Deputado pede informações ao governo sobre privatização e prática antissindical no Porto de Paranaguá

Redução de área de proteção ambiental vira caso de polícia no governo Beto Richa

A diminuição da área de proteção ambiental da Escarpa Devoniana, que engloba o Cânion Quartelá, o sexto maior do mundo, virou caso de polícia no Paraná.

Delações causam incertezas no futuro político de Beto Richa

Azedou o arroz doce de Beto Richa (PSDB). De uma hora para outra, o governador do Paraná passou a ser alvo delatores descobertos com mão na cumbuca, isto é, metendo as mãos nos cofres públicos. Tal cenário também azeda o futuro político do tucano, que ganha contornos de dramaticidade e de incertezas.

Delação da ‘Operação Quadro Negro’ foi à homologação do STJ

O Superior Tribunal de Justiça recebeu esta semana, em Brasília, os termos para a homologação da delação premiada do empresário Eduardo Lopes de Souza, da Valor Construtora, no âmbito da Operação Quadro Negro, que investiga o desvio de R$ 50 milhões destinados à construção de escolas para a campanha do governador Beto Richa (PSDB) e deputados da base de sustentação do tucano na Assembleia Legislativa do Paraná.

Richa e deputados demotucanos caem nas garras de Moro na Justiça Federal do PR

moro_demotucanos_quadro_negroA juíza Danielle Nogueira Mota Comar, da 9ª Vara Criminal, encaminhou ontem (13) o processo da Operação Quadro Negro, que investiga desvio de R$ 50 milhões da educação do Paraná, para a 1ª instância da Justiça Federal do Paraná. Com o fim da Lava Jato, em dezembro, muito provavelmente contenda caia nas mãos do juiz federal Sérgio Moro.

Coluna do Reinaldo de Almeida César: Richa e seu supersecretário importado querem colocar os paranaenses no pelourinho

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Reinaldo de Almeida César, em sua coluna semanal, aborda tentativa de aumento do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) por parte do governador Beto Richa (PSDB) e seu ‘supersecretário’ da Fazenda, Mauro RIcardo Costa. Para Reinaldo, falar em “elite de alta renda” no aumento de um imposto na faixa acima de R$ 300 mil para herança é absurdo, e estimula a divisão de classes. Leia, ouça, comente e compartilhe o texto.

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Reinaldo de Almeida César*

Confesso que se alguém tivesse apenas me contado, não acreditaria. Se eu tivesse lido, então, esfregaria os olhos para reler e confirmar.

Nada disso. Ouvi. Foi pelas ondas da Rádio CBN que o supersecretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, falando sobre o projeto de majoração do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), pronunciou a peitos abertos, com o indisfarçável sotaque carioca, que “aquela elite que tem alta renda não quer se sacrificar para compensar uma redução das pessoas de menor renda”.

Como assim? O projeto enviado para a Assembleia Legislativa (Alep) previa aumentar de 4 para 6% a alíquota do imposto para bens entre 300 e 700 mil e de 4 para 8% o imposto a incidir na transmissão por herança ou doação para bens acima de 700 mil. Isso é elite para o supersecretário?

TJPR julga dia 18 retorno de Maurício Requião ao Tribunal de Contas

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O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) colocou na pauta do próximo dia 18 de maio o julgamento mandado de segurança que pede retorno do ex-secretário da Educação, Maurício Requião, ao cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O relator do caso é o desembargador Antonio Loyola Vieira.

O imbróglio com o irmão do senador Roberto Requião, ex-governador do Paraná, se arrasta desde 2008. Maurício foi afastado do TCE com base na Súmula Vinculante n.º 13, que proíbe a nomeação de parentes de autoridades dos três poderes para cargos de natureza administrativa.

O atual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, em 2009, deu parecer favorável ao retorno de Maurício Requião ao TCE. “O cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado não se enquadra em qualquer das categorias de que cuida a Súmula Vinculante nº 13 do STF – cargo em comissão (apresente ele natureza política ou puramente administrativa) ou função de confiança – que, portanto, é inaplicável à situação do consulente” (clique aqui para ler a íntegra).

Em 2011, o governador Beto Richa (PSDB) e o presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni (PSDB), anularam a eleição de Maurício Requião e realizaram outra sessão para escolher Ivan Bonilha ao mesmo cargo de conselheiro.

Agora, o retorno do ex-secretário da Educação poderá deixar o conselheiro Ivan Bonilha, aliado Richa, sem a cadeira. No entanto, o Ministério Público opina que a próxima vaga a ser votada pela Assembleia, em 2017, seria destinada para ajeitar a situação de ambos os contendores. Nessa fórmula, Bonilha e Maurício Requião continuariam no TCE.

O diabo é que o acordo de eleger o primeiro-secretário da Assembleia, Plauto Miró (DEM), seria novamente quebrado. O parlamentar que já fora preterido na última eleição, em 2013, que levou Fábio Camargo ao órgão de contas, teria de esperar mais um pouco…

Veja essa: Homenagem a juiz Sérgio Moro une PT e DEM na Assembleia Legislativa do Paraná

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O deputado estadual Plauto Miró Guimarães (DEM), propôs nesta segunda-feira (17) a concessão pela Assembleia Legislativa do Paraná do título de Cidadania Benemérita do Paraná ao juiz federal Sergio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava-Jato.

Acontece que o DEM já estourou! a cota de homenagens desse tipo em 2014. Ciente disso, o líder do PT, deputado Tadeu Veneri, ofereceu a cota de seu partido para a homenagem, como forma de evidenciar que endossa plenamente o gesto de reconhecimento ao juiz da Operação Lava-Jato.

O gesto de Plauto Miró poderia ser visto como uma tentativa de enaltecer a devassa feita na Petrobras, e a possível criminalização do governo federal, e da presidenta Dilma Rousseff. Com a atitude do PT em encampar a homenagem, prevalece a luta contra a corrupção que permeia todo o sistema político nacional.

Em nota, Fábio Camargo nega tráfico de influência na eleição do Tribunal de Contas

Em sua defesa, conselheiro Fábio Camargo cita o deputado estadual Enio Verri, presidente do PT no Paraná, que, em seu site, comemorou sua eleição para o TC; Não há que se falar em tráfico de influência quando o presidente do PT do Paraná, deputado àŠnio Verri, demonstrou à  imprensa que votou em mim na eleição para o TC acreditando na minha completa independência ao Poder Executivo!, diz trecho da nota; 1!º secretário da Assembleia, deputado Plauto Miró, já fala em anular a sessão que elegeu Camargo e ele se coloca novamente como candidato à  vaga.
Em sua defesa, conselheiro Fábio Camargo cita o deputado estadual Enio Verri, presidente do PT no Paraná, que, em seu site, comemorou sua eleição para o TC; Não há que se falar em tráfico de influência quando o presidente do PT do Paraná, deputado àŠnio Verri, demonstrou à  imprensa que votou em mim na eleição para o TC acreditando na minha completa independência ao Poder Executivo!, diz trecho da nota; 1!º secretário da Assembleia, deputado Plauto Miró, já fala em anular a sessão que elegeu Camargo e ele se coloca novamente como candidato à  vaga.
O conselheiro Fábio Camargo, em nota pública, afirmou que está “tranquilo e confiante” no arquivamento das denúncias no Conselho Nacional de Justiça de tráfico de influência contra seu pai, desembargador Clayton Coutinho de Camargo, envolvendo sua eleição para o Tribunal de Contas do Estado.

A seguir, a íntegra da nota pública de Fábio Camargo:

Presidente do PT busca dobradinha! com o líder do prefeito limpinho! de Ponta Grossa