6 de janeiro de 2018
por esmael
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Guilherme Boulos: “Maior erro que a esquerda pode cometer é embarcar no anti-Lula”

Em entrevista à Carta Capital, líder do MTST diz que a esquerda precisa ter “maturidade” para se unir, mas ao mesmo tempo reconhecer sua diversidade. A declaração de Guilherme Boulos vai na contramão do que pensa o ex-governador Ciro Gomes (PDT), que negou solidariedade a Lula de olho no espólio político do petista. ... 

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1 de novembro de 2016
por esmael
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De olho em 2018, Requião percorre o país

requiao_2018O senador Roberto Requião (PMDB-PR) percorre o país de olho nas eleições de 2018. Ele pensa na sucessão de Michel Temer (PMDB), alçado à Presidência da República graças ao golpe de Estado ocorrido em 31 de agosto deste ano. Leia mais

20 de outubro de 2015
por esmael
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Garganta Profunda: Beto, o retorno

Se o governador imagina que foi uma dor de cabeça a repetição da viagem para o roteiro China-Rússia, agora com direito a macaron e cafezinho na Laduré em Paris, mal ele sabe o que o espera na sua chegada.

Dois assuntos dominam a pauta no Palácio e serão apresentados a Beto assim que ele puser novamente os pés no gabinete do terceiro andar.

As intrigas e fofocas entre o terceiro e quarto andar, na passagem do cargo de Traiano para Cida Borghetti, estiveram em ebulição máxima.

Isso porque teriam descoberto quem forneceu material para a imprensa com os dados secretos da viagem, derramando leite azedo no périplo oficial.

Os marechais de campo agora vão propor a Beto que declare guerra, com todos os seus horrores, contra os infiéis.

A segunda pauta é até mais grave.

A reportagem da Carta Capital nesta semana botou em situação difícil o Secretário da Segurança Pública, Wagner Mesquita.

É que o diretor de combate ao crime organizado na PF do Paraná, responsável pela parte operacional e o número dois da corporação no Estado, Delegado Igor Romário, escreveu de próprio punho um organograma criminoso onde coloca em lugar de destaque, por duas vezes, o secretário Mesquita, na chamada “aranha” criminosa que estaria trabalhando contra a Lava Jato.

Como a PF passou a investigar este assunto pela sua área de “assuntos internos” em Brasília, segundo diz a matéria, já há pessoas no quarto andar do Palácio que acham que Beto deve se desfazer do Delegado Mesquita, antes que seja tarde demais.

O quarto andar também tem preocupação com respingos em Mesquita, por conta da reabertura do tema de cargos comissionados na ALEP, pela Gazeta do Povo, que pode levar a uma reedição dos Diários Secretos.

O secretário Mesquita foi o autor da “tese dos black blocks infiltrados” na manifestação dos professores de 29 de abril, quando apresentou fotos e vídeos em coletiva para a imprensa.

A tese foi lançada para salvar o pescoço de Francischini, o Batman, mas foi soterrada horas depois pelo depoimento de professores e alunos de enfermagem da UEL que comprovaram que apenas estavam produzindo remédios caseiros contra bombas de gás e pimenta.

Alguns assessores acham, no entanto, que vale a pena correr o risco, pois Mesquita é muito disciplinado e não incomoda em nada no governo.

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16 de abril de 2014
por esmael
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Rumo ao bi: Dilma venceria no 1!º turno com 40%, diz Vox Populi

do Brasil 247
Levantamento realizado pelo Instituto Vox Populi e divulgado pela revista CartaCapital na tarde desta quarta-feira 16 aponta, mais uma vez, a vitória da presidente Dilma Rousseff já em primeiro turno, com 40% das intenções de voto.

Em relação à  pesquisa Vox Populi divulgada em fevereiro, Dilma caiu 1 ponto percentual, o que demonstra estabilidade. Os dois adversários praticamente não avançaram sobre os índices da presidente. Aécio Neves, do PSDB, registrou 16%, e Eduardo Campos, do PSB, 8%.

Juntos, os opositores têm 14 pontos a menos do que a presidente, a menos de três meses do início da campanha. O senador Aécio Neves também oscilou um ponto para baixo, comparado com a mostra de dois meses atrás.

Já Eduardo Campos, que nesta semana lançou oficialmente sua pré-candidatura com a vice Marina Silva na chapa, ganhou dois pontos. O candidato do PSC, Pastor Everaldo Pereira, foi lembrado por 2% dos eleitores.

Os pré-candidatos Levy Fidelix (PRTB), Randolfe Rodrigues (PSOL), Eymael (PSDC) e Mauro Iasi (PCB) não registraram nenhum ponto. Votos brancos ou nulos representam 15% dos entrevistados e percentual que não sabe em quem votar ou não respondeu é de 18%.

O instituto ouviu 2.200 eleitores em 161 municípios para realizar a pesquisa, entre os dias 6 e 8 de abril. Os detalhes da mostra serão divulgados nesta quinta-feira 17.

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29 de outubro de 2013
por esmael
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Dilma rebate FMI, defende privatização de Libra e chama investidores estrangeiros

do Brasil 247
A presidente Dilma Rousseff aproveitou um evento realizado pela revista Carta Capital na noite de ontem, em que foram premiadas “As empresas mais admiradas do Brasil”, para transmitir vários recados num só discurso !“ quase todos eles na economia.

