Requião destoa do ‘oba-oba’ e critica alianças de Lula à direita

O ex-senador Roberto Requião (sem partido) vem destoando da torcida e do ‘oba-oba’ acerca das alianças do ex-presidente Lula (PT) pela direita.

Segundo Requião, as alianças à direita não se justificam porque o governo Bolsonaro não tem a força do governo nazista –repetidamente comparados. “Na verdade está derretendo, logo as alianças absurdas não se justificam!”, disse resposta aos defensores da frente ampla amplíssima para as eleições presidenciais de 2022.

Ao comentar o jantar do grupo Prerrogativas, o pré-candidato ao governo do Paraná analisou que, além do vice de Lula, o repasto também serviu para definir o Marcos Lisboa para o Ministério da Fazenda e designar notórios legosleios para importantes cargos jurídicos.

Para Requião, o espírito sacrossanto de José Maria Escriva de Balaguer, idealizador da Opus Dei, esteve presente no jantar do grupo prerrogativas com Lula. “Alkimin presente, pairando e inspirando”, ironizou, sugerindo que o nome é ligado ao sistema financeiro.

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“Em resumo, a esperança deve vencer o medo. Se o Chile pode, por que não nós?”, questionou, referindo-se à fala do presidente eleito chinelo Gabriel Boric: “Se o Chile foi o berço do neoliberalismo na América Latina, também será sua tumba.”

No caso doméstico, da frente ampla, Lula ensaia chapa com o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alkcmin, na vice. O ex-tucano ainda não definiu o partido, mas há especulações que vão do PSB ao PSD.

Roberto Requião ainda foi ao fundo do baú buscar um discurso de Alckmin, contra Lula, embora o petista minimize a disputa pretérita com o tucano. Confira o vídeo: