15 de dezembro de 2016
por Esmael Morais
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Por falar em corrupção, copiloto de Beto Richa é condenado a 97 anos de cadeia no Paraná

O ex-inspetor-geral de fiscalização da Receita Estadual, Márcio Albuquerque Lima, amigo e copiloto do governador Beto Richa (PSDB) nas corridas de 500 Milhas de Londrina, foi condenado a 97 anos de prisão nesta quinta (15) por chefiar esquema de corrupção na Receita Estadual do Paraná. Leia mais

5 de julho de 2016
por Esmael Morais
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Após ilação do MP, Requião orienta aliados a lutarem pela CPI da Receita Estadual

joao_arrudaO senador Roberto Requião (PMDB) orientou nesta terça (5) que aliados retomem a luta pela instalação da CPI para investigar propinas na Receita Estadual. A decisão do peemedebista, em intensificar a coleta de assinaturas na Assembleia, ocorre após ter o seu nome citado na delação do fiscal Luiz Antônio de Souza. Leia mais

2 de junho de 2016
por Esmael Morais
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Primo de Beto Richa indica citado na Operação Publicano para ocupar cargo na Educação

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O lobista Luiz Abi Antoun, primo do governador Beto Richa (PSDB), indicou politicamente o ex-coordenador da região metropolitana de Londrina (Comel), Victor Hugo Boselli Dantas, para ocupar a Superintendência de Desenvolvimento Educacional (SUDE), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Educação (SEED).

Dantas foi coordenador de campanha do tucano em Londrina e foi citado pelo delator Luiz Antonio de Souza na operação Publicano, que investiga propinas e corrupção no valor de R$ 1 bilhão na Receita Estadual. Leia mais

26 de abril de 2016
por Esmael Morais
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Beto Richa usa governo para dificultar investigações de corrupção na Receita Estadual, acusa MP

beto_richaAh, se Beto Richa fosse do PT… Mas não é. O governador do Paraná é do PSDB de Aécio Neves.

Feita essa consideração inicial, vamos aos fatos.

O Ministério Público (PM) acusa a Procuradoria-Geral do Estado do Paraná (PGE) de agir para anular delação do auditor fiscal Luiz Antonio de Souza com objetivo único de blindar o governador Beto Richa (PSDB), citado pelo delator como suposto beneficiário do esquema de corrupção na Receita Estadual. Leia mais

7 de abril de 2016
por Esmael Morais
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Coluna do Requião Filho: A Procuradoria-Geral do Estado não é advogada do governador

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Requião Filho*

A Procuradoria-Geral do Estado do Paraná é órgão da administração direta, portanto, deve obediência estrita aos princípios que norteiam a administração pública, como a moralidade, legalidade, impessoalidade, eficiência, além da perseguição incondicional do interesse público.

A Constituição do Estado do Paraná, por sua vez, estabelece entre suas competências a consultoria jurídica e a representação judicial e extrajudicial da Unidade Federada.

A Lei da PGE ressalva que compete ao Procurador Geral do Estado defender o Estado do Paraná em qualquer juízo ou grau, nas causas em que o mesmo for réu, assistente, opoente ou de qualquer forma interessado.

Vê-se que o fim precípuo da instituição é a defesa do Estado do Paraná, qualquer ato que se desvirtue deste mister, fere, irremediavelmente, suas atribuições legais.

A própria Procuradoria Geral do Estado, em sua página oficial, ressalva que o Procurador do Estado não é um membro da equipe do Governador, mas, sim, um representante dos interesses do Paraná.

Diferente dessa predestinação constitucional, a PGE vem atuando em desfavor dos interesses do Estado ao tentar anular a delação premiada do auditor da receita estadual, Luiz Antônio de Souza, com o posterior pedido de suspeição do magistrado que indeferiu de pronto o requerimento.

Não há dúvidas que tais atitudes ferem, irremediavelmente o princípio da moralidade, quiçá o da Leia mais

2 de abril de 2016
por Esmael Morais
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Coluna do Jorge Bernardi: Do que o governador do Paraná tem medo?

Jorge Bernardi*

A gravidade do cenário político nacional, a divulgação de quase 300 políticos que receberam dinheiro, nos últimos anos, da Odebrecht, e a lista antiga da mesma construtora, da década de 80, do século passado, com outros 500 políticos envolvidos em corrupção, tem dado pouco espaço na mídia para corrupção no Paraná.

Fatos recentes mereceram toda a atenção. a Operação Publicano que apura corrupção R$ 1 bilhão de reais na Receita Estadual, com as ameaças de morte sofridas pelo principal delator, o auditor fiscal Luiz Antônio de Souza. Ele fez acordo e vai devolver ao tesouro do estado R$ 20 milhões de reais, que a Procuradoria do Estado tenta anular.

Também o repentino interesse da defesa do governador Beto Richa em defender acusados na Operação Publicano requerendo ao Superior Tribunal de Justiça, STJ, a dispensa de três testemunhas, que são réus naquele processo: o primo do governador Luiz Abi Antoun, e os auditores fiscais Márcio Albuquerque e Luiz Antônio de Souza. Para quem não tem nada a temer e quer todos os fatos investigados, como tem repetido o governador, o fato c Leia mais

11 de março de 2016
por Esmael Morais
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STJ autoriza investigação de corrupção contra Beto Richa

O ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), instaurou inquérito para investigar o possível envolvimento do governador Beto Richa (PSDB), no esquema de corrupção na Receita Estadual.

