1 de Maio de 2015
por esmael
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Ao vivo: Requião discursa no 1º de Maio; Richa escafede-se após massacre

Após 48 horas do massacre de professores e servidores públicos pela polícia do governador Beto Richa (PSDB), no Centro Cívico, em Curitiba, o senador Roberto Requião (PMDB) discursará pela primeira vez.

O peemedebista sobe ao palanque da 1º de Maio promovido pela central Força Sindical, no Bioparque, em São José dos Pinhais.

Nunca é demais que Richa suspendeu hoje, pela primeira vez na história, comemoração do Dia do Trabalhador em frente ao Palácio Iguaçu. O tucano temia pela própria segurança.

Assista ao vivo:

30 de Abril de 2015
por esmael
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João Arruda: “Ou o governador Beto Richa renuncia ou o povo tira ele”

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O deputado federal João Arruda (PMDB), pelo Twitter, analisou nesta quinta-feira (30) a situação do governador Beto Richa (PSDB) após o massacre dos professores ocorrido ontem (29) no Centro Cívico, em Curitiba, momentos antes da Assembleia Legislativa confiscar o fundo previdenciário dos servidores públicos: Leia mais

29 de Abril de 2015
por esmael
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Gleisi e Requião se dirigem à frente da Batalha da Assembleia

requiao_gleisi_protestoOs senadores Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT) se dirigem neste exato momento ao Centro Cívico, em Curitiba, onde milhares de policiais militares sitiam a Assembleia Legislativa do Paraná.

O Blog do Esmael e a TV 15 estão transmitindo ao vivo toda a movimentação desde as 9 horas desta quarta-feira, dia 28 de abril.

A presença dos senadores à frente da Batalha da Assembleia foi determinada pelo Senado Federal, que ontem aprovou uma comissão oficial para acompanhar a crise e a denúncia de violência contra manifestantes.

29 de Abril de 2015
por esmael
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Coluna do Reinaldo Almeida César: Professor não é black bloc nem vândalo; e a praça é do povo

reinaldo_colunaReinaldo Almeida César*

A praça é do povo, como o céu é do Condor, dizia o libertário e condoreiro Castro Alves.

Aqui em Curitiba também era.

Testemunhei e ouvi líderes como Leonel Brizola, João Amazonas, Ulisses Guimarães e Luis Carlos Prestes ecoarem suas convicções, livremente, nas imediações da Praça Osório, na Boca Maldita.

Recordo-me até do General João Baptista Figueiredo, o que dizia preferir o cheiro de cavalo ao do povo, mesmo sem qualquer cacoete para orador, soltar sua voz na Praça Rui Barbosa, em campanha política nos idos de novembro de 1982.

Guardo com emoção, até hoje, as imagens do comício de encerramento da campanha de José Richa ao governo, naquele mesmo ano de 1982, agora na Praça Santos Andrade.

Aos 17 anos recém completados, eu estava ali, na primeira fila, logo abaixo do palanque, com camiseta de campanha, na militância do “Comitê do Primeiro Voto”, dividindo os sonhos daqueles verdíssimos anos com o Paulo Salamuni, o Friedman Wendpap, os irmãos Ackel, entre outros. Chorei feito criança quando o comício terminou.

As luzes vanguardistas de Curitiba iluminaram o caminho na campanha das Diretas-Já, a partir da Praça Osório.

As Praças por aqui, como na profecia de Castro Alves, eram do povo.

Agora não.

Do dia para a noite, noite escura e de trevas, a Praça passou a ser daqueles que parecem não ter apreço pela democracia e pela liberdade.

Adonaram-se da Praça sem nenhum pudor, sem os freios inibitórios que orientam o juízo.

O Palácio Iguaçu diz que apenas cumpre ordens do Tribunal de Justiça.

A Assembleia diz que pediu medidas judiciais ao Tribunal de Justiça para proteger o patrimônio público.

O Tribunal de Justiça exara duas decisões: uma que manda impedir a entrada de manifestantes, outra que autoriza a entrada na ALEP.

Tudo jogo de cena.

Para completar a pantomima, só falta o TJ dizer que passou a bola para o Tribunal de Contas e aguarda manifestação. Aí então, esbaforidos, teríamos corrido toda a extensão da praça La Salete.

Vi e ouvi, na televisão, o presidente da ALEP falar sobre vândalos e o secretário da Casa Civil mencionar black blocs.

Passei os olhos com esmerada atenção em imagens, vídeos e fotos, que circularam em redes sociais, blogs e na mídia em geral.

Não identifiquei nem vândalos, muito menos black bloc nas legítimas manifestações.

Ontem, no noticiário da hora do almoço, fiquei sem palavras quando minha filhotinha, nos seus tenros 6 anos, me perguntou porque a polícia estava agredindo professoras que choravam.

