28 de julho de 2015
por Esmael Morais
23 Comentários

Nesta quarta, professores protestam pelos 3 meses do massacre e 50 anos de Richa

aniversarioO governador Beto Richa (PSDB) completa 50 anos nesta quarta-feira, dia 29, coincidindo com a passagem de três meses desde o massacre contra os professores e servidores do estado promovido por ele e sua equipe para garantir o confisco da previdência do funcionalismo. ... 

Leia mais

22 de julho de 2015
por Esmael Morais
21 Comentários

Sindicatos protocolam Ação no STF contra confisco de Beto Richa na previdência dos servidores

adinEntidades sindicais ligadas à educação e servidores protocolaram nesta terça-feira (21), em Brasília, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o confisco do fundo da previdência dos servidores públicos estaduais promovida pelo governador Beto Richa (PSDB) e aprovada pela bancada governista na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

A Ação é patrocinada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e assinada por 8 sindicatos de servidores estaduais: APP-Sindicato, Sindijus/PR, Sindiprol/Aduel, Sindisaude, Sinteemar, Sinteoeste, Sintestpo e Sindiseab; e tem por objetivo que seja declarada a inconstitucionalidade da Lei 18469 de 30 de Abril de 2015, que possibilitou o confisco da previdência dos servidores pelo governador Beto Richa (PSDB).

A lei estadual foi motivo de forte mobilização dos servidores, com várias categorias fazendo greve, tentando barrar o confisco. Para garantir a votação da proposta na Assembleia, o governo do estado lançou mão de força desproporcional contra professores e servidores, no evento que ficou conhecido como o “Massacre do Centro Cívico” em que cerca de 250 servidores ficaram feridos por balas de borracha, cassetetes e bombas lançadas pela Polícia Militar. Leia mais

24 de julho de 2014
por Esmael Morais
5 Comentários

Richa “enrola” para fugir de compromisso com plano de cargos, dizem servidores das universidades

O Governo do Estado usou o tempo e a legislação eleitoral para não apresentar uma contraproposta de PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) dos agentes universitários do Paraná. A opinião é de dirigentes sindicais das IEES (Instituições Estaduais de Ensino Superior), após várias reuniões entre sindicatos e representantes do Governo, com estudo minucioso da proposta de alteração da carreira da categoria, sem que tenha sido apresentada nenhuma contraproposta para a carreira dos servidores.

A SETI (Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior) chegou a instituir um GT (Grupo de Trabalho) em março para fazer os ajustes necessários à  proposta original dos sindicatos. O grupo foi composto por técnicos da SETI, representantes dos Recursos Humanos e sindicatos. No dia 13 de maio, o secretário da SETI, João Carlos Gomes, reuniu-se com os sindicatos e comprometeu-se em negociar a proposta com as demais secretarias do Estado. Já a secretária da SEAP, Dinorah Nogara, comprometeu-se em analisar a proposta e dar uma resposta à  categoria.

Diante desta situação, o Sinteoeste (Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos do Ensino Superior do Oeste do Paraná) solicitou que as Secretarias analisassem a proposta e apresentassem uma contraproposta que atendesse os itens possíveis e estabelecessem, na própria minuta de Lei, um cronograma de implantação das demais reivindicações.

Os sindicatos das IEES tentaram, durante todo o mês de junho, obter uma resposta do Governo. O secretário João Carlos Gomes reuniu-se com os sindicatos somente no dia 02 de julho. Nesse dia, a SETI nos informou que havia uma minuta de Lei proposta pela SETI e SEAP, mas o conteúdo desta minuta não foi apresentado. “O Governo poderia ter apresentado uma contraproposta de alteração do PCCS dos Agentes Universitários até o dia 05 de julho, mas, para nosso descontentamento, a contraproposta não ocorreu”, comenta Gracy Kelly Bourscheid, presidente do Sinteoeste.

Legislação eleitoral

Devido à s eleições deste ano e, segundo a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), os governantes estão proibidos de atos que provoquem novos gastos com despesas de pessoal nos 180 dias que antecedem o término da legislatura. “Diante diss Leia mais