30 de junho de 2015
por esmael
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CNJ reconduz Clayton Camargo ao Tribunal de Justiça do Paraná

Retorno de Clayton Camargo ao TJPR representa vitória do clã e do governador Beto Richa (PSDB) sobre o grupo de comunicação RPCTV/Gazeta do Povo.

Retorno de Clayton Camargo ao TJPR representa vitória do clã e do governador Beto Richa (PSDB) sobre o grupo de comunicação RPCTV/Gazeta do Povo.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reconduziu nesta terça-feira (30) o desembargador Clayton Camargo ao cargo no Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). Leia mais

24 de outubro de 2013
por esmael
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Denúncia de Welter abre crise no PT

Encorajado por setores do PT, deputado Elton Welter diz que reafirmará denúncias de "pressão" e "ameaça" ao CNJ; órgão investiga tráfico de influência do ex-presidente do TJ, Clayton Camargo, na eleição de seu filho, Fábio, ao Tribunal de Contas do Estado. (Fotos: Gazeta do Povo); militantes petistas, dentre os quais Tarso Violin Cabral, que obteve dois votos na disputa, mesmo com apoio do RPCTV, quer que Assembleia Legislativa realize nova eleição para conselheiro.

Encorajado por setores do PT, deputado Elton Welter diz que reafirmará denúncias de “pressão” e “ameaça” ao CNJ; órgão investiga tráfico de influência do ex-presidente do TJ, Clayton Camargo, na eleição de seu filho, Fábio, ao Tribunal de Contas do Estado. (Fotos: Gazeta do Povo); militantes petistas, dentre os quais Tarso Violin Cabral, que obteve dois votos na disputa, mesmo com apoio do RPCTV, quer que Assembleia Legislativa realize nova eleição para conselheiro.

O deputado estadual Elton Welter confirma que foi “pressionado” e “ameaçado” para votar no ex-deputado Fábio Camargo na eleição para conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Ele jura que ficou firme e votou em Plauto Miró (DEM), que perdeu o embate. Leia mais

10 de outubro de 2013
por esmael
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Nova eleição para o TCE está nas mãos de Rossoni, diz Gazeta do Povo

Jornal Gazeta do Povo, do grupo RPC, continua cruzada contra o ex-presidente do TJ-PR, Clayton Camargo, e seu filho, Fábio Camargo, eleito conselheiro do TCE em julho; na edição desta quinta, jornalão joga a batata quente nas mãos do presidente da Assembleia, Valdir Rossoni, sobre anulação da sessão e convocação de nova eleição para a vaga do ex-conselheiro Hermas Brandão; tucano Beto Richa nega denúncia de que houve troca de favor no processo eleitoral visando liberar R$ 2,1 bi para o Caixa Único (CU) do governo do estado.

Jornal Gazeta do Povo, do grupo RPC, continua cruzada contra o ex-presidente do TJ-PR, Clayton Camargo, e seu filho, Fábio Camargo, eleito conselheiro do TCE em julho; na edição desta quinta, jornalão joga a batata quente nas mãos do presidente da Assembleia, Valdir Rossoni, sobre anulação da sessão e convocação de nova eleição para a vaga do ex-conselheiro Hermas Brandão; tucano Beto Richa nega denúncia de que houve troca de favor no processo eleitoral visando liberar R$ 2,1 bi para o Caixa Único (CU) do governo do estado.

Caberá ao presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Valdir Rossoni (PSDB), a decisão política de anular a sessão que escolheu o ex-deputado Fábio Camargo para a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), em 15 de julho, ou aguardar o resultado da investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre o suposto tráfico de influência na votação. Esta é análise do jornal Gazeta do Povo, nesta quinta (10), em reportagem do jornalista José Marcos Lopes. Leia mais

8 de outubro de 2013
por esmael
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Em nota, Fábio Camargo nega tráfico de influência na eleição do Tribunal de Contas

O conselheiro Fábio Camargo, em nota pública, afirmou que está “tranquilo e confiante” no arquivamento das denúncias no Conselho Nacional de Justiça de tráfico de influência contra seu pai, desembargador Clayton Coutinho de Camargo, envolvendo sua eleição para o Tribunal de Contas do Estado.

A seguir, a íntegra da nota pública de Fábio Camargo:

Nota Pública sobre CNJ – Conselheiro Fabio Camargo!

Venho a público esclarecer que estou absolutamente tranquilo e confiante no arquivamento do procedimento instaurado ontem pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para apurar a infundada acusação de tráfico de influência contra o meu pai, desembargador Clayton Coutinho de Camargo, envolvendo minha eleição para o Tribunal de Contas do Estado do Paraná.

