9 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Ódio na mídia gera morte de macacos e tentativa de homicídio contra venezuelanos

A irresponsabilidade da mídia brasileira pode ser medida pela quantidade de macacos mortos a pauladas, acusados injustamente de transmitir a febre amarela, e pela tentativa de homicídio de venezuelanos no estado de Roraima. Leia mais

3 de Janeiro de 2018
por esmael
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Sob Michel Temer, Brasil segue rápido para igualar-se ao Congo, diz o FMI

O Brasil teve queda de 5% na renda per capita (por habitante) entre 2014 e 2017, com destaque acentuado para o ano de 2016, segundo o Fundo Monetário Internacional — o famigerado FMI. A variação foi de 9,1% até 2016. Já o ‘Pibinho’ de Michel Temer, com paridade do poder de compra (PPC), ainda de acordo com o FMI, despencou seis vezes em relação ao número de habitantes (per capita). Portanto, o golpe está levando a economia nacional, em ritmo acelerado, para se igualar a do Congo e outros países miseráveis do continente africano. Leia mais

16 de setembro de 2016
por esmael
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Por que Moro viaja tanto aos EUA, meu Deus?

moro_euaO juiz federal Sérgio Moro, chefe da força-tarefa Lava Jato, foi novamente para os Estados Unidos nesta quinta (15). Que diabo faz tanto na terra de Tio Sam? Por que sair tanto do Brasil, meu Deus?

5 de agosto de 2016
por esmael
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Vox Populi/CartaCapital: cresce para 79% apoio para o Fora Temer

fora_temer_voxA revista CartaCapital divulgou pesquisa do instituto Vox Populi, nesta sexta (5), apontando crescimento para 79% do apoio ao Fora Temer. O levantamento veio à tona no dia da abertura da Olimpíada, no Rio.

22 de julho de 2016
por esmael
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Congressistas dos EUA denunciam ilegitimidade do interino Michel Temer

congressistas_euaNos Estados Unidos, a denúncia sobre a farsa do impeachment de Dilma Rousseff, encampada por grandes jornais como o The New York Times, ganha força agora entre parlamentares norte-americanos. Em carta a John Kerry, 33 parlamentares pedem ao secretário de Estado que se abstenha de declarações favoráveis ao golpista Michel Temer (PMDB). A sugestão de matéria é de Paulo Henrique Amorim, do Conversa Afiada.

14 de Fevereiro de 2016
por esmael
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Deputados pró-Richa se reúnem nesta segunda para avaliar saída do PMDB

pmdb_infieisOs deputados estaduais do PMDB, que compõem a bancada de apoio do governador Beto Richa (PSDB), na Assembleia Legislativa do Paraná, reunir-se-ão nesta segunda-feira (15), para discutir o que fazer diante do “convite” para deixarem o partido.

O senador Roberto Requião pressiona para que os parlamentares do partido que sustentam Richa — Jonas Guimarães, Luiz Claudio Romanelli, Artagão Filho e Alexandre Curi — saiam do “velho MDB de guerra” aproveitando a abertura da janela para a troca de legenda, no próximo dia 18, sem que eles sejam punidos com a perda de mandato.

Os quatro deputados pró-Richa não querem deixar a agremiação, mesmo com as conhecidas divergências com os requianistas. “Vou lutar para ficar”, disseram uníssono, separadamente, ao Blog do Esmael Romanelli e Curi.

Na guerra psicológica dentro do PMDB, Requião distribuiu na última sexta-feira (12) cópia de uma reportagem da revista CartaCapital aos 54 deputados da Assembleia com o título “Família, amigos e menores”, a qual exibe uma foto de Richa ao lado do ex-assessor Marcelo Tchello Caramori – acusado de pedofilia e promover festinhas com menores de idade.

O senador Requião, que é o atual xerife no PMDB do Paraná, também anexou um cartão com o seguinte recado aos parlamentares: “Apoiar um governo assim é uma indignidade”.

10 de junho de 2015
por esmael
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Primo do governador Beto Richa era quem mandava na Receita Estadual

O auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, delator na Operação Publicano, que investiga esquema de propina na Receita Estadual do Paraná, afirmou que quem mandava no órgão era o primo do governador Beto Richa (PSDB), o lobista Luiz Abi Antoun, foragido da Justiça desde a manhã desta quarta-feira (10).

Segundo jornalista Fábio Silveira, do blog Baixo Clero, no Jornal de Londrina, o parente do governador tucano seria o “verdadeiro gestor” da Receita Estadual.

De acordo com investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), Luiz Abi Antoun “exerce inegável influência na administração pública, a despeito de não ocupar formalmente nenhum cargo público ou político”.

Cerca de 50 pessoas foram presas em dez cidades do Paraná. Foi preciso um ônibus para transportar os presos até a Penitenciária Estadual de Londrina II (PEL II).

Em entrevista à CartaCapital, o governador disse que não sabia da atuação de seu primo Luiz Abi na Receita Estadual. “Não. Jamais soube disso”, jurou o tucano, que também negou relação com o ex-inspetor-geral da Receita, Márcio Albuquerque Lima, que era seu copiloto nas corridas de 500 Milhas.

10 de junho de 2015
por esmael
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Beto Richa diz que errou ao dar “generosos aumentos” aos professores

Richa_ProfsO tucano Beto Richa afirmou nesta quarta-feira (10) à revista CartaCapital, versão online, que o governo do Paraná errou ao conceder “generosos aumentos” aos professores.

No blog do repórter Fabio Serapião, o governador relacionou o caos nas finanças do estado “aos aumentos somaram 60%, com ganho real de aproximadamente 34%” (já descontada a inflação).

Os educadores contestam os números de Beto Richa, pois a realidade seria bem outra e, inclusive, motivou duas greves este ano que somaram 70 dias sem aula. O tucano nada concedeu. A categoria conquistou seus direitos garantidos em lei.

O governador do Paraná também falou para CartaCapital sobre as investigações Voldemort e Publicano, que levaram à prisão do copiloto do tucano, Marcio Albuquerque Lima, e do primo de Richa, o lobista Luiz Abi Antoun, que está foragido.

A seguir, leia a íntegra da entrevista:

24 de dezembro de 2014
por esmael
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“Homem da mala”, novo ministro do Esporte ‘conseguiu’ ser expulso do PFL

hilton_mala_aldo.jpgO deputado federal George Hilton (PRB-MG) anunciado ontem (23) para o Ministério do Esporte pode trazer problemas futuros à  presidenta Dilma Rousseff (PT). Leia mais

20 de dezembro de 2014
por esmael
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Vox Populi: FHC foi quem menos combateu corrupção no país

do Brasil 247
dilma_lula_fhc.jpgUm levantamento realizado pelo Vox Populi revela que boa parte da população atesta o discurso do governo petista de que as denúncias sobre corrupção são reveladas em maior número recentemente porque os governantes deram autonomia para que os esquemas fossem descobertos e os responsáveis, presos.

Segundo a mostra do instituto, que contém 2,5 mil entrevistas feitas em 178 municípios brasileiros entre os dias 5 e 8 de dezembro, 31% acreditam que o ex-presidente Lula foi quem “mais combateu a corrupção” entre os três últimos chefes do Executivo federal. Em segundo lugar, vem a presidente Dilma Rousseff, com pequena diferença: 29%. E em último, o tucano Fernando Henrique Cardoso.

25 de novembro de 2014
por esmael
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Anticomunismo e saudade da ditadura põem em risco a democracia no Brasil

por Marcos Coimbra*, via CartaCapital

O ano de 2014 caminha para terminar de forma preocupante na política. Não era para ser assim. Há menos de um mês, realizamos uma eleição geral na qual a população escolheu o presidente da República, os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal, um terço do Senado, a totalidade da Câmara dos Deputados e das Assembleias estaduais.

