21 de Maio de 2015
por esmael
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Quebra de braço cada vez mais pesada na greve dos professores do PR

richa_cletoA segunda greve do ano dos professores e servidores da rede pública estadual de ensino — e também das universidades estaduais — está prestes a completar quatro semanas e a quebra de braço vai ficando cada dia mais pesada para ambas as partes.

De um lado, o governador Beto Richa (PSDB) queima todo o capital político conquistado com uma vitória tranquila na reeleição de outubro passado protagonizando cenas lamentáveis de violência e desrespeito ao funcionalismo; superando seu colega tucano Alvaro Dias na selvageria contra professores e servidores. O 30 de agosto do Álvaro ficou parecendo um piquenique na praça perto do 29 de abril de Richa.

Do outro lado, os servidores, na maioria professores, cansados, humilhados, violentados, segurando na raça um movimento que não existiria se a indignação com os desmandos de Richa não tivessem chegado ao limite do inaceitável. Tiveram suas aposentadorias usurpadas e foram lançados a um futuro incerto, isso sem antes terem barrado com a primeira greve o desmonte da carreira e revertido calotes no terço de férias e outros direitos.

Pois bem, o governador está se vendo obrigado a recuar sob pena de perder de vez sua base de sustentação na Assembleia Legislativa. Esse movimento poderia resultar num melancólico processo de impeachment. Melancólico para Richa, pois esse já é o desejo da maioria dos paranaenses, como vêm mostrando as manifestações organizadas e espontâneas nas ruas, estádios, teatros e até em shoppings centers.

A APP-Sindicato informou ao Blog do Esmael que a adesão à greve na rede pública estadual continua alta, superior a 85%, com algumas regiões com quase 100% de paralisação, como é o caso de Maringá. Não há assembleia marcada, o que reforça a intenção dos professores de continuarem em greve enquanto não houver negociações.

Sobre o corte do ponto anunciado pelo governo, o pagamento de maio ainda virá integral, mesmo por que ele já foi fechado no início do mês. As faltas, se forem lançadas, serão descontadas somente na folha de junho.

28 de Abril de 2014
por esmael
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Richa “invade” praia petista nesta segunda, sob protesto de grevistas

Educadores prometem "recepcionar" Beto Richa nesta segunda (28), à s 19 horas, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba; tucano "invadirá" praia do petista Luizão Goulart, prefeito mais popular do país, segundo a Paraná Pesquisas, para reunião com correligionários do PSDB e PRB; visita do governador aos municípios tem motivado protestos de professores e funcionários de escolas em greve desde o dia 23 de abril.

Educadores prometem “recepcionar” Beto Richa nesta segunda (28), à s 19 horas, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba; tucano “invadirá” praia do petista Luizão Goulart, prefeito mais popular do país, segundo a Paraná Pesquisas, para reunião com correligionários do PSDB e PRB; visita do governador aos municípios tem motivado protestos de professores e funcionários de escolas em greve desde o dia 23 de abril.

O governador Beto Richa (PSDB) estará na noite desta segunda-feira (28) no município de Pinhais, região metropolitana, a 7 km de Curitiba, onde se reúne com correligionários do PSDB e do PRB. A informação é blogueiro pinhaiense Chicão Somavilla. Leia mais

27 de Abril de 2014
por esmael
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Governo Richa quer “política do cafezinho”. APP-Sindicato rejeita

O novo secretário de Estado da Educação, Paulo Schmidt, no portal da SEED, propõe que a APP-Sindicato e o governo Beto Richa (PSDB) perpetuem a “política do cafezinho”.

Em tom nostálgico, Schmidt diz que em três anos, Governo do Estado e Sindicato dos Professores fizeram cerca de 50 reuniões para construir uma agenda de avanços para a categoria e para a educação pública do Paraná.

O problema é que a APP-Sindicato, aparentemente, rejeita a “política do cafezinho”. Sabe que, no marco desse governo do PSDB ou se avança agora ou nunca. Pois, por força da legislação eleitoral, somente em maio é possível corrigir distorções salariais e reaver direitos sonegados aos educadores.

Amanhã, segunda-feira, dia 28 de abril, não haverá aulas nas 2,1 mil escolas da rede pública do estado. A APP-Sindicato espera adesão perto de 100% da categoria.

Na terça-feira, dia 29 de abril, em Curitiba, professores e funcionários das escolas realizarão uma marcha da Praça Santos Andrade até o Palácio Iguaçu, onde centenas de grevistas estão acampados há cinco dias.

