27 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Ricardo Gomyde: Agricultura, mais comida e mais renda

Ricardo Gomyde*

A Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad) prevê que o Brasil logo será o maior país agrícola do mundo. O ritmo de crescimento da produção brasileira de alimentos deixa claro que a virada está prestes a ocorrer; a receita com as exportações do setor foi de US$ 101,5 bilhões em 2013, valor 4% superior ao do ano anterior e novo recorde !” em termos nominais !”, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Os pesquisadores da entidade dizem que nos últimos 14 anos (de 2000 a 2013) a agricultura brasileira tem contribuído fortemente para a geração de divisas para o país. No período, o volume exportado cresceu quase 230% e os preços externos, 101%. O saldo comercial (receitas das exportações menos gastos com importações) mais que quintuplicou, com crescimento de 468%.

Em 2000, o país ocupava o sexto lugar no ranking e hoje já é o terceiro maior exportador de produtos agrícolas do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos e União Europeia. Os dados merecem ser comemorados, mas é preciso fazer uma profunda reflexão sobre esse fenômeno. Nesse período, sem descuidar da necessidade de aumentar a distribuição da produção brasileira internamente, combatendo a fome com vigor, os produtos que saíram do país levaram consigo mais valor agregado.

Até então, o Brasil era um exportador medíocre, um perna-de-pau que vendia lá fora muito menos do que podia. Não dávamos a devida importância para o setor, a ponto de promover, nos anos 1990, um verdadeiro desmonte da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), um dos principais institutos de produção de conhecimento do país. O empenho para recuperar a capacidade da empresa desde os anos 2000 foi um dos grandes responsáveis por essa posição de destaque que o Brasil conquistou no mercado agrícola mundial.

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15 de março de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Ricardo Gomyde: “Racismo: esta discussão não pode esfriar”

Ricardo Gomyde, neste sábado, retoma em sua coluna a questão do racismo nos estádios de futebol nas vésperas da Copa do Mundo; o organizador do campeonato mundial revela que o governo federal baterá duro contra o preconceito e antecipa medidas como relançamento do livro O Negro no Futebol Brasileiro!, publicado originalmente em 1947 pelo jornalista Mário Filho e elevado como um estudo clássico do esporte no País; a presidenta Dilma e o Ministério do Esporte também articulam junto à  Fifa e ONU a transformação do mundial na "Copa da Paz"; "O Brasil é fortemente miscigenado. Um branco que hostiliza um negro ou um negro que discrimina um branco deveriam saber que carregam em seu DNA genes que determinaram a cor da pele do outro", ensina o colunista; "Por isso vamos dar um cartão vermelho ao racismo durante a Copa"; leia o texto.

Ricardo Gomyde, neste sábado, retoma em sua coluna a questão do racismo nos estádios de futebol nas vésperas da Copa do Mundo; o organizador do campeonato mundial revela que o governo federal baterá duro contra o preconceito e antecipa medidas como relançamento do livro O Negro no Futebol Brasileiro!, publicado originalmente em 1947 pelo jornalista Mário Filho e elevado como um estudo clássico do esporte no País; a presidenta Dilma e o Ministério do Esporte também articulam junto à  Fifa e ONU a transformação do mundial na “Copa da Paz”; “O Brasil é fortemente miscigenado. Um branco que hostiliza um negro ou um negro que discrimina um branco deveriam saber que carregam em seu DNA genes que determinaram a cor da pele do outro”, ensina o colunista; “Por isso vamos dar um cartão vermelho ao racismo durante a Copa”; leia o texto.

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8 de março de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Ricardo Gomyde: “Não ao racismo e à  intolerância no futebol!”

Ricardo Gomyde, neste sábado, lamenta em sua coluna recentes crimes de racismo nos campos de futebol do país e da América Latina; ele destaca a existência da Justiça Desportiva brasileira que prevê punições severas, mas também recomenda a Justiça comum nesses casos de injúria racial que podem resultar em reclusão de um a três anos, além de multa; Senhor Copa!, como é conhecido Gomyde, bate firme: criminoso tem que ser tratado como criminoso com todo o rigor da lei! ao destacar que o santista Arouca, jogando o paulista, e o árbitro Márcio Chagas da Silva, no Gauchão, foram xingados de macacos! pelos torcedores; Vamos fazer da Copa um momento de luta contra o racismo e a intolerância!!, conclama o colunista; leia o texto.

Ricardo Gomyde, neste sábado, lamenta em sua coluna recentes crimes de racismo nos campos de futebol do país e da América Latina; ele destaca a existência da Justiça Desportiva brasileira que prevê punições severas, mas também recomenda a Justiça comum nesses casos de injúria racial que podem resultar em reclusão de um a três anos, além de multa; Senhor Copa!, como é conhecido Gomyde, bate firme: criminoso tem que ser tratado como criminoso com todo o rigor da lei! ao destacar que o santista Arouca, jogando o paulista, e o árbitro Márcio Chagas da Silva, no Gauchão, foram xingados de macacos! pelos torcedores; Vamos fazer da Copa um momento de luta contra o racismo e a intolerância!!, conclama o colunista; leia o texto.

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22 de fevereiro de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Ricardo Gomyde: “Juntos sempre podemos mais”

Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, relata que Foz do Iguaçu vai ganhar um Centro Esportivo de 43 mil metros quadrados destinados à  prática do futebol feminino e sediar delegações internacionais durante nos jogos olímpicos Rio 2016; ele destaca a parceria entre Ministério do Esporte, Prefeitura e Itaipu; "Trabalhando juntos sempre podemos mais", frisa o colunista; leia o texto.

Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, relata que Foz do Iguaçu vai ganhar um Centro Esportivo de 43 mil metros quadrados destinados à  prática do futebol feminino e sediar delegações internacionais durante nos jogos olímpicos Rio 2016; ele destaca a parceria entre Ministério do Esporte, Prefeitura e Itaipu; “Trabalhando juntos sempre podemos mais”, frisa o colunista; leia o texto.

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15 de fevereiro de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Ricardo Gomyde: “Não há boa-fé e cordialidade nos grupos que são contra a Copa no Brasil”

Ricardo Gomyde, em sua coluna de hoje, reafirma as riquezas sociais e patrimoniais que a  Copa deixará no Brasil; com números oficiais, o executivo do Ministério do Esporte aponta  orçamento-teto de R$ 33 bilhões, mas revela que  R$ 112 bilhões adicionais circularão na economia brasileira; segundo o colunista, Serão criados 3,6 milhões de empregos e a população vai auferir renda extra de R$ 63,48 bilhões; "Não há boa-fé nem cordialidade intelectual nos grupos que boicotam o torneio da Fifa", critica Gomyde, se referir aos violentos protestos dos Black Blocs; leia o texto.

Ricardo Gomyde, em sua coluna de hoje, reafirma as riquezas sociais e patrimoniais que a Copa deixará no Brasil; com números oficiais, o executivo do Ministério do Esporte aponta orçamento-teto de R$ 33 bilhões, mas revela que R$ 112 bilhões adicionais circularão na economia brasileira; segundo o colunista, Serão criados 3,6 milhões de empregos e a população vai auferir renda extra de R$ 63,48 bilhões; “Não há boa-fé nem cordialidade intelectual nos grupos que boicotam o torneio da Fifa”, critica Gomyde, se referir aos violentos protestos dos Black Blocs; leia o texto.

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