Blog do Esmael

A política como ela é em tempo real.

26 de outubro de 2016
por esmael
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Fascistas ameaçam membros do Conselho Tutelar em Londrina, após apologia de Veja

azevedo_escola_richaO jornalista Fábio Silveira, do blog Baixo Clero, registra nesta quarta (26) uma sinistra ameaça de fascistas, que, por meio de e-mail anônimo, prometem atacar membros do Conselho Tutelar em Londrina, Norte do Paraná.

11 de fevereiro de 2016
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Fábio Silveira disseca corrupção de tucanos: “Beto Richa tem razão”

por Fábio Silveira, do blog Baixo Clero, de Londrina

O governador Beto Richa (PSDB) costuma atribuir as más notícias para o seu governo, ao uso da sua gestão como “contrapeso” no “Fla-Flu” que PSDB e PT disputam nacionalmente. O raciocínio é que quando alguém procura alguma coisa errada nas gestões do PSDB para rebater ou contrabalançar o que há de errado na gestão nacional do PT, sobra para o tucano paranaense. Ainda segundo esse raciocínio, quando alguém tenta mostrar que não bate só no PT, procura algo da gestão Beto Richa para demonstrar equilíbrio editorial. A conclusão é que denúncias de irregularidades ocorridas na gestão Richa, como as apuradas nas operações Publicano e Quadro Negro, ganhariam notoriedade nacional porque o paranaense funcionaria como contrapeso no “Fla-Flu”.

Beto Richa acerta em parte no diagnóstico. Em parte, porque o erro está em usar isso como desculpa para não dar as explicações que ele e a sua gestão devem à sociedade. Por exemplo, o companheiro de Richa de cockpit, Márcio Lima, que na gestão do tucano foi alçado à condição de inspetor geral de fiscalização da Receita Estadual, é uma das figuras centrais no escândalo apurado pela Operação Publicano, do Gaeco de Londrina. Além disso, uma das denúncias é de que dinheiro de propina recebida de empresários que pagaram por fora para pagar menos impostos foi para o caixa da campanha de Richa à reeleição. A Procuradoria Geral da República (PGR) demonstrou interesse em investigar essa denúncia.

Na Operação Quadro Negro, mais denúncias de que dinheiro recebido indevidamente por uma construtora – ela recebeu sem ter feito parte das obras – também teria alimentado o caixa da campanha da reeleição de Richa e de pelo menos três deputados estaduais que o apoiam.

Recentemente Richa foi “rifado” pela revista Veja, notoriamente favorável ao PSDB. Foi tratado como “tucano problema” (como se fosse o único. Assim, como, obviamente, é impossível apontar só um “petista problema”, já que são vários). A revista que não poupa elogios aos tucanos e que em janeiro publicou uma pesquisa que apontava São Paulo e Paraná como os primeiros colocados em rankings de educação e segurança (não, não foi matéria do site sensacionalista), desancou Richa e os problemas investigados nas duas frentes abertas pelo Gaeco.

Richa tem certa razão ao reclamar do destaque negativo que ganha, tornando-se um contrapeso. Mas erra no diagnóstico. Ele é lançado às feras para que sejam poupados outros tucanos de escalões mais altos, como Aécio Neves, citado recentemente como destinatário de “um terço” de uma propina paga pelos delatores do petrolão, e os tucanos de São Paulo sempre sensíveis a investigações independentes sobre os problemas nas obras do metrô.

23 de novembro de 2015
por esmael
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Veja essa: Operação Publicano do Gaeco transforma escândalos anteriores em “café pequeno”

gaeco_publicanoCoube ao diligente repórter e blogueiro Fábio Silveira, do Jornal de Londrina, a revelação de que a Operação Publicano, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado  (Gaeco), contabilizou, até agora, prejuízo de R$ 725 milhões aos cofres públicos.

Com o avanço das investigações, a força-tarefa do Ministério Público do Paraná acredita que a soma poderá ultrapassar R$ 1 bilhão.

Esse dinheiro deixou de entrar no caixa do estado porque fora trocado por propina para fiscais da Receita Estadual.

Há suspeita de que parte desse valor foi desviado para a campanha de reeleição do governador Beto Richa (PSDB). O inquérito está na Procuradoria Geral da República (PGR).

O lobista Luiz Abi Antoun, primo do governador tucano, de acordo com o Gaeco, seria o chefe da quadrilha mesmo não tendo formalmente cargo no governo do estado.

9 de outubro de 2015
por esmael
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Ladrão de $ público preso no Paraná: “O Beto tá com a gente”

O ex-inspetor geral de Fiscalização na Receita Estadual, Márcio de Albuquerque Lima, preso em maio pela Operação Publicano, teria afirmado ao chegar à Penitenciária Estadual de Londrina (PEL), que o governador Beto Richa (PSDB) estava com eles [fiscais presos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco)].

“O Beto tá com a gente”, teria dito espontaneamente o então copiloto do governador nas corridas de 500 Milhas ao fiscal Luiz Antônio de Souza.

A informação é da repórter Catarina Scortecci, na edição desta sexta-feira (9) do jornal Gazeta do Povo.

