17 de outubro de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Mac Donald: A luta permanente contra a burocracia

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta-feira, retoma cruzada contra a burocracia nos serviços públicos; ele destaca realização em Curitiba, na semana passada, do 1.!º Encontro Nacional Sobre Licenciamento na Construção; de acordo com ele, na compra de um imóvel, o adquirente chega a gastar 12% do valor final do imóvel com papelada; Pode parecer pouco, mas a parte consumida pelos entraves burocráticos equivale a R$ 18 bilhões por ano !“ dois orçamentos inteiros de uma cidade como Curitiba, no ano de 2015!, revela o capitão do time do prefeito Gustavo Fruet; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta-feira, retoma cruzada contra a burocracia nos serviços públicos; ele destaca realização em Curitiba, na semana passada, do 1.!º Encontro Nacional Sobre Licenciamento na Construção; de acordo com ele, na compra de um imóvel, o adquirente chega a gastar 12% do valor final do imóvel com papelada; Pode parecer pouco, mas a parte consumida pelos entraves burocráticos equivale a R$ 18 bilhões por ano !“ dois orçamentos inteiros de uma cidade como Curitiba, no ano de 2015!, revela o capitão do time do prefeito Gustavo Fruet; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Mac Donald*

Na sexta-feira da semana passada, Curitiba sediou o 1.!º Encontro Nacional Sobre Licenciamento na Construção, do qual participaram mais de 300 pessoas, de vinte estados brasileiros. Leia mais

28 de setembro de 2014
por esmael
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Coluna do Rocha Loures: Burocracia, o Brasil na vanguarda do atraso

Rocha Loures, em sua coluna deste domingo, relata o périplo que o empreendedor precisa fazer ao abrir seu negócio no país por causa da burocracia e das taxas; segundo ele, é o equivalente a quatro meses, e pelo menos 13 diferentes procedimentos, de acordo com o estudo do Banco Mundial; colunista afirma que papelocracia!, além de desmotivar negócios, cria ambiente favorável à  corrupção porque estabelece uma economia paralela, à  margem do Estado; "O país precisa crescer muito além dos ridículos 0,3% previstos para este ano. O primeiro passo está aí para ser dado, junto à s urnas no dia 05 de outubro", prega Rocha Loures; leia o texto e compartilhe.

Rocha Loures, em sua coluna deste domingo, relata o périplo que o empreendedor precisa fazer ao abrir seu negócio no país por causa da burocracia e das taxas; segundo ele, é o equivalente a quatro meses, e pelo menos 13 diferentes procedimentos, de acordo com o estudo do Banco Mundial; colunista afirma que papelocracia!, além de desmotivar negócios, cria ambiente favorável à  corrupção porque estabelece uma economia paralela, à  margem do Estado; “O país precisa crescer muito além dos ridículos 0,3% previstos para este ano. O primeiro passo está aí para ser dado, junto à s urnas no dia 05 de outubro”, prega Rocha Loures; leia o texto e compartilhe.

Rodrigo da Rocha Loures*

Dentre os países com algum nível de organização e de desenvolvimento, o Brasil é dos piores para se empreender. No ano passado, a nação caiu mais oito posições no ranking que mede a competitividade entre países. Agora é o 56!º, segundo relatório do Fórum Econômico Mundial. Na América Latina perde para o Chile, para o Panamá, para a Costa Rica e para o México. Só está na frente de países onde há forte intervenção do governo na economia, como a Argentina e a Venezuela, o que não podemos considerar um grande mérito. Leia mais

26 de setembro de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Mac Donald: A luta permanente contra a burocracia

