13 de junho de 2018
por esmael
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“Moro privatizou o judiciário e socializou o dano de R$ 40 bi na Petrobras”, diz Reinaldo Azevedo

O jornalista Reinaldo Azevedo, da Folha e da Bandnews, afirmou nesta quarta (13) que o juiz Sérgio Moro “privatizou o judiciário” e socializou um “dano de R$ 40 bilhões” na Petrobras com todos os brasileiros. Leia mais

8 de junho de 2018
por esmael
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Bolsonaro é barriga de aluguel da lava jato

Se Lula é nome do PT, Bolsonaro é barriga de aluguel da lava jato, que também virou um partido político. Disso também não duvida o jornalista “liberal” Reinaldo Azevedo, colunista da Folha, que dedicou hoje (8) espaço para declinar que amplos setores do MPF e da PF apoiam Jair Bolsonaro para a Presidência da República. Leia mais

5 de junho de 2018
por esmael
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Reinaldo Azevedo, liberal de ocasião, defende controle de preços da Petrobras

O jornalista Reinaldo Azevedo, colunista da Folha e da Bandnews, “afrouxou a tanga” do liberalismo ao defender que o governo controle os preços dos combustíveis praticados pela Petrobras. Leia mais

25 de maio de 2018
por esmael
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Reinaldo Azevedo parte para a baixaria contra os caminhoneiros

O jornalista Reinaldo Azevedo, da Folha e da Bandnews, nesta sexta (25), partiu para a baixaria contra os caminhoneiros em greve contra os aumentos abusivos dos combustíveis. “O governo Temer é um dos mais injustiçados da história”, testemunhou. Leia mais

18 de maio de 2018
por esmael
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Reinaldo Azevedo puxa orelha de Moro por preferir caminho da champanhe

O jornalista Reinaldo Azevedo, da Folha, puxa a orelha do juiz Sérgio Moro pelo excesso de vaidade revelado no “rega-bofe” promovido por lobista em Nova Iorque, com patrocínio da Petrobras e banqueiros. Segundo o colunista, que não é petista, o magistrado preferiu o caminho fácil da champanhe ao confraternizar-se com a cachorrada do PSDB e do mercado financeiro. Leia mais

26 de abril de 2018
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“Barbosa é um Bolsonaro que fala alemão”, diz Reinaldo Azevedo

O jornalista Reinaldo Azevedo, da Folha, disse que o ex-ministro Joaquim Barbosa (PSB) é um Jair Bolsonaro (PSL) que sabe falar em alemão. Leia mais

16 de abril de 2018
por esmael
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O Datafolha foi uma tragédia para a direita, diz Reinaldo Azevedo

O jornalista Reinaldo Azevedo, que se intitula liberal, avalia que a pesquisa Datafolha foi uma tragédia para as forças conservadoras e de direita. Segundo ele, que é contra o PT, Lula tem condições de colocar “sua excelência o poste” no segundo turno. Leia mais

5 de fevereiro de 2018
por esmael
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Medo do ‘Tiririca dos Ricos’ une Alckmin a Temer na corrida presidencial de 2018

O dublê de apresentador e candidato da Globo, Luciano Huck, está incomodando bastante o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), a ponto de o tucano se submeter a segurar no “fio desencapado” chamado Michel Temer (PMDB), o homem mais odiado do planeta, segundo todas as pesquisas internacionais. Leia mais

3 de fevereiro de 2018
por esmael
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Luciano Huck quer multiplicar os Tiriricas

O jornalista Reinaldo Azevedo, da Folha, escreveu esta semana que o apresentador Luciano Huck (Globo) é um “Tiririca dos Ricos“. Partindo deste pressuposto, o homem da lata velha quer multiplicar o número de Tiriricas pelo país. Leia mais

1 de fevereiro de 2018
por esmael
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‘Huck é o Tiririca dos ricos’, diz Azevedo

O jornalista Reinaldo Azevedo, em seu blog, chamou o apresentador Luciano Huck (Globo) de ‘Tiririca dos ricos’ e afirmou ser o sonho de consumo da batalha petista. Segundo Azevedo, o povo achou que Tiririca poderia ser um bom deputado — e não foi. “A propósito: para a Previdência, ele quer o quê? O Brasil não é uma lata velha que pode ficar com aparência de nova, mediada por uma operação de merchandising”, disparou. Leia mais

15 de dezembro de 2017
por esmael
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Reinaldo Azevedo, da Folha, vê desespero do TRF-4 para ‘livrar a cara’ da lava jato

O jornalista Reinaldo Azevedo, colunista da Folha de S. Paulo, acredita que povo pode desmoralizar nas urnas as urdiduras tramadas nos corredores do MPF e da Justiça. “Não há explicação razoável para que o caso de Lula tramite com uma celeridade inédita, dados os padrões —atenção!— do próprio TRF-4”, escreve.