A revelação sugere envolvimento direto de Richa com a máfia no órgão fazendário.

Segundo Souza, que virou delator na Publicano, o parceiro de corrida do governador bateu no peito e disse na prisão: “o Beto tá com a gente, hein, não esquece não”.

A Operação Publicano investiga corrupção e propinas na Receita Estadual. Segundo o Ministério Público do Paraná, parte do dinheiro obtido com corrupção seria destinado à campanha de reeleição de Beto Richa.

11 de setembro de 2015
por esmael
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TJPR suspende ação de fraude em licitação contra primo de Beto Richa

richa_abi_gaeco.jpgO lobista Luiz Abi Antoun, primo do governador Beto Richa (PSDB), foi beneficiado nesta sexta-feira (12) por uma decisão do juiz Juliano Nanuncio, da 3ª Vara Criminal de Londrina, que suspendeu a ação penal da Operação Voldemort. Leia mais

24 de junho de 2015
por esmael
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Baixo Clero: Ministro do STJ errou em despacho que libertou primo do governador Beto Richa

O atento jornalista e blogueiro Fábio Silveira, no blog Baixo Clero, abrigado no Jornal de Londrina, vê erro na decisão do ministro Sebastião Reis Júnior, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que concedeu um habeas corpus ao lobista Luiz Abi Antoun, primo do governador Beto Richa (PSDB), que estava preso sob a acusação de corrupção e propina na Receita Estadual.

De acordo com Silveira, o ministro erroneamente suspendeu o parente do governador da “função pública” sem nunca tê-la exercida no âmbito do governo do estado. Pelo contrário, o moço fazia lobby nas entranhas da administração pública.

“Reitero o fato de que os delitos imputados ao paciente teriam sido cometidos em razão do exercício da função”, escreve o ministro no texto, disponibilizado no site do STJ, no HC 327564, que pôs Luiz Abi em liberdade.

Para garantir as investigações, Sebastião Reis impõe algumas condições a Abi, como por exemplo, “suspensão do exercício de função pública (art. 319, VI, do CPP), a serem implementadas pelo magistrado singular”.

Abaixo, o blogueiro londrinense explica a confusão cometida na decisão do ministro do STJ:

O problema na decisão do magistrado é que os “delitos imputados” a Abi não foram “cometidos em razão da função” pelo simples fato de o primo do governador não ter nenhum cargo no governo. De acordo com as investigações do Gaeco, o “cargo” de Abi seria o de “eminência parda” no governo do tucano. Foi como eminência parda que Luiz Abi atuou como uma espécie de “operador político” do suposto esquema investigado na Operação Publicano. São funções informais e que não têm vínculo oficial com a estrutura do Estado. A Abi é atribuída, por exemplo, a indicação de delegados da Receita Estadual. Inclusive o argumento de Beto Richa para se distanciar do problemas que o primo enfrenta na Justiça é de que o convívio com seu primo era apenas “social” e não se estendia à vida pública.

Quando Beto Richa era deputado estadual, Abi foi seu assessor. Agora que Richa é governador, seu primo ficou só nos bastidores, sem ocupar cargo. O que mostra que, ao contrário do que diz o ministro, ele não precisa exercer nenhuma função para fazer os “delitos imputados” a ele. Com o furo no despacho do ministro, um dos ar

16 de junho de 2015
por esmael
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Não é piada pronta: Prisão de chefes de fiscalização da Receita aumentou arrecadação no Paraná

richa_gaeco_abi

O repórter Fábio Silveira, do blog Baixo Clero, revela que a arrecadação de impostos pela Delegacia da Receita Estadual em Londrina cresceu 19,78% entre janeiro e maio deste ano (11,2% já descontada a inflação), na comparação com o mesmo período de 2014. Leia mais

10 de junho de 2015
por esmael
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Primo do governador Beto Richa era quem mandava na Receita Estadual

O auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, delator na Operação Publicano, que investiga esquema de propina na Receita Estadual do Paraná, afirmou que quem mandava no órgão era o primo do governador Beto Richa (PSDB), o lobista Luiz Abi Antoun, foragido da Justiça desde a manhã desta quarta-feira (10).

Segundo jornalista Fábio Silveira, do blog Baixo Clero, no Jornal de Londrina, o parente do governador tucano seria o “verdadeiro gestor” da Receita Estadual.

De acordo com investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), Luiz Abi Antoun “exerce inegável influência na administração pública, a despeito de não ocupar formalmente nenhum cargo público ou político”.

Cerca de 50 pessoas foram presas em dez cidades do Paraná. Foi preciso um ônibus para transportar os presos até a Penitenciária Estadual de Londrina II (PEL II).

Em entrevista à CartaCapital, o governador disse que não sabia da atuação de seu primo Luiz Abi na Receita Estadual. “Não. Jamais soube disso”, jurou o tucano, que também negou relação com o ex-inspetor-geral da Receita, Márcio Albuquerque Lima, que era seu copiloto nas corridas de 500 Milhas.

