7 de novembro de 2014
por esmael
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Mino Carta: Bo-li-va-ria-no, eu?

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por Mino Carta, na CartaCapital

O besteirol anda solto a serviço do mofado elitismo golpista e exibe o atraso cultural do País

Pergunto aos meus botões, tomado pela dúvida: Serei eu um bolivariano?! Em silêncio, me encaram entre atônitos e perplexos. Insisto: Seria por leviandade, inconsciência, irresponsabilidade, ou por convicta adesão ideológica?! Respondem em coro, alto e bom som: bo-li-va-ria-no. Três vezes seguidas. Ao cabo, gargalham.

De fato, a situação criada pelos derradeiros ruídos e senhas da política nativa seria simplesmente cômica se não tivesse seu lado dramático ao exibir primarismo, ignorância, grosseria, juntamente com arrogância e prepotência. Não disse trágico porque a tragédia tem outra dimensão, outra imponência em relação ao drama. Em todo caso, no palco estamos credenciados à  encenação da farsa, ou da ópera-bufa.

Entre as personagens na ribalta, grandioso o desempenho de Gilmar Mendes, a prometer em memorável entrevista de página inteira na Folha de S.Paulo de segunda 3 a iminente transformação do STF em corte bolivariana. O que ele teme é a chegada ao Supremo dos novos integrantes nomeados por Dilma Rousseff, esquecido talvez que outros indicados anteriormente por Lula ou pela presidenta jamais aparentaram fé bolivariana.

25 de junho de 2014
por esmael
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Coluna do Ademar Traiano: PT aposta na divisão da sociedade brasileira e em besteiras bolivarianas

Ademar Traiano, em sua coluna desta quarta, ataca o que ele considera guinada do governo Dilma para o "bolivarianismo" de Maduro e do finado Chávez; deputado tucano, que é coordenador da campanha de Aécio Neves na região Sul e guru ideológico de Beto Richa no Paraná, afirma que o PT tenta fraturar a sociedade brasileira entre nós! e eles!, pobres! contra ricos!; colunista ainda acusa a presidenta da República de criar instâncias capazes de operar como um parlamento paralelo através da Política Nacional de Participação Social !“ PNPS, e o Sistema Nacional de Participação Social! e sovietes! compostos por movimentos sociais para substituir as instâncias de poder eleitas pela maioria da população, como Câmaras, Assembleias e o Congresso; leia o texto e compartilhe.

Ademar Traiano, em sua coluna desta quarta, ataca o que ele considera guinada do governo Dilma para o “bolivarianismo” de Maduro e do finado Chávez; deputado tucano, que é coordenador da campanha de Aécio Neves na região Sul e guru ideológico de Beto Richa no Paraná, afirma que o PT tenta fraturar a sociedade brasileira entre nós! e eles!, pobres! contra ricos!; colunista ainda acusa a presidenta da República de criar instâncias capazes de operar como um parlamento paralelo através da Política Nacional de Participação Social !“ PNPS, e o Sistema Nacional de Participação Social! e sovietes! compostos por movimentos sociais para substituir as instâncias de poder eleitas pela maioria da população, como Câmaras, Assembleias e o Congresso; leia o texto e compartilhe.

Ademar Traiano*

O governo Dilma Rousseff nunca foi tão mal avaliado. Segundo o último Ibope, a taxa de aprovação do governo é de 31% enquanto o de reprovação (os que consideram o governo petista ruim e péssimo) atinge 33%. A pesquisa é um indicativo de derrota eleitoral. Para espantar esse espectro o PT está apelando para medidas extremas. Leia mais

9 de outubro de 2013
por esmael
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Presidente da Venezuela pede superpoderes para combater corrupção e capitalismo

do Opera MundiO presidente Nicolás Maduro pediu, nesta terça-feira (08 /10), que o Legislativo da Venezuela aprove uma Lei Habilitante para poder ditar decretos com força de lei pelo período de 12 meses. Em um discurso de cerca de três horas na Assembleia Nacional do país, o chefe de Estado afirmou que a solicitação dos poderes especiais não é um capricho! e que com eles poderá travar e acelerar uma batalha profunda por uma nova ética política!.

O que vem é ofensiva total da Revolução!, disse ele, que garantiu ter um conjunto de propostas legislativas para a luta contra a corrupção, uma das bandeiras de sua gestão. De acordo com a Constituição venezuelana, o presidente tem autonomia para ditar decretos com força de lei sobre temas específicos, por um prazo pré-estipulado, mediante uma Lei Habilitante aprovada por três quintos dos integrantes da Assembleia Nacional do país.

Atualmente, o governismo venezuelano conta com 98 dos 165 parlamentares, entre deputados do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela) e aliados. O nome do responsável pelo voto adicional necessário para a aprovação, até o momento alardeada pelo chavismo como certa, ainda é uma incógnita. A frase eu sou o deputado 99! foi utilizada por apoiadores do governo nos últimos dias, para demonstrar que Maduro conta com o apoio da população.

Ao anunciar, em agosto, que pediria ao Legislativo o acionamento do mecanismo, o presidente venezuelano afirmou que mudaria todas as leis para enfrentar a corrupção, se necessário. Ao governar por decreto, Maduro também acredita poder enfrentar o que denomina como uma guerra econômica! promovida pelo empresariado e pela burguesia parasitária!. A Venezuela vive um contexto de alta inflação, distorção em seis vezes do câmbio regulado em relação ao dólar no mercado paralelo e desabastecimento de produtos básicos.

O discurso era aguardado com expectativa. O recinto legislativo foi ocupado por políticos e simpatizantes chavistas, que por diversos momentos interromperam o pronunciamento cantando palavras de apoio. Não à  corrupção, sim à  Habilitante! e Assim, assim, assim é que se governa! foram algumas das consignas entoadas, apesar da presença dos legisladores opositores.

Segundo Maduro, o objetivo central do pedido é a transformação do