20 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Garganta Profunda de Londrina: Beto Richa comemora o ‘Dia do Amigo’

richa_dia_do_amigoO governador Beto Richa (PSDB) não deixou passar em branco o “Dia do Amigo”, nesta segunda-feira (20). Recebeu alguns em Palácio Iguaçu, outros não, como se era de esperar. ... 

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20 de julho de 2015
por Esmael Morais
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88% querem a saída de Cunha da presidência da Câmara, diz enquete

cunha_enquete_requiaoO senador Roberto Requião (PMDB-PR) virou uma espécie de “muso” contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a quem compara ao governador paranaense Beto Richa (PSDB)... 

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20 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Que fase! Richa chega ao esgoto

Saudoso Noviski, em suas charges, constantemente denunciava crimes ambientais cometidos pela Sanepar; Beto Richa vai inaugurar, nesta terça (21), estação de tratamento de esgoto em Ponta Grossa; educadores promete protesto durante a presença do tucano no município dos Campos Gerais.

Saudoso Noviski, em suas charges, constantemente denunciava crimes ambientais cometidos pela Sanepar; Beto Richa vai inaugurar, nesta terça (21), estação de tratamento de esgoto em Ponta Grossa; educadores promete protesto durante a presença do tucano no município dos Campos Gerais.

O governador Beto Richa (PSDB), literalmente, chegará amanhã cedo ao esgoto. ... 

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20 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Bandeira de Cuba socialista volta tremular nos EUA; agora, chanceler pede fim de embargo contra ilha

via Opera Mundi
Poucos momentos após a bandeira cubana ser hasteada na embaixada da ilha em Washington, o chanceler cubano, Bruno Rodríguez Parilla, fez declarações nesta segunda-feira (20/07) na cerimônia oficial da histórica reaproximação diplomática bilateral após mais de meio século de ruptura.

“A bandeira que honramos na entrada desta sala é a mesma que foi hasteada aqui em 54 anos”, declarou Parilla, explicando que ela foi conservada silenciosamente sob custódia de uma família na Flórida.

O ministro das Relações Exteriores cubano também chamou atenção para demandas históricas essenciais para o restabelecimento de relações diplomáticas bilaterais em sua totalidade.

Para isso, o chanceler destaca que a vontade do governo cubano a uma normalização depende também do levantamento do embargo econômico, do fim da ocupação militar em Guantánamo e do respeito à soberania da ilha.

Segundo Parilla, essa nova etapa diplomática só aconteceu graças ao papel do líder da Revolução Cubana, Fidel Castro. Entretanto, ressaltou o auxílio do atual presidente, Raúl Castro.

Durante ao hasteamento de bandeira, que teve a presença de diversas autoridades, entre congressistas norte-americanos e diplomatas cubanos, um grupo de pessoas assistiu ao ato do lado de fora. Palavras de ordem divergentes, como “viva Cuba, viva Fidel” e “Cuba sim, Castro não” eram escutadas da sede diplomática cubana. Não houve registro de confrontos.

Após presidir a cerimônia, Leia mais

20 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Primeiro-ministro de Portugal desmente O Globo e nega lobby de Lula

do Brasil 247, com Rede Brasil Atual
coelho_globo_lulaO primeiro-ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, desmentiu nesta segunda-feira 20 matéria do jornal O Globo, publicada ontem (19) sobre suposto lobby do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em favor da construtora Odebrecht. “O ex-presidente Lula da Silva não me veio meter nenhuma cunha para nenhuma empresa brasileira”, afirmou o primeiro-ministro à imprensa portuguesa.

“Para ser uma coisa que toda a gente perceba direitinho, é assim. Não me veio dizer: há aqui uma empresa que eu gostava que o senhor, se pudesse, desse ali um jeitinho. Isso não aconteceu. E nem aconteceria, estou eu convencido, nem da parte dele, nem da minha parte”, afirmou também o primeiro-ministro português. A expressão “meter uma cunha” a que Coelho se refere significa em Portugal “fazer lobby”. Leia mais

20 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Marcelo Odebrecht, maior empresário do País, é indiciado por corrupção

do Brasil 247
Odebrecht_MoroO executivo Marcelo Bahia Odebrecht, presidente do maior grupo empresarial do País, foi formalmente indiciado pela Polícia Federal pelos crimes de fraude a licitação, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, crime contra a ordem econômica e organização criminosa.

Caso venha a ser condenado pelo juiz Sergio Moro, Odebrecht pode pegar vários anos de prisão. Nesta segunda-feira, Moro condenou a 15 anos de prisão vários dirigentes da Camargo Corrêa, outra gigante da construção e as penas só foram atenuadas para os executivos que fizeram acordos de delação premiada. Leia mais

20 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Beto Richa será “recepcionado” nesta terça-feira por manifestação de professores em Ponta Grossa

pontagrossaO governador Beto Richa (PSDB) e o presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Mounir Chaowiche, estarão em Ponta Grossa nesta terça-feira (21), às 10 horas, para inaugurar reformas em uma estação de tratamento de esgoto. ... 

