19 de abril de 2018
por esmael
Comentários desativados em Raúl Castro: ‘Lula está submetido à prisão política para não participar das eleições’

Raúl Castro: ‘Lula está submetido à prisão política para não participar das eleições’

O presidente de Cuba Raúl Castro, em seu discurso de transmissão de cargo, afirmou nesta quinta (19) que o ex-presidente Lula foi submetido a prisão política para que não participe das eleições presidenciais de outubro. O petista é líder em todas as pesquisas de opinião. Leia mais

19 de abril de 2018
por esmael
Comentários desativados em Barack Obama poderá visitar Lula, “o cara”, na PF de Curitiba

Barack Obama poderá visitar Lula, “o cara”, na PF de Curitiba

Aliados do PT nos Estados Unidos, como o linguista Noam Chomsky, articulam a visita do ex-presidente norte-americano Barack Obama para o homólogo brasileiro, Lula, preso politicamente na Polícia Federal de Curitiba. Leia mais

13 de março de 2018
por esmael
Comentários desativados em Em defesa da justiça, da democracia e de Lula

Em defesa da justiça, da democracia e de Lula

O deputado Enio Verri (PT-PR) descreve o script golpista para os próximos dias. “A julgar pelo cumprimento do roteiro para manter o País como uma gigantesca colônia agrícola, Lula deverá ser preso, e o tribunal de exceção que o persegue fará de tudo para impedir a sua candidatura.” O parlamentar insiste na “desobediência já” em relação à prisão do líder petista. Leia mais

9 de agosto de 2016
por esmael
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Começa o velório do golpe [e de Temer] no Senado; acompanhe ao vivo

O plenário do Senado começa a decidir nesta terça (9) se a presidente eleita Dilma Rousseff vai a julgamento por “crimes de responsabilidade” mesmo que ela não tenha cometido crime algum, conforme o Ministério Público Federal. É o início do velório do golpe de Estado.

8 de agosto de 2016
por esmael
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Plebiscito, já: Estados Unidos cogitam se posicionar contra o golpe no Brasil

Sanders_Obama_GolpeO ex-presidenciável e senador Bernie Sanders condenou nesta segunda (8) o golpe de Estado no Brasil. Em comunicado, o ex-rival de Hillary Clinton no Partido Democrata exortou o governo dos Estados Unidos a “tomarem uma posição definitiva contra os esforços para remover a presidente democraticamente eleita do Brasil, Dilma Rousseff“.

21 de março de 2016
por admin
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Coluna da Gleisi Hoffmann: Obama foi pra Cuba; aqui o golpe

Gleisi Hoffmann*

Fiquei emocionada ao ver a chegada do presidente Barack Obama a Cuba, uma visita histórica que sela a reaproximação dos EUA com a Ilha revolucionária de Fidel Castro. Poucos acreditavam que isso seria possível, mas a determinação de um presidente americano negro, de um papa progressista e das reformas econômicas em Cuba, estão possibilitando-nos vivenciar esse pedaço da história tão importante para a democracia, autodeterminação dos povos e respeito entre Nações.

É importante registrar que a última visita de um presidente norte americano a Cuba foi em 1928!

Ao mesmo tempo a emoção fica embaçada, ao assistir, no nosso país, o maior da América Latina e que na história recente saiu de uma ditadura militar, uma crise política destinada a justificar um duro golpe nas regras democráticas e na nossa Constituição, a Constituição Cidadã, de 1988. O que faz isso acontecer? O ódio proliferar? Junto com essa gana em tirar uma presidenta legitimamente eleita pelo voto popular?

Desconstruir a imagem do maior líder popular que o Brasil já teve?

Muitos correrão a dizer que é a corrupção, praticada sem precedentes nestes governos do PT e liderada pessoalmente por Lula (o líder operário, que venceu todas as barreiras, se tornou presidente do Brasil e proporcionou a maior revolução econômico-social de nossa história).

Já escrevi sobre isso neste espaço. A corrupção é um problema global que afeta todos os países do mundo. Isso não é justificativa, é constatação. Relatório divulgado pela Comissão Europeia, em fevereiro de 2014, conclui que a corrupção atinge todos os seus 28 países memb

30 de dezembro de 2015
por esmael
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Obama copia Dilma e “pedala” com 75% de reprovação. Sem impeachment

dilma_obamaO presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assim como sua homóloga brasileira Dilma Rousseff, tem reprovação batendo na casa dos 75% entre os norte-americanos. Entretanto, lá, diferente daqui, não há pedido de impeachment nem tentativa de golpe.

