5 de novembro de 2015
por esmael
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‘Custo Beto Richa’ também espanta a Bosch, que se manda para Índia. O melhor está por vir?

O gerente de recursos humanos da Bosch Curitiba, Duilo Damaso, em entrevista ao jornal Gazeta do Povo, edição desta quinta-feira (5), afirmou que um dos motivos da empresa se transferir para a Índia, no continente asiático, são os custos da produção “em especial no Paraná”.

“Mas é fato que os custos de produção no Brasil, e em especial no Paraná, sofreram acréscimos nos últimos anos muito acima do resto do mundo”, disse o gerente ao repórter Fernando Jasper. A Bosch deverá perder a produção da bomba injetora VE para os indianos.

O ‘custo Beto Richa’ há tempos já é debatido no âmbito da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), por exemplo. Esse custo é recheado com pedágio, tarifas de água e luz, ICMS, dentre outros impostos elevados pelo governador tucano.

Ainda de acordo com a reportagem da Gazeta, em setembro último, a Bosch fechou a subsidiária Metapar na capital paranaense, que fabricava peças usinadas para bombas injetoras a diesel. O encerramento custou 145 postos de trabalho.

Resta na planta da Bosch, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), cerca de 2 mil funcionários. Em 2011, eram 4,6 mil postos de trabalho.

Há exatamente um ano, o metalúrgico Nelsão de Souza, presidente da Força Sindical do Paraná, acusou o governador Beto Richa de “espantar” empresas do estado. Na época, a Gerdau anunciou que fecharia as portas depois de 43 anos de atividades. Foram sacrificados mais 400 empregos.

Os trabalhadores paranaenses perguntam a Beto Richa: “O melhor está por vir?”

Promotores do Gaeco, braço policial do Ministério Pública, desconfiam que o Paraná só é competitivo para o Nakano e Luiz Abi.

22 de julho de 2014
por esmael
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Coluna do Enio Verri: Brics criam nova ordem econômica mundial!

"O Brasil deixou de ser puxadinho dos Estados Unidos e do FMI", saúda Enio Verri, em sua coluna desta terça, a criação do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) pelos países que formam o Brics; colunista afirma que ação de Brasil, Rússia, China, àndia e àfrica do Sul significa uma resposta concreta à  crise econômica e do neoliberalismo; "Com Lula e Dilma mostramos que o modo petista de governar dá certo", exalta o parlamentar do PT, que ainda acrescenta: "o protagonismo brasileiro e enfrentamento ao FMI parece superficial aos olhos dos mais jovens que pouco conviveram com os governos neoliberais de FHC"; leia o texto e compartilhe.

“O Brasil deixou de ser puxadinho dos Estados Unidos e do FMI”, saúda Enio Verri, em sua coluna desta terça, a criação do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) pelos países que formam o Brics; colunista afirma que ação de Brasil, Rússia, China, àndia e àfrica do Sul significa uma resposta concreta à  crise econômica e do neoliberalismo; “Com Lula e Dilma mostramos que o modo petista de governar dá certo”, exalta o parlamentar do PT, que ainda acrescenta: “o protagonismo brasileiro e enfrentamento ao FMI parece superficial aos olhos dos mais jovens que pouco conviveram com os governos neoliberais de FHC”; leia o texto e compartilhe.

Enio Verri*

Uma nova ordem econômica mundial que está nascendo. à‰ assim que economistas e especialistas internacionais classificam o acordo firmado entre os presidentes do Brasil, Rússia, China, àndia e àfrica do Sul, países que formam o Brics, pela criação do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD). Leia mais

16 de julho de 2014
por esmael
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‘Banco e fundo dos Brics não são contra ninguém’, avisa Dilma

do Brasil 247
Em coletiva de imprensa concedida após a plenária da VI Cúpula dos Brics, em Fortaleza (CE), na noite desta terça-feira 15, a presidente Dilma Rousseff rebateu a tese de que o novo banco de desenvolvimento e o arranjo contingente de reservas, pelos países do bloco !“ Brasil, Rússia, China, àndia e àfrica do Sul !“ foram criados para fazerem frente ao FMI (Fundo Monetário Internacional) e ao Banco Mundial.

“Essas instituições não são contra ninguém, elas são a nosso favor, é uma outra perspectiva. Elas são a favor dos países Brics, mas também são a favor dos países em desenvolvimento”, afirmou. Dilma garantiu que o banco e o arranjo contingente olharão com atenção para países em desenvolvimento com regras bastante claras e firmes a respeito da sustentabilidade econômicas das instituições.

A presidente também disse que o Brasil não perde ao não presidir o Banco dos Brics. Segundo ela, houve um consenso entre os países para que a àndia indicasse o primeiro presidente por ter sido o país que propôs a instituição. “O banco foi fruto de um grande consenso e terá um novo imenso poder de alavancar recursos”, ressaltou. Sobre a sede em Xangai, Dilma disse que o primeiro-ministro da China, Xi Jinping, está empenhado em definir um local o mais cedo possível.

“A àndia propôs o Banco dos Brics e nós propusemos o Acordo Contingente de Reservas. Então, todos nós consideramos que era justo que a primeira presidência ficasse com o país que tinha proposto, no caso, a àndia, foi justamente isso. A segunda presidência, no rodízio, seria, então, do Brasil. E o Acordo Contingente de Reserva não tem presidência, mas é bom que se diga que foi uma iniciativa do governo brasileiro, ao longo desse tempo”, explicou.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse também nesta terça-feira que outros países emergentes já estão interessados em participar do recém-criado banco de desenvolvimento do Brics. Ele afirmou ainda que a nova instituição não vai competir com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outros bancos de fomento para financiamentos, como os voltados para infraestrutura.