Pela Fanpage do Blog do Esmael, no Facebook (clique aqui), o leitor poderá acompanhar online os detalhes do alvoroço paredista. Basta curtir e assinar o feed da página para receber as atualizações das notícias gratuitamente em seu navegador.

A categoria não gostou da proposta do governo Richa, que prevê pagamento em dinheiro para hora-atividade e parcelamento de outras reivindicações a “la Casas Bahia” — a perder de vista.

Veja as principais proposta do governo para encerrar a greve:

1) Hora-atividade – Pagamento em dinheiro da diferença de 0,67 de hora de trabalho a partir de agosto de 2014 e implementação na jornada no início do ano letivo de 2015.

2) Auxílio-transporte – Suspensão do corte imposto aos educadores em licença médica.

3) Pagamento das promoções e progressões para professores e funcionários !“ Parcelamento do pagamento em dez vezes, a partir da folha de maio.

4) Funcionários !“ Aumento do valor do auxílio-transporte dos funcionários do QFEB. Será acrescido de um valor, de aproximadamente R$ 88,00, para alcançar o valor do auxílio-transporte do um cargo de professor de 20 horas.

5) Funcionários !“ Encaminhamento, junto com a Lei da Data-base, da garantia de que nenhum(a) funcionário(a) público(a) tenha o salário-base inferior ao valor do Salário Mínimo Regional. Além disso, o governo assegurou o pagamento da data-base, em maio, em parcela única.

Os profissionais da educação estão acampados em frente ao Palácio Iguaçu por tempo indeterminado.

Acerca da greve

O magistério deflagrou a greve no dia 23 de abril porque o governo Beto Richa (PSDB) não cumpriu a palavra dada em negociações (a e

26 de Abril de 2014
por esmael
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Na 2!ª não tem aula: conselho mantém greve de educadores; assista

Depois horas reunido, o Conselho do Comando de Greve da APP-Sindicato decidiu há pouco manter a greve dos educadores por tempo indeterminado.

“Na segunda não vai ter aula”, é a palavra de ordem da entidade, que avalia 90% de adesão da categoria nos quatro primeiros dias de paralisação no estado.

O movimento avaliou que as propostas apresentadas pelo governo Beto Richa (PSDB) foram “insuficientes”, pois não contemplaram o segmento do PSS que necessita de alteração nos contratos.

Por unanimidade, foi aprovada uma marcha na próxima terça-feira, dia 29 de abril, em Curitiba, com saída da Praça Santas Andrade, seguida de assembleia em frente ao Palácio Iguaçu.

O magistério paranaense deve encerrar a greve na terça, conforme apurou o Blog do Esmael.

Assista ao vídeo:

As principais proposta do governo para encerrar a greve:

1) Hora-atividade – Pagamento em dinheiro da diferença de 0,67 de hora de trabalho a partir de agosto de 2014 e implementação na jornada no início do ano letivo de 2015.

2) Auxílio-transporte – Suspensão do corte imposto aos educadores em licença médica.

3) Pagamento das promoções e progressões para professores e funcionários !“ Parcelamento do pagamento em dez vezes, a partir da folha de maio.

4) Funcionários !“ Aumento do valor do auxílio-transporte dos funcionários do QFEB. Será acrescido de um valor, de aproximadamente R$ 88,00, para alcançar o valor do auxílio-transporte do um cargo de professor de 20 horas.

5) Funcionários !“ Encaminhamento, junto com a Lei da Data-base, da garantia de que nenhum(a) funcionário(a) público(a) tenha o salário-base inferior ao valor do Salário Mínimo Regional. Além disso, o governo assegurou o pagamento da data-base, em maio, em parcela única.

Os profissionais da educação estão acampados em frente ao Palácio Iguaçu por tempo indeterminado.

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Acerca da greve

O magistério deflagrou a greve porque o governo Beto Richa (PSDB) não cumpriu a palavra dada em negociações (a exemplo da não implementação dos 33% de hora-atividade no início do ano letivo de 2014) e adotou medidas que punem a categoria (como os descontos no auxílio-transporte).

Os educadores ainda cobram R$ 100 milhões relativos a avanços e progressões não pagos e o cumprimento da Lei Nacional do Piso, que prevê reajuste de 8,32% nos salários deste ano.

A seguir leia, os 13 pontos de pauta reivindicados pela APP-Sindicato:

1. 33% de hora-atividade – Nossa reivindicação histórica para a hora-atividade é de 50%. Queremos sua ampliação imediata para 33% e assim progressivamente. A hora-atividade tem que ser aplicada conforme a Lei 11.738/2008 (PSPN) a todos(as) os(as) professores(as) da rede, obedecendo a regulamentação da carreira de hora-aula de 50 minutos.