Não há que se falar em tráfico de influência numa eleição que poucas vezes se viu tão disputada, entre candidatos tão bem qualificados, tendo como resultado uma pequena diferença de votos.

Não há que se falar em tráfico de influência quando o governador Beto Richa declarou publicamente neutralidade na disputa, fato este divulgado no site oficial do Poder Executivo.

Não há que se falar em tráfico de influência quando o presidente do PT do Paraná, deputado àŠnio Verri, demonstrou à  imprensa que votou em mim na eleição para o TC acreditando na minha completa independência ao Poder Executivo.

Não há que se falar em tráfico de influência quando o presidente do maior partido de oposição ao governo votou em mim.

Não houve tráfico de influência!, como disse ontem o deputado Ademar Traiano (PSDB), líder do governo na Assembleia Legislativa, mostrando a independência dos p

8 de outubro de 2013
por esmael
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Assembleia poderá realizar nova eleição para o Tribunal de Contas. Plauto volta ao aquecimento

Deputado Plauto Miró (DEM), 1!º secretário da Assembleia, derrotado na disputa em julho pelo deputado Fábio Camargo, pelo placar de 27 votos a 22, avisa que já entrou no aquecimento! pela disputar de nova eleição para escolha de conselheiro do Tribunal de Contas; antes, porém, CNJ e STJ têm de comprovar que houve tráfico de influência! do pai do conselheiro, Clayton Camargo, ex-presidente e desembargador afastado do Tribunal de Justiça do Paraná.

Deputado Plauto Miró (DEM), 1!º secretário da Assembleia, derrotado na disputa em julho pelo deputado Fábio Camargo, pelo placar de 27 votos a 22, avisa que já entrou no aquecimento! pela disputar de nova eleição para escolha de conselheiro do Tribunal de Contas; antes, porém, CNJ e STJ têm de comprovar que houve tráfico de influência! do pai do conselheiro, Clayton Camargo, ex-presidente e desembargador afastado do Tribunal de Justiça do Paraná.

O corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Francisco Falcão, ao abrir Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar supostas irregularidades cometidas pelo ex-presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), Clayton Camargo, e afastá-lo cautelarmente da função de desembargador, também abordou o processo que pede providências sobre suposto tráfico de influência na eleição do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Leia mais

8 de outubro de 2013
por esmael
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Toffoli nega aposentadoria de ex-presidente do TJ-PR

Consultor Jurídico O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, manteve cassada a aposentadoria do desembargador Clayton Camargo, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Paraná. Sua aposentadoria havia sido pedida por motivo de saúde e chegou a ser aceita pelo à“rgão Especial do TJ paranaense. Liminar do corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, no entanto, suspendeu a decisão da corte e manteve o desembargador em seu posto.

Camargo é investigado em diligência da Corregedoria Nacional de Justiça por acusações de corrupção. Ele passou parte deste ano de licença médica. Quando voltou à s atividades, renunciou à  Presidência do TJ e o à“rgão Especial autorizou sua aposentadoria voluntária. Clayton afirma, porém, que o pedido já tramitava desde antes de surgirem as acusações de corrupção e a investigação pelo CNJ.

No mesmo dia em que teve seu pedido de aposentadoria aceito pelo TJ-PR, o Ministério Público Federal pediu ao ministro Falcão que suspendesse a decisão do à“rgão Especial paranaense. Alegou que o pedido era uma forma de o desembargador fugir das apurações administrativas postas em curso pela Corregedoria Nacional. O ministro Falcão aceitou o pedido. A decisão de abrir ou não processo investigativo contra o desembargador será tomada pelo Plenário do CNJ nesta terça-feira (8/10).

Para tentar revogar a decisão de Falcão e conseguir se aposentar, Clayton impetrou Mandado de Segurança, com pedido de liminar, no Supremo Tribunal Federal. Alegou que a decisão foi tomada de forma ilegal, já que não há processo disciplinar aberto contra ele, apenas diligências. Também afirmou que não foi ouvido antes, o que, segundo ele, violou o devido processo legal e, por fim, sustentou a decisão mostra-se inexequível!, pois sua aposentadoria já havia sido concedida pelo TJ do Paraná.