As semelhanças entre Dilma e Obama não sustam por aí. O presidente estadunidense, para utilizar a ginástica golpista dos coxinhas, também “pedalou” gostou em 2015: o limite autorizado para a dívida pública dos Estados Unidos é de US$ 18,112 trilhões, mas, em outubro passado, o montante já chegava a US$ 18,165 trilhões.

Os coxinhas brasileiros partiram para cima de Dilma primeiro porque são machistas (não admitem ser governador por uma mulher). Segundo, devido à tradição golpista da burguesia nacional.

A seguir, leia matéria na Agência Brasil sobre a reprovação de Obama nas pesquisas:

20 de dezembro de 2014
por esmael
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Lula sobre EUA e Cuba: “Não tinha mais razão, era picuinha”; assista ao vídeo

do Brasil 247
lula_fidelNão havia mais razões para que Estados Unidos e Cuba continuassem distantes diplomaticamente, avalia o ex-presidente Lula em um vídeo publicado na noite desta sexta-feira 19 em sua página no Facebook. Ele lembra como os governantes da América Latina trabalharam “incansavelmente para que houvesse o reatamento das relações e o fim do embargo” com a ilha. “Eu pessoalmente conversei com o [ex-presidente americano George] Bush, conversamos com o [presidente Barack] Obama. E não havia mais nenhuma razão, não existia mais explicação econômica, política, não existia mais nada. Era apenas uma coisa chamada picuinha”, diz o petista.

17 de dezembro de 2014
por esmael
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Após 53 anos, EUA e Cuba anunciam conversas para ‘normalizar’ relações diplomáticas

do Opera Mundi
Os presidentes dos EUA, Barack Obama, e de Cuba, Raúl Castro, anunciaram nesta quarta-feira (17/12) as maiores mudanças nas relações entre os dois países desde a imposição do embargo norte-americano à  ilha em 1961. Entre as medidas, estão o início das conversas para a normalização das relações diplomáticas, a flexibilização do bloqueio econômico e a libertação, por parte dos cubanos, de 53 presos políticos.

Ainda nesta quarta, Washington e Havana trocaram prisioneiros: enquanto Cuba libertou o norte-americano Alan Gross, que cumpria pena de 15 anos na ilha por espionagem, Washington soltou também os últimos três dos Cinco Cubanos presos nos EUA, também acusados de espionagem.

As negociações entre os dois países começaram há cerca de 18 meses, no Canadá, e incentivadas pelo papa Francisco. Obama e Castro conversaram na manhã desta quarta pelo telefone !“ a primeira vez que mandatários dos países o fizeram desde o embargo !“ e selaram o acordo para a libertação dos prisioneiros.
As medidas anunciadas pelos dois governos incluem:

Diplomacia:

!· Secretário de Estado norte-americano, John Kerry, foi instruído para retomar imediatamente os diálogos com Cuba para reatar relações diplomáticas, interrompidas em janeiro de 1961

!· Reabrir embaixada norte-americana em Havana para “trocas de alto nível”

!· Manter diálogos com Cuba sobre: imigração, direitos humanos, combate à s drogas

!· EUA participarão da reunião da Cúpula das Américas em 2015, evento diplomático da OEA (Organização dos Estados Americanos) para o qual Cuba recebeu convite expresso do Panamá

!· EUA revisarão inclusão de Cuba na lista de países que promovem terrorismo, status que a ilha acumula desde 1982

Viagens:

!· Flexibilização das restrições a viagens entre os países: mais vistos serão disponibilizados a famílias, funcionários de governos, jornalistas, pesquisadores, grupos religiosos, ativistas humanitários e outros
Economia:

!· Mudanças nas políticas econômicas dos departamentos do Tesouro e Comércio com relação a Cuba

!· A permissão para o envio trimestral de remessas financeiras de indivíduos nos EUA para Cuba serão ampliadas de US$ 500 para US$ 2 mil

!· Mais produtos dos EUA receberão autorização para serem exportados para Cuba, como material de construção civil e equipamentos de agricultura

!· Cidadãos norte-americanos poderão obter licença para importar bens no valor de até US$ 400, mas não mais do que US$ 100 em bebidas alcóolicas e tabaco

!· Empresas dos EUA terão permissão para abrir contas em instituições financeiras cubana

!· Cartões de crédito e débito de bandeiras norte-americanas poderão ser usados por estrangeiros em Cuba

!· Empresas de telecomunicações e internet dos EUA deverão ter mais liberdade para operar na ilha e poderão construir estruturas para intercambiar informação entre Cuba e EUA

Castro

Os discursos de Castro e de Obama foram quase simultâneos.

