4 de Janeiro de 2016
por esmael
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Veja debocha ao mentir sobre “robustez fiscal” no governo Beto Richa

richa_pr_quebradoNa série ‘me engana que eu gosto’ da revista Veja, publicada no apagar das luzes de 2015, o Paraná se destaca no ranking nacional pela “robustez fiscal” (endividamento público e investimento).

De acordo com o semanário da Editora Abril, o Paraná serve de “bom exemplo” de gestão pública, por isso levou “nota 98” no quesito fiscal (quase outro 100, obtido no ranking da segurança pública).

Até os cada vez mais escassos leitores de Veja sabem que o governador Beto Richa (PSDB) quebrou o Paraná. Não é à tona que o tucano deu calotes em fornecedores e funcionários públicos ao logo dos últimos anos, fechou universidades, deixou faltar merenda nas escolas.

Depois do terceiro calote, como manda o programa Fantástico, Beto Richa até ganhou musiquinha dos paranaenses (clique aqui para assistir ao vídeo).

No afã de reforçar o CU (Caixa Único) do estado, o tucano também confiscou a poupança previdenciária dos servidores na base do tacape, ou seja, massacrando professores no dia 29 de abril de 2015.

Aliás, Veja faz mais deboche do que jornalismo ao colocar Geraldo Alckmin (PSDB), governador de São Paulo, ao lado de Richa, com “bons exemplos” para a educação. O primeiro terminou o ano batendo em alunos, enquanto o segundo iniciou o ano surrando os educadores.

Coincidente às “boas notícias” veic

26 de dezembro de 2015
por esmael
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Em rota de colisão, Francischini abre fogo contra governo Richa

O deputado federal Fernando Francischini (SD), pelas redes sociais, neste sábado (26), abriu fogo contra o governo Beto Richa (PSDB) de quem foi secretário da Segurança Pública entre fevereiro e maio deste ano.

Ao comentar matéria do blog Gazeta do Povo que elevou ao “céu” o secretário de Estado da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, o ex-secretário não economizou ironias.

“No céu? Mas usando mais de 1 BILHÃO dos aposentados da ParanáPrevidência!”, fustigou.

Francischini foi secretário que atuou no massacre de 213 professores no dia 29 de abril deste ano, no entanto, em entrevista ao Blog do Esmael, garantiu que revelará o mandante e verdadeiro “pai” da covardia no Centro Cívico.

Para o deputado do Solidariedade, que é oposição e um dos defensores do impeachment da presidente Dilma na Câmara, o governador Beto Richa comete o mesmo crime. “Isto também pode ser ‘Pedalada Fiscal'”, denunciou.

“Até os mais próximos foram enganados por este Secretário? Ele pessoalmente afirmou que não existia nenhuma chance de ‘sangrar’ o caixa da previdência para aplicar em outras áreas”, lamentou Fernando Francischini, conhecido como Batman.

O Blog do Esmael apurou que um dos motivos pelo “rompimento” entre Batman e o “Carniceiro do Centro Cívico” seria a demissão de comissionados ligados ao ex-secretário de Segurança.

20 de setembro de 2015
por esmael
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PSC de Ratinho Júnior é o fiador dos “pacotes de maldades” de Beto Richa na Assembleia Legislativa

ratinho_juniorOs deputados estaduais deverão ter mais uma semana tensa, pois iniciarão os debates acerca do “pacote de maldades 3” enviado à Assembleia pelo governador Beto Richa (PSDB). O Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, a partir das 14h30, vai transmitir ao vivo para o Brasil e o mundo a sessão desta segunda-feira (21).

As novas medidas do tucano elevam outra vez impostos e realizam cortes de R$ 400 milhões para prefeituras e judiciário. Além disso, autoritariamente, confisca o voto direito na eleição para diretor e propõe a privatização das escolas. Também estão na ‘alça de mira’ a Copel e Sanepar, que deverão ser privatizadas (doadas) em troca de “antecipação de recebíveis” para o Caixa Único (CU) do governo do estado.