2. Piso Nacional – Este ano, foi anunciado, pelo Ministério da Educação (MEC), o índice de 8,32% de reajuste do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN). A APP defende, porém, que o índice a ser aplicado seja o de 10,6%, defendido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

3. Reajuste dos(as) funcionários(as) – Queremos que o reajuste nos salários dos funcionários(as) de escola este ano seja conforme o índice do Piso Regional de 7,34%.

4. Pagamento de avanços em atraso – O governo deve mais de R$ 100 milhões aos(à s) professores(as) e funcionários(as) em promoções e progressões, em atraso há um ano e meio. Neste valor

25 de Abril de 2014
por esmael
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Repórter de TV surpreende ao defender ao vivo salário de juiz para professor; assista ao vídeo

O jornalista Diogo Hutt, da TV Tarobá, ao vivo, deu exemplo consciência cidadã, ao defender isonomia salarial entre juízes e professores; recentemente, o governo Beto Richa (PSDB) sancionou lei que concede R$ 4 mil de auxílio-moradia aos magistrados; "Quer saber de uma coisa? Eu apoio essa greve", explicitou no telejornal, durante reportagem sobre a greve dos educadores do Paraná que hoje entrou no 3!º dia; vale a pena conferir o vídeo.

O jornalista Diogo Hutt, da TV Tarobá, ao vivo, deu exemplo consciência cidadã, ao defender isonomia salarial entre juízes e professores; recentemente, o governo Beto Richa (PSDB) sancionou lei que concede R$ 4 mil de auxílio-moradia aos magistrados; “Quer saber de uma coisa? Eu apoio essa greve”, explicitou no telejornal, durante reportagem sobre a greve dos educadores do Paraná que hoje entrou no 3!º dia; vale a pena conferir o vídeo.

O repórter Diogo Hutt, da TV Tarobá de Londrina, repetidora da TV Bandeirantes, surpreendeu no telejornal desta sexta-feira (25) ao defender salário de juiz, algo em torno de R$ 27 mil ao mês, para professores que recebem menos de 10% desse valor no Paraná. Leia mais

25 de Abril de 2014
por esmael
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“A greve continua no Paraná”, afirma APP-Sindicato; assista ao vídeo

A presidenta da APP-Sindicato, Marlei Fernandes, em relato aos educadores acampados há três em frente ao Palácio do Iguaçu, após a segunda reunião com secretários do governo Beto Richa (PSDB), informou ontem à  noite que a greve continua por tempo indeterminado (assista ao vídeo abaixo).

O Blog do Esmael, direto do Palácio das Araucárias, ao lado do acampamento, acompanhou as cinco horas da nova rodada de negociações que terminou sem acordo.

O comando de greve deverá convocar uma assembleia dos grevista para amanhã, sábado, dia 26, para decidir se encerra ou movimento ou não.

Informalmente, o Blog do Esmael apurou que a categoria não gostou da proposta do governo Richa, que prevê pagamento em dinheiro para hora-atividade e parcelamento de outras reivindicações a “la Casas Bahia” — a perder de vista.

As principais proposta do governo para encerrar a greve:

1) Hora-atividade – Pagamento em dinheiro da diferença de 0,67 de hora de trabalho a partir de agosto de 2014 e implementação na jornada no início do ano letivo de 2015.

2) Auxílio-transporte – Suspensão do corte imposto aos educadores em licença médica.

3) Pagamento das promoções e progressões para professores e funcionários !“ Parcelamento do pagamento em dez vezes, a partir da folha de maio.

4) Funcionários !“ Aumento do valor do auxílio-transporte dos funcionários do QFEB. Será acrescido de um valor, de aproximadamente R$ 88,00, para alcançar o valor do auxílio-transporte do um cargo de professor de 20 horas.

5) Funcionários !“ Encaminhamento, junto com a Lei da Data-base, da garantia de que nenhum(a) funcionário(a) público(a) tenha o salário-base inferior ao valor do Salário Mínimo Regional. Além disso, o governo assegurou o pagamento da data-base, em maio, em parcela única.

Os profissionais da educação estão acampados em frente ao Palácio Iguaçu por tempo indeterminado.

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Acerca da greve

O magistério deflagrou a greve porque o governo Beto Richa (PSDB) não cumpriu a palavra dada em negociações (a exemplo da não implementação dos 33% de hora-atividade no início do ano letivo de 2014) e adotou medidas que punem a categoria (como os descontos no auxílio-transporte).