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta-feira, anuncia a realização do I Encontro Nacional sobre Licenciamento na Construção, promovido pela Prefeitura de Curitiba e entidades do setor de fiscalização e construção, no próximo dia 10 de outubro, na capital paranaense, com o objetivo de eliminar burocracia e facilitar investimentos nas cidades brasileiras; Quando assumimos a Prefeitura, os empresários se queixavam que não tinham nem com quem reclamar!, lembra o capitão do time do prefeito Gustavo Fruet; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta-feira, anuncia a realização do I Encontro Nacional sobre Licenciamento na Construção, promovido pela Prefeitura de Curitiba e entidades do setor de fiscalização e construção, no próximo dia 10 de outubro, na capital paranaense, com o objetivo de eliminar burocracia e facilitar investimentos nas cidades brasileiras; Quando assumimos a Prefeitura, os empresários se queixavam que não tinham nem com quem reclamar!, lembra o capitão do time do prefeito Gustavo Fruet; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Mac Donald*

São recorrentes as histórias contadas por pessoas e empresas que necessitam lidar com serviço público, qualquer que seja o nível e a natureza do mesmo. São dias e dias de acompanhamento, juntada de documentos, idas e vindas a repartições, e meses aguardando uma resposta. Leia mais

22 de agosto de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Mac Donald: “Corrupção, burocracia ou ambos?”

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta-feira, volta ao tema corrupção e burocracia na máquina pública brasileira; capitão do time do prefeito Gustavo Fruet, colunista cita artigo professor Claudio de Moura Castro, Doutor por Yale, publicado na última revista Veja; "Nada a acrescentar", afirma o capitão do time do prefeito Gustavo Fruet; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta-feira, volta ao tema corrupção e burocracia na máquina pública brasileira; capitão do time do prefeito Gustavo Fruet, colunista cita artigo professor Claudio de Moura Castro, Doutor por Yale, publicado na última revista Veja; “Nada a acrescentar”, afirma o capitão do time do prefeito Gustavo Fruet; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Mac Donald*

Peço licença para interromper a série A Superestrutura do Estado! para trazer alguns trechos do ótimo artigo escrito pelo professor Claudio de Moura Castro, Doutor por Yale, publicado na última revista Veja. Leia mais

10 de agosto de 2014
por esmael
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Coluna do Rocha Loures: Política fiscal e crescimento econômico

à‰ preciso uma mudança radical na direção da simplificação e unificação de tributos, eliminação ou redução de impostos, para tomarmos o rumo do crescimento e do desenvolvimento econômico!, defende Rocha Loures em sua coluna deste domingo. Para o ex-presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), burocracia aliada à  excessiva carga tributária retira capital de giro, diminui a taxa de retorno e inibe investimentos das empresas. Colunista defende uma Reforma Fiscal para resolver o problema da competitividade da economia brasileira, além de cobrar retorno dos impostos em forma de serviços, principalmente em saúde e educação pública de qualidade e transporte público decente, como medida para reduzir custos das empresas. Leia o texto e compartilhe.

à‰ preciso uma mudança radical na direção da simplificação e unificação de tributos, eliminação ou redução de impostos, para tomarmos o rumo do crescimento e do desenvolvimento econômico!, defende Rocha Loures em sua coluna deste domingo. Para o ex-presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), burocracia aliada à  excessiva carga tributária retira capital de giro, diminui a taxa de retorno e inibe investimentos das empresas. Colunista defende uma Reforma Fiscal para resolver o problema da competitividade da economia brasileira, além de cobrar retorno dos impostos em forma de serviços, principalmente em saúde e educação pública de qualidade e transporte público decente, como medida para reduzir custos das empresas. Leia o texto e compartilhe.

Rodrigo da Rocha Loures*

O atual sistema tributário é o principal obstáculo à  retomada do crescimento econômico brasileiro. Está obsoleto, ultrapassado, e chegou a tal nível de complexidade que é praticamente impossível operar desse jeito no país sem riscos significativos. As regras não são claras e mudam constantemente. As empresas são obrigadas a contratar um exército de profissionais para lidar com as estruturas burocráticas e evitar notificações e multas. As pequenas empresas, mesmo as beneficiadas por regimes especiais, como o Simples, não escapam da burocracia excessiva e dos riscos das obrigações acessórias!. Leia mais

25 de Abril de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Mac Donald: à‰ preciso formar gestores públicos

Ricardo Mac Donald*

As eleições atuais, em que vários partidos políticos não têm mais ideologia e se assemelham a cartórios de registro de candidatura e partilha de tempo de televisão, com candidatos que disputam o poder entre si, como se fossem agrupamento de interesses, onde pesa mais a empatia e a fidelidade na disputa do poder do que planos concretos para a administração da coisa pública, resulta em grandes dificuldades de gestão.

Outros países se debruçaram sobre o problema e entendem que é preciso formar um corpo funcional forte, com grande conhecimento de gestão pública e estabilidade para que a memória da administração não se perca a cada mudança de governo.

Como já se viu, não adianta colocar um médico na gestão de um hospital se ele não souber gerenciá-lo, pois poderemos ter ótimo cirurgião transformado num péssimo administrador.

A França, muito tempo atrás, partiu para a formação de uma classe dirigente, com a ENA !“ Escola Nacional de Administração. A moderna China vai pelo mesmo caminho, com a Academia de Liderança Executiva da China, onde lições de administração moderna são incorporadas ao desenvolvimento do país, adotando ensinamentos da Harvard Kennedy School e da ENA Francesa.

No Brasil, deveríamos pensar em algo semelhante. As pessoas com vocação para a gestão pública poderiam aprender a simplificar o andamento das coisas, a mirar os objetivos concretos dos cidadãos, a fazer render ao máximo o dinheiro público, a gastar o menos possível com a máquina pública, para as ações chegarem otimizadas nas pontas.

Aproveitar as experiências exitosas dos bons gestores. Não só aprender a teoria, mas ter no currículo grande espaço para aulas práticas. Ter noção exata de quanto custam os serviços e obras públicas para fazer os orçamentos gerais.

De outro lado, aprofundar a participação do cidadão, aproveitando os meios digitais, as audiências públicas, as eleições. Fazer com que as pessoas entendam como funcionam os poderes públicos, que não existem pais/mães provedores, que o populismo assim como o clientelismo são péssimos caminhos. à‰ só ver o que ocorre na Argentina, na Venezuela e na Bolívia.

Mostrar que não existem soluções fáceis e que tudo tem um custo. A cidade de Lyon, que tem o melhor sistema de transporte público da França, conseguiu convencer empresas a pagar diretamente aos operadores do sistema parte do seu custo. Toda a cidade ganhou.

No Brasil, se a população passasse a cuidar das cidades com atenção centrada no custo das coisas, estaríamos dando passos de gigante.

Próxima sexta, novo tema.

*Ricardo Mac Donald Ghisi é advogado, secretário Municipal de Governo de Curitiba. Escreve à s sextas no Blog do Esmael.

18 de Abril de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Mac Donald: Faltam quadros, sobram sanguessugas na máquina pública!

Ricardo Mac Donald*

Temos sofrido com a demora, a duplicação de custos, a perda de oportunidades de inovação, o desvio de finalidade e, por fim, o receio de funcionários públicos em decidir e agir, não por culpa sua, mas porque uma superestrutura de observantes! retarda o processo e causa insegurança jurídica por múltiplas orientações divergentes.

Soma-se a isso o fato, nem sempre lembrado, de que o golpe de 1964 ceifou toda uma geração de líderes, administradores e gente que pensava o Brasil.

Com a redemocratização, muitos tiveram a oportunidade de ainda atuar: Mário Covas, Franco Montoro, Ulisses, Miguel Arraes, Brizola, Trancredo Neves, Lula e vários outros representaram os conhecimentos de uma geração disposta a trabalhar, cada qual a seu modo, pelo bem do País.