O ministro Dias Toffoli, relator, no entanto, refutou todos os argumentos. Ele afirmou que o ministro Falcão, como corregedor nacional, é o relator natural da matéria, que envolve atos praticados por juiz, conforme manda o Regimen

3 de outubro de 2013
por esmael
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Guilherme Gomes é o novo presidente do Tribunal de Justiça do Paraná

Em tarde de tempestade no Centro Cívico, em Curitiba, desembargador Guilherme Gomes é eleito presidente do Tribunal de Justiça do Paraná; ele vai substituir Clayton Camargo, que renunciou ao cargo semana passada.

Em tarde de tempestade no Centro Cívico, em Curitiba, desembargador Guilherme Gomes é eleito presidente do Tribunal de Justiça do Paraná; ele vai substituir Clayton Camargo, que renunciou ao cargo semana passada.

O desembargador Guilherme Luiz Gomes foi eleito na tarde desta quinta (3) o novo presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), que já foi empossado no cargo. Leia mais

24 de setembro de 2013
por esmael
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Veja essa: Clayton Camargo volta a presidir o Tribunal de Justiça do Paraná

com informações do blog Política em Debate.O desembargador Clayton Coutinho de Camargo reassumiu hoje a presidência do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). Ele decidiu retomar o cargo depois que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suspendeu seu pedido de aposentadoria, apresentado na segunda-feira (23), ao à“rgão Especial do tribunal. Com isso, fica suspensa também a renúncia de Camargo ao comando do Judiciário paranaense, e a eleição para escolher o novo presidente, inicialmente prevista para o próximo dia 3.

A Corregedoria geral do TJ-PR informou que diante da decisão do CNJ, todas as decisões do à“rgão Especial do tribunal resultantes do pedido de aposentadoria do desembargador ficaram sem efeito.

Aos 67 anos, Camargo apresentou o pedido de aposentadoria ao à“rgão Especial do TJ-PR na segunda-feira. Ele havia reassumido o posto na última sexta-feira (20), depois de ter se afastado da presidência do tribunal para tratamento médico. No último dia 12, ele foi submetido a uma angioplastia de desobstrução de artérias, com implante de três stents, depois de sofrer um infarto.

O desembargador foi eleito para a presidência do TJ-PR em novembro do ano passado, e assumiu o cargo em fevereiro, para um mandato de dois anos. Pelo regimento interno do tribunal, com a vacância da presidência, uma nova eleição deveria ser realizada em um prazo de dez dias.

No início da noite de ontem, porém, o Conselho Nacional de Justiça informou que o corregedor nacional de Justiça, Francisco Falcão, determinou por liminar, a pedido do Ministério Público Federal, a suspensão da tramitação do pedido de aposentadoria de Camargo. Segundo o CNJ, ele é alvo de sindicância que corre em segredo de Justiça. O MPF pediu a concessão de liminar para impedir a tramitação do pedido de aposentadoria até que o caso seja julgado pelo CNJ, o que deve ocorrer no próximo dia 8.

23 de setembro de 2013
por esmael
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CNJ suspende aposentadoria de presidente do TJ-PR

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suspendeu na noite desta segunda (23) pedido de aposentadoria do desembargador Clayton Camargo, presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). Ele renunciou ao cargo na tarde de hoje.

Segundo reportagem de Estelita Hass Carazzai, da Folha de S. Paulo, o plenário do CNJ deve definir no próximo mês se abre um processo administrativo disciplinar contra Camargo em razão das denúncias.

Clayton Camargo, que pediu a aposentadoria na tarde de hoje, está sendo investigado pelo órgão há cerca de dois anos, sob suspeita de tráfico de influência e venda de sentenças. Os processos correm em sigilo.

Na avaliação do Ministério Público Federal, que pediu a suspensão da aposentadoria, Camargo tentava fugir de uma eventual punição do CNJ ao antecipar sua aposentadoria. O corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, disse que os argumentos são “razoáveis”.

Camargo, 67, é presidente do TJ-PR desde fevereiro, e ficaria no posto até o final de 2014. Com a saída, ele deixa a função de desembargador três anos antes do limite para a aposentadoria compulsória.

O desembargador nega todas as acusações que pesam contra ele no CNJ. Diz que elas não têm embasamento e as atribui a “quadrilheiros” que querem destruir sua reputação. O Ministério Público do Paraná já arquivou as mesmas denúncias contra ele.

Segundo a assessoria do desembargador, o pedido de aposentadoria foi feito por “motivos de saúde”. Há duas semanas, Camargo sofreu um infarto. Ele foi submetido a uma angioplastia e reassumiu a presidência na última sexta-feira (20).

Camargo iria se aposentar com proventos integrais, de R$ 26 mil mensais. O entendimento do pleno do TJ-PR, que aprovou o pedido, foi que ele cumpriu todos os requisitos ne