As maldades do “Carniceiro do Centro Cívico” têm reprovação de partidos, do empresariado todo e até de parlamentares governistas (vide Plauto Miró, do DEM). Na sexta-feira (18), os “coxinhas” da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) vaiaram demoradamente o governo do PSDB.

O governador Beto Richa só conseguirá aprovar mais essas barbaridades com os 12 votos da bancada do PSC, partido de Ratinho Júnior, secretário do Desenvolvimento Urbano (SEDU). O moço, assim como o chefe, está de olho no Senado em 2018.

29 de agosto de 2015
por esmael
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Ao vivo: Assembleia da APP; 4 meses do massacre dos professores

Transmissão ao vivo encerrada às 12h15.

O Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, transmite ao vivo para o Brasil e o mundo, desde Curitiba, a assembleia geral da APP-Sindicato e em lembrança dos quatro meses do massacre ocorrido durante manifestação contra confisco da ParanáPrevidência, quando 213 pessoas ficaram feridas.

Quatro meses após, o “Carniceiro do Centro Cívico” continua a massacrar os educadores — agora moralmente — retirando conquistas e atacando a democracia na escola.

Richa planeja indicar os diretores nos 2,1 mil estabelecimentos de ensino. Ele encaminhou à Assembleia Legislativa um projeto fajuta e antidemocrático.

A escalada autoritária do governo do PSDB só será freada se houver mobilização à altura. A resposta começará a ser dada neste sábado, nas ruas, pela comunidade escolar paranaense.

7 de julho de 2015
por esmael
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Para “limpar a barra”, Assembleia deverá aprovar hoje reajuste de 8,17% aos servidores do judiciário

Reajuste_Roma_TraianoA mesa executiva da Assembleia Legislativa do Paraná colocará em votação, na sessão desta terça-feira (7), reajuste de 8,17% para os servidores do judiciário. Oposição e situação deverão acatar a mensagem do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) que, neste caso, cumpre a lei da data-base. Leia mais

29 de junho de 2015
por esmael
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Ministério Público denuncia à Justiça governador Beto Richa pelo ‘massacre de professores’ no dia 29 de abril

Massacre_RichaO Ministério Público do Paraná denunciou à Justiça, nesta segunda-feira (29), o governador Beto Richa (PSDB) por improbidade administrativa em decorrência do massacre de professores no dia 29 de abril, em Curitiba, durante votação do confisco da poupança previdenciária dos servidores do estado. Há dois meses (veja os vídeos), 213 pessoas ficaram feridos devido à ação violenta da polícia contra os manifestantes em frente à Assembleia Legislativa do Paraná.

Segundo o Ministério Público, o governador Beto Richa, a quem estão subordinadas as polícias Militar e Civil, foi acionado por omissão, principalmente por não ter impedido os excessos, bem como pelo apoio administrativo e respaldo político do governo à ação policial.

As investigações ficaram a cargo dos procuradores de Justiça Eliezer Gomes da Silva e Marcos Bittencourt Fowler e dos promotores de Justiça Paulo Sérgio Markowicz de Lima e Maurício Cirino dos Santos.

Além do governador, os promotores ajuizaram ação contra o ex-secretário da Segurança Pública, Fernando Francischini, e o ex-comandante da Polícia Militar, César Kogut. Também são requeridos na ação o ex-subcomandante da PM Nerino Mariano de Brito, o coronel Arildo Luís Dias e o tenente-coronel Hudson Leôncio Teixeira.

29 de junho de 2015
por esmael
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Há dois meses Beto Richa mandava massacrar os professores; relembre

Richa_MassacrePara nunca esquecer, o Blog do Esmael relembra o fatídico dia 29 de abril, no Centro Cívico, em Curitiba, quando 213 professores e servidores públicos foram massacrados pela ação policial determinada pelo governador Beto Richa (PSDB).

