabalho de um corresponderá ao boicote do outro.

Divisionismo

Levada para as ruas, essa divisão entre um partido do bem e outro do mal, uma legenda dos ricos e outra dos pobres, uma agremiação que defende os interesses do Sul e do Sudeste e outra que representa o Nordeste e o Norte vai apenas contribuir para um racha definitivo na sociedade brasileira, como chegou a propor um colunista social pró-Aécio, nas redes sociais (leia Leia mais

22 de maio de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Requião Filho: Pelo fim da enganação na política

A possibilidade de o eleitor ser enganado por políticos carreiristas nestas eleições, a exemplo das anteriores, é muito grande; com esse alerta, Requião Filho, nesta quinta, faz um apelo apaixonado e poético pela valorização do voto; "O novo pelo novo de nada vale. O que têm os novos a oferecer? Qual a posição deles nos temas que deverão ser decididos nos próximos 4 anos? O novo que nada fala nem posições toma não merece seu voto", sentencia o colunista, ao defender a tese de que quem pretende apoiar as privatizações que procure um partido com orientação ideológica em nome da "higienização da política"; Requião Filho pede ainda para que o eleitor seja exigente e descarte os fisiológicos de sempre; leia o texto e compartilhe.

A possibilidade de o eleitor ser enganado por políticos carreiristas nestas eleições, a exemplo das anteriores, é muito grande; com esse alerta, Requião Filho, nesta quinta, faz um apelo apaixonado e poético pela valorização do voto; “O novo pelo novo de nada vale. O que têm os novos a oferecer? Qual a posição deles nos temas que deverão ser decididos nos próximos 4 anos? O novo que nada fala nem posições toma não merece seu voto”, sentencia o colunista, ao defender a tese de que quem pretende apoiar as privatizações que procure um partido com orientação ideológica em nome da “higienização da política”; Requião Filho pede ainda para que o eleitor seja exigente e descarte os fisiológicos de sempre; leia o texto e compartilhe.

Requião Filho* ... 

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