Mesmo em democracias consolidadas, momentos como aquele, em que todos são convocados a participar diretamente das grandes escolhas de um país, são esporádicos e precisam ser respeitados e valorizados. As eleições não são situações triviais, cujos resultados podem ser ignorados ou questionados por qualquer um, no dia seguinte. São solenes.

Por isso, é comum que o clima político se desanuvie depois de uma disputa eleitoral. Que cesse o embate entre os partidos e correntes de opinião e a sociedade tenha ambiente para meditar a respeito do pronunciamento dos cidadãos, para avaliá-lo e com ele aprender.

No Brasil, a normalidade democrática sempre foi exceção. O período atual, iniciado há não mais de 25 anos, já é o mais longo sem rupturas ditatoriais ou colapsos institucionais. A eleição geral de 2014 foi apenas a sétima em sequência, mas é feito inédito em nossa história.

E foi uma bela eleição. Quase 120 milhões de eleitores compareceram à s urnas e depositaram seu voto em paz. Ninguém se queixou de haver sido coagido. Não houve irregularidades. Foi rápida e segura. E contemporânea em relação ao que de melhor existe em termos de transparência, lisura e correção nos processos eleitorais.

Em quase tudo, o Brasil mostrou-se capaz de igualar ou superar as mais sólidas democracias na capacidade de fazer eleições legítimas. Menos no comportamento de parte das oposições à  direita. Ao contrário do eleitorado e das instituições, reagiram de forma arcaica e atrasada aos resultados.

Desde a hora em que ficou clara a derrota, insurgiram-se. Seu inconformismo em aceitar o simples fato de não contarem com o apoio da maioria da sociedade o levou a posições descabidas.

O primeiro sinal de sua inaptidão para o convívio democrático partiu do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Em declaração que deveria envergonhar alguém com sua biografia, colocou em dúvida a reeleição da presidenta Dilma Rousseff pela desqualificação daqueles que nela teriam votado. Valeu-se dos mais antiquados e reacionários preconceitos contra pobres e nordestinos (como se ele próprio não tivesse ficado muito feliz em receber o voto desses eleitores nas eleições nas quais disputou).

A seguir, o lastimável episódio da solicitação feita pela campanha tucana à  Justiça Eleitoral de uma auditoria! dos resultados da eleição (algo que a legislação nem sequer admite). No fundo, apenas outra forma de expressar a rezinga de FHC.

O terceiro passo do esforço de desqualificar a

7 de novembro de 2014
por esmael
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Mino Carta: Bo-li-va-ria-no, eu?

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por Mino Carta, na CartaCapital

O besteirol anda solto a serviço do mofado elitismo golpista e exibe o atraso cultural do País

Pergunto aos meus botões, tomado pela dúvida: Serei eu um bolivariano?! Em silêncio, me encaram entre atônitos e perplexos. Insisto: Seria por leviandade, inconsciência, irresponsabilidade, ou por convicta adesão ideológica?! Respondem em coro, alto e bom som: bo-li-va-ria-no. Três vezes seguidas. Ao cabo, gargalham.

De fato, a situação criada pelos derradeiros ruídos e senhas da política nativa seria simplesmente cômica se não tivesse seu lado dramático ao exibir primarismo, ignorância, grosseria, juntamente com arrogância e prepotência. Não disse trágico porque a tragédia tem outra dimensão, outra imponência em relação ao drama. Em todo caso, no palco estamos credenciados à  encenação da farsa, ou da ópera-bufa.

Entre as personagens na ribalta, grandioso o desempenho de Gilmar Mendes, a prometer em memorável entrevista de página inteira na Folha de S.Paulo de segunda 3 a iminente transformação do STF em corte bolivariana. O que ele teme é a chegada ao Supremo dos novos integrantes nomeados por Dilma Rousseff, esquecido talvez que outros indicados anteriormente por Lula ou pela presidenta jamais aparentaram fé bolivariana.

