5 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
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Requião: “Na luta final pela soberania, só tememos a desonra”

O senador Roberto Requião (MDB-PR), em seu primeiro discurso na sessão do Senado de 2018, nesta segunda-feira (5), analisou a realidade do país hoje, mostrou a falácia da cobertura da mídia, que revela uma visão distorcida dos fatos, e convocou os brasileiros “à batalha pela reconquista da soberania nacional, a estar com do lado da Pátria, do Povo, ou se arrepender.” ... 

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1 de junho de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Luiz Claudio Romanelli: O PIB e a economia do Paraná

romanelli_jornaisLuiz Claudio Romanelli*

Vivemos em tempos conflagrado de posições extremas, onde as boas notícias se perdem em função do apelo midiático do denuncismo e da espetacularização da violência sobrepondo à qualquer fato que possa levar a uma reflexão mais profunda daquilo que tenha impacto na nossa vida do ponto de vista econômico, político e social.

Neste sábado, 30, os jornais Folha de Londrina e O Diário de Maringá, nas suas manchetes principais, trazem, de forma positiva, um bom exemplo disso. O PIB, aquilo que chamamos do conjunto de riquezas produzidas no país, retraiu, entrou no negativo, ou seja, pior que a estagnação, o Brasil entrou em recessão, o que afeta a economia, o consumo e o emprego.

É um quadro grave que desencadeou a série de ajustes e cortes nas despesas e nos investimentos do governo federal e dos governos estaduais, entre eles o Paraná, que saiu na frente nas medidas que vem tomando desde o final do ano passado. Mas o que tem de bom na má notícia da economia brasileira. É o Paraná e um setor da economia que continua crescendo na contramão, como diriam alguns, daquilo que acontece no campo nacional. Leia mais

12 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Brasil deve colher safra recorde de 198 mi de toneladas de grãos em 2015

via Blog do Planalto
O Brasil deverá colher uma safra recorde de cereais, leguminosas e oleaginosas de 198,3 milhões de toneladas em 2015, o que representa um aumento de 2,5% em relação à  deste ano, segundo a primeira estimativa divulgada nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O avanço deverá ser puxado especialmente pela soja, cuja safra deverá ser 9% maior que a de 2014, com aumento de 1,6% na área prevista. Entre os seis produtos de maior relevância na safra de verão, cinco apresentam variações positivas na produção: feijão 1!ª safra (11,0%), amendoim (em casca) 1!ª safra (10,7%), soja (9,0%), arroz (em casca) 1,4% e o milho 1!ª safra (0,3%). O algodão herbáceo registrou variação negativa na produção, de 8%.

A estimativa da área a ser colhida é de 56,2 milhões de hectares, apresentou acréscimo de 6,3% frente à  área colhida em 2013 (52,8 milhões de hectares) e de 0,4% em relação ao mês anterior. O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que somados representaram 91,4% da estimativa da produção e responderam por 85,0% da área a ser colhida.
Em relação ao ano anterior, houve acréscimos de 660 hectares na área de arroz e de 8,3% na área da soja.

O milho teve sua área a ser colhida reduzida em 0,7%. No que se refere à  produção, houve acréscimos de 3,4% para o arroz, 5,6% para a soja e diminuição de 2,7% para o milho, quando comparado a 2013.

Regiões

Nessa avaliação para 2014, o Mato Grosso liderou como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 24,4%, seguido pelo Paraná (18,5%) e Rio Grande do Sul (15,6%), que somados representaram 58,5% do total nacional previsto.

Entre as Grandes Regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribuição: Centro-Oeste, 82,1 milhões de toneladas; região Sul, 72,3 milhões de toneladas; Sudeste, 17,8 milhões de toneladas; Nordeste, 15,8 milhões de toneladas e Norte, 5,5 milhões de toneladas.

Comparativamente à  safra passada, foi constatado incremento de 10,0% na região Norte, de 32,2% na região Nordeste e de 4,7% na Região Centro-Oeste. As regiões Sul e Sudeste apresentaram, respectivamente, diminuição de 1,1% e 9,8% em relação à  produção do ano anterior.

Fonte: com informações do IBGE.

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