O cubano ressaltou a importância da retomada nas r

26 de novembro de 2014
por esmael
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Em 2!º dia de protestos por morte em Ferguson, multidão vai à s ruas em 170 cidades dos EUA

via! Opera Mundi

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No segundo dia de manifestações nos Estados Unidos por conta da morte do jovem negro Michael Brown em Ferguson, os protestos se estenderam nesta quarta-feira (26/11) para mais de 170 cidades espalhadas em 37 estados do país.

Milhares de pessoas foram à s ruas interditando estradas e pontes para pedir justiça, após o Judiciário norte-americano decidir não indiciar o policial Darren Wilson, responsável pelos seis disparos que mataram Michael Brown, desarmado, no mês de agosto.

Na cidade de Ferguson, no estado do Missouri, as forças de segurança locais usaram bombas de gás lacrimogêneo contra a multidão que protestava. O levante de manifestações registrou, em alguns casos, episódios de maior violência: uma viatura da polícia foi incendiada nesta segunda noite de protestos, por exemplo.

No total, a Guarda Nacional, destacada para patrulhar a região, enviou 2 mil efetivos a Ferguson. Embora a polícia local descreva a madrugada desta quarta como “muito mais tranquila”, 44 pesssoas foram detidas pelas autoridades.

Ao redor do país, Washington, Nova York, Los Angeles, Atlanta, Boston, Filadélfia, Oakland e Seattle foram as cidades onde aconteceram as maiores concentrações, que se desenvolveram de forma majoritariamente pacífica, salvo por alguns incidentes isolados e detenções.

27 de maio de 2014
por esmael
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Lula, o cara, é homenageado com estátua nos EUA. Falta uma no Brasil?

Do MudaMais, via Brasil 247
Passando ao largo do mar de complexo de vira-lata em que a oposição quer mergulhar o Brasil (mas não consegue), exposição no National Mall apresenta estátua de bronze do ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. A escultura faz parte da exposição “A América nos olhos de Yuan Xikun”.

O artista chinês celebra diversas culturas através da história, destacando figuras das Américas. Yuan Xikun é reconhecido internacionalmente por sua habilidade em retratar figuras políticas de destaque.

De acordo com a divulgação da exposição, as pessoas retratadas foram escolhidas entre aqueles que deram contribuições extraordinárias para a sociedade. São elas: Abraham Lincoln (Estados Unidos), Simón Bolívar (Venezuela), Eloy Alfaro (Equador), Tupac Amarú (Peru), Lula da Silva (Brasil), Juan Pablo Duarte (República Dominicana), Tupac Katari (Bolívia), Juana Azurduy (Bolívia), Andreo De Santa Cruz (Bolívia), Gabriel García Márquez (Colombia), Jose Martí (Cuba) e !ªJosé de San Martín!¬ (Argentina).

O National Mall fica ao lado da Casa Branca, em Washington, DC, capital dos Estados Unidos, e é um jardim onde são homenageados os ex-presidentes do país. Em torno do National Mall estão diversos museus, como o Art Museum of the Americas (link is external) e é no jardim deste museu que se encontra a exposição de Yuan Xikun.

Como já disse o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama: Lula é o cara.

10 de dezembro de 2013
por esmael
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Aperto de mão histórico entre Castro e Obama sob a bênção de Mandela

do Brasil 247
Após mais de meio século de relações cortadas e embargo comercial, iniciado em 1962, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, cumprimentou nesta terça-feira o presidente de Cuba, Raúl Castro, durante cerimônia em homenagem ao pacificador Nelson Mandela, no estádio Soccer City, em Johanesburgo, àfrica do Sul.

Desde então, os dois chefes de Estado só tinham se encontrado na Assembleia-Geral da ONU, onde não têm o hábito de se cumprimentar. O simbolismo do gesto, presenciado pela presidente Dilma Rousseff, significa a compreensão entre contrários. O lutador e líder sul-africano foi grande admirador da revolução cubana, sem nutrir ódio pelos norte-americanos.

O novo momento na relação entre os dois países pode ter sido iniciado no cumprimento entre Barack Obama e Raúl Castro e sob a bênção de Nelson Mandela. Hoje, Obama, primeiro presidente negro dos EUA, foi ovacionado pelos sul-africanos ao se levantar para discursar, assim como Raúl Castro, cujo irmão, Fidel, foi grande amigo de Mandela.

