Há 3 anos, Gleisi denunciava o confisco da previdência dos servidores por Richa

Relembre: 10 dias para o massacre de 29 de abril

Contra Richa e Temer, sobe para 400 as escolas ocupadas no PR; 4 universidades também foram tomadas pelos estudantes

temer_richa_ocupacoesO k-suco ferveu nesta sexta-feira (14) no Paraná, pois subiu para 400 o número de escolas da rede pública ocupadas. Também formam tomadas quatro universidades estaduais pelos estudantes. O movimento é contra o governador Beto Richa (PSDB) e o presidente Michel Temer (PMDB).

Universidades deflagram greve da educação contra Beto Richa já na segunda-feira

richa_greve_universidadesO governador Beto Richa (PSDB) terá de lidar com greve pipocando contra ele já na próxima segunda-feira, dia 10, quando docentes das universidades estaduais paralisam as atividades por tempo indeterminado. Ao todo, o ensino superior público do estado conta com cerca de 100 mil alunos e 8 mil professores.

Richa enfrentará greve geral de servidores a partir de 17 de outubro

app_greveO governador Beto Richa (PSDB) enfrentará uma nova greve unificada dos cerca de 200 mil servidores públicos do estado a partir do próximo dia 17 de outubro. Desses, 100 mil são trabalhadores da educação.

Richa e deputados da “bancada do camburão” são escrachados no Paraná

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O governador Beto Richa (PSDB) e deputados da “bancada do camburão” foram escrachados na manhã desta segunda-feira (30) em Ponta Grossa, a 110 km de Curitiba, na região dos Campos Gerais, durante entrega da maternidade do Hospital Universitário da UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa). Abaixo, assista ao vídeo:

Termina em confusão comício do tucano Beto Richa no Paraná; assista

richa_pgO governador Beto Richa (PSDB) foi recebido na manhã de hoje (19) com vaias e palavras de ordem como “Fora, Beto Richa” e “cadê o dinheiro da educação”, no município de Ponta Grossa, região dos Campos Gerais. Assustado, o tucano quase entrou debaixo da mesa. Abaixo, assista ao vídeo:

Universidades sugerem desobediência civil contra confisco de Beto Richa

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Os reitores das sete universidades estaduais do Paraná bateram pé e resolveram desobedecer ao novo confisco do governador Beto Richa (PSDB), que pretendia meter a mão em 80% do superávit gerado pelas instituições. Além de não fazer os repasses necessários e previstos em orçamento, tucano pretende confiscar quase todo o dinheiro resultante das atividades como vestibulares, concursos e de projetos financiados por outras fontes. Sem esses recursos, as universidades não têm como continuar funcionando, dizem os reitores. Na prática, o governador acelera o fechamento dessas instituições. Por isso, os gestores sugerem uma desobediência civil para mantê-las abertas.

Beto Richa acelera o fechamento das universidades estaduais do Paraná

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Além de não fazer os repasses mínimos necessários para o funcionamento das sete universidades estaduais, o governador Beto Richa (PSDB) agora quer meter a mão no dinheiro arrecadado pelas instituições com atividades como vestibular, concursos e pesquisas. As instituições devem depositar 80% do valor arrecadado com vestibulares e pesquisas até o início de abril, sob pena de terem os minguados repasses suspensos. O objetivo é reforçar o Caixa Único (CU) do governo tucano a custa da comunidade universitária do Paraná.

Beto Richa será “recepcionado” nesta terça-feira por manifestação de professores em Ponta Grossa

Educadores fazem protesto contra Ratinho Jr em Ponta Grossa

Professores e servidores públicos ligados à APP-Sindicato, Sintespo e Sinduepg fizeram manifestação, nesta sexta-feira (26), em Ponta Grossa, contra o deputado licenciado e secretário do Desenvolvimento Urbano (SEDU), Ratinho Júnior, comandante do PSC no Paraná; As fotos do protesto são do professor Régis Clemente da Costa.
Professores e servidores públicos ligados à APP-Sindicato, Sintespo e Sinduepg fizeram manifestação, nesta sexta-feira (26), em Ponta Grossa, contra o deputado licenciado e secretário do Desenvolvimento Urbano (SEDU), Ratinho Júnior, comandante do PSC no Paraná; As fotos do protesto são do professor Régis Clemente da Costa.
O secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano, Ratinho Junior (PSC), foi recebido com protesto hoje (26) pela manhã em Ponta Grossa. Um grupo de servidores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) marcou presença na assinatura de convênios para obras de infraestrutura nos Campos Gerais.

Ao descer do carro e durante o ato, um grupo servidores protestou com faixas e gritos como “Inimigo da Educação”, “Vendido” e “Fora Ratinho e Beto Richa”. Era visível o desconforto do secretário e do anfitrião, o prefeito Marcelo Rangel (PPS).

Ratinho foi apontado pelos servidores como o maior responsável pela derrota da emenda que concedia o reajuste de 8,17% na data-base do funcionalismo. A bancada de seu partido PSC havia prometido apoiar o reajuste integral, mas não cumpriu o prometido e votou com a bancada governista. 

Fim da greve nas universidades estaduais fecha ciclo na mobilização dos servidores; batalha agora é na Justiça

uesgreveConforme o Blog do Esmael já havia adiantado na terça-feira (23), a greve nas universidades estaduais chegou ao fim, ou melhor, foi suspensa, como preferem os grevistas.

Com a aprovação na Assembleia Legislativa do Paraná da reposição de apenas 3,45% de reajuste neste ano, os professores e servidores entenderam que se encerrou uma etapa da mobilização. Os questionamentos ao não cumprimento da lei da data-base e ao confisco da previdência dos servidores serão feitos na Justiça.

