Por falar em corrupção, copiloto de Beto Richa é condenado a 97 anos de cadeia no Paraná

O ex-inspetor-geral de fiscalização da Receita Estadual, Márcio Albuquerque Lima, amigo e copiloto do governador Beto Richa (PSDB) nas corridas de 500 Milhas de Londrina, foi condenado a 97 anos de prisão nesta quinta (15) por chefiar esquema de corrupção na Receita Estadual do Paraná.

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Após ilação do MP, Requião orienta aliados a lutarem pela CPI da Receita Estadual

joao_arrudaO senador Roberto Requião (PMDB) orientou nesta terça (5) que aliados retomem a luta pela instalação da CPI para investigar propinas na Receita Estadual. A decisão do peemedebista, em intensificar a coleta de assinaturas na Assembleia, ocorre após ter o seu nome citado na delação do fiscal Luiz Antônio de Souza.

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Primo de Beto Richa indica citado na Operação Publicano para ocupar cargo na Educação

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O lobista Luiz Abi Antoun, primo do governador Beto Richa (PSDB), indicou politicamente o ex-coordenador da região metropolitana de Londrina (Comel), Victor Hugo Boselli Dantas, para ocupar a Superintendência de Desenvolvimento Educacional (SUDE), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Educação (SEED).

Dantas foi coordenador de campanha do tucano em Londrina e foi citado pelo delator Luiz Antonio de Souza na operação Publicano, que investiga propinas e corrupção no valor de R$ 1 bilhão na Receita Estadual.

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Beto Richa usa governo para dificultar investigações de corrupção na Receita Estadual, acusa MP

beto_richaAh, se Beto Richa fosse do PT… Mas não é. O governador do Paraná é do PSDB de Aécio Neves.

Feita essa consideração inicial, vamos aos fatos.

O Ministério Público (PM) acusa a Procuradoria-Geral do Estado do Paraná (PGE) de agir para anular delação do auditor fiscal Luiz Antonio de Souza com objetivo único de blindar o governador Beto Richa (PSDB), citado pelo delator como suposto beneficiário do esquema de corrupção na Receita Estadual.

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Coluna do Requião Filho: A Procuradoria-Geral do Estado não é advogada do governador

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O deputado estadual Requião Filho, em sua coluna semanal, aponta o desvio de função da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) que, segundo ele, ao invés de atuar na defesa dos interesses do Paraná, vem agindo como defesa pessoal do governador Beto Richa (PSDB). O deputado aponta a tentativa da PGE de anular a delação premiada do auditor da Receita Estadual, Luiz Antônio de Souza, além de pleitear a suspeição do juiz do caso, como exemplos da atuação da PGE na tentativa de livrar Richa do possível envolvimento na corrupção da Receita que já está sendo investigada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Para Requião Filho, a história da PGE não pode ser “maculada pela defesa dos interesses particulares do governador em detrimento dos interesses de toda a sociedade paranaense”. Leia, ouça, comente e compartilhe.

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Coluna do Jorge Bernardi: Do que o governador do Paraná tem medo?

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O vereador Jorge Bernardi (REDE), em sua coluna semanal, relembra o escândalo de corrupção na Receita Estadual do Paraná, um tanto esquecido em função da crise política nacional. Bernardi questiona o motivo que faz a Procuradoria do Estado tentar anular o acordo de delação do auditor fiscal Luiz Antônio de Souza que, além das informações, prevê a devolução ao tesouro do estado R$ 20 milhões de reais. O vereador de Curitiba também recorda que a delação de Luiz Antônio e outros depoimentos no mesmo caso apontam que R$ 4,3 milhões desviados no esquema serviram para financiar a reeleição de Beto Richa (PSDB) e questiona se seria esse o medo do governador, que esses depoimentos cheguem ao processo aberto contra ele pelo Superior Tribunal de Justiça. Leia, ouça, comente e compartilhe.

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STJ autoriza investigação de corrupção contra Beto Richa

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) abriu investigação sobre envolvimento do governador Beto Richa (PSDB) no esquema de corrupção da Receita Estadual. A acusação é de que R$ 4,3 milhões desviados no esquema tenham financiado a reeleição do tucano. Richa faz vergonha histórica, pois nunca antes um governador do Paraná tinha sido investigado por corrupção no STJ.