Naquele dia, vários episódios ocorreram dentro e em frente ao Palácio Iguaçu e Assembleia Legislativa, a despeito do sangue derramado na Praça Nossa Senhora Salete, por 31 votos a 20, votou pelo confisco da poupança previdenciária do funcionalismo do estado.

Hoje à tarde, a partir das 13 horas, na Praça 29 de Abril, a APP-Sindicato realiza ato político-religioso para recordar os dois meses do covarde massacre.

Abaixo, reveja as imagens relativas a 29 de abril

17 de junho de 2015
por esmael
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Governo tem caixa para pagar 8,17% de reajuste, mas Richa diz “NÃO” a professores e servidores

mauro_ricardo_alepO interventor do PSDB nacional nas finanças do Paraná, Mauro Ricardo Costa, secretário da Fazenda, nesta quarta-feira (17), não desmentiu na audiência pública na Assembleia Legislativa que pretende “transferir ativos” (privatizar, em tucanês) da Companhia Paranaense de Energia (Copel) e da Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná). Leia mais

21 de Maio de 2015
por esmael
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Depois da PRprevidência, Beto Richa planeja privatizar Sanepar e Copel para cobrir rombo no caixa

O governo de Beto Richa (PSDB) parece ser um buraco sem fundo. Não há dinheiro que chegue para cobrir o rombo no caixa. Nem mesmo os tarifaços no IPVA, água, luz, ICMS, etc., e o saque de R$ 500 milhões da poupança previdenciária dos servidores públicos foram suficientes para estancar a sangria provocada pelo “choque de gestão” do tucano.

Na fatídica tarde de 29 de abril, enquanto o Palácio Iguaçu autorizava o massacre de professores e servidores, a Assembleia aprovava o confisco mensal de R$ 150 milhões da ParanáPrevidência – ou R$ 2 bilhões ao ano em valores corrigidos.

Pois bem. Depois de amealhar a poupança dos funcionários públicos, agora o governador do PSDB mira agora nos ativos da Sanepar e da Copel. São duas empresas consideradas as “joias da coroa” e outrora orgulho dos 11 milhões de paranaenses.

Na manhã desta quinta-feira (21), dezenas de saneparianos protestaram em frente ao prédio da Sanepar cujo presidente do Conselho de Administração, Mauro Ricardo Costa, dublê de secretário da Fazenda, antecipou que o governo do Paraná pretende vender fatias das empresas e água e esgoto (Sanepar) e de energia e comunicações (Copel).

Beto Richa bem que tentou desmentir o secretário, mas o projeto privatista está no DNA dos tucanos. Portanto, prevalece a posição de Costa porque este parece ser mais forte que o próprio governador. O titular da Fazenda fora importado da Bahia como uma espécie de “interventor” do PSDB nacional nas finanças do Paraná.

Até este momento, os funcionários da energética e da Sanepar pouco fizeram contra o desmonte e venda do patrimônio de todos os paranaenses. Eles precisam mostrar mais vontade de defender o que é deles também.

Coube aos educadores, em maior parte do tempo, a resistência a esse governo liquidacionista de Beto Richa. O maior feito da educação nesses últimos meses não foi lutar por 3, 5 ou 8% de reajuste na data-base. Pelo contrário. A maior vitória da comunidade escolar está sendo o desmascaramento de uma política antipovo e lesa-Paraná.

11 de Maio de 2015
por esmael
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URGENTE: Ministério considera irregular confisco da poupança previdenciária pelo governo Richa

richa_previdencia_massacreO Ministério da Previdência emitiu parecer no início da noite desta segunda-feira (11) sobre o projeto de lei 252/2015, aprovado em regime de urgência na tumultuada sessão da Assembleia legislativa do último dia 29 de abril.

