4 de Abril de 2014
por esmael
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Coluna do Ricardo Mac Donald: “Procura-se prefeito”

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta-feira, na terceira parte da série "A difícil arte de governar" aborda a dificuldade que municípios têm para encontrar candidatos a prefeito nas eleições; Pensava eu que poderia ser algum pacto das elites da cidade!, confessa, para logo em seguida cai na realidade citando o caso da renúncia do prefeito de São Jorge do Oeste, no Paraná, Lori Gaio, do PV, declarando incapacidade de enfrentar a burocracia e a desilusão com a limitação imposta a suas ações; segundo o capitão do prefeito Gustavo Fruet (PDT), os burocratas e gestores têm medo decidir e, logo depois, responder com seu patrimônio; A Sanepar, no passado, chegou a instituir um seguro para garantir assistência jurídica aos seus diretores em ações que viessem a responder!, relata o colunista; leia o texto.

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta-feira, na terceira parte da série “A difícil arte de governar” aborda a dificuldade que municípios têm para encontrar candidatos a prefeito nas eleições; Pensava eu que poderia ser algum pacto das elites da cidade!, confessa, para logo em seguida cai na realidade citando o caso da renúncia do prefeito de São Jorge do Oeste, no Paraná, Lori Gaio, do PV, declarando incapacidade de enfrentar a burocracia e a desilusão com a limitação imposta a suas ações; segundo o capitão do prefeito Gustavo Fruet (PDT), os burocratas e gestores têm medo decidir e, logo depois, responder com seu patrimônio; A Sanepar, no passado, chegou a instituir um seguro para garantir assistência jurídica aos seus diretores em ações que viessem a responder!, relata o colunista; leia o texto.

Ricardo Mac Donald*

A burocracia conspira para retardar todas as ações dos poderes constituídos. O emaranhado de normas foi estudado no nascedouro, em Portugal, pelo professor Pedro Cesar Fonseca, ex-reitor da UFRS e pesquisador da FINEP, que detectou um estranho fenômeno: em várias cidades não há nenhum candidato a prefeito. Ninguém mais quer assumir esse ônus, pois, se o Executivo não age responde por omissão, se age vem o batalhão dos observantes! a questionar seus atos. Leia mais