OAB sai da toca para anunciar ação contra mandados coletivos na intervenção no Rio

Alckmin leva invertida de PM nas redes sociais

Jorge Bernardi: “Ai meu Deus, se deu mal, foi preso em Curitiba o Japonês da Federal”

jorge_bernardi_prisoes_japones_da_federalJorge Bernardi (REDE), em sua coluna deste sábado (11), afirma que o pedido de prisão dos peemedebistas José Sarney, Renan Calheiros, Romero Jucá e Eduardo Cunha geraram uma “expectativa positiva” no país. Entretanto, observa o colunista, todos eles continuam livres, leves e soltos. Bernardi diz que a única notícia que se concretizou foi a prisão do Japonês da Federal, o agente Newton Ishii, que teve a marchinha de carnaval que o homenageava atualizada para: “Ai meu Deus, se deu mal, foi preso em Curitiba o Japonês da Federal”. Leia, ouça, comente e compartilhe abaixo a íntegra do texto:

Temer e mídia bandida fazem ‘operação abafa’ contra pedido de Janot

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O interino Michel Temer lançou uma ofensiva midiática para impedir que a cúpula do PMDB vá para a cadeia. Estão no bico do corvo os senadores Renan Calheiros (AL), presidente do Senado; Romero Jucá (RR), ex-ministro do Planejamento; o ex-presidente da República, José Sarney (AP), e Eduardo Cunha (RJ), presidente afastado da Câmara. Ou seja, “tutti buona gente…”.

Coluna do Marcelo Belinati: Prisões do senador e do banqueiro, o País está mudando?

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Em sua coluna desta sexta-feira, o deputado federal Marcelo Belinati (PP) comenta as prisões do senador Delcídio Amaral (PT) e do banqueiro André Esteves. Segundo Marcelo, essas prisões são marcantes pois superam a máxima de que cadeia no Brasil é só para os pobres. Para ele, a ação da justiça no combate à corrupção está trazendo esperança de que um novo país está surgindo. Leia, ouça, comente e compartilhe.

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Marcelo Belinati*

Desde pequeno (hoje tenho 44 anos), ouço a frase que no Brasil só os mais pobres vão para a cadeia.

Sem querer entrar no mérito da culpabilidade ou não do Senador Delcídio Amaral e do Banqueiro André Esteves, já que todos têm direito a ampla defesa e também não tenho acesso a todos os fatos que motivaram essa decisão judicial, entendo que a partir dessa decisão estabeleceu-se um marco histórico.

Desde a redemocratização do país, em 1985, é a primeira vez que um Senador, no exercício efetivo do mandato, vai preso. Um Banqueiro, então, é uma coisa quase que impensável, dado o seu poderio econômico e político.

O fato é que o cidadão brasileiro, a dona de casa, o trabalhador, o comerciante, o profissional liberal, o aposentado, os pequenos e médios industriais, a sociedade como um todo, sente com toda razão, um misto de indignação e revolta com o estado atual de coisas que estão acontecendo em nosso país.

Não é piada pronta: Prisão de chefes de fiscalização da Receita aumentou arrecadação no Paraná

Privatizações de Beto Richa vão acabar em prisões, alertam servidores

Entidades que representam mais de 200 mil servidores públicos do Paraná, em Nota Pública, denunciam escandalosa privatização de todos os serviços essenciais à  sociedade paranaense no apagar das luzes! de 2013, sem debates; documento emitido nesta sexta (13) alerta governo tucano que, em Londrina, a privatização terminou na polícia com prisões de gestores da prefeitura local; quem avisa amigo é?
Entidades que representam mais de 200 mil servidores públicos do Paraná, em Nota Pública, denunciam escandalosa privatização de todos os serviços essenciais à  sociedade paranaense no apagar das luzes! de 2013, sem debates; documento emitido nesta sexta (13) alerta governo tucano que, em Londrina, a privatização terminou na polícia com prisões de gestores da prefeitura local; quem avisa amigo é?
O Fórum das Entidades Sindicais de Servidores Públicos Estaduais, que reúne 16 organizações, nesta sexta (13), emitiu “Nota Pública” denunciando o governador Beto Richa (PSDB) de privatizar serviços essenciais à  sociedade paranaenses, tais como a saúde, no “apagar das luzes” de 2013.

O documento diz que o governo agoniza financeiramente e que a proposta tucana é criar fundações visando a precarização dos trabalhadores nas áreas de Cultura, Turismo, Desporto, Comunicação Social, Assistência Social e Ciência e Tecnologia.

O Fórum, coordenado pela APP-Sindicato, recorda que a privatização dos serviços públicos em Londrina, Norte do estado, terminou na polícia com prisões efetuadas pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

“Por isto o FES pede aos parlamentares que deixem esse assunto para o próximo ano”, apela a organização que representa mais de 200 mil servidores públicos paranaenses.

Abaixo, leia o documento do Fórum das Entidades Sindicais: