20 de fevereiro de 2018
por esmael
Comentários desativados em ONU: já há “ciberguerra entre países”

ONU: já há “ciberguerra entre países”

O português António Guterres, secretário-geral da ONU, António Guterres, defendeu a criação de regras globais para minimizar o impacto da ciberguerra sobre os civis. Segundo jornal espanhol El País, o português disse que a próxima guerra começará com um ciberataque maciço para destruir a capacidade militar, sobretudo do comando, do controle e da comunicação, com a finalidade de paralisar as tropas e a infraestrutura básica, como as redes elétricas. Leia mais

26 de outubro de 2016
por esmael
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Alvaro Dias quer mais recursos para pesquisa e inovação tecnológica na agricultura

alvaro_agriculturaO senador Alvaro Dias (PV-PR) relata em sua coluna, desta quarta (26), que apresentou projeto no Senado visando aumentar em pelo menos R$ 500 milhões o orçamento da pesquisa e inovação tecnológica aplicadas à agricultura. Abaixo, leia, ouça, comente e compartilhe o texto:

23 de dezembro de 2014
por esmael
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PMDB amplia ministérios; Aldo Rebelo troca Esporte pela Tecnologia

do Brasil 247
OLY2016-BRAZIL-APO-REBELOPresidente Dilma Rousseff acertou com a cúpula do PMDB a nomeação de cinco ministros do partido. O anúncio oficial deve ser feito ainda terça-feira, 23, pelo Palácio do Planalto. O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM) será o substituto de Edison Lobão (PMDB-MA) no Ministério das Minas e Energia. Leia mais

7 de dezembro de 2014
por esmael
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Vem aí a internet 5G; veja como a conexão ultraveloz impactará sua vida

via BBC Brasil
Quando começarmos a usar roupas que se conectam à  internet, comprarmos carros sem motorista que se comunicam com outros carros para evitar acidentes e usarmos latas de lixo que nos avisem quando estão cheias, vamos precisar de uma conexão de internet muito mais rápida.

Por isso começou a corrida mundial para desenvolver a internet 5G, a quinta geração de conexão móvel. Os cientistas envolvidos nesta corrida estão muito entusiasmados pois, desta vez, vão fazer tudo diferente.

A conexão 5G permitirá a existência de um mundo de cidades inteligentes e interconectadas, cirurgias realizadas à  distância, com o uso de robôs e a imersão na internet das coisas (IoT, na sigla em inglês), ou seja, a interconexão digital de todos os nossos objetos cotidianos.

Este cenário será comum em apenas seis anos: cientistas, governos e empresas de comunicações investigam e fazem planos para começar a usar o 5G a partir de 2020.
Os especialistas acreditam que, até lá, o número de conexões que temos hoje em dia poderá se multiplicar por dez.

“Antes se falava que em 2020 haveria 50 bilhões de dispositivos conectados à  internet, agora se acredita que esta cifra é cautelosa”, disse à  BBC Sara Mazur, diretora de investigação da Ericsson, uma das companhias de comunicações que está liderando o desenvolvimento do 5G.

Segundo Mazur, a conexão 4G não aguenta esta demanda de conectividade, pois não foi criada para isto.

Rapidez e capacidade

Quando a Samsung anunciou em 2013 que estava experimentando a conexão 5G a 1 gigabite por segundo (Gbps), a mídia informou que os usuários poderiam baixar um filme em HD em apenas um segundo com esta conexão.

Agora, o professor Rahim Tafazolli, que lidera do Centro de Inovação de 5G da Universidade de Surrey, na Inglaterra, acredita que, no futuro, será possível ter uma conexão de dados sem fio a 800 gigas por segundo, o que significa uma conexão cem vezes mais rápida que as conexões 5G que estão sendo testadas atualmente.

Uma velocidade de 800 Gbpse equivaleria a baixar 800 filmes em HD em apenas um segundo.

Mas, além de rápida, nossa futura conexão em 5G deverá ter uma capacidade maior.
Aumentar a capacidade de uma rede é o equivalente

19 de agosto de 2014
por esmael
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Coluna do Enio Verri: Prêmio Nobel de Matemática graças a investimentos dos governos Lula e Dilma

Enio Verri*

A última semana marcada pela tragédia que vitimou sete pessoas, entre elas, o presidenciável Eduardo Campos também foi de ótimas notícias para o Brasil. Pesquisadores brasileiros financiados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) foram premiados em grandes eventos nacionais.