Os educadores ainda cobram R$ 100 milhões relativos a avanços e progressões não pagos e o cumprimento da Lei Nacional do Piso, que prevê reajuste de 8,32% nos salários deste ano.

A seguir leia, os 13 pontos de pauta reivindicados pela APP-Sindicato:

1. 33% de hora-atividade – Nossa reivindicação histórica para a hora-atividade é de 50%. Queremos sua ampliação imediata para 33% e assim progressivamente. A hora-atividade tem que ser aplicada conforme a Lei 11.738/2008 (PSPN) a todos(as) os(as) professores(as) da rede, obedecendo a regulamentação da carreira de hora-aula de 50 minutos.

2. Piso Nacional – Este ano, foi anunciado, pelo Ministério da Educação (MEC), o índice de 8,32% de reajuste do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN). A APP defende, porém, que o índice a ser aplicado seja o de 10,6%, defendido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

24 de Abril de 2014
por esmael
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Greve de educadores continua. Veja as propostas do governo do PR

A presidenta da APP-Sindicato, Marlei Fernandes, e o secretário da Educação, Paulo Schmidt, falaram à  imprensa sobre a pauta de reivindicação; assista ao vídeo.

A presidenta da APP-Sindicato, Marlei Fernandes, e o secretário da Educação, Paulo Schmidt, falaram à  imprensa sobre a pauta de reivindicação; assista ao vídeo.

Depois de cinco horas de reunião, comissão formada por diretores da APP-Sindicato e representantes do governo do estado concederam entrevista. O Blog do Esmael, direto do Palácio das Araucárias, em Curitiba, acompanhou o desfecho da nova rodada. Leia mais

23 de Abril de 2014
por esmael
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Richa e educadores não chegam a acordo. Greve continua no Paraná

Tudo como dantes. Impasse entre governo Richa e educadores em greve continua depois de três horas de reunião; movimento grevista avançará pelo segundo dia; Palácio Iguaçu afirma que apresentará uma contraproposta amanhã (24), à s 15 horas, em nova rodada de debates com a APP-Sindicato.

Tudo como dantes. Impasse entre governo Richa e educadores em greve continua depois de três horas de reunião; movimento grevista avançará pelo segundo dia; Palácio Iguaçu afirma que apresentará uma contraproposta amanhã (24), à s 15 horas, em nova rodada de debates com a APP-Sindicato.

O governador Beto Richa (PSDB) não convenceu os educadores a voltarem para as salas de aula depois de quase três horas de conversa. A APP-Sindicato informou no começo desta noite que a greve iniciada hoje vai continuar. Leia mais

23 de Abril de 2014
por esmael
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Depois de 14 anos, educadores entram hoje em greve no Paraná

Cerca de 100 mil educadores entraram em greve nesta quarta-feira, dia 23 de abril, por tempo indeterminado, contra calotes do governo Beto Richa (PSDB) que vem descumprindo a Lei Nacional do Piso e acordos firmados com a APP-Sindicato.

A educação deverá paralisar atividades nas 2,1 mil escolas da rede pública no estado e, consequentemente, 2,3 milhões de alunos ficarão sem aula a partir de hoje. A última greve na educação ocorreu em 2000, há quatorze anos, ainda no governo Jaime Lerner (DEM).

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O primeiro dia de paralisação deverá ser tenso nas escolas e no Palácio Iguaçu que, a partir das 10 horas desta quarta, receberá um acampamento de professores e funcionários de escola grevistas. Também há guerra psicológica contra o magistério paranaense, que eu relato abaixo.

Em uma tentativa “desesperada” de desmobilizar a categoria, a Secretaria de Estado da Educação (SEED), em comunicado à s escolas, ameaçou ontem professores contratados em regime PSS e profissionais em estágio probatório “caso haja falta por mais de sete dias consecutivos”.

O sindicato promete levar o conteúdo do e-mail da SEED à s barras da Justiça, haja vista o direito de greve ser um direito consagrado aos trabalhadores pela Constituição Federal.

Um diretor de escola que pediu para não ser identificado comentou as ameaças do governo Richa:

“Não dá nem para acreditar, mas nos dias de hoje ainda estamos sendo acuados e ameaçados. Mal pude acreditar quando vi um e-mail que veio para a escola onde trabalho, cujo um dos conteúdos era com relação ao professor PSS, caso falte mais de sete dias consecutivos terá o contrato rescindido. No caso de quem estiver em estágio probatório um dos quesitos avaliados é assiduidade para que seja efetivado no cargo. O Estado usando a lei como lhe convém para coagir seus funcionários”, protestou o gestor.