Mas, depois deles, quem? Forma-se um doloroso hiato, aliás, antevisto por Ulisses Guimarães quando dizia: se vocês acham este Congresso ruim, esperem para ver o próximo!. O Lula, no auge da sua forma, falava dos trezentos picaretas da Câmara Federal!. Menos mal que sobravam 213 bons deputados.

Quem lucra e convive bem com este estado de coisas? Ele, o nosso paradigma nas casas legislativas, caminhando para o 7!º mandato, pouco tempo alisando os bancos escolares, mas ágil na troca de favores, nomeação de amigos e parentes, especialista em títulos de utilidade pública e em prestar homenagens, conferindo nome de pessoas a estradas e obras públicas.

Cioso do seu mando político!, da sua cota! nos governos, funciona como intermediário entre os Poderes Públicos e os cidadãos. Verdadeiro despachante de luxo!, não desgosta da burocracia exacerbada, antes vive dela.

Assim, não é à  toa que a família Sarney manda há 50 anos no Maranhão, ACM disse e desdisse na Bahia enquanto viveu, Jader Barbalho é irremovível no Pará, Fernando Collor nas Alagoas.

Celso Furtado, Ministro do Planejamento de Jango Goulart, matou a charada quando disse: o subdesenvolvimento se autoalimenta!.

Obs.: Prometi aos meus poucos leitores que acabaria hoje a série, mas não sobrou espaço para debater algumas soluções. Nos vemos na próxima.

*Ricardo Mac Donald Ghisi é advogado, secretário Municipal de Governo de Curitiba. Escreve à s sextas no Blog do Esmael.

11 de Abril de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Mac Donald: “A burocracia é uma máquina sem cérebro”

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta, relata a quarta parte da série "A difícil arte de governar"; capitão do time do prefeito Gustavo Fruet declara guerra à  burocracia pública a qual ele classifica como "máquina sem cérebro"; colunista, que é Secretário Municipal do Governo de Curitiba, também abriu antes outras frentes de batalha: os buracos nas ruas e os postes clandestinos na capital de todos os paranaenses; hoje, porém, mostra erudição clássica ao mergulhar nos ensinamentos de Alexis de Tocqueville, na História da França e da Inglaterra, para concluir que pouca coisa mudou depois de 280 anos; Pouco do que se arrecada chega à s pontas. aí se compreende as manifestações de junho passado...!; leia o texto.

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta, relata a quarta parte da série “A difícil arte de governar”; capitão do time do prefeito Gustavo Fruet declara guerra à  burocracia pública a qual ele classifica como “máquina sem cérebro”; colunista, que é Secretário Municipal do Governo de Curitiba, também abriu antes outras frentes de batalha: os buracos nas ruas e os postes clandestinos na capital de todos os paranaenses; hoje, porém, mostra erudição clássica ao mergulhar nos ensinamentos de Alexis de Tocqueville, na História da França e da Inglaterra, para concluir que pouca coisa mudou depois de 280 anos; Pouco do que se arrecada chega à s pontas. aí se compreende as manifestações de junho passado…!; leia o texto.

Ricardo Mac Donald*

A burocracia faz com que o Brasil seja um corpanzil apoiado em duas pernas raquíticas. Gasta-se grande parte da arrecadação com a máquina pública. à‰ como se gastássemos grande parte da energia (impostos) apenas com o giro do aparato, restando apenas uma pequena parte para produção. Leia mais

4 de Abril de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Mac Donald: “Procura-se prefeito”

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta-feira, na terceira parte da série "A difícil arte de governar" aborda a dificuldade que municípios têm para encontrar candidatos a prefeito nas eleições; Pensava eu que poderia ser algum pacto das elites da cidade!, confessa, para logo em seguida cai na realidade citando o caso da renúncia do prefeito de São Jorge do Oeste, no Paraná, Lori Gaio, do PV, declarando incapacidade de enfrentar a burocracia e a desilusão com a limitação imposta a suas ações; segundo o capitão do prefeito Gustavo Fruet (PDT), os burocratas e gestores têm medo decidir e, logo depois, responder com seu patrimônio; A Sanepar, no passado, chegou a instituir um seguro para garantir assistência jurídica aos seus diretores em ações que viessem a responder!, relata o colunista; leia o texto.

