28 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em “As universidades devem ficar reservadas para uma elite intelectual”, diz ministro da Educação

“As universidades devem ficar reservadas para uma elite intelectual”, diz ministro da Educação

O ministro da Educação, Ricardo Vélez, afirmou nesta segunda-feira (28), em entrevista ao Jornal Valor Econômico, que a “ideia de universidade para todos não existe”.  ... 

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16 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em João de Deus, Damares, Jesus na goiabeira e abuso sexual contra mulheres

João de Deus, Damares, Jesus na goiabeira e abuso sexual contra mulheres

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) afirma que o escândalo envolvendo o médium João de Deus,

preso neste domingo (16) ... 

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7 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Comissão da Câmara tentará votar hoje projeto “Escola sem Partido”

Comissão da Câmara tentará votar hoje projeto “Escola sem Partido”

O projeto “Escola Sem Partido” (PL 7180/14), também conhecido “Lei da Mordaça”, ameaça a liberdade de ensino no Brasil, como parte de um ataque mais amplo à educação pública. O alerta é de Heleno Araújo, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

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20 de outubro de 2015
por Esmael Morais
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Deputados da “bancada do camburão” querem instituir a mordaça nos professores do Paraná

mordaca

Um projeto de lei assinado por 13 deputados estaduais, da conhecida “bancada do camburão”, quer instituir a mordaça nas escolas proibindo os professores do Paraná de falarem sobre política, religião ou sexualidade nas salas de aula.

Sob a bandeira de uma pretensa neutralidade, o Projeto de Lei 748/2015, proíbe os educadores de emitirem opiniões, agredindo de forma absurda o princípio da liberdade intelectual conferido aos professores no exercício de sua profissão.

Os professores que descumprirem o que determina o PL, estarão sujeitos a punições previstas no estatuto dos servidores. Leia mais

24 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Em menos de 2 semanas, duas educadoras assassinadas pelos companheiros no Paraná

Profs_ViolenciaOs moradores da cidade de Pinhão, próxima a Guarapuava, saíram as ruas ontem (23) para combater a violência contra as mulheres. Foi uma homenagem à Maria Terezinha Leite, uma servidora pública do Estado assassinada pelo ex-namorado com golpes de faca no último dia 13 de julho.

Terezinha era servidora no Colégio Estadual Santo Antônio. Ela estava indo trabalhar pela manhã quando foi atacada. Participaram da manifestação, professores servidores e dirigentes da APP-Sindicato de Pinhão e Guarapuava, além de representantes do Sindicato dos Servidores Municipais de Guarapuava (Sisppmug), entre outros sindicatos e entidades.

Os manifestantes protestaram contra a exclusão do debate de gênero dos planos municipais e estadual de educação.

Na noite dessa quinta-feira (23) outro bárbaro crime semelhante em Pranchita, região Sudoeste do Paraná. A professora Eliani Ivete Lampert também foi morta a facadas pelo marido, que se suicidou em seguida. O casal deixa dois filhos gêmeos de 12 anos.

A APP-Sindicato

publicou uma nota em seu site ... 

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29 de junho de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Luiz Claudio Romanelli: O gênero na fogueira da inquisição

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“Nós, os de então, já não somos os mesmos.” – Pablo Neruda

Luiz Claudio Romanelli*

De repente o Brasil foi invadido por uma discussão sui-generis sobre uma tal “ideologia de gênero”, que pouca gente havia ouvido falar até duas semanas atrás. Agora subjacente a importante discussão do Plano Estadual de Educação, surgiu uma bobagem monumental como se os professores, que já tem tantos desafios e conflitos em sala de aula para resolver, estivessem sendo direcionados a ensinar para as nossas crianças e jovens, que as mesmas nascem assexuadas e poderão por elas mesmas escolher o sexo. De onde vem isso: da ignorância do fundamentalismo e da pouca vontade de procurar saber de onde surgem as lendas, bem como da praticidade de seguir a cartilha desenhada nacionalmente por radicais que surfam na ignorância.

O que sei é que deveríamos estar preocupados com que é fundamental nesse processo – quais são as políticas pedagógicas e de formação que vão nortear as ações da educação nos próximos 10 anos.

Ensinou-me o meu professor Diamantino, do Colégio Estadual Marcelino Champagnat, que o vocábulo gênero tem vários significados. O básico é o gramatical que se refere aos substantivos que são masculinos e femininos. Pode significar a diferença entre os homens e as mulheres. Pode ser usado como sinônimo de sexo e também na referência as diferenças sociais. Leia mais

23 de junho de 2015
por Esmael Morais
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Assista: “Cala a boca já morreu, quem manda na minha boca sou eu”

Professora Loren Reck Zanetti, do SAFEL, em Curitiba, conseguiu ontem fazer o presidente da Assembleia, Ademar Traiano, "descer do tamanco" pela terceira vez: "Cala a boca, menina!"; recomendou o tucano, que, nos últimos dias, se envolveu em pelo menos quatro entreveros com profissionais do magistério; abaixo, assista ao vídeo.

