11 de abril de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Lula é o melhor presidente da história do Brasil, diz Vox Populi

Lula é o melhor presidente da história do Brasil, diz Vox Populi

Depois de um ano mantido preso político, proibido de dar entrevistas e de aparecer em público, e após anos de perseguição implacável da mídia conservadora que fez de tudo para destruir a sua honra e o seu legado, Lula ainda é avaliado pela maioria dos brasileiros como o melhor presidente que o Brasil já teve.  ... 

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4 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Vox Populi denunciou fraude na eleição de Bolsonaro #TBT

Vox Populi denunciou fraude na eleição de Bolsonaro #TBT

Na retrospectiva do Blog do Esmael não poderia faltar a denúncia de Marcos Coimbra, dono do Vox Populi, de que houve fraude na eleição de Jair Bolsonaro (PSL). ... 

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18 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Pesquisador de Bolsonaro faz penitência no deserto de Dubai

Pesquisador de Bolsonaro faz penitência no deserto de Dubai

O dono da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, o pesquisador preferido de Bolsonaro, faz penitência no Deserto de Dubai. ... 

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25 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Marcos Coimbra, dono do Vox Populi, afirma que houve fraude na eleição de Bolsonaro

Marcos Coimbra, dono do Vox Populi, afirma que houve fraude na eleição de Bolsonaro

O diretor-presidente do instituto de pesquisa Vox Populi, Marcos Coimbra, afirma que a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) foi uma fraude com repercussões globais. ... 

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25 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Ciro pode decidir empate entre Haddad e Bolsonaro, diz presidente do Vox Populi

Ciro pode decidir empate entre Haddad e Bolsonaro, diz presidente do Vox Populi

O presidente do Vox Populi Marcos Coimbra disse nesta quinta (25), em entrevista ao Brasil 247, que Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) chegarão empatados na eleição de domingo. E mais: o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) poderá decidir a disputa. ... 

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20 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em A indústria da pesquisa também tenta fraudar a eleição, denuncia diretor do Vox Populi

A indústria da pesquisa também tenta fraudar a eleição, denuncia diretor do Vox Populi

Não é somente o caixa 2 de Jair Bolsonaro (PSL) que atenta contra o equilíbrio da disputa presidencial. Os institutos de pesquisa também estariam em um grande esquema, denuncia o diretor do Vox Populi, Marcos Coimbra, quando dão destaque aos ‘votos válidos’ e escondem a grande quantidade de eleitores indecisos. ... 

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6 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em BOLSONARO E HADDAD NO 2º TURNO, LACRA VOX POPULI

BOLSONARO E HADDAD NO 2º TURNO, LACRA VOX POPULI

A Pesquisa Vox Populi/Brasil 247 lacrou o que o país inteiro já sabe: o 2º turno será entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). ... 

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17 de abril de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Lula vence no 1º turno, diz Vox Populi

Lula vence no 1º turno, diz Vox Populi

O ex-presidente Lula, mesmo preso, vence as eleições de outubro já no 1º turno. De acordo com o Vox Populi divulgado nesta terça (17), o petista tem 47% das intenções de voto, mais do que a soma de todos os seus adversários.  ... 

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25 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Anticomunismo e saudade da ditadura põem em risco a democracia no Brasil

por Marcos Coimbra*, via CartaCapital

O ano de 2014 caminha para terminar de forma preocupante na política. Não era para ser assim. Há menos de um mês, realizamos uma eleição geral na qual a população escolheu o presidente da República, os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal, um terço do Senado, a totalidade da Câmara dos Deputados e das Assembleias estaduais.

Mesmo em democracias consolidadas, momentos como aquele, em que todos são convocados a participar diretamente das grandes escolhas de um país, são esporádicos e precisam ser respeitados e valorizados. As eleições não são situações triviais, cujos resultados podem ser ignorados ou questionados por qualquer um, no dia seguinte. São solenes.

Por isso, é comum que o clima político se desanuvie depois de uma disputa eleitoral. Que cesse o embate entre os partidos e correntes de opinião e a sociedade tenha ambiente para meditar a respeito do pronunciamento dos cidadãos, para avaliá-lo e com ele aprender.

No Brasil, a normalidade democrática sempre foi exceção. O período atual, iniciado há não mais de 25 anos, já é o mais longo sem rupturas ditatoriais ou colapsos institucionais. A eleição geral de 2014 foi apenas a sétima em sequência, mas é feito inédito em nossa história.

E foi uma bela eleição. Quase 120 milhões de eleitores compareceram à s urnas e depositaram seu voto em paz. Ninguém se queixou de haver sido coagido. Não houve irregularidades. Foi rápida e segura. E contemporânea em relação ao que de melhor existe em termos de transparência, lisura e correção nos processos eleitorais.