31 de outubro de 2014
por esmael
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Marcos Coimbra: A derrota da oposição para Dilma doeu mais do que aquelas duas infligidas por Lula

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por Marcos Coimbra, via CartaCapital

A bela vitória de Dilma Rousseff no domingo 26 encerra a mais longa e mais renhida disputa eleitoral de nossa história moderna. Estivemos a vivê-la nos últimos três anos. Logo após a curta fase de lua de mel com a presidenta, que mal chegou ao fim de 2011, nada aconteceu na política brasileira sem ter relação com a eleição concluída agora.

As oposições nunca perdoaram a ousadia de Lula em lançar Dilma como sua candidata à  sucessão. Tinham certeza de que a derrotariam, apesar de conhecerem a popularidade do ex-presidente. Com a empáfia de sempre, julgavam que qualquer um dos nomes de seus quadros era melhor.

A derrota para Dilma doeu mais do que aquelas duas infligidas por Lula. Ela não era uma liderança carismática ou figura extraordinária. Perder para ela significava que poderiam perder outras vezes e que não era necessário um (ou uma) Lula para vencê-las.

Quando ficou evidente o fato de Dilma, ao longo do primeiro ano de governo, conquistar a simpatia da larga maioria da população, tornando-se uma presidenta com avaliação em constante crescimento, desenhou-se um quadro inaceitável para as lideranças antipetistas na política, na sociedade e nos oligopólios midiáticos conservadores. O desfecho que temiam era o ocorrido neste segundo turno: a sua reeleição e a continuação do PT no comando do governo federal.

16 de setembro de 2014
por esmael
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Requião na CartaCapital: Beto era um moleque que aborrecia muito o pai porque não gostava de trabalhar”

por Piero Locatelli, na CartaCapital
O senador Roberto Requião (PMDB) tenta chegar ao seu quarto mandato como governador do Paraná. Ao disputar a sua quinta eleição ao Executivo do estado, trata com desprezo o seu principal adversário, o candidato à  reeleição Beto Richa (PSDB). à‰ um moleque que aborrecia muito o pai porque não gostava de trabalhar, que acabou pelos azares da sorte virando governador para se aliar a grupos econômicos e quebrar o estado do Paraná!, resume Requião, referindo-se a José Richa, ex-governador e pai de Beto.

Em segundo lugar nas pesquisas, Requião está à  frente da senadora Gleisi Hoffmann (PT), ex-ministra da Casa Civil de Dilma Rousseff. Parte do seu partido queria apoiá-la na disputa, o que ajudou na divisão do PMDB no estado. Durante o período eleitoral, a direção estadual da legenda foi destituída pelo grupo do senador. Segundo Requião, isso não afeta a disputa e não há partido que não esteja dividido. O único que não tinha esse problema era o partido nazista, o Hitler fuzilava. E eu não quis fazer uma noite dos longos punhais aqui, é uma coisa pouco democrática!, diz Requião.

Veja abaixo trechos da entrevista da CartaCapital com o senador:

CartaCapital: O senhor foi governador três vezes, faz campanha pela quinta vez. O que o levou a ser candidato novamente? O que seria diferente dos doze anos que já ocupou no cargo?
Roberto Requião: Nós introduzimos no Paraná o conceito de planejamento, tínhamos trezentos programas no Paraná, sociais, de educação, fiscais, de saúde, educação. De repente, isso tudo desapareceu. Um grupo de meninos ricos tomou conta do estado, se elegeram numa campanha atípica. A meninada tomou conta com um grupo de negociantes da política. Se elegeram com três milhões de reais, por exemplo, do pessoal do pedágio. Houve uma apropriação, por um grupo de financiadores, do estado. E eu estou aqui movido à  indignação.

CC: O senhor se refere especificamente ao governo do Beto Richa?
RR: Do Beto Richa, foi uma coisa incrível. Eu queria que se lançasse uma candidatura alternativa, e não tinha. O PT em confusão, com “mensalão”, Petrobras, [Eduardo] Gaievski, o pedófilo, André Vargas, então eles achavam que compravam o PMDB e estavam com a eleição garantida por falta de concorrente. Eu propus ao partido que lançasse um candidato, o partido se mobilizou e me convidaram a ser. Eu vim com entusiasmo, o objetivo é por a casa em ordem, fazer o Paraná voltar a ser o que era.

