30 de outubro de 2017
por esmael
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Redução de área de proteção ambiental vira caso de polícia no governo Beto Richa

A diminuição da área de proteção ambiental da Escarpa Devoniana, que engloba o Cânion Quartelá, o sexto maior do mundo, virou caso de polícia no Paraná.

17 de julho de 2015
por esmael
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Beto Richa aumenta tarifa da água, mas Sanepar piora serviços e planeja poluir mais os rios do Paraná

sanepar

Mesmo com um aumento na tarifa de água de 8% programado para setembro, e mais os reajustes de 6,5% (maio) e 6% (junho) já aplicados somente este ano, a Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná) continua apresentando problemas ambientais na sua operação.

Desta vez, uma denúncia levantada por um ambientalista de Ponta Grossa, Guilherme Pontes, aponta que a Sanepar estaria tentando rebaixar a classificação ambiental do Rio Tibagi para poder despejar esgotos não tratados sem ser multada pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) ou pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA).

De acordo com a denúncia publicada no Blog Política em Destaque, o Instituto Águas do Paraná (Ipaguás), ligado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), vai refazer a classificação ambiental dos rios em termos de poluição. Os rios são divididos em quatro categorias que vão de 1- rios sem poluição até 4- rios com muita poluição, onde seria permitido despejar esgoto.

Se o Ipaguás rebaixar a categoria do Rio Tibagi para 4, por exemplo, a Sanepar poderá despejar o esgoto não tratado dentro do rio sem receber multas milionárias que vem sendo aplicadas pelos órgãos de fiscalização ambiental.

25 de junho de 2015
por esmael
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Coluna do Requião Filho: “Beto Richa mancha a história do Paraná”

requiaofRequião Filho*

Depois do fim das sucessivas greves e da aprovação de apenas 3,45 % de reajuste da data-base dos servidores, Beto Richa falou para os seus chegados mais próximos que o melhor está por vir. Ele realmente acredita que os últimos meses deste ano serão esquecidos. Doce ilusão!

O governo já está marcado por um pacote de maldades, pela tentativa de supressão de direitos, por escândalos de corrupção e o inesquecível massacre dos professores em praça pública, que mancham a história do Paraná.

Além disso, o arrocho fiscal, as viaturas sem gasolina, escolas sem manutenção, estradas destruídas, a falta total de controle do Estado, este sim é o legado que o Beto está deixando.

São diversos escândalos de corrupção envolvendo o governo. Um delator que a cada semana traz à luz mais conexões e maior envolvimento de secretários e de pessoas próximas ao governador no escândalo da Receita Estadual. Corrupção de escalas nunca antes vistas no nosso Estado. E ainda há corrupção e escândalos na Fundepar e no IAP. Cada enxadada uma minhoca ou nova denúncia.

15 de junho de 2015
por esmael
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Gaeco faz devassa em casas de membros do governo Beto Richa

O governo de Beto Richa, no Paraná, literalmente virou caso de polícia. Um dia após a convenção do PSDB, o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) fez nova operação cujos alvos foram integrantes do primeiro escalão da administração estadual.

Nesta segunda-feira (15), foram apreendidos documentos na casa do presidente Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Luiz Tarcísio Mossato Pinto, por decisão da 1ª Vara Criminal de Paranaguá. As buscas ocorreram concomitantes em 14 locais do estado. Em um dos endereços foram apreendidos R$ 649 mil em dinheiro vivo.

Cinco integrantes do IAP foram afastados de seus respectivos cargos a pedido do Ministério Público. Mossato Pinto continua à frente do órgão graças a um habeas corpus da Justiça.

A Operação Superagui foi desencadeada por causa de uma licença ambiental, com suspeita de irregularidades, concedida à empresa Green Logística para um pátio de caminhões, às margens da BR-277, para a derrubada de 10 hectares de vegetação em Paranaguá. A obra acabou sendo embargada, em fevereiro, pelo Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio).

Além dessa bronca do Gaeco, o Ministério Público Federal também deverá oferecer denúncia à Justiça contra o presidente do IAP. Segundo a promotoria, Tarcísio Mossato Pinto é acusado de “omissão” na liberação de licença ambiental para a construção do Shopping Catuaí, em Cascavel, em agosto do ano passado.

Esta operação no IAP é mais um dos vários casos de corrupção no governo Richa. O Gaeco já tem em andamento as operações Voldemort (pedofilia e fraude em licitações) e Publicano (propina na Receita Estadual). No âmbito administrativo do próprio governo, há ainda suspeito de desvios na Secretaria de Educação.

17 de Março de 2015
por esmael
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Gaeco tem “muitas horas” de escuta telefônica de primo de Richa, diz deputado governista

abi_midauar_richa.jpgUm deputado da base governista, nesta terça (17), sob a condição de anonimato, afirmou ao Blog do Esmael que o Gaeco tem “muitas horas” de gravação de conversas do lobista Luiz Abi Antoun, primo do governador Beto Richa (PSDB), preso ontem em operação realizada na capital paranaense. Leia mais

1 de agosto de 2014
por esmael
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Comunidade pede fechamento do terminal de álcool de Paranaguá

Os moradores da Vila Becker, nas proximidades de Canal da Anhaia, em Paranaguá, se mobilizaram e ingressaram com um novo pedido de fechamento do Terminal Público de àlcool do Porto de Paranaguá e a paralisação imediata da remoção das famílias da Comunidade do Canal do Anhaia. Eles alegam que a remoção das famílias sem a devida avaliação dos imóveis prejudicará a indenização, e também o fato de que muitos moradores da área são pescadores e a remoção para uma região longe da baía prejudicaria seu trabalho.