Em quase tudo, o Brasil mostrou-se capaz de igualar ou superar as mais sólidas democracias na capacidade de fazer eleições legítimas. Menos no comportamento de parte das oposições à  direita. Ao contrário do eleitorado e das instituições, reagiram de forma arcaica e atrasada aos resultados.

Desde a hora em que ficou clara a derrota, insurgiram-se. Seu inconformismo em aceitar o simples fato de não contarem com o apoio da maioria da sociedade o levou a posições descabidas.

O primeiro sinal de sua inaptidão para o convívio democrático partiu do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Em declaração que deveria envergonhar alguém com sua biografia, colocou em dúvida a reeleição da presidenta Dilma Rousseff pela desqualificação daqueles que nela teriam votado. Valeu-se dos mais antiquados e reacionários preconceitos contra pobres e nordestinos (como se ele próprio não tivesse ficado muito feliz em receber o voto desses eleitores nas eleições nas quais disputou).

A seguir, o lastimável episódio da solicitação feita pela campanha tucana à  Justiça Eleitoral de uma auditoria! dos resultados da eleição (algo que a legislação nem sequer admite). No fundo, apenas outra forma de expressar a rezinga de FHC.

O terceiro passo do esforço de desqualificar a vitória de Dilma foi matemático, como se a legitimidade de uma eleição decorresse de alguma contabilidade. Como se alcançar frente maior ou menor fosse relevante, em qualquer lugar do mundo, para admitir ou arguir um resultado eleitoral.

Essa mistura canhestra de preconceitos, invenc Leia mais

31 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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Marcos Coimbra: A derrota da oposição para Dilma doeu mais do que aquelas duas infligidas por Lula

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por Marcos Coimbra, via CartaCapital

A bela vitória de Dilma Rousseff no domingo 26 encerra a mais longa e mais renhida disputa eleitoral de nossa história moderna. Estivemos a vivê-la nos últimos três anos. Logo após a curta fase de lua de mel com a presidenta, que mal chegou ao fim de 2011, nada aconteceu na política brasileira sem ter relação com a eleição concluída agora.

As oposições nunca perdoaram a ousadia de Lula em lançar Dilma como sua candidata à  sucessão. Tinham certeza de que a derrotariam, apesar de conhecerem a popularidade do ex-presidente. Com a empáfia de sempre, julgavam que qualquer um dos nomes de seus quadros era melhor.

A derrota para Dilma doeu mais do que aquelas duas infligidas por Lula. Ela não era uma liderança carismática ou figura extraordinária. Perder para ela significava que poderiam perder outras vezes e que não era necessário um (ou uma) Lula para vencê-las.

Quando ficou evidente o fato de Dilma, ao longo do primeiro ano de governo, conquistar a simpatia da larga maioria da população, tornando-se uma presidenta com avaliação em constante crescimento, desenhou-se um quadro inaceitável para as lideranças antipetistas na política, na sociedade e nos oligopólios midiáticos conservadores. O desfecho que temiam era o ocorrido neste segundo turno: a sua reeleição e a continuação do PT no comando do governo federal. Leia mais

1 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Marcos Coimbra: “Barbosa passou dos limites em seu desejo de vingança”

por Marcos Coimbra*, em CartaCapital, via Viomundo

A figura de Joaquim Barbosa faz mal à  cultura política brasileira. Muito já se falou a respeito de como o atual presidente do Supremo conduziu o julgamento da Ação Penal 470, a que trata do mensalão!. Salvo os antipetistas radicais, que ficaram encantados com seu comportamento e o endeusaram, a maioria dos comentaristas o criticou.

Ao longo do processo, Barbosa nunca foi julgador, mas acusador. Desde a fase inicial, parecia considerar-se imbuído da missão de condenar e castigar os envolvidos a penas exemplares!, como se estivesse no cumprimento de um desígnio de Deus. Nunca mostrou ter a dúvida necessária à  aplicação equilibrada da lei. Ao contrário, revelou-se um homem de certezas inabaláveis, o pior tipo de magistrado.

Passou dos limites em seu desejo de vingança. Legitimou evidências tênues e admitiu provas amplamente questionáveis contra os acusados, inovou em matéria jurídica para prejudicá-los, foi criativo no estabelecimento de uma processualística que inibisse a defesa, usou as prerrogativas de relator do processo para constranger seus pares, aproveitou-se dos vínculos com grande parte da mídia para acuar quem o confrontasse.

Agora, depois da prisão dos condenados, foi ao extremo de destituir o juiz responsável pela execução das penas: parece achá-lo leniente. Queria dureza.

Barbosa é exemplo de algo inaceitável na democracia: o juiz que acha suficientes suas convicções. Que justifica sua ação por pretensa superioridade moral em relação aos outros. E que, ao se comportar dessa forma, autoriza qualquer um pegar o porrete (desde que se acredite certo!).

Sua figura é negativa, também, por um segundo motivo.