21 de julho de 2017
por esmael
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Moro criou a versão dissertativa do PowerPoint de Deltan Dallagnol, diz Reinaldo Azevedo

O jornalista Reinaldo Azevedo perdeu a paciência com os comedores de alfafa, por isso destrinchou a sentença do juiz Sérgio Moro a ponto de dizer que o magistrado da lava jato criou a versão dissertativa do PowerPoint de Deltan Dallagnol. Bingo!

27 de maio de 2017
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Advogado de Lula: Editorial de Veja chega com um ano de atraso

do Brasil 247

O advogado Cristiano Zanin Martins,da equipe da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que o editorial publicado pela revista Veja desta semana denunciando “estado policial” causado pela Lava Jato chegou “com um ano de atraso”.

26 de outubro de 2016
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Fascistas ameaçam membros do Conselho Tutelar em Londrina, após apologia de Veja

azevedo_escola_richaO jornalista Fábio Silveira, do blog Baixo Clero, registra nesta quarta (26) uma sinistra ameaça de fascistas, que, por meio de e-mail anônimo, prometem atacar membros do Conselho Tutelar em Londrina, Norte do Paraná.

20 de dezembro de 2013
por esmael
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Quem é a direita brasileira?

por Breno Altman, especial para o Brasil 247O sr. Reinaldo Azevedo, a quem injustamente referiu-se a ombudsman da Folha de S. Paulo como rottweiler do conservadorismo, continua a desmentir sua colega de redação. Qualquer comparação com uma raça canina tão forte e cheia de personalidade é realmente despropositada. Se o nobre animal lesse jornal, provavelmente se sentiria insultado. O colunista, tanto pelas posições que defende quanto por estilo, está mais para cachorrinho de madame.

Deu-nos mais uma prova, no dia 6 de dezembro, em artigo intitulado “Direita já!”, de qual é o seu pedigree. A ideia básica é que falta, no Brasil, uma força política que tenha competitividade eleitoral e, abraçando claramente valores de direita, faça oposição ao governo. Ou que acredite na hipótese de se tornar dominante exatamente por defender esses valores. Ainda mais longe vai o santarrão do conservadorismo: o PT provavelmente continuará a governar porque não seria possível “candidatura de oposição sem valores de oposição”.

O que Azevedo esconde do leitor, por ignorância ou má fé, são as razões pelas quais a direita brasileira atua disfarçada. Esse campo ideológico, afinal, esteve historicamente comprometido com a quebra da Constituição, o golpismo e a instituição de ditaduras. Seus valores de raiz são o autoritarismo, o racismo de índole escravocrata, o preconceito social, o falso moralismo e a submissão à s nações que mandam no mundo. Vamos combinar que não é fácil conquistar apoios com essa carranca.

Não é de hoje que direitistas recorrem a truques de maquiagem para não serem reconhecidos. A mais comum dessas prestidigitações tem sido a de se enrolar em supostas bandeiras democráticas para cometer malfeitos. Exemplo célebre é o golpe militar de 1964, quando bateram nas portas dos quartéis e empurraram o país para uma longa noite de terror, em nome da liberdade e da democracia.

A ditadura dos generais foi o desfecho idealizado pela “direita democrática”, depois que se viu sem chances de ganhar pelo voto e tomou o caminho da conspiração. O suicídio de Getúlio Vargas sustou a intentona por dez anos, mas os ídolos de Azevedo estavam à  espreita para dar o bote. As provas são abundantes: estão presentes não apenas nos discursos de personalidades da “direita democrática” de antanho, mas também nas páginas dos jornalões da época, que clamavam pela ruptura constitucional e a derrubada do presidente João Goulart.

Algumas dissidências desse setor, a bem da verdade, tentaram se reconciliar com o campo antiditadura, depois de largados na estrada pelos generais ou frustrados com sua truculência. A maioria dos azevedinhos daquele período histórico, no entanto, seguiu de braços dados com a tortura e a repressão. Eram ativistas ou simpatizantes do partido da morte. Batiam continência como braço civil de um sistema talhado para defender os interesses das grandes corporações, impedindo a organização dos trabalhadores e massacrando os partidos de esquerda.