Em silêncio obsequioso, lembrei-me da minha querida mãe, professora aposentada da rede estadual e do quanto eu devo ao ensino público, onde estudei e me graduei em Direito.

Mas, alto lá! Não aceito que ninguém aponte um dedo que seja à PM e aos policiais.

2 de Março de 2015
por esmael
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Veja essa: Com o couro jurado!, Richa se diz contra o impeachment de Dilma

No último 21 de fevereiro, em Curitiba, cerca de cinco mil pessoas foram à s ruas pelo impeachment do governador tucano Beto Richa; outras cidades do interior do estado também realizam protestos pelo "Fora Richa", a exemplo de Apucarana, no Norte, que este fim de semana arrastou vários pelas praças e avenidas; pensando no próprio couro, jurado pelos paranaenses, o tucano disse ser contra o movimento do próximo dia 15 pelo impeachment de Dilma; Respeitamos o resultado das urnas. Ela [a presidente Dilma Rousseff] foi eleita, tem a legitimidade do cargo!, disse ao jornal Valor Econômico.

No último 21 de fevereiro, em Curitiba, cerca de cinco mil pessoas foram à s ruas pelo impeachment do governador tucano Beto Richa; outras cidades do interior do estado também realizam protestos pelo “Fora Richa”, a exemplo de Apucarana, no Norte, que este fim de semana arrastou vários pelas praças e avenidas; pensando no próprio couro, jurado pelos paranaenses, o tucano disse ser contra o movimento do próximo dia 15 pelo impeachment de Dilma; Respeitamos o resultado das urnas. Ela [a presidente Dilma Rousseff] foi eleita, tem a legitimidade do cargo!, disse ao jornal Valor Econômico.

O governador Beto Richa (PSDB), em entrevista ao jornal Valor Econômico, edição desta segunda-feira (2), afirmou que é contra o movimento pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT). Leia mais

27 de Fevereiro de 2015
por esmael
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Repercute “internacionalmente” a greve da educação contra Richa; assista

richa_alpe_hermes.jpgVirou piada as novas promessas que o governador Beto Richa (PSDB) fez esta semana com o objetivo de desmobilizar a greve dos professores nas universidades e escolas, funcionários de órgãos do serviço público. A paralisação da educação, comandada pela APP-Sindicato, completou hoje 19 dias. Leia mais

22 de Fevereiro de 2015
por esmael
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‘Bancada do Camburão’ ganha vanerão de educadores em greve; assista

vanera_camburao_greve.jpgA criatividade anda alta entre os educadores paranaenses nestes tempos de greve e movimento pelo impeachment do governador Beto Richa (PSDB).

O Blog do Esmael recebeu com exclusividade o “Vanera do Camburão”, do professor Vando, Sherysson e Vanir Gaiteiro. A composição se soma ao acervo das marchinhas surgidas durante o carnaval.

Na próxima quarta-feira, dia 25, os grevistas realizarão uma megamanifestação em Curitiba contra o tucano, que não desiste de ferrar a educação e do fundo previdenciário de R$ 8 bilhões que pertence aos servidores públicos.

Assista ao vídeo:

Abaixo, acompanhe a letra da música:

20 de Fevereiro de 2015
por esmael
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“A nossa greve continua”, informa presidente da APP-Sindicato

hermes_app.jpgO presidente da APP-Sindicato, Hermes Leão, nesta noite, anunciou depois de seis horas de reunião com o governo Beto Richa (PSDB) que a greve na educação continua no Paraná.

“A nossa greve continua porque há impasses importantes. A nossa pauta é de resistência e não perda de direitos”, disse Leão, ao informar que uma nova rodada de negociações com o Palácio Iguaçu acontecerá na segunda-feira, dia 23.

Na prática, houve pouco avanço do encontro entre grevistas e palacianos. Mas vale ressaltar que o governo sinalizou com a efetivação de mil pedagogos que ficaram de fora do decreto de nomeação e novo porte de escola com base nos critérios de dezembro de 2014.

Segundo a APP, o impasse continua diante do quadro de desmonte da educação no Paraná. “O secretário Fernando Xavier é estranho à  educação pública”, percebeu Marlei Fernandes, diretora da entidade.

Neste sábado, dia 21, a APP-Sindicato realiza reunião do Conselho Estadual para analisar o movimento paredista. A tendência é que a greve avance para o mês de março, pois, de acordo com os educadores, as escolas não têm condições mínimas de serem abertas!.

“O governo pretende reapresentar o projeto de Previdência no próximo dia 2 de março”, revelou Rodrigo Tomazini, do comando de greve. “O governo não desistiu do pacotaço”, apontou. Ou seja, Richa ainda quer confiscar os R$ 8 bilhões da poupança previdenciária dos servidores.