O Ministério entendeu que o projeto do governador Beto Richa (PSDB) é irregular com relação ao equilíbrio financeiro e atuarial, pois promove a descapitalização do Fundo Previdenciário.

Na prática, a transferência de 33 mil servidores do fundo financeiro para a Paranáprevidência descapitaliza mensalmente a poupança em R$ 150 milhões que, corrigidos, atingem R$ 2 bilhões ao ano.

A ilegalidade na lei de Beto Richa, aprovada por 31 votos a 20, cassa o certificado de regularidade previdenciária do Paraná.

Com o parecer técnico do Ministério da Previdência, o estado fica impedido de receber transferências voluntárias da União e de realizar novos empréstimos nacionais e internacionais.

Ou seja, o documento do Ministério consolida a sensação de que Richa pode ter massacrado professores “por nada”.

Leia a íntegra do parecer técnico do Ministério da Previdência:

5 de Maio de 2015
por esmael
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Coluna do Enio Verri: “Desgoverno rumo ao precipício”

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Enio Verri*

Centro Cívico, Curitiba, 29 de abril de 2015, embora se assemelhe a 01 de abril de 1964. Servidores públicos, em sua maioria professores, não pedem impeachment, intervenção militar constitucional, nem esbravejam que sonegação de imposto não é corrupção. Apenas, exigem respeito aos direitos conquistados.

Nada de selfies com policiais militares, apenas balas de borrachas, bombas de efeito moral e spray de pimenta, no melhor estilo de guerras hollywoodianas, a educadores e servidores armados com giz e conhecimento. Uma obra arquitetada pelo governador Beto Richa (PSDB) e pelo secretário de Segurança Pública, Fernando Francischini (SDD).

Com direito a helicópteros e atiradores de elite posicionados em lugares estratégicos, a violência e truculência do desgoverno do PSDB não é inédito e nem exclusividade do Paraná. Por onde passa, os tucanos, que nascem sob o dogma do bem estar social, deixam rastros de desrespeitos a professores e minorias.

A repetição do 30 de agosto de 1988, não apenas ensanguenta a história do Paraná, como também fere preceitos legais e constitucionais, exigindo punição administrativa e criminal. Alerta, ainda, para os perigos em que os paranaenses convivem.

29 de Abril de 2015
por esmael
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Após 200 feridos, Assembleia aprova por 31 votos a 20 confisco da poupança previdenciária dos servidores

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O governador Beto Richa (PSDB) tem condições de governar o Paraná? Leia este texto e, ao final, opine. Leia mais

29 de Abril de 2015
por esmael
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Coluna do Reinaldo Almeida César: Professor não é black bloc nem vândalo; e a praça é do povo

reinaldo_colunaReinaldo Almeida César*

A praça é do povo, como o céu é do Condor, dizia o libertário e condoreiro Castro Alves.

Aqui em Curitiba também era.

Testemunhei e ouvi líderes como Leonel Brizola, João Amazonas, Ulisses Guimarães e Luis Carlos Prestes ecoarem suas convicções, livremente, nas imediações da Praça Osório, na Boca Maldita.

Recordo-me até do General João Baptista Figueiredo, o que dizia preferir o cheiro de cavalo ao do povo, mesmo sem qualquer cacoete para orador, soltar sua voz na Praça Rui Barbosa, em campanha política nos idos de novembro de 1982.

Guardo com emoção, até hoje, as imagens do comício de encerramento da campanha de José Richa ao governo, naquele mesmo ano de 1982, agora na Praça Santos Andrade.

Aos 17 anos recém completados, eu estava ali, na primeira fila, logo abaixo do palanque, com camiseta de campanha, na militância do “Comitê do Primeiro Voto”, dividindo os sonhos daqueles verdíssimos anos com o Paulo Salamuni, o Friedman Wendpap, os irmãos Ackel, entre outros. Chorei feito criança quando o comício terminou.

As luzes vanguardistas de Curitiba iluminaram o caminho na campanha das Diretas-Já, a partir da Praça Osório.