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20 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Paulo Henrique Amorim: “Ah, se o PT tivesse um, um só Requião!”

O blogueiro e jornalista Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada, ressente a falta de um Requião no PT para enfrentar a velha mídia e o judiciário; "Ah, se o PT tivesse um só Requião!", reivindica PHA.

O blogueiro e jornalista Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada, ressente a falta de um Requião no PT para enfrentar a velha mídia e o judiciário; “Ah, se o PT tivesse um só Requião!”, reivindica PHA.

Não dar quórum a Dilma enquanto não trocar o diretor da PF em Curitiba!​ ... 

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20 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Indústria dos dossiês invade debate pré-eleitoral em todo o país

A blogueira e jornalista Laís Laíny, em seu blog, afirma que já teve início no país uma verdadeira indústria de dossiês contra políticos. Segundo ela, que utiliza o cenário do município de Cascavel, na região Oeste, como estudo de caso, “uma onda de denuncismo está se formando” no debate pré-eleições 2016 e a bola da vez é o deputado estadual Márcio Pacheco (PPL), pré-candidato à Prefeitura. Leia a íntegra da matéria:

Denúncia de “empresa fantasma” dá start à onda de denuncismo

Uma onda de denuncismo está se formando no cenário pré-eleitoral de Cascavel. Depois do caso envolvendo o assessor do deputado estadual Leonaldo Paranhos (PSC), a bola da vez é o deputado estadual Márcio Pacheco (PPL).

Tentando surfar nessa onda, o assessor do vereador Luiz Frare (PDT), Agnaldo Carvalho – que até poucos meses tinha um cargo na Secretaria de Esportes, foi até à emissora Catve e soltou a “bomba”: Pacheco estaria contratando serviço de locação de veículos de uma “empresa fantasma”, aberta em nome do apoiador da campanha de Pacheco, Claudinei Orben em dezembro de 2014, dias antes do deputado assumir o mandato na Assembleia Legislativa.

Armado com documentos, fotos e print de páginas do Facebook, Agnaldo mostrou que Pacheco contratou a empresa Block Rent a Car para aluguel de carros ao custo de R$ 7.950 por mês mas que no endereço citado funciona uma empresa de guincho e terraplanagem.

Um fato que, claramente, merece explicações visto que, aparentemente, trata-se de algo no mínimo imoral e que vai contra o discurso sempre usado por Pacheco desde quando ele era presidente da Câmara de Vereadores.

Porém, tão importante quanto conhecer a denúncia é saber quem denunciou.

Agnaldo Carvalho é bastante conhecido no meio político. Ex-assessor do vereador afastado Mario Seibert, Agnaldo foi nomeado como diretor da Secr Leia mais

20 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Richa copia modelo de comunicação de Fruet. Agora vai?

fruet_gov_richaOs internautas se surpreenderam ontem (19) à noite com a publicação, no Twitter oficial do governo do Paraná, um vídeo com a canção Stayin’ Alive, do Bee Gees, que fez sucesso há 38 anos. ... 

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20 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Coluna da Gleisi Hoffmann: O caminho é sempre em frente

Gleisi Hoffmann*

Essa é a principal mensagem do filme Suffragette, com a maravilhosa atriz Meryl Streep, que conta a história da luta das mulheres pelo voto na Inglaterra, no início do século 20. Não queremos destruir as leis, queremos fazer as leis, diziam elas ao defender o direito de votar e serem votadas.

Passaram-se tantos anos, conquistamos esse direito no Brasil, mas a presença da mulher no parlamento, na política, ainda é pequena. É difícil vencer barreiras, sair da zona de conforto, pensar e agir de forma diferente em um meio tradicional.

Foi uma luta, na comissão especial do Senado para a reforma política, passar a proposta de Emenda Constitucional determinando um número de cadeiras para as mulheres no parlamento. Conseguimos, a duras penas, garantir 10% para 2016, 12% para as eleições de 2018 e 16% para as de 2020.

Por que é tão difícil mudar as regras na política? Não conseguimos também aprovar a proibição do financiamento empresarial para as campanhas, origem dos males maiores que acometem nossa representação democrática.

A política e os políticos estão desacreditados. São denúncias, mentiras, programas falhos ou inexistentes. Muitas coisas são verdade, outras criadas e aumentadas por setores da mídia e do poder econômico que têm interesse de mudar o rumo das políticas públicas.