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta-feira, na terceira parte da série “A difícil arte de governar” aborda a dificuldade que municípios têm para encontrar candidatos a prefeito nas eleições; Pensava eu que poderia ser algum pacto das elites da cidade!, confessa, para logo em seguida cai na realidade citando o caso da renúncia do prefeito de São Jorge do Oeste, no Paraná, Lori Gaio, do PV, declarando incapacidade de enfrentar a burocracia e a desilusão com a limitação imposta a suas ações; segundo o capitão do prefeito Gustavo Fruet (PDT), os burocratas e gestores têm medo decidir e, logo depois, responder com seu patrimônio; A Sanepar, no passado, chegou a instituir um seguro para garantir assistência jurídica aos seus diretores em ações que viessem a responder!, relata o colunista; leia o texto.

Ricardo Mac Donald*

A burocracia conspira para retardar todas as ações dos poderes constituídos. O emaranhado de normas foi estudado no nascedouro, em Portugal, pelo professor Pedro Cesar Fonseca, ex-reitor da UFRS e pesquisador da FINEP, que detectou um estranho fenômeno: em várias cidades não há nenhum candidato a prefeito. Ninguém mais quer assumir esse ônus, pois, se o Executivo não age responde por omissão, se age vem o batalhão dos observantes! a questionar seus atos. Leia mais

6 de dezembro de 2013
por esmael
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Coluna do Ricardo Mac Donald: “Abaixo a burocracia e viva o crescimento!”

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta, revela que no serviço público é muito forte o espírito lusitano de fraqueza por carimbos e rubricas; colunista aponta que preço do imóvel pode subir em Curitiba até 24% por conta da papelada; capitão do time de Fruet avisa que a prefeitura da capital está tomando medidas para eliminar a burocracia visando acelerar investimentos de quem quer incorporar ou construir em Curitiba, incluindo shopping centers; ao final, secretário Municipal de Governo dá mais um peteleco! no colega Marcelo Araújo, que também escreve neste espaço nas segundas sobre trânsito: Se ele não tivesse sido demitido pelo Ducci, saberia que, no ano passado, foram retirados 22 milhões do orçamento de 2013 da SGM para fazer duas obras de construção. Com isso, a Secretaria do Governo teve reduzida a verba para manutenção da cidade, justo o que falta para a contratação das equipes de tapa-buraco, drenagem e roçadas. Mas nós vamos resolver!; leia o texto.

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta, revela que no serviço público é muito forte o espírito lusitano de fraqueza por carimbos e rubricas; colunista aponta que preço do imóvel pode subir em Curitiba até 24% por conta da papelada; capitão do time de Fruet avisa que a prefeitura da capital está tomando medidas para eliminar a burocracia visando acelerar investimentos de quem quer incorporar ou construir em Curitiba, incluindo shopping centers; ao final, secretário Municipal de Governo dá mais um peteleco! no colega Marcelo Araújo, que também escreve neste espaço nas segundas sobre trânsito: Se ele não tivesse sido demitido pelo Ducci, saberia que, no ano passado, foram retirados 22 milhões do orçamento de 2013 da SGM para fazer duas obras de construção. Com isso, a Secretaria do Governo teve reduzida a verba para manutenção da cidade, justo o que falta para a contratação das equipes de tapa-buraco, drenagem e roçadas. Mas nós vamos resolver!; leia o texto.

por Ricardo Mac Donald*

Ouvi a seguinte frase: A burocracia é o pior imposto!. Agora, graças a uma pesquisa da Booz & Company, feita para a Câmara Brasileira da Industria da Construção, podemos dimensionar o prejuízo na construção Civil. Leia mais