Acerca da greve

O magistério deflagrou a greve porque o governo Beto Richa (PSDB) não cumpriu a palavra dada em negociações (a exemplo da não implementação dos 33% de hora-atividade no início do ano letivo de 2014) e adotou medidas que punem a categoria (como os descontos no auxílio-transporte).

Os educadores ainda cobram R$ 100 milhões relativos a avanços e progressões não pagos e o cumprimento da Lei Nacional do Piso, que prevê reajuste de 10,6% nos salários deste ano.

A seguir leia, os 13 pontos de pauta reivindicados pela APP-Sindicato:

1. 33% de hora-atividade – Nossa reivindicação histórica para a hora-atividade é de 50%. Queremos sua ampliação imediata para 33% e assim progressivamente. A hora-atividade tem que ser aplicada conforme a Lei 11.738/2008 (PSPN) a todos(as) os(as) professores(as) da rede, obedecendo a regulamentação da carreira de hora-aula de 50 minutos.

2. Piso Nacional – Este ano, foi anunciado, pelo Ministério da Educação (MEC), o índice de 8,32% de reajuste do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN). A APP defende, porém, que o índice a ser aplicado seja o de 10,6%, defendido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

3. Reajuste dos(as) funcionários(as) – Queremos que o reajuste nos salários dos funcionários(as) de escola este ano seja conforme o índice do Piso Regional de 7,34%.

4. Pagamento de avanços em atraso – O governo deve mais de R$ 100 milhões aos(à s) professores(as) e funcionários(as) em promoções e progressões, em atraso há um ano e meio. Neste valor estão incluídos os atrasados do PDE.

5. Concurso público – A APP reivindica a realização de novos concursos públicos para professores(as) e funcionários(as). O objetivo é que seja suprida a necessidade real da rede

22 de Abril de 2014
por esmael
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Educadores terão “Diário de Greve” a partir desta 4!ª no Blog do Esmael

O Blog do Esmael disponibilizará à  comunidade escolar paranaense, a partir desta quarta-feira, dia 23 de abril, um inédito “Diário de Greve” dos cem mil educadores que vão paralisar suas atividades, por tempo indeterminado, nas 2,1 mil escolas da rede pública do estado.

O “Diário de Greve” do Blog do Esmael vai registrar desde o início todos os movimentos dos professores e funcionários que prometem acampar a partir de amanhã em frente ao Palácio Iguaçu, sede do governo estadual, no Centro Cívico, em Curitiba.

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Os educadores poderão manter linha direta com o Blog do Esmael, via e-mail (clique aqui) e demais redes sociais (veja ícones na página inicial do blog), enviando fotos, vídeos, curiosidades, enfim, informações direta do front grevista.

O Blog do Esmael, além de estar presente nas manifestações, fazendo a cobertura no chão da rua, também buscará nos gabinetes o andamento das negociações entre APP-Sindicato e governo do estado.

Acerca da greve

O magistério vai deflagrar a greve porque o governo Beto Richa (PSDB) não cumpriu a palavra dada em negociações (a exemplo da não implementação dos 33% de hora-atividade no início do ano letivo de 2014) e adotou medidas que punem a categoria (como os descontos no auxílio-transporte).

Os educadores ainda cobram R$ 100 milhões relativos a avanços e progressões não pagos e o cumprimento da Lei Nacional do Piso, que prevê reajuste de 10,6% nos salários deste ano.

A seguir leia, os 13 pontos de pauta reivindicados pela APP-Sindicato:

1. 33% de hora-atividade – Nossa reivindicação histórica para a hora-atividade é de 50%. Queremos sua ampliação imediata para 33% e assim progressivamente. A hora-atividade tem que ser aplicada conforme a Lei 11.738/2008 (PSPN) a todos(as) os(as) professores(as) da rede, obedecendo a regulamentação da carreira de hora-aula de 50 minutos.

2. Piso Nacional – Este ano, foi anunciado, pelo Ministério da Educação (MEC), o índice de 8,32% de reajuste do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN). A APP defende, porém, que o índice a ser aplicado seja o de 10,6%, defendido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

3. Reajuste dos(as) funcionários(as) – Queremos que o reajuste nos salários dos funcionários(as) de escola este ano seja conforme o índice do Piso Regional de 7,34%.

4. Pagamento de avanços em atraso – O governo deve mais de R$ 100 milhões aos(à s) professores(as) e funcionários(as) em promoções e progressões, em atraso há um ano e meio. Neste valor estão incluídos os atrasados do PDE.

5. Concurso público – A APP reivindica a realização de novos concursos públicos para professores(as) e funcionários(as)