O matemático Artur àvila Cordeiro de Melo, bolsista de produtividade em pesquisa nível 1A do CNPq, recebeu a Medalha Fields, conhecida como o prêmio Nobel da Matemática. Este é reconhecimento mais importante do brasileiro, constantemente premiado nos últimos dez anos.

A medalha, concedida pela União Internacional de Matemáticos (IMU), foi entregue no Congresso Internacional de Matemáticos e refere-se à  contribuição à  teoria dos sistemas dinâmicos unidimensionais. à‰ o primeiro pesquisador brasileiro e da América Latina a conquistar o prêmio Nobel da Matemática.

Na mesma semana, outro ótimo resultado para o País. Os brasileiros que disputaram a 8!ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica voltaram para casa com uma medalha de prata, duas de bronze e três menções honrosas.

Em Suceava, na Romênia, os pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos e Eugênio Reis, do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast/MCTI) conquistaram a inédita medalha de prata na prova de equipe. A competição reuniu 183 estudantes de 42 países.

Os resultados exuberantes não são obras do acaso ou de pura sorte. à‰ fruto de uma política de desenvolvimento do ensino superior e de pesquisa científica implantada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aprofundada pela presidente Dilma Rousseff.

O tripé do desenvolvimento da tecnologia e inovação na área de pesquisa brasileira é fundado em uma política que envolve recursos financeiros massivos, expansão das universidades públicas e acesso ao ensino superior e o intercâmbio de conhecimento.

O pontapé inicial passa por investimentos no setor. O Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação, lançado pelo presidente Lula, tratou de resolver o primeiro aspecto e investiu aproximadamente R$ 40 bilhões em pesquisa e inovação.

Atrelado aos investimentos massivos em pesquisa, Lula e Dilma ainda ampliaram o número de vagas no ensino superior e de instituições federais pelo interior do País. Ao todo, foram criadas mais de 15 universidades públicas, cerca de 150 campi de instituição federais e mais de 200 escolas técnicas.

A ampliação de instituições de ensino superior esteve atrelada a democratização do acesso à  universidade. Com o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Programa de Financiamento Estudantil (FIES), brasileiros que em outras épocas não poderiam ter uma graduação, passaram a ter a oportunidade de cursar uma faculdade.

A presidente Dilma ainda criou o Ciência Sem Fronteiras (CSF), que concede bolsa de estudos no exterior com o objetivo de intercâmbio de conhecimento e impulso da competitividade brasileira.

Os bons resultados pelo Brasil afora é fruto de um governo que planeja o desenvolvimento tecnológico, da inovação e da competitividade sob um olhar a longo prazo e sustentado por uma política séria e compromissada com o futuro do nosso País.

*Enio Verri é deputado estadual, presidente do PT do Paraná e professor licenciado do departamento de Economia da Universidade Estadual do Paraná. Escreve nas terças sobre poder e socialismo.

27 de julho de 2014
por esmael
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Coluna do Rocha Loures: Os 4 pilares do desenvolvimento das cidades

Rocha Loures, em sua coluna deste domingo, recapitula a criação do Colégio SESI e a Universidade da Indústria, durante sua gestão na Fiep, como um dos quatro pilares necessários para valorização das pessoas e o desenvolvimento das cidades:  Sustentabilidade, Educação, Tecnologia, e Cidadania Plena.  à‰ hora de dar substância aos debates eleitorais e promover o voto consciente nessa direção!, recomenda o líder empresarial; leia o texto e compartilhe.

Rocha Loures, em sua coluna deste domingo, recapitula a criação do Colégio SESI e a Universidade da Indústria, durante sua gestão na Fiep, como um dos quatro pilares necessários para valorização das pessoas e o desenvolvimento das cidades: Sustentabilidade, Educação, Tecnologia, e Cidadania Plena. à‰ hora de dar substância aos debates eleitorais e promover o voto consciente nessa direção!, recomenda o líder empresarial; leia o texto e compartilhe.

Rodrigo da Rocha Loures*

As cidades precisam valorizar as pessoas, atrair e reter talentos. Comentei sobre essa necessidade na minha coluna da semana passada (clique aqui). Hoje vou tratar dos fundamentos para o florescimento de cidades inteligentes e inovadoras, constituídas por comunidades atuantes voltadas para o bem estar geral. Leia mais