O ocaso do regime militar trouxe-lhes isolamento e desgaste. A direita pró-golpe, mesmo transmutada em partidos que juravam compromisso com a democracia reestabelecida, não teve forças para forjar uma candidatura orgânica nas eleições presidenciais de 1989. Acabaram apoiando Fernando Collor, um aventureiro de viés bonapartista, para enfrentar o risco representado por Lula ou Brizola. O resto da história é conhecido.

Depois deste novo fracasso, as forças reacionárias ficaram desmoralizadas e sem chão. Trataram, em desabalada carreira, de aderir a algum pastiche que lhes permitisse sobrevida, afastando-se o quanto podiam da herança ditatorial que lhes marcava a carne. Viram-se forçadas a buscar, entre as correntes de trajetória democrática, uma costela a partir da qual pudessem se reinventar. Encontraram no PSDB, capturado pela burguesia rentista, o instrumento de sua modernização e o novo organizador do bloco conservador.

A mágica acabou, porém, quando o PT chegou ao Planalto, deslocando para a esquerda boa parte do eleitorado que antes era seduzido pelo conservadorismo. Esse foi o resultado da adoção de reformas que modificaram e universalizaram providências antes circunscritas a tímidas medidas compensatórias, como parte de um projeto que permitiu a ascensão econômico-social da maioria pobre do país. Tais conquistas tingiram de cores fúnebres, na memória popular, o modelo privatista e excludente sustentado pelo tucanato.

Enquanto a direita republicana tratava d

13 de dezembro de 2013
por esmael
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“Livro Bomba” de Tuma Filho vira tábua de salvação tucana no país

do Brasil 247
O livro “Assassinato de reputações – um crime de Estado”, lançado por Romeu Tuma Júnior, tem uma serventia política cada vez mais clara: impedir que peixes graúdos ligados a governos do PSDB sejam investigados pelo Supremo Tribunal Federal.

Ontem, o inquérito foi distribuído e caiu nas mãos da ministra Rosa Weber, que poderá transformar em réus três secretários de Geraldo Alckmin: Edson Aparecido, da Casa Civil, José Aníbal, de Energia, e Rodrigo Garcia, de Desenvolvimento Econômico, que foram citados por um ex-diretor da Siemens como beneficiários de propinas pagas pela multinacional alemã (leia mais aqui).

No entanto, o jogo de pressões contra Rosa, exercido por penas da imprensa ligadas ao PSDB, será intenso. E um dos instrumentos será o livro de Tuminha. à‰ o que faz hoje, mais uma vez, Reinaldo Azevedo !“ ontem ele já havia conectado a obra ao caso pela primeira vez (leia aqui).

Desta vez, ele é mais explícito e reproduz um trecho do livro que trata dos casos Siemens e Alstom, no post “Alckmin diz que investigação de cartel virou arma eleitoral. Ele tem razão. Leia trecho do livro de Tuma Júnior“. Em seguida, o trecho escrito por Tuminha:

Recordo-me bem de ainda ter avisado o ministro [Tarso Genro] de que a estratégia [de vazar informações contra os tucanos] poderia se revelar um tiro no pé, pois autoridades e integrantes do PT, dirigentes de órgãos e entidades, também foram corrompidos pelo esquema Alstom e Siemens. O tempo e profundas investigações, se feitas de forma séria e independente, mostrarão que eu tinha razão.

O que ninguém explorou, até agora, é que no caso Siemens, se a investigação for despolitizada, séria e profunda !“ o que acho difícil, pois já começou assim, objetivando apenas o vazamento !“ figurões do PT também serão pilhados na distribuição de propina; nesse caso, sai do trilho e vai para a luz, ou seja: o setor elétrico. De todo modo, que tem coelho nesse mato tem. Só não atiraram antes porque eu desarmei o caçador à  época.

As últimas notícias que dão conta de um suposto pagamento de propina a políticos tucanos e aliados no caso Siemens têm todas as características dos famosos dossiês que o Planalto tentava emplacar na minha administração. Novamente, parecem seguir o mesmo percurso: saem do Planalto, vão ao MJ, chegam na PF e aparecem na capa dos jornais. Outra vez, como me disse o Abramovay, o DNA de um Carvalho, como mandante, deverá surgir, mesmo com as tentativas de blindagem. à‰ o Estado policial em plena ação, instrumentalizando as instituições, e mais preocupado em assassinar reputações do que em apurar os fatos.!

Detalhe: o livro de Tuma Júnior estava pronto em maio deste ano. Seria lançado “nas próximas semanas”. Naquele tempo, foi alvo de um post do mesmo Reinaldo Azevedo, bem mais discreto (leia aqui). Só agora, ao se transformar em tábua de salvação para políticos do PSDB é que a obra se transformou em “livro bomba”.