10 de junho de 2015
por esmael
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Governo Richa volta às páginas policiais após greve de professores

profs_richa_gaecoO governo Beto Richa (PSDB) voltou às páginas policiais na manhã desta quarta-feira, dia 10, menos de 24 horas após o fim da greve dos professores e funcionários de escolas do Paraná.

Segundo o jornalista Fábio Silveira, do blog Baixo Clero, de Londrina, o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) voltou a prender esta manhã o copiloto do governador tucano, o auditor fiscal Márcio Albuquerque Lima, ex-inspetor-geral de fiscalização da Receita Estadual.

A Justiça também decretou nova prisão do lobista Luiz Abi Antoun, primo de Beto Richa, que ainda está foragido.

18 de maio de 2015
por esmael
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NF liga delator de propina na Receita Estadual à reeleição de Richa

nf_richaO auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, da Receita Estadual, nesta segunda-feira (18), conseguiu provar sua ligação com a campanha de reeleição do governador Beto Richa (PSDB). Ele mostrou notas fiscais da compra de divisórias do comitê eleitoral do PSDB, em Londrina, nas eleições de 2014. Os documentos foram veiculados esta noite pela RPC TV. Leia mais

16 de maio de 2015
por esmael
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Propinoduto na Receita Estadual para campanha de Richa ressuscita tese da ‘CPI da Corrupção’ na Assembleia

cpi_corrupcaoA Assembleia Legislativa do Paraná retoma os trabalhados, na segunda-feira (18), acuada pela denúncia de que a Receita Estadual foi roubada para financiar a campanha de reeleição do governador Beto Richa (PSDB). O parlamento volta acuado porque terá de decidir ao menos duas pautas quentes: 1- a instalação da CPI da Corrupção; e 2- votar a mensagem governamental que parcela o aumento de 5% ao funcionalismo.

Leia mais sobre o assalto à Receita Estadual:

Até a Globo mostra propina na reeleição do tucano Beto Richa; assista

Garganta Profunda: “A casa caiu”

R$ 2 milhões roubados da Receita Estadual pagaram a reeleição de Richa

Na verdade estarão acuados os 31 deputados considerados da base governista, que votaram a favor do confisco da poupança previdenciária dos servidores públicos no fatídico dia 29 de abril. Vinte parlamentares, que foram contra o “roubo” da Paranáprevidência sentir-se-ão mais leves, livres e soltos. Eles tendem migrar para a oposição.

Para instalar uma comissão de investigação são necessárias 18 assinaturas de deputados.

15 de maio de 2015
por esmael
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R$ 2 milhões roubados da Receita Estadual pagaram a reeleição de Richa

richa_sefa_abiO governador Beto Richa (PSDB) recebeu R$ 2 milhões para campanha de reeleição cuja origem era roubada da Receita Estadual. A informação foi obtida pelo Ministério Público por meio de delação premiada do auditor Luiz Antônio de Souza, preso em março pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado). Leia mais

30 de março de 2015
por esmael
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Fotógrafo delata esquema de corrupção no governo Richa

richa_tchello_abiA situação no governo Beto Richa (PSDB) é mais grave do que a vã filosofia pode supor. Os esquemas de corrupção atribuídos ao lobista Luiz Abi Antoun, primo do governador tucano, bateram à porta do Palácio Iguaçu. Embora mais curta por causa do feriado, os palacianos já trabalham com a hipótese de uma “semana de cão” nos arredores do Centro Cívico. Leia mais

27 de março de 2015
por esmael
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Corrupção na Receita: Mais um auditor preso pelo Gaeco de Londrina

Escândalo na Receita Estadual, que teria causado prejuízo de até R$ 1 bilhão ao Paraná, cada vez mais perto do governador Beto Richa (PSDB).

Escândalo na Receita Estadual, que teria causado prejuízo de até R$ 1 bilhão ao Paraná, cada vez mais perto do governador Beto Richa (PSDB).


O auditor da Delegacia da Receita Estadual de Londrina, Ricardo de Freitas, foi preso esta manhã pelo Gaeco (Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado) como desdobramento da Operação Publicano. Leia mais

23 de março de 2015
por esmael
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Tribunal de Justiça do Paraná manda soltar primo preso de Beto Richa

por Fábio Silveira, do blog Baixo Clero

Jornalista Fábio Silveira, do blog Baixo Clero, de Londrina, revela que o desembargador Márcio José Tokars, do Tribunal de Justiça do Paraná, liberou o primo preso do governador Beto Richa, Luiz Abi, mesmo considerando que “os crimes imputados, em tese, ao paciente [Abi], são de grande reprovabilidade”, o lobista deve ser solto.

Jornalista Fábio Silveira, do blog Baixo Clero, de Londrina, revela que o desembargador Márcio José Tokars, do Tribunal de Justiça do Paraná, liberou o primo preso do governador Beto Richa, Luiz Abi, mesmo considerando que “os crimes imputados, em tese, ao paciente [Abi], são de grande reprovabilidade”, o lobista deve ser solto.

O desembargador Márcio José Tokars, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), concedeu Habeas Corpus liberando o empresário Luiz Abi Antoun, que ficou preso uma semana, sob a suspeita de liderar um grupo que supostamente fraudou uma licitação do governo do Estado. Leia mais