No início dos anos 1970, Cuba, sob o comando de Fidel Castro, enviou soldados e tanques para apoiar o exército de Angola na luta contra rebeldes. A revolução angolana venceu e, da prisão, Mandela escreveu carta registrando que, a partir daquele momento, a luta na àfrica do Sul havia obtido as condições para ser vitoriosa.

Leia abaixo reportagem da Reuters:

Obama e Raúl Castro trocam aperto de mãos no funeral de Mandela

Por Stella Mapenzauswa e David Dolan

JOHANESBURGO, 10 Dez (Reuters) – Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e de Cuba, Raúl Castro, trocaram um aperto de mãos nesta terça-feira durante a cerimônia póstuma em homenagem ao líder sul-africano Nelson Mandela, deixando de lado por alguns instantes um conflito que dura mais de meio século.

Seguindo o legado de conciliação deixado por Mandela, Raúl sorriu ao receber o cumprimento de Obama a caminho do palanque, onde o presidente norte-americano fez um inflamado discurso homenageando o primeiro presidente negro da àfrica do Sul, que morreu na quinta-feira, aos 95 anos.

Dançando e cantando, dezenas de milhares de pessoas suportaram uma chuva torrencial de várias horas no estádio Soccer City, em Johanesburgo, enquanto cerca de 90 dignitários mundiais lotavam o palanque.

A multidão vibrou quando Obama assumiu seu assento, num forte contraste com a vaia destinada ao presidente sul-africano, Jacob Zuma, um líder marcado por escândalos, cuja fraqueza ficou ainda mais visível nesta semana de comparações com Mandela.

O polêmico líder do vizinho Zimbábue, Robert Mugabe, também foi muito aplaudido.

A presidente Dilma Rousseff, um dos se

23 de setembro de 2013
por esmael
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Em Nova York, Dilma dá tom de lição a Obama na ONU

do Brasil 247 A presidente Dilma Rousseff chegou a Nova York na manhã desta segunda-feira 23 com uma confortável antecedência de 24 horas sobre seu pronunciamento de abertura da 68!º Assembleia Geral da ONU, na terça 24. Promete ser histórico. Não do ponto de vista ornamental, como simples sequência da tradição inaugurada em 1947, pela qual é o Brasil que abre os trabalhos, mas das verdades e consequências que esse pronunciamento pode exibir e provocar diante do chamado concerto das Nações. Dilma e o Brasil ficaram indignados com o episódio de espionagem americana cujo início, meio e fim ainda não se conhecem de todo. O Brasil quer agora a construção “de uma nova governança contra a invasão de privacidade”.

A denúncia do mau comportamento dos EUA de Barack Obama no principal palanque o mundo será, necessariamente, feita por Dilma. Isso já foi adiantado pelo Palácio do Planalto. Como tem acontecido, a presidente não irá tergiversar, como gostam de fazer muitos políticos, sobre o assunto principal. O que não se sabe, porém, é até que ponto ela pretende levar o seu discurso.

Dilma pode, se quiser, aplicar um verdadeiro sabão em Obama, o comandante em chefe da maior máquina de guerra e espionagem do mundo. Sob ordens dele, apesar de ter dito a Dilma que não sabia de nada mas que iria saber, os Estados Unidos violaram classicamente a privacidade da presidente do Brasil, do governo, da maior estatal do País e de milhões de cidadãos. Também se descobriu que outros países amigos, como o México, também havia sofrido o mesmo tipo de bisbilhotagem à  própria revelia. Um feito ao contrário sem precedentes. Uma c… internacional. Mais uma.

A presidente está no direito de exigir, com toda a veemência, que os americanos limpem a sujeira que fizeram. Diplomaticamente, isso já vai sendo feito, por meio dos movimentos anunciados, discretos e silenciosos, como convém, do chanceler Luís Alberto Figueiredo. Ele se reuniu longamente com autoridades americanas antes de a presidente cancelar a viagem de Estado que faria aos Estados Unidos, no próximo mês. Figueiredo será o principal conselheiro da presidente no tom do discurso que será pronunciado diante da ONU.

No ano passado, Dilma ocupou o mesmo palanque para dar continuidade ao que falara na assembleia anterior. O ponto central de Dilma, nas duas ocasiões, foi mostrar o exemplo de combate à  crise que vinha sendo praticado ao Brasil !“ de estímulo à  economia em lugar de patrocínio à  retração !“ e a importância do avanço e consolidação da multilateralidade para os destinos do mundo. Em ambos os tiros acertou na mosca.

A eleição, em maio, do diplomata brasileiro Roberto Azevêdo para a chefia da Organização Mundial do Comércio (OMC) já representou uma compreensão, na prática, do posicionamento disseminado por Dilma. No campo