As Praças por aqui, como na profecia de Castro Alves, eram do povo.

Agora não.

Do dia para a noite, noite escura e de trevas, a Praça passou a ser daqueles que parecem não ter apreço pela democracia e pela liberdade.

Adonaram-se da Praça sem nenhum pudor, sem os freios inibitórios que orientam o juízo.

O Palácio Iguaçu diz que apenas cumpre ordens do Tribunal de Justiça.

A Assembleia diz que pediu medidas judiciais ao Tribunal de Justiça para proteger o patrimônio público.

O Tribunal de Justiça exara duas decisões: uma que manda impedir a entrada de manifestantes, outra que autoriza a entrada na ALEP.

Tudo jogo de cena.

Para completar a pantomima, só falta o TJ dizer que passou a bola para o Tribunal de Contas e aguarda manifestação. Aí então, esbaforidos, teríamos corrido toda a extensão da praça La Salete.

Vi e ouvi, na televisão, o presidente da ALEP falar sobre vândalos e o secretário da Casa Civil mencionar black blocs.

Passei os olhos com esmerada atenção em imagens, vídeos e fotos, que circularam em redes sociais, blogs e na mídia em geral.

Não identifiquei nem vândalos, muito menos black bloc nas legítimas manifestações.

Ontem, no noticiário da hora do almoço, fiquei sem palavras quando minha filhotinha, nos seus tenros 6 anos, me perguntou porque a polícia estava agredindo professoras que choravam.

Em silêncio obsequioso, lembrei-me da minha querida mãe, professora aposentada da rede estadual e do quanto eu devo ao ensino público, onde estudei e me graduei em Direito.

Mas, alto lá! Não aceito que ninguém aponte um dedo que seja à PM e aos policiais.

26 de Abril de 2015
por esmael
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Beto Richa proíbe acampamento de professores no Centro Cívico

richa_pmPela primeira vez na história, os educadores em greve não poderão acampar na Praça Nossa Senhora de Salete, no Centro Cívico, em Curitiba. Leia mais

8 de Abril de 2015
por esmael
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Quiproquó na Assembleia: “Bando de ladrão, vai sair de camburão”; assista

marlei_alep_audiencia“Bando de ladrão, vai sair de camburão”. Este era o grito de guerra de servidores públicos que ocuparam as galerias da Assembleia Legislativa do Paraná na tarde desta quarta-feira, dia 8, durante audiência pública para discutir o confisco da poupança previdenciária pelo governador Beto Richa (PSDB). Leia mais

8 de Abril de 2015
por esmael
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Assembleia faz hoje audiência pública sobre confisco da previdência dos servidores do Paraná

audienciaA Assembleia Legislativa do Paraná promove nesta quarta-feira (8), a partir das 14h30, uma audiência pública para debater o projeto de lei do governo que altera e prevê o confisco da poupança previdenciária dos servidores. A audiência terá a participação dos deputados, de representantes do governo, dos sindicatos dos servidores, do Ministério Publico estadual e de especialistas no assunto. Leia mais

7 de Abril de 2015
por esmael
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Projeto de Beto Richa visando confiscar a previdência dos servidores recomeça tramitar na Assembleia

previdencia_alepO novo projeto que altera as regras de custeio do Fundo Previdenciário dos servidores públicos do Paraná, de iniciativa do governo do estado, será lido na sessão desta terça-feira (7) da Assembleia Legislativa.

Na quarta-feira (8), o secretário da Fazenda do estado, Mauro Ricardo Costa, participará de uma audiência pública, também na Assembleia, para discutir o projeto com os deputados e com a sociedade.

O assunto tem preocupado muito os servidores públicos do Paraná. A tentativa do governo no início do ano de extinguir o fundo foi um dos principais motivos da greve da categoria.