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Em tempos de Lava Jato, delator revela propina na reeleição de Richa

Governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), teria recebido “pixulecos” oriundos de propina da Receita Estadual; denúncia partiu do ex-auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, que, ontem (7), em delação no Fórum de Londrina, disse que o tucano recebeu R$ 1,5 milhão na reeleição de 2014; Souza está preso desde janeiro de 2015, depois de denunciado por pedofilia; ele fez um acordo de delação premiada com promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), braço policial do Ministério Público do Paraná (MP); depoimento do delator apontou ainda que delegados regionais da Receita Estadual eram indicações políticas dos deputados federais Fernando Francischini (SD) e Luiz Carlos Hauly (PSDB); primo de Richa, o lobista Luiz Abi Antoun, apontado pelo MP como “chefe da quadrilha” que atuava dentro do governo do estado, também tinha força para emplacar nomes na Receita – segundo o delator.
Governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), teria recebido “pixulecos” oriundos de propina da Receita Estadual; denúncia partiu do ex-auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, que, ontem (7), em delação no Fórum de Londrina, disse que o tucano recebeu R$ 1,5 milhão na reeleição de 2014; Souza está preso desde janeiro de 2015, depois de denunciado por pedofilia; ele fez um acordo de delação premiada com promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), braço policial do Ministério Público do Paraná (MP); depoimento do delator apontou ainda que delegados regionais da Receita Estadual eram indicações políticas dos deputados federais Fernando Francischini (SD) e Luiz Carlos Hauly (PSDB); primo de Richa, o lobista Luiz Abi Antoun, apontado pelo MP como “chefe da quadrilha” que atuava dentro do governo do estado, também tinha força para emplacar nomes na Receita – segundo o delator.

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Primo do governador Beto Richa era quem mandava na Receita Estadual

Sentido horário: ônibus Gaeco; Richa e ex-inspetor-geral da Receita, copiloto Márcio Albuquerque (preso); Richa e seu primo, o lobista Luiz Abi Antonu (foragido da polícia); e Richa e ex-assessor Marcelo Tchello Caramori (delator, acusado de pedofilia).
Sentido horário: ônibus Gaeco; Richa e ex-inspetor-geral da Receita, copiloto Márcio Albuquerque (preso); Richa e seu primo, o lobista Luiz Abi Antonu (foragido da polícia); e Richa e ex-assessor Marcelo Tchello Caramori (delator, acusado de pedofilia).
O auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, delator na Operação Publicano, que investiga esquema de propina na Receita Estadual do Paraná, afirmou que quem mandava no órgão era o primo do governador Beto Richa (PSDB), o lobista Luiz Abi Antoun, foragido da Justiça desde a manhã desta quarta-feira (10).

Segundo jornalista Fábio Silveira, do blog Baixo Clero, no Jornal de Londrina, o parente do governador tucano seria o “verdadeiro gestor” da Receita Estadual.

De acordo com investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), Luiz Abi Antoun “exerce inegável influência na administração pública, a despeito de não ocupar formalmente nenhum cargo público ou político”.

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NF liga delator de propina na Receita Estadual à reeleição de Richa

O auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, da Receita Estadual, nesta segunda-feira (18), conseguiu provar sua ligação com a campanha de reeleição do governador Beto Richa (PSDB). Ele mostrou notas fiscais da compra de divisórias do comitê eleitoral do PSDB, em Londrina, nas eleições de 2014. Os documentos foram veiculados esta noite pela RPC TV. … Read more

Mensalão com propina abasteceu campanha de Richa, diz Jornal Nacional

mensalao_richaO governador Beto Richa (PSDB) voltou esta noite ao telejornal da Globo, que revelou ao país um mensalão na campanha de reeleição do tucano com propinas da Receita Estadual. Estima-se, inicialmente, em R$ 2 milhões o valor do roubo.

O grupo de auditores fiscais da Receita tinha meta de arrecadação de propina e fazia a cobrança e o repasse mensalmente, conforme revelou o auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, em depoimento prestado em acordo de delação premiada.

Assista ao vídeo:

De acordo com o advogado Eduardo Duarte Ferreira, que representa o delator, os valores arrecadados eram enviados para Curitiba por meio de empresa “oficiosa”.

A bancada do Jornal Nacional, hoje comandada por Chico Pinheiro e Giuliana Morrone, que gosta mais dos tucanos, também veiculou vídeo no qual Richa tenta esquivar-se dos fiscais da Receita. Segundo ele, o delator do esquema é “criminoso, réu confesso, preso por abuso de menores”.

O governador utilizara o mesmo expediente no final de março para desqualificar seu ex-assessor e ex-fotógrafo particular Marcelo “Tchello” Caramori. O “Taradão do Palácio Iguaçu” acabou entregando o esquema de fraudes comandado pelo lobista Luiz Abi Antoun, primo de Richa, que, segundo delação, arrecadava dinheiro em órgãos públicos para as campanhas eleitorais do parente.

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