Uma ação pública foi proposta em 2008 pelo Ministério Público Federal contra a APPA (Associação dos Portos), IAP (Instituto Ambiental do Paraná), União, e as empresas Vopak, Fospar, Cattalini e Petrobrás com o objetivo final de impedir o funcionamento do Terminal Público de àlcool, mediante suspensão de licenças ambientais concedidas.

Os réus de forma solidária foram obrigados a efetuar o levantamento das famílias residentes no entorno da área do Terminal. A Prefeitura doou um terreno próximo a PR!“407, no Bairro Porto Seguro, e algumas famílias já foram removidas. Mas os problemas continuam para quem ainda reside próximo ao canal.

A situação é deplorável uma vez que a poluição é grave e tem causado sérios problemas de saúde e até mesmo óbitos. A ação em andamento requer estudo de impacto de vizinhança, fundamental para que se tenha conhecimento da extensão dos danos causados pelas atividades do Terminal de àlcool ao meio ambiente e à  saúde dos antigos e dos atuais moradores.

Com informações do Blog da Luciane Chiarelli

9 de dezembro de 2013
por esmael
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Richa estuda demitir ex-vereador Juliano Borghetti da EcoParaná, diz Palácio Iguaçu

O governador Beto Richa (PSDB) deverá decidir nas próximas 24 horas se demite ou não o ex-vereador de Curitiba, Juliano Borghetti (PP), da autarquia EcoParaná, vinculada à  Secretaria de Estado do Turismo, depois de seu envolvimento em briga entre torcidas organizadas, neste domingo, do Atlético Paranaense e Vasco.

A demissão do ex-parlamentar não será tarefa fácil, pois o moço é irmão da deputada federal Cida Borghetti, presidenta do novo PROS, e cunhado do secretário de Estado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros (PP). Ele também é ex-genro do deputado Rubens Bueno (PPS).

Um palaciano disse que “por muito menos”, em 2011, o governador demitiu o ex-ator de filme pornô Valter Pagliosa da chefia regional do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), em Cascavel, depois que o senador Roberto Requião (PMDB), pelo Twitter, teria participado de um filme pornográfico.

O blog entrou contato com o ex-vereador Juliano Borghetti. Ele negou que tenha agredido ou sido agredido na confusão de ontem. Leia a íntegra de sua nota de esclarecimento:

NOTA DE ESCLARECIMENTO !“ JULIANO BORGHETTI:

Em relação ao ocorrido durante o jogo entre o Clube Atlético Paranaense e o Vasco da Gama, no dia 08.dez.2013, gostaria de que esclarecer que:

1- Frequento jogos do Atlético nos estádios há 30 anos. Já estive em diversas cidades no Brasil e fora do país e nunca estive envolvido em nenhum episódio de violência;

2- Acompanhávamos a partida próximos à  divisa entre as torcidas e fomos surpreendidos com a eclosão da confusão generalizada próxima ao local em que estávamos acomodados.

3- Foi uma atitude da qual me arrependo e por isso venho a público pedir desculpas. Reforço, porém, que não agredi ninguém, nem tampouco sofri qualquer agressão física na situação;

4- Ressalto ainda que quando vereador propus, em conjunto com colegas, a lei municipal que obriga o cadastro de torcedores em estádios;

5- Lamento profundamente o ocorrido.

Atenciosamente,
Juliano Borghetti

2 de dezembro de 2013
por esmael
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Em resposta a Gleisi, governo Richa jura que não “cochila” no expediente

O governador Beto Richa (PSDB) escalou, nesta segunda (2), o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) para responder a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), que hoje disse que o tucano perde recursos por que “cochila” no governo (clique aqui para relembrar).

Em uma resposta técnica, evitando o confronto direto, Richa jura que não “cochila” de jeito nenhum. O IAP informa que o Paraná se inscreveu, sim, em um edital do Cadastro Ambiental Rural (CAR) pleiteando R$ 1,2 milhão e noutro, que, segundo o órgão, prioriza somente os Biomas da Amazônia.

Neste final de semana, Gleisi e a colega do Ministério do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em Marechal Cândido Rondon, região Oeste do Paraná, desmentiram a versão de que outros estados !” como Pará e Tocantins !” foram privilegiados com mais recursos do CAR. Segundo as ministras, o governo Richa perdeu recursos porque não inscreveu o estado no em dois editais abertos pelo programa.

A seguir, leia a íntegra da nota do governo Beto Richa:

NOTA RESPOSTA

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP), órgão responsável pela implantação do CAR no Paraná, informa que enviou ao Ministério do Meio Ambiente o projeto para pleitear recursos para o CAR.

Em um dos editais disponibilizados pelo Ministério para o CAR, o Paraná enviou o seu projeto e aguarda o posicionamento do Ministério que, por sua vez, aguarda aprovação do Banco Mundial. Neste documento, o montante a ser financiado pleiteado pelo Estado é de R$ 1 milhão e 200 mil e o valor foi reduzido para cerca de R$ 450 mil. O montante deste recurso foi definido pelo próprio Ministério do Meio Ambiente e será custeado pelo Banco Mundial.

Como neste edital podiam ser contemplados somente áreas com Bioma Cerrado, foi possível inserir somente os municípios abrangidos por esse bioma no Paraná (7 dos 399 municípios).

As informações foram repassadas pelo próprio Ministério do Meio Ambiente durante a última Reunião Ordinária da Associação Brasileira de Entidades Ambientais (Abema), no dia 26 de novembro, em Brasília.

O outro edital gerenciado pelo Fundo Amazônia, prioriza tão somente os Biomas da Amazônia, Cerrado e Caatinga. Mesmo assim, o Estado do Paraná está pleiteando recursos em parceria com Simepar e demais ONGs do Estado.

Destaca-se que 98% do territ