Professora Loren Reck Zanetti, do SAFEL, em Curitiba, conseguiu ontem fazer o presidente da Assembleia, Ademar Traiano, “descer do tamanco” pela terceira vez: “Cala a boca, menina!”; recomendou o tucano, que, nos últimos dias, se envolveu em pelo menos quatro entreveros com profissionais do magistério; abaixo, assista ao vídeo.

O presidente da Assembleia Legislativa e do PSDB do Paraná, deputado Ademar Traiano, voltou bater boca ontem (22) com as galerias durante discussão da “ideologia de gênero”, que era prevista no Plano Estadual de Educação (PEE), e votação do reajuste de 8,17% aos professores e servidores públicos do estado.

Pois bem, o tucano mandou a professora Loren Reck Zanetti “calar a boca”. Ela é do Colégio Estadual Santa Felicidade (SAFEL), em Curitiba.

“Cala boca, menina!”, disse Traiano, que recebeu de imediato protesto das galerias: “Machista, machista, machista!”. Ato contínuo, o parlamentar do PSDB disse que “retirava” a expressão “cala a boca”.

Assista ao vídeo

Lembrando-se do tempo em que era aluna no Colégio Cristóvão Colombo, em Jardim Alegre, Norte do Paraná, a hoje professora Loren deve ter recordado: “Cala a boca já morreu, quem manda na minha boca sou eu”.

Curioso é que Ademar Traiano tem se enrolado bastante com a turma do magistério. Contrariando a teoria de que ‘um raio não cai no mesmo lugar’, ontem ele teve o terceiro entrevero com a mesma professora.

A primeira ocorreu quando ele distribuiu uma foto à imprensa na qual ela tomava cafezinho em seu gabinete; a segunda, durante um protesto “solitário” contra o confisco da poupança previdenciária, nas galerias da Casa, que terminou na polícia.

Na semana passada, o deputado Traiano também se envolveu em uma quarta confusão com professoras.

Ele bateu a “charrete” de 700 paus em frente ao Colégio Lysímaco Ferreira da Costa ... 

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22 de junho de 2015
por Esmael Morais
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Atrás da polêmica da “ideologia de gênero”, Beto Richa pode reduzir orçamento da educação

O Plano Estadual de Educação que tem prazo até quinta-feira (25) para ser aprovado na Assembleia Legislativa do Paraná, sancionado e publicado pelo governador Beto Richa (PSDB), ainda apresenta questões polêmicas que vão da chamada “ideologia de gênero” ao percentual de verba no orçamento estadual.

Na última quarta-feira (17), o projeto recebeu 66 emendas de diversos deputados, por isso, volta hoje para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que fará uma sessão extraordinária para analisar estas emendas.

O deputado Péricles de Melo (PT) que integra a CCJ afirmou que pode pedir vistas na Comissão para que o projeto seja melhor discutido pelo menos até amanhã. Segundo ele, uma das divergências está no percentual de verba do orçamento a ser aplicado na educação. O projeto prevê 30%, mas hoje já estamos em 34%, o que daria margem para redução.

Outro problema apontado por Péricles é a equiparação dos professores com as demais carreiras de nível superior. Segundo o parlamentar, a luta é que a equiparação seja obrigatória, garantindo a isonomia aos professores.

Além dessas questões, deputados da “bancada evangélica” se manifestaram contrários ao que chamam de “ideologia de gênero” que seria a previsão de acolhimento à diversidade sexual, respeito às diferenças dos indivíduos LGBT, entre outras questões ligadas à sexualidade.

Segundo o deputado Professor Lemos (PT), grande parte das emendas apresentadas são consensuais e tratam de situações já existentes na prática, como a diversidade das escolas rurais, indígenas e quilombolas, entre outras situações. Sobre as questões de gênero e diversidade sexual, o deputado afirmou que a comissão de educação procurou avançar no texto buscando o consenso onde fosse possível.

Para Lemos, há falta de compreensão sobre o a importância e o significado do Plano Estadual e dos Planos Municipais de Educação. Há pessoas que são desinformadas e combatem questões de maneira cega, sem ao mesmo ler o plano. Há casos de municípios em que vereadores queriam suprimir o termo “gênero” até quando se tratava de gênero textual ou literário. “Um debate sobre educação não pode ser tão rasteiro”, completou.

O líder do governo na Assembleia, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), afirmou ao Blog do Esmael, sobre a polêmica das questões de gênero, que é preciso superar os fundamentalismos e conviver com a realidade Leia mais