Enfrentaremos no Brasil uma tensão institucional de grande vulto nesta semana. O presidente da Câmara dos Deputados, um dos poderes da República, se declara de oposição. Como separar o homem, o deputado, de sua missão institucional?

Caberá a uma mulher, primeira presidenta eleita de nosso país, conduzir este momento delicado das relações institucionais brasileiras. Uma mulher que vem sendo sistematicamente agredida, desrespeitada, insultada, mas, diferente de muitos homens, enfrenta os desafios de cara limpa, com retidão e coragem.

Isso não quer dizer que não comete erros, que não tem problemas ou que falha em suas ações. Mas não se esconde da luta, não submete a política aos seus interesses de poder e não se dobra as chantagens. Tem sido muito mais cobrada que qualquer outro dirigente público.

Talvez o mundo político não esteja acostumado a esse enfrentamento, não esteja acostumado a uma mulher. A narrativa de Suffragette parece que não ficou nem um pouco no passado do século 20. Por isso a defesa da democracia e das conquistas que tivemos até agora nos exortam a seguir sempre em frente, com coragem, equilíbrio, respeito e determinação. Características muito mais femininas!

*Gleisi Hoffmann é senadora da República pelo Paraná. Foi ministra-chefe da Casa Civil e diretora financeira da Itaipu Binacional. Escreve no Blog do Esmael às segundas-feiras.

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20 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Luiz Claudio Romanelli: Pacto contra crise no país e o bom exemplo do Paraná

Luiz Claudio Romanelli*

O que tomou conta do debate político nos últimos dias está muito longe e desassociado de tudo o que o país mais precisa neste momento de forma urgente: um pacto social e federativo frente à crise econômica nacional que se torna mais aguda a cada pesquisa ou dado revelado por órgãos como o IBGE e o Ipea.

Na sexta-feira, 17, por exemplo, o Ministério do Trabalho divulgou que o país perdeu 345.417 empregos no primeiro semestre – 111.199 vagas fechadas somente no mês de junho, aponta o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.

Um dia antes, o Ipea revelou que um milhão de brasileiros voltaram à miséria em 2013, o que se deduz que, em 2014, com a recessão, ajuste fiscal e o corte de recursos na área social, o número de miseráveis poderá ser bem maior do que no ano anterior. Para este ano, de 2015, as projeções são ainda mais preocupantes.

Nessa escalada de dados, números e estatísticas, a economia desanda, o povo enfrenta a inflação alta nas compras no supermercado ou quando contrata algum serviço, vê-se uma luta política desenfreada pautada pelo achincalhe, denuncismo, acusações de toda ordem e até a falta de urbanidade nas relações entre os poderes. Do campo econômico, a crise saltou para a política e periga, se ninguém tomar qualquer atitude mais desprendida, se tornar uma crise institucional, o que é muito ruim para todos, especialmente para a economia, que já vai tão mal.

Com tudo isso acontecendo, volto a reafirmar que já passou da hora de todas as forças políticas do país, os agentes públicos, os atores políticos, os trabalhadores e o setor produtivo – as chamadas forças vivas da sociedade – tomarem frente da crise e apontarem as alternativas e soluções para os problemas que o Brasil enfrenta atualmente.

Essas mudanças são urgentes e passam pelo novo pacto federativo que contemple a redistribuição dos recursos arrecadados por meio dos impostos e contribuições entre os entes federados: União, estados e municípios, os mais penalizados com o corte de verbas e de repasses federais.

Dados da Frente Nacional dos Prefeitos mostram que, em 2013, 57,42% da receita disponível ficou com a União, 24,18% com os estados e 18,40% com os municípios. Os prefeitos defendem – e eu concordo com a proposta – que essa divisão ocorra da seguinte maneira: 40% para a União, 30% para estados e 30% para municípios. Não há porque penalizar ainda mais as prefeituras que, frequentemente têm as despesas aumentadas na prestação dos serviços essenciais, como saúde e educação. Além de prover as cidades de hospitais, postos de saúde e creches, são necessários recursos para manutenção e a contratação de médicos, enfermeiros e professores. A contrapartida do governo federal é pífia e as obrigações recaem todas nas costas dos prefeitos. E isso é só um exemplo.

A situação dos estados parece idêntica, guardadas as proporções, com os municípios. Os estados cortaram mais de 46% do orçamento de 2014 para 2015 e mais 11,3 bilhões em obras. Os estados, e o Paraná não é exceção, padecem com as obras paradas, projetos adiados e atrasos de pagamento de serviços. Sem capacidade de investimentos, os estados vivem no sufoco e a União se tornou um paquiderme com muito pouca desenvoltura.

Sem as obras públicas dos governos estaduais, a economia, como um todo, acaba sendo afetada. Como exemplo, o mercado de máquinas para construção estimou queda de 36 Leia mais