9 de junho de 2015
por Esmael Morais
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‘Richa tem muita falta de disposição para o trabalho’, critica Gleisi

A senadora Gleisi Hoffmann (PT), especial para o Blog do Esmael, criticou nesta terça-feira (9) a ausência do governador Beto Richa (PSDB) no lançamento do pacote de obras de infraestrutura a serem concedidas à iniciativa privada.

Segundo a senadora, o governador do Paraná não compareceu para disputar parte de R$ 200 bilhões, apesar de ter sido convidado pessoalmente pelo chefe da Casa Civil, ministro Aloizio Mercadante.

“É muita falta de disposição para o trabalho, muito desinteresse. Um governador desanimado. Só sabe reclamar que não recebe apoio”, disparou Gleisi.

O evento comandado pela presidenta Dilma Rousseff (PT) contou com as presenças de ministros, parlamentares, empresários e 15 governadores, inclusive os tucanos Marconi Perilo (GO) e Geraldo Alckmin (SP), governador do estado mais rico do Brasil.

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11 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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‘A preguiça continua’: Richa paga de surfista e revolta paranaenses

beto_esquiandoO governador Beto Richa está em férias desde sexta-feira (7). Seria um evento normal se o Paraná vivesse um estado de normalidade. Mas não é o caso, como o leitor poderá perceber nas próximas linhas.  ... 

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16 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Requião na CartaCapital: Beto era um moleque que aborrecia muito o pai porque não gostava de trabalhar”

por Piero Locatelli, na CartaCapital
O senador Roberto Requião (PMDB) tenta chegar ao seu quarto mandato como governador do Paraná. Ao disputar a sua quinta eleição ao Executivo do estado, trata com desprezo o seu principal adversário, o candidato à  reeleição Beto Richa (PSDB). à‰ um moleque que aborrecia muito o pai porque não gostava de trabalhar, que acabou pelos azares da sorte virando governador para se aliar a grupos econômicos e quebrar o estado do Paraná!, resume Requião, referindo-se a José Richa, ex-governador e pai de Beto.

Em segundo lugar nas pesquisas, Requião está à  frente da senadora Gleisi Hoffmann (PT), ex-ministra da Casa Civil de Dilma Rousseff. Parte do seu partido queria apoiá-la na disputa, o que ajudou na divisão do PMDB no estado. Durante o período eleitoral, a direção estadual da legenda foi destituída pelo grupo do senador. Segundo Requião, isso não afeta a disputa e não há partido que não esteja dividido. O único que não tinha esse problema era o partido nazista, o Hitler fuzilava. E eu não quis fazer uma noite dos longos punhais aqui, é uma coisa pouco democrática!, diz Requião.

Veja abaixo trechos da entrevista da CartaCapital com o senador:

CartaCapital: O senhor foi governador três vezes, faz campanha pela quinta vez. O que o levou a ser candidato novamente? O que seria diferente dos doze anos que já ocupou no cargo?
Roberto Requião: Nós introduzimos no Paraná o conceito de planejamento, tínhamos trezentos programas no Paraná, sociais, de educação, fiscais, de saúde, educação. De repente, isso tudo desapareceu. Um grupo de meninos ricos tomou conta do estado, se elegeram numa campanha atípica. A meninada tomou conta com um grupo de negociantes da política. Se elegeram com três milhões de reais, por exemplo, do pessoal do pedágio. Houve uma apropriação, por um grupo de financiadores, do estado. E eu estou aqui movido à  indignação.

CC: O senhor se refere especificamente ao governo do Beto Richa?
RR: Do Beto Richa, foi uma coisa incrível. Eu queria que se lançasse uma candidatura alternativa, e não tinha. O PT em confusão, com “mensalão”, Petrobras, [Eduardo] Gaievski, o pedófilo, André Vargas, então eles achavam que compravam o PMDB e estavam com a eleição garantida por falta de concorrente. Eu propus ao partido que lançasse um candidato, o partido se mobilizou e me convidaram a ser. Eu vim com entusiasmo, o objetivo é por a casa em ordem, fazer o Paraná voltar a ser o que era.

CC: O senhor citou o seu partido, que veio dividido na eleição…
RR: Mas qual partido não é dividido? Conhece algum que não seja?

CC: Mas dentro de uma ideia centralista, como a do PT, em tese o partido brigaria e depois estaria unido na campanha. O PMDB está unido na campanha?
RR: Está. Uma ou duas pessoas não estão.

CC: Mas isso não afeta a sua campanha?
RR: Aliás, o teu exemplo é infeliz porque o PT está dividido, sim, aqui no estado. à‰ uma síndrome que acomete a todos os partidos. O único que não tinha esse problema era Leia mais