Pense em ser candidato a Presidente da República ou não, Barbosa é um autêntico expoente de algo que cresceu nos últimos anos e que pode se tornar um grave problema em nossa sociedade: o sentimento de ódio na política.

Quem lida com pesquisas de opinião, particularmente as qualitativas, vê avolumar-se o contigente de eleitores que mostram odiar alguma coisa ou tudo na política. Não a simples desaprovação ou rejeição, o desgostar de alguém ou de um partido. Mas o ódio.

à‰ fácil constatar a difusão do fenômeno na internet, particularmente nas redes sociais. Nas postagens a respeito do cotidiano da política, por exemplo sobre a prisão dos condenados no mensalão!, a linguagem de muitos expressa intenso rancor: vontade de matar, destruir, exterminar. E o mais extraordinário é que esses indivíduos não estranham suas emoções, acham normal a violência.

Não se espantam, pois veem sentimentos iguais na televisão, leem editorialistas e comentaristas que se orgulham da boçalidade. Os odientos na sociedade reproduzem o ódio que consomem.

Isso não fazia parte relevante de nossa cultura política até outro dia. Certamente houve, mas não foi típico o ódio contra os militares na ditadura. Havia rejeição a José Sarney, mas ninguém queria matá-lo. Fernando Collor subiu e caiu sem se Leia mais

23 de setembro de 2013
por Esmael Morais
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Marcos Coimbra: “Menos de 1/3 da população acredita na narrativa da mídia sobre o mensalão!

por Marcos Coimbra, na CartaCapital

O STF fez a coisa certa. Ao considerar cabíveis os embargos infringentes no julgamento da Ação Penal 470, seus integrantes tomaram uma decisão de consequências profundas.

Os dias que antecederam à  decisão, e mesmo as declarações subsequentes de alguns ministros, foram marcados pela ideia de que a opinião pública queria a rejeição desses embargos. Que a maioria do país exigia barrar o direito de os acusados, mesmo aqueles considerados inocentes por quatro juízes, serem submetidos a novo julgamento.

Da quinta-feira anterior, quando a sessão do plenário para deliberar sobre o tema foi interrompida, ao dia da decisão, o tom do discurso oposicionista no Congresso, na sociedade e na mídia anti-lulopetista! seguiu por esse caminho.

Os parlamentares da oposição, com alguma cautela, os colunistas da grande imprensa! sem qualquer embaraço. Todos desejavam evitar o acolhimento dos embargos e lançavam ameaças veladas aos juízes caso o fizessem. Anunciavam a ira da população sobre os ombros dos magistrados se não mandassem todos os acusados imediatamente para a cadeia.

Último a se pronunciar e responsável pelo voto definitivo a favor dos recursos, o ministro Celso de Mello mencionou a pressão. O tribunal, frisou durante a leitura de seu voto, não pode expor-se, submeter-se, subordinar-se à  vontade de maiorias contingentes!.

Ou seja, falou como se houvesse redigido seu voto contra o desejo da nação, ou da sua parcela maior. Como se existisse qualquer evidência da existência dessas maiorias! e como se, caso confirmadas, devessem ser consideradas naturais!.

Cada um a seu modo, os veículos da mídia oposicionista fizeram de tudo para dar substância à  tese (e reforçar a pressão sobre o tribunal). O Datafolha foi convocado a pesquisar as opiniões na capital paulista de forma a permitir a manchete Em São Paulo, maioria rejeita a reabertura do mensalão!.

Um jornal mineiro esmerou-se! na quarta 18, estampou na primeira página uma carta a Celso de Mello!, escrita e assinada em nome (!?) dos cidadãos do estado de Minas Gerais!.

De maneira técnica! ou tosca invocavam a opinião pública!.

Como chegou o Datafolha ao resultado?

A pergunta sobre a aprovação ou rejeição à  reabertura do julgamento! seguia-se a duas outras. A primeira pedia ao entrevistado que dissesse se considerava o chamado mensalão! um esquema de corrupção (!¦) com uso de dinheiro público! ou de arrecadação de dinheiro! para campanhas eleitorais. A segunda afirmava: Pessoas condenadas à  prisão (!¦) querem que o STF reveja (o julgamento)! e perguntava se o entrevistado estava de acordo.

Em outras palavras, mencionavam-se expressões como corrupção!, uso de dinheiro público! e pessoas condenadas à  prisão!, antes de indagar a respeito dos recursos. Até quem nada sabe de pesquisa é capaz de imaginar as respostas.

A pesquisa revelava, porém, outras nuances: a proporção de paulistanos bem informados (o que está sempre associado ao interesse) sobre o mensalão era de 19% e apenas 39% dava notas maiores que 6 para o desempenho do STF durante o julgamento (considerado ótimo! ou bom! por não mais de 21% dos entrevista Leia mais