CC: O senhor citou o seu partido, que veio dividido na eleição…
RR: Mas qual partido não é dividido? Conhece algum que não seja?

CC: Mas dentro de uma ideia centralista, como a do PT, em tese o partido brigaria e depois estaria unido na campanha. O PMDB está unido na campanha?

1 de dezembro de 2013
por esmael
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Marcos Coimbra: “Barbosa passou dos limites em seu desejo de vingança”

por Marcos Coimbra*, em CartaCapital, via Viomundo

A figura de Joaquim Barbosa faz mal à  cultura política brasileira. Muito já se falou a respeito de como o atual presidente do Supremo conduziu o julgamento da Ação Penal 470, a que trata do mensalão!. Salvo os antipetistas radicais, que ficaram encantados com seu comportamento e o endeusaram, a maioria dos comentaristas o criticou.

Ao longo do processo, Barbosa nunca foi julgador, mas acusador. Desde a fase inicial, parecia considerar-se imbuído da missão de condenar e castigar os envolvidos a penas exemplares!, como se estivesse no cumprimento de um desígnio de Deus. Nunca mostrou ter a dúvida necessária à  aplicação equilibrada da lei. Ao contrário, revelou-se um homem de certezas inabaláveis, o pior tipo de magistrado.

Passou dos limites em seu desejo de vingança. Legitimou evidências tênues e admitiu provas amplamente questionáveis contra os acusados, inovou em matéria jurídica para prejudicá-los, foi criativo no estabelecimento de uma processualística que inibisse a defesa, usou as prerrogativas de relator do processo para constranger seus pares, aproveitou-se dos vínculos com grande parte da mídia para acuar quem o confrontasse.

Agora, depois da prisão dos condenados, foi ao extremo de destituir o juiz responsável pela execução das penas: parece achá-lo leniente. Queria dureza.

Barbosa é exemplo de algo inaceitável na democracia: o juiz que acha suficientes suas convicções. Que justifica sua ação por pretensa superioridade moral em relação aos outros. E que, ao se comportar dessa forma, autoriza qualquer um pegar o porrete (desde que se acredite certo!).

Sua figura é negativa, também, por um segundo motivo.

Pense em ser candidato a Presidente da República ou não, Barbosa é um autêntico expoente de algo que cresceu nos últimos anos e que pode se tornar um grave problema em nossa sociedade: o sentimento de ódio na política.

Quem lida com pesquisas de opinião, particularmente as qualitativas, vê avolumar-se o contigente de eleitores que mostram odiar alguma coisa ou tudo na política. Não a simples desaprovação ou rejeição, o desgostar de alguém ou de um partido. Mas o ódio.

à‰ fácil constatar a difusão do fenômeno na internet, particularmente nas redes sociais. Nas postagens a respeito do cotidiano da política, por exemplo sobre a prisão dos condenados no mensalão!, a linguagem de muitos expressa intenso rancor: vontade de matar, destruir, exterminar. E o mais extraordinário é que esses indivíduos não estranham suas emoções, acham normal a violência.

Não se espantam, pois veem sentimentos iguais na televisão, leem editorialistas e comentaristas que se orgulham da boçalidade. Os odientos na sociedade reproduzem o ódio que consomem.

Isso não fazia parte relevante de nossa cultura política até outro dia. Certamente houve, mas não foi típico o ódio contra os militares na ditadura. Havia rejeição a José Sarney, mas ninguém queria matá-lo. Fernando Collor subiu e caiu sem ser odiado (talvez, apenas no confisco da poupança). Fernando Henrique Cardoso terminou seu governo reprovado por nove entre 10 brasileiros, enfrentou oposição, mas não a cólera de hoje.

O ódio que um pedaço da oposição sente atualmente nasce de onde? Da aversão (irracional) à s mudanças que nossa soc