A começar pela contestação à  crítica feita pelo Fundo Monetário Internacional ao Brasil. Dias atrás, um relatório do FMI condenando a política fiscal brasileira mereceu destaque em vários jornais. Continuamos trabalhando para manter situação fiscal sólida!, disse Dilma, ressaltando que o Brasil tem um dos maiores superávits do mundo.

Ela também dedicou boa parte do discurso para defender o leilão de Libra, feito no modelo de partilha !“ e não de concessão. A área tem petróleo, sabemos onde está, tem muito petróleo e é de boa qualidade. Trata-se de área de baixo risco, de muita receita monetária. Essas razões explicam o modelo adotado, e não o de concessão!, afirmou.

Em seguida, ela aproveitou para rebater a crítica de que seu governo seria intervencionista e que, por isso, estaria afastando investidores privados. Neste espírito de parceria estamos fazendo concessões de rodovias, ferrovias, portos. Vamos promover um salto na qualidade e na amplitude da nossa infraestrutura. Este salto é essencial para atingir o nível de competitividade que se espera da nossa economia.!

Dilma afirmou ainda que o capital privado é bem-vindo e tem sabido aproveitar oportunidades abertas na economia brasileira. Nosso mercado interno continua dinâmico e atraente para quem quiser investir”, disse, antecipando ainda que os dados de crescimento no quatro trimestre são “encorajadores”.

Leia, ainda, reportagem da Agência Brasil sobre o discurso de Dilma:

Dilma: Brasil faz prodigiosa alquimia ao transformar petróleo em educação

Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil

São Paulo !“ A presidenta da República, Dilma Rousseff, voltou a defender hoje (28) o modelo escolhido pelo governo para explorar o maior campo de petróleo já descoberto no país, o Campo de Libra, na camada do pré-sal. De acordo com a presidenta, com o modelo de partilha adotado, o Brasil conseguiu fazer uma prodigiosa alquimia! ao transformar petróleo em educação.

O Brasil está realizando uma alquimia, uma prodigiosa alquimia ao Leia mais

23 de setembro de 2013
por esmael
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Marcos Coimbra: “Menos de 1/3 da população acredita na narrativa da mídia sobre o mensalão!

por Marcos Coimbra, na CartaCapital

O STF fez a coisa certa. Ao considerar cabíveis os embargos infringentes no julgamento da Ação Penal 470, seus integrantes tomaram uma decisão de consequências profundas.

Os dias que antecederam à  decisão, e mesmo as declarações subsequentes de alguns ministros, foram marcados pela ideia de que a opinião pública queria a rejeição desses embargos. Que a maioria do país exigia barrar o direito de os acusados, mesmo aqueles considerados inocentes por quatro juízes, serem submetidos a novo julgamento.

Da quinta-feira anterior, quando a sessão do plenário para deliberar sobre o tema foi interrompida, ao dia da decisão, o tom do discurso oposicionista no Congresso, na sociedade e na mídia anti-lulopetista! seguiu por esse caminho.

Os parlamentares da oposição, com alguma cautela, os colunistas da grande imprensa! sem qualquer embaraço. Todos desejavam evitar o acolhimento dos embargos e lançavam ameaças veladas aos juízes caso o fizessem. Anunciavam a ira da população sobre os ombros dos magistrados se não mandassem todos os acusados imediatamente para a cadeia.

Último a se pronunciar e responsável pelo voto definitivo a favor dos recursos, o ministro Celso de Mello mencionou a pressão. O tribunal, frisou durante a leitura de seu voto, não pode expor-se, submeter-se, subordinar-se à  vontade de maiorias contingentes!.

Ou seja, falou como se houvesse redigido seu voto contra o desejo da nação, ou da sua parcela maior. Como se existisse qualquer evidência da existência dessas maiorias! e como se, caso confirmadas, devessem ser consideradas naturais!.

Cada um a seu modo, os veículos da mídia oposicionista fizeram de tudo para dar substância à  tese (e reforçar a pressão sobre o tribunal). O Datafolha foi convocado a pesquisar as opiniões na capital paulista de forma a permitir a manchete Em São Paulo, maioria rejeita a reabertura do mensalão!.

Um jornal mineiro esmerou-se! na quarta 18, estampou na primeira página uma carta a Celso de Mello!, escrita e assinada em nome (!?) dos cidadãos do estado de Minas Gerais!.

De maneira técnica! ou tosca invocavam a opinião pública!.

Como chegou o Datafolha ao resultado?

A pergunta sobre a aprovação ou rejeição à  reabertura do julgamento! seguia-se a duas outras. A primeira pedia ao entrevistado que dissesse se considerava o chamado mensalão! um esquema de corrupção (!¦) com uso de dinheiro público! ou de arrecadação de dinheiro! para campanhas eleitorais. A segunda afirmava: Pessoas condenadas à  prisão (!¦) querem que o STF reveja (o julgamento)! e perguntava se o entrevistado estava de acordo.

Em outras palavras, mencionavam-se expressões como corrupção!, uso de dinheiro público! e pessoas condenadas à  prisão!, antes de indagar a respeito dos recursos. Até quem nada sabe de pesquisa é capaz de imaginar as respostas.

A pesquisa revelava, porém, outras nuances: a proporção de paulistanos bem informados (o que está sempre associado ao interesse) sobre o mensalão era de 19% e apenas 39% dava notas maiores que 6 para o desempenho do STF durante o julgamento (considerado ótimo! ou bom! por não mais de 21% dos entrevistados).

Tais números não são muito diferen Leia mais