O governador Beto Richa (PSDB) queria sacar de uma vez só os R$ 8 bilhões do Fundo Previdenciário para resolver a crise financeira em que ele mesmo enfiou o Paraná.

Devido à pressão dos servidores na greve, o governo retirou seu projeto da Assembleia Legislativa em fevereiro e assumiu o compromisso de estabelecer um diálogo com os servidores antes de qualquer nova tentativa de mudança no Fundo.

O novo projeto prevê a retirada mensal de cerca de R$ 140 milhões do fundo, e não aponta de forma concreta, um aporte financeiro do estado para o Fundo Previdenciário. Pela proposta, cerca de 33 mil aposentados e pensionistas deixarão de receber seus proventos do caixa do Estado (Fundo Financeiro) e começarão a receber do Fundo Previdenciário.

25 de novembro de 2013
por esmael
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Bancos podem pagar R$ 8,4 bilhões com defasagem de planos econômicos, diz Idec

da Agência Brasil

à‰ de R$ 8,465 bilhões o montante a ser pago pelos bancos aos poupadores caso o Supremo Tribunal Federal (STF) decida que cabe ao sistema bancário arcar com as perdas de rendimento sofridas pelos aplicadores na caderneta de poupança durante os planos econômicos Bresser (1998), Verão (1989) e Collor 2 (1991).

O cálculo foi feito pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). O valor é muito menor do que o apresentado pelo procurador do Banco Central, Isaac Sidney Menezes Ferreira, na semana passada durante visita ao STF. Ferreira estimou o valor em aproximadamente de R$ 149 bilhões.

De acordo com o Idec, o cálculo do governo está superestimado porque não levou em consideração uma série de fatores. O primeiro deles foi incluir na conta o Plano Collor I, que corresponde a 54% do valor apresentado pela autoridade monetária. O plano, no entanto, não poderia ser levado em conta, segundo o instituto, pois há jurisprudência do próprio Supremo desfavorável aos poupadores. Com isso, a conta seria reduzida em quase R$ 68 bilhões, informa Flávio Siqueira Júnior, advogado do Idec.

Outro fator que não foi levado em conta pelo Banco Central, ao apresentar o cálculo, diz respeito aos poupadores que já tiveram demanda na Justiça e obtiveram ganho de causa. Esse valor, no caso, reduz em mais R$ 5 bilhões a conta do governo. O governo, no entanto, argumenta o Idec, acrescentou na conta valores de poupança com baixos valores baixos. Esses valores desestimularam as ações na Justiça, já que ficaria mais caro pagar as custas do processo do que o valor reivindicado.

Entrar com a ação ficaria mais caro do que o valor na conta poupança. Esse valor corresponde a R$ 39 bilhões do número que a gente está trazendo. Agora, faça as contas, já são R$ 23,9 bilhões!, disse Issac Sidney à  Agência Brasil.

O cálculo do governo desconsidera, ainda, a própria mortalidade dos interessados, idosos na época. Faz 25 anos: a expectativa de mortalidade do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não foi excluída da conta!, ponderou.

Flávio lembra ainda que a ação é limitada ao estado de São Paulo, embora o Idec tenha entrado na justiça em nome de todos os poupadores do Brasil. Segundo ele, os efeitos, de acordo com definição da Judiciário, são limitados ao estado, o que retira do valor mais R$ 11,8 bilhões. à‰ como se todos os bancos fossem devolver de forma espontânea, [envolvendo] todos os planos econômicos. [Seria] Como se todos os poupadores entrassem na justiça e ganhassem todas as ações. Então, esse valor [do governo] é muito irreal!.

O advogado do Idec também critica a possibilidade do STF deixar para julgar a ação no ano que vem, como indicou hoje o ministro Marco Aurélio. A gente vê com extrema gravidade [tal possibilidade]. Os poupadores sofreram suas perdas há mais de vinte e cinco anos. Muitos deles são idosos. à€ medida que o STF visa carregar julgamento mais à  fre