Segundo a auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, R$ 4,3 milhões em propina arrecadados no esquema teriam sido destinados ao financiamento da campanha de reeleição de Richa, em 2014. As denúncias foram apuradas pelo Gaeco na Operação Publicano, mas por ter foro privilegiado, o governador não pode ser investigado no Paraná.

O caso com o possível envolvimento de Richa foi remetido à PGR em novembro do ano passado, e a Procuradoria pediu autorização ao STJ para abrir o inquérito no início deste ano.

Com a autorização do STJ, finalmente o governador poderá ser investigado neste que é tido com um dos maiores escândalos de corrupção no estado. Beto Richa já entra para a história como o primeiro governador do Paraná a ser investigado pelo STJ.

Com informações do Leia mais

8 de março de 2016
por Esmael Morais
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Em tempos de Lava Jato, delator revela propina na reeleição de Richa

A campanha de reeleição do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), teria recebido “pixulecos” oriundos de propina da Receita Estadual. A denúncia é ex-auditor fiscal Luiz Antônio de Souza que ontem (7), em delação no Fórum de Londrina, disse que o tucano recebeu R$ 1,5 milhão.

Souza está preso desde janeiro de 2015, depois de denunciado por pedofilia. Ele fez um acordo de delação premiada com promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), braço policial do Ministério Público do Paraná (MP), que conduzem a Operação Publicano.

Segundo depoimento do delator, os delegados regionais da Receita Estadual eram indicações políticas dos deputados federais Fernando Francischini (SD) e Luiz Carlos Hauly (PSDB). Também tinha força para emplacar nomes o primo de Richa, o lobista Luiz Abi Antoun, apontado pelo MP como “chefe da quadrilha” que atuava dentro do governo do estado.

Além de entregar o esquema para irrigar a campanha de Beto Richa, o ex-auditor Luiz Antônio nominou o deputado estadual Tiago Amaral (PSB), filho do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), como beneficiário de R$ 200 mil coletados em propinas na Receita Estadual.

Com informações dos blogs Baixo Clero e Paçoca com Cebola, de Londrina.

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10 de junho de 2015
por Esmael Morais
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Primo do governador Beto Richa era quem mandava na Receita Estadual

O auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, delator na Operação Publicano, que investiga esquema de propina na Receita Estadual do Paraná, afirmou que quem mandava no órgão era o primo do governador Beto Richa (PSDB), o lobista Luiz Abi Antoun, foragido da Justiça desde a manhã desta quarta-feira (10).

Segundo jornalista Fábio Silveira, do blog Baixo Clero, no Jornal de Londrina, o parente do governador tucano seria o “verdadeiro gestor” da Receita Estadual.

De acordo com investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), Luiz Abi Antoun “exerce inegável influência na administração pública, a despeito de não ocupar formalmente nenhum cargo público ou político”.

Cerca de 50 pessoas foram presas em dez cidades do Paraná. Foi preciso um ônibus para transportar os presos até a Penitenciária Estadual de Londrina II (PEL II).

Em entrevista à CartaCapital, o governador disse que não sabia da atuação de seu primo Luiz Abi na Receita Estadual. “Não. Jamais soube disso”, jurou o tucano, que também negou relação com o ex-inspetor-geral da Receita, Márcio Albuquerque Lima, que era seu copiloto nas corridas de 500 Milhas.

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18 de maio de 2015
por Esmael Morais
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NF liga delator de propina na Receita Estadual à reeleição de Richa

nf_richaO auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, da Receita Estadual, nesta segunda-feira (18), conseguiu provar sua ligação com a campanha de reeleição do governador Beto Richa (PSDB). Ele mostrou notas fiscais da compra de divisórias do comitê eleitoral do PSDB, em Londrina, nas eleições de 2014. Os documentos foram veiculados esta noite pela RPC TV. ... 

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16 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Mensalão com propina abasteceu campanha de Richa, diz Jornal Nacional

mensalao_richaO governador Beto Richa (PSDB) voltou esta noite ao telejornal da Globo, que revelou ao país um mensalão na campanha de reeleição do tucano com propinas da Receita Estadual. Estima-se, inicialmente, em R$ 2 milhões o valor do roubo.

O grupo de auditores fiscais da Receita tinha meta de arrecadação de propina e fazia a cobrança e o repasse mensalmente, conforme revelou o auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, em depoimento prestado em acordo de delação premiada.

Assista ao vídeo:

De acordo com o advogado Eduardo Duarte Ferreira, que representa o delator, os valores arrecadados eram enviados para Curitiba por meio de empresa “oficiosa”.

A bancada do Jornal Nacional, hoje comandada por Chico Pinheiro e Giuliana Morrone, que gosta mais dos tucanos, também veiculou vídeo no qual Richa tenta esquivar-se dos fiscais da Receita. Segundo ele, o delator do esquema é “criminoso, réu confesso, preso por abuso de menores”.

O governador utilizara o mesmo expediente no final de março para desqualificar seu ex-assessor e ex-fotógrafo particular Marcelo “Tchello” Caramori. O “Taradão do Palácio Iguaçu” acabou entregando o esquema de fraudes comandado pelo lobista Luiz Abi Antoun, primo de Richa, que, segundo delação, arrecadava dinheiro em órgãos públicos para as campanhas eleitorais do parente. Leia mais

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