Apesar da suspensão da greve, o movimento continua. Os professores estão mobilizados e podem retomar a paralisação a qualquer momento em função das suas pautas específicas, como a nomeação de docentes e servidores concursados e o repasse de recursos de custeio para manutenção das instituições.

O reinício das aulas deve ocorrer nos próximos dias, assim como a elaboração e aprovação de novos calendários acadêmicos para que o ano letivo seja cumprido sem maiores prejuízos para os estudantes e as comunidades universitárias.

Ainda falta a decisão dos professores das Universidades Estaduais de Ponta Grossa (UEPG) e do Oeste do Paraná (Unioeste), que farão assembleia hoje para deliberar sobre a greve. Mas os encaminhamentos devem acompanhar as demais instituições.

De um modo geral, o movimento está sendo analisado como vitorioso, visto que a greve barrou o corte de benefícios como os quinquênios e reverteu o calote no terço de férias dos servidores.

Mas a principal vitória de todos os servidores foi desmascarar Beto Richa (PSDB) deixando claro aos paranaenses a face autoritária do governador reeleito.

O comando de greve dos docentes de cinco das sete universidades estaduais publicaram ontem (24) uma nota analisando o que os professores “ganharam” ou “perderam” com a greve. Leia a seguir:

Após 2 meses, greve nas universidades estaduais vai chegando ao fim

uesApós quase sessenta dias de greve, os professores e servidores das universidades estaduais do Paraná devem voltar ao trabalho nos próximos dias, mesmo sem ter a maioria de suas reivindicações atendidas.

Hoje pela manhã, os professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) decidiram pela suspensão da paralisação. Agora à tarde, os servidores da UEL se reúnem e devem optar pela mesma decisão.

Professores e servidores das universidades estaduais mantêm greve e pressionam deputados pelos 8,17%

uesOs professores e servidores das universidades estaduais estão em greve desde o final de abril. Os calendários acadêmicos e os vestibulares já estão suspensos. O movimento começou para barrar o confisco da previdência pelo governador Beto Richa (PSDB), mas prosseguiu na luta pelo cumprimento da data-base com o reajuste de 8,17%.

Mesmo com a suspensão da greve das outras categorias do funcionalismo, os servidores técnicos e docentes das universidades estaduais tentam fazer a diferença na tramitação do reajuste dos servidores na Assembleia Legislativa. Os grevistas se articulam com a oposição e tentam convencer a bancada independente votar a favor da emenda que garante os 8,17% já, retroativos a maio.

Além dos professores, como fica a greve do funcionalismo estadual?

categoriasOs educadores da rede pública estadual de ensino se reúnem em assembleia geral, nesta terça (9), para decidirem se encerram ou não a sua greve que já dura mais de quarenta dias. Por ser a maior categoria do funcionalismo estadual, é a greve que mais chama a atenção.

Mas, mesmo que professores decidam voltar ao trabalho, o que ainda é muito incerto, há diversas categorias de trabalhadores que podem prosseguir com suas greves, mantendo a pressão sobre o governador Beto Richa (PSDB) e seus aliados.

As universidades estaduais estão todas paradas, com os calendários acadêmicos suspensos, e se depender dos professores da Universidade Estadual de Londrina a greve continua até que o governo conceda os 8,17%, ou, pelo menos, se digne a negociar respeitosamente com os grevistas.

Universidades seguem em greve contra Richa; UEPG faz enterro dos “inimigos da educação”

estaduaisQuem apostava no enfraquecimento da mobilização dos professores e servidores estaduais depois da aprovação na Alep e a sanção relâmpago pelo governador Beto Richa (PSDB), do confisco da previdência, apostou errado.

Após a decisão pela continuidade da greve dos professores e servidores da educação básica, aprovada na assembleia da APP-Sindicato, realizada na terça (5) em Curitiba, agora são os professores e servidores das universidades estaduais que fortalecem as greves e o enfrentamento ao governo Richa.

Os professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL), decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (7). Eles já estavam paralisados desde segunda-feira (4).

Confisco da previdência pode ser o mico do ano na Assembleia do PR

Coluna da Gleisi Hoffmann: “Previdência não pode ser confiscada por Richa em regime de urgência”

Richa recua da autonomia financeira nas universidades; fim da greve?

decreto.jpgO governador Beto Richa (PSDB) revogou nesta-feira (10) o decreto que criava o grupo de trabalho para redigir o projeto de lei de autonomia financeira para as universidades estaduais do Paraná. A autonomia financeira pretendida por Richa significava a desobrigação por parte do governo do estado com o financiamento das instituições.

Os comandos de greve das sete universidades e os sindicatos de professores e servidores estiveram reunidos hoje pela manhã com o líder do governo na Assembleia, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB). Na reunião, o governista apresentou a revogação do decreto e discutiu outras questões da pauta de reivindicação dos servidores.

Universidades estaduais devem continuar em greve por tempo indeterminado

Professores de universidade estadual aprovam greve contra Richa

richa_greve_uepg.jpgCerca de 200 professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), em assembleia do sindicato da categoria nesta tarde, decidiram deflagrar greve por tempo indeterminado a partir da terça-feira, dia 10.

A medida dos professores universidades revela o descontentamento com o sucateamento das universidades estaduais do Paraná promovido pelo governador Beto Richa (PSDB).

Os dirigentes do Sindicato dos Docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (SINDUEPG) ressaltam que os professores da UEPG receberão normalmente os estudantes na próxima segunda (9), início do ano letivo, para explicar a situação caótica por que passa a educação no Paraná.

No sábado, dia 7, cerca de 10 mil educadores serão esperados em assembleia geral da APP-Sindicato para também entrar em greve nas 2,1 mil escolas da rede pública de ensino. A tendência é que a educação puxe as demais